quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Dica de Música: With All I am – Hillsong

A letra da canção diz tudo. Reflita!

Tá na Bíblia!


"Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto, diz o SENHOR. Portanto assim diz o SENHOR Deus de Israel, contra os pastores que apascentam o meu povo: Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e não as visitastes; eis que visitarei sobre vós a maldade das vossas ações, diz o SENHOR." (Jeremias 23:1-2)

Série Comércio Gospel: Água benta de Valdemiro Santiago de R$ 100,00 a R$ 1.000,00

Sinal dos tempos...! Adquira seu galãozinho e para isso basta apenas uma oferta de R$ 100,00 a R$ 1.000,00. Veja você mesmo!

A prova do tempo...

Coloco os meus sonhos em Tuas mãos
E lá os deixo repousar
Esperando...ansiando o momento
De os poder concretizar
Existe um tempo necessário
Para toda essa espera
Mas...Por vezes a ansiedade é tão grande
Mesmo eu não querendo
A minha alma desespera
Mas a minha fé em Ti
É bem maior que tudo isso
O Teu amor é o motor da minha vida
Jamais esquecerei o compromisso
De Te servir
De Te seguir
Dar a minha vida
Para que faças a Tua vontade
Ser liberta pela Tua verdade
Eu anseio estar pronta
Para na eternidade
Contigo me encontrar


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Antes e Depois: Inversão de Valores


Infelizmente os tempos mudaram e os valores também!
Antes os pais gastavam tempo na boa educação de seus filhos ensinando-os a cultivarem princípios de regras de conduta baseados na ética, moral e bons costumes.
Hoje os filhos sentem-se no direito de desafiar até mesmo as autoridades sendo apoiados pelos próprios pais.
Pensemos nisso!
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Dica de Filme: Desafiando Gigantes

Quem nunca teve que enfrentar grandes desafios na vida? A diferença entre o vencedor e o perdedor pode estar em sua fonte de apoio. Em seis anos como técnico de futebol americano de uma escola, Grant Taylor não consegue levar seu time, o Shiloh Eagles, a uma temporada de vitórias. Por isso, todos começam a vê-lo como um derrotado e a direção da escola pensa em demiti-lo.

Em casa, as dificuldades também o jogam mais para o fundo do poço. A esposa quer muito ter um filho e, depois de alguns exames, o casal descobre que o problema está com ele. Como os tratamentos de fertilidade são caros, a idéia do filho é deixada de lado. Depois de tantos reveses, o pensamento de desistir de tudo lhe passa pela cabeça. Até que um visitante inesperado o desafia a acreditar no poder da fé. E é na oração e na leitura da Bíblia que Taylor descobre a força da perseverança para vencer.

Depois de descobrir que a Bíblia pode ser a solução para sua vida, Taylor passa a usá-la no trabalho, contagiando os jovens que treina e promovendo mudanças na vida deles também.

A direção é de Alex Kendrick (que também é o ator principal) e a distribuidora é a Sony Pictures. Mesmo quem não entende nada de futebol americano (ou ache o esporte muito violento, como é o meu caso), pode se emocionar com essa produção que relaciona a fé em Deus às lutas e situações do dia-a-dia.

Embora certas situações e o desempenho dos atores deixem um pouco a desejar em alguns momentos, a produção tem qualidade comparável à dos típicos filmes hollywoodianos. A trilha sonora também ajuda bastante.

Dá para se promover boas discussões sobre fé prática, estudo da Bíblia, oração e testemunho.

Assista o Trailer do filme:



Fonte: Bons Filmes
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Missionário não consegue alugar casa por ser cristão

Sanjat Pilka, um missionário da organização Gospel for Asia, não tem onde morar porque é cristão.

Sanjat, sua esposa e dois filhos, servem ao Senhor em um lugar onde a maioria das pessoas segue o siquismo. Eles moram na região há seis anos, mas as pessoas que se opõem ao seu trabalho estão aumentando a pressão.

A estratégia mais recente envolve negar ao missionário um local para que ele possa morar na comunidade. Ninguém quer alugar uma casa para ele. Essa é uma tática de intimidação geralmente usada para pressionar os missionários.

Sanjat e sua família estão morando no terreno da igreja. O templo, que é muito pequeno, não tem muros cercando o terreno, que é a maneira mais comum de garantir a segurança no vilarejo. Além disso, o templo da igreja não tem cozinha, o que torna muito difícil criar uma família.

Sanjat Pilka pede oração para que os corações sejam quebrantados e para que ele e sua família possam encontrar uma casa para alugar. Ele também pede oração para aqueles que se opõem ao seu ministério recebam o amor de Cristo.

Fonte: Missão Portas Abertas
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Pensamento





"Hoje a Palavra de Deus sofre mais nas mãos de seus expositores do que na de seus opositores"

(Leonard Ravenhill)

Série Comércio Gospel: Sorteio de Carro 0 km em Congresso

Confira o vídeo da abertura do Avivamento Total 2010
Assembléia de Deus Bom Retiro



Fonte: Assembléia de Deus do Bom Retiro
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Silas Malafaia compra em dolar um avião mais caro que o de R. R. Soares e Samuel Câmara juntos

Silas Malafaia, que é o vice-presidente da Convenção Geral das Igrejas Assembléias de Deus, anunciou que comprou o avião em um culto que realizou em uma igreja em Boca Raton, nos Estados Unidos. Segundo vários brasileiros presentes, o Pastor teria dito que foi uma “galinha morta”, já que o preço pago foi de 12 milhões de dólares (cerca de R$ 20.800.000,00), sendo que o avião vale 16 milhões de dólares (cerca de R$ 27.840.000,00).

O avião de Silas Malafaia não é novo, já teve um dono, mas seu modelo é mais caro do que os aviões de R. R. Soares, Renê Terra Nova e Samuel Câmara juntos, que custam 5 milhões cada, tem banheiro a bordo e capacidade para 8 pessoas.

O blogueiro Leonardo Gonçalves comentou em seu blog sobre o ocorrido: “Com tanta necessidade em terras tupiniquins, com milhares de crentes passando dificuldade nos bolsões da fome no Brasil, confesso que até pensei na possibilidade do senhor Silas usar esse dinheiro para levar educação, alimento e salvação a estas pessoas. Mas infelizmente ele preferiu investir em comodidade, igualando-se aos outros ícones da prosperidade”. Leonardo também lembrou dos episódios em que o Pastor Silas Malafaia pediu incisivamente junto com o Dr. Morris Cerullo ofertas voluntárias de R$900 prometendo prosperidade e uma Bíblia de estudo sobre “batalha espiritual e vitória financeira” para os contribuintes: “Parece que a farra dos 900 reais, somado à intimidação que o Cerrulo fez na TV, levou milhares de pessoas a ofertarem para o ministério, e ele [Silas Malafaia], sábio e prudente, aplicou o dinheiro onde havia mais necessidade” e completou “Rachem a cara e queimem a língua todos vocês que disseram que a bíblia de 900 reais não trazia prosperidade! Sim, eu confesso que estava enganado. A bíblia do Cerrullo, de fato, prospera!”.

Silas Malafaia, que não constuma dar entrevistas, exibiu a alguns dias em seu programa de televangelismo um desabafo aos que criticam seus atos, visivelmente indignado, o mais famoso pastor da Igreja Assembléia de Deus afirmou que “Quem critica não faz nada. Você conhece alguma coisa que algum crítico construiu? Crítico é um recalcado que tem sucesso da obra alheia”, finalizou.

Fonte: Gospel+
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Tá na Bíblia!



“O que me consola na minha angústia é isto: que a tua palavra me vivifica”. (Salmos 119:50)

Um chamado para angústia - David Wilkerson

Que haja em nós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus, que se importemos com aquilo que o Senhor se importaria, que choremos por aquilo que Jesus choraria, que nos alegremos naquilo que Jesus se alegraria ...



Fonte: Fim dos Dias

Opinião: sobre o melhor de Deus


“O melhor de Deus ainda está por vir”. Essa frase tem sido dita por diversos pregadores e cantores no meio evangélico. Como verdadeiros cristãos, não podemos aguardar nenhum "melhor de Deus", pois o MELHOR DE DEUS já nos foi dado: O SEU AMADO FILHO JESUS (Jo 3. 16). Ou será que existe algo melhor do que ser salvo por Cristo? A resposta é óbvia: Não! (Cleison Oliveira)

Fonte:
Blog do Cleison

A minha igreja entrou no reteté!!!


Por Ricardo Mamedes


Sou batista histórico e tradicional, e como todos sabem, esses tais costumavam afirmar categoricamente seguir a Bíblia, especialmente o Novo Testamento, zelando pela sã doutrina e sem se deixar "contaminar" por ventos, ou comichão nos ouvidos. Pois é, era assim...

Eu, e a Igreja aonde congrego, bem fixada, bem enraizada no Evangelho, sempre sóbria, prezando o culto racional (aquele de Paulo), nos sentíamos bem estabelecidos, bem resolvidos, completamente acertados com relação à liturgia. É bem verdade que a ordem do culto já não era aquela de outrora, podendo se dizer que aglutinaram-se novos costumes em razão do próprio dinamismo que a tudo rege. Afinal, tudo muda, essa é a tônica da vida. E nem sempre a mudança significa o aniquilamento do que antes havia, uma vez que é possível aprimorar-se algo, mesmo que seja a liturgia. O fato é que o culto se tornou muito mais movimentado: palmas, aleluias, glórias a Deus, "louvor" moderno, etc. Até aí tudo bem, pois ainda é possível afirmar que "tudo está sendo feito com ordem e decência".

É estranho como as heresias vão chegando sutilmente, como que apalpando o terreno, sondando... O heresiarca é hábil, manipulador, persuasivo. Ele diz, mas sem dizer realmente. Ele nega, sem de fato negar, mas deturpa a verdade, porque tira-lhe a essência. E é assim que o processo de desconstrução da verdade se consuma: muda-se a verdade dos evangelhos. A criatura passa a ser a "bola da vez".

Não se pense que o instrumento da heresia, o seu implantador, venha negando Jesus com palavras claras, ou que elimine a Pessoa de Deus. Não. Ele apenas suga a fé verdadeira das pessoas, tornando-as mortas.

Assim é na "minha" igreja. O assassinato da fé está ocorrendo com a implantação da teologia da prosperidade. O pregador promete a cada semana que "hoje será o dia da sua vitória" (ela vem? ) , insuflando nos incautos fiéis a ganância e a avareza. Ensinando-lhes - habilmente - que a vitória, seja qual for, vem por seu intermédio.

Esse processo de desconstrução da fé genuína caminha a passos largos. O triunfalismo impera. Prega-se o "eu posso vencer", através de frases empacotadas trazidas prontinhas para que as pessoas repitam. É o mesmo processo da autoajuda. Ensina-se que o homem se basta, anulando-se a figura de Cristo. Mas as pessoas, em sua grande maioria não vêem, pois elas estão cegas pela boa fé.

No mesmo pacote o heresiarca traz também os rituais - um deles é essa vã repetição a que fiz alusão. Outro, talvez o mais importante, seja a "quebra de maldições": nas pessoas, na igreja, nos objetos, no prédio, etc... Mais um vez vemos Cristo sepultado, o seu sacrifício anulado. O homem toma o lugar do Cordeiro. Dele vem o remédio para todos os males: do corpo da alma, da mente.

O homem cura, faz revelações... e a revelação única e verdadeira fica em segundo plano, pois as pessoas querem saber dele o que "Deus está dizendo". Então ele responde: "Deus está me dizendo que..."

Unções... muitas unções. De todos os tipos e gostos. O heresiarca, à maneira de um pequeno deus, distribui unções para todos. Quase como se dissesse: - "ninguém ficará sem unção, não se acotovelem!"

E tudo culmina, no final, com o reteté. Pessoas levadas ao transe, uns chorando, outros gritando em "estranhas línguas"; grunhidos. Muitos caindo, ao serem "ministrados" pelo ungido. Calma, eles estão caindo na unção...

Eu decididamente não quero essa unção. Rejeito a unção, dispenso o reteté; quero me manter na vertical, prefiro falar o meu idioma, uma língua inteligível.

Não preciso da unção de homem algum, pois tenho a unção de Cristo. Ele habita em mim desde o dia em que eu o aceitei, reconhecendo o seu sacrifício na cruz como propiciação pelos meus pecados, a sua filiação divina, a ressurreição ao terceiro dia e a sua ascensão aos céus.

Definitivamente não creio nessa batalha espiritual de caça aos demônios, pois não é esse o objetivo da Igreja de Cristo, mas pregar o seu " IDE". Afasto peremptoriamente a possibilidade de um crente ser possuído por demônios, pois acredito em um Deus Todo Poderoso: as trevas não coabitam com a luz. A unção adquirida com a conversão expulsa essas entidades malignas. Deus ampara. Não fosse assim, Deus seria fraco, logo, não seria Deus.

Esses, os tais, pregam um Deus que necessita da sua "ajuda". Um Deus claudicante. E eles veem anjos, determinam aos anjos em suas "sessões" para "cirurgiarem" as pessoas (sei lá o que isso significa). Eles bradam: - "enfia a epada anjo, enfia a espada!".

Eles sabem exatamente o momento em que o espírito santo desce sobre o povo: - É agora, ele está chegando! Sintam! Fechem os olhos! E a música ao fundo, sempre se repetindo, os mesmos acordes, a mesma canção...

O ungido se torna necessário, insubstituível, ele tem que orar por muitos. Ao término, a fila se forma - eles querem a SUA oração. Ele agora se transmudou em INTERMEDIÁRIO do Criador.

Não, eu não quero, pois já tenho um intermediário. Não preciso de santos ocos. Convém que eu diminua...

Sim, essa é uma IGREJA BATISTA TRADICIONAL, HISTÓRICA, podem acreditar.

Oooopa! Se alguém ficou sem unção, calma, pois terça feira tem mais...

(Que o Senhor Todo Poderoso tenha misericórdia da Sua Igreja)


Fonte: A verdade liberta, o erro condena

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Dica de Música: Conte Comigo - Alta Qualidade

Ao seu lado estou e nada vai nos separar
Sou forte ao ver que fraco está
e o ajudo a caminhar
Chame e estarei aqui não tenha medo
Seu amigo eu serei sempre
Vejo quando triste está sinto a sua dor
Difícil é ver que o sol está a brilhar
parece as vezes não ter fim este seu sofrer
Mas passará, basta acreditar...
Há um lugar em nosso coração para o amor e a fé
Quando o verdadeiro amor nascer tudo mudará
Eu sei que a vida pode ser tão difícil de viver
Mas passará, basta acreditar

Humor: Bronca na Empregada


- O adolescente dá uma bronca na empregada:
- Você tinha prometido que não ia contar pra minha mãe que horas eu cheguei ontem em casa!
- Mas eu não contei!
– protestou a empregada
– Quando ela me perguntou, eu disse que estava tão ocupada preparando o café da manhã que nem vi que horas eram!

Você sabia que...


A indústria de produtos e serviços para cristãos movimenta por ano mais de 1 bilhão, num país onde mais de 30 milhões são evangélicos, com projeção de crescimento para 50 milhões até 2020. No total, são mais de 200 mil pontos de pregação (igrejas) no país sendo que nascem mais de 10 mil novas igrejas a cada ano com mais de 300 mil pastores e líderes, além de um número aproximado de 500 escolas de ensino teológico.
Fonte: Sony

domingo, 27 de dezembro de 2009

Saiba mais sobre cantores gospel: Jeremy Camp

Jeremy Camp é um cantor norte-americano de rock cristão. Antes de lançar seu primeiro álbum, Jeremy Camp já fazia parte do Ministério de Louvor de sua faculdade (Escola Bíblica do Sul da Califórnia.) Durante este período de sua vida, ele liderava o louvor em diferentes igrejas e reuniões de jovens que aconteciam ao redor da Califórnia. Foi em uma dessas reuniões que ele conheceu Melissa.

Apenas seis meses depois que Jeremy e Melissa estavam juntos, ela obteve um diagnóstico de câncer. Enquanto ela já parecia conformada com a morte, Jeremy prometeu que caso ela se curasse, se casaria com ela. Enquanto Melissa e Camp estavam na lua de mel, o câncer começou a voltar e assim que eles haviam retornado para casa, eles descobriram que Melissa teria apenas alguns meses de vida. Durante os meses em que Camp passou com Melissa no quarto do hospital, tocava músicas para ela, no que foi aperfeiçoando musicalmente, enquanto foi reafirmando suas convicções religiosas. Enquanto estava em sua lua de mel, Camp havia escrito uma canção que se encontra em seu primeiro CD, “Walk By Faith”.

Logo depois da morte de Melissa, Jeremy escreveu outra canção que virou número 1 nas radios americanas, “I Still Believe” (Eu Ainda Acredito), sobre os problemas que enfrentou durante a doença e morte de sua esposa. O desejo de Melissa foi realizado quando o álbum de Jeremy Camp saiu nas lojas, e quando ele saiu para a turnê. Durante suas viagens, Camp teve a oportunidade de compartilhar a sua história com muitas outras pessoas que estavam passando por dificuldades similares a dele. Recentemente ele gravou a canção I Am Willing para a trilha sonora do desenho The Ten Commandments.

Jeremy Camp é casado com Adrienne Leisching (ex-lider da banda Benjamin Gate), e tem duas filhas com ela. Todos os álbuns chegaram a número 1 nas rádios americanas e até hoje ele ainda relata sua história e afirma que Deus permaneceu com ele.

Walk by Faith (Andar pela Fé) - Jeremy Camp








Fonte: Wikipedia
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Professora cristã é demitida por falar sobre Deus com aluna

Uma professora cristã britânica foi demitida de seu emprego após falar sobre sua fé com uma mãe e sua filha doente, se oferecendo para orar por elas.

De acordo com o Centro Legal Cristão (CLC) do Reino Unido, Olive Jones, 54 anos, mãe de dois filhos, ensinava matemática para as crianças que não poderiam ir para a escola por causa de doenças. Ela conversou com uma aluna sobre o crer em milagres e perguntou se poderia orar por ela.

Olive, que tem mais de 20 anos de experiência no ensino, disse que a menina estava muito mal para ter aulas de matemática, então a professora decidiu conversar com ela. No entanto, quando a mãe da menina disse que elas não criam em Deus, a enfermeira não continuou.

O Centro Legal Cristão disse que, durante uma dessas visitas, a menina permaneceu na sala de Olive, pois não se sentia bem para ter aulas. Então, Olive conversou com a mãe, dizendo que acreditava que Deus tinha salvado sua vida.

Olive contou que, quando era adolescente, ela estava dirigindo um trator na fazenda da família, no país de Gales quando ele escorregou em um declive, mas parou antes de tombar. Ela disse: “Eu fechei meus olhos e pensei que iria morrer. Então, ouvi o som de vento, como o descrito na Bíblia, e depois, calmaria total”.

“Estava convencida de que era um milagre. Contei tudo para minha mãe, para encorajá-la a acreditar que há um Deus que responde as orações. Creio que possuo um relacionamento pessoal com Deus, que é uma constante fonte de força.

Sem o conhecimento da professora, a mãe da aluna registrou uma queixa.

Quando a professora foi dar aula para a menina, ela contou novamente a história do trator e falou sobre sua fé em Deus. Tudo parecia correr normalmente, mas algumas horas após o término da aula, Olive tomou conhecimento de um pedido da Secretaria da Educação para que ela fosse até o escritório. O diretor afirmou que falar sobre religião com uma criança poderia ser considerado bullying. Assim, ela foi demitida.

Olive, que frequenta a Igreja da Inglaterra, disse que estava “arrasada” com a decisão.

“Estou surpresa como um país com uma tradição cristã tão forte se tornou um lugar onde é difícil falar sobre sua fé.”

“É como se minha liberdade de expressão tivesse sido restringida. Sinto como se estivesse sendo perseguida por falar sobre minha religião em um país que supostamente deveria ser cristão.”

* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.

Fonte: Missão Portas Abertas
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Casal Angelina Jolie e Brad Pitt doa US$ 100 mil no Natal

O casal Angelina Jolie e Brad Pitt doou US$ 100 mil (cerca de R$ 177 mil) para a American SOS Children's Villages, uma organização que auxilia crianças carentes nos Estados Unidos, informou o site da revista "People".

"Nós vimos em primeira mão o trabalho fantástico que a SOS faz para criar crianças órfãs e abandonadas, mantendo suas famílias unidas", disse Jolie, 34, em um comunicado.

"Ninguém 'fica velho demais' na SOS Village. Treinamentos vocacionais, educação avançada e assistência e suporte estão lá para sempre", acrescentou a atriz.

A presidente da instituição, Heather Paul, disse que o casal apóia há tempos a SOS. "Estamos profundamente gratos que neste ano eles incluíram em sua generosidade nossas comunidades em Illinois e Flórida, e 300 crianças que chamam a SOS de 'casa'", afirmou.

O casal é um dos que mais doam dinheiro para a caridade em Hollywood. Em 2008 eles doaram US$ 6,4 milhões (cerca de R$ 11 milhões) para obras de caridade, cifra que mais do que dobra o que o casal doou em 2007.Somente em 2008 o casal alocou US$ 13 milhões (aproximadamente R$ 22,4 milhões) na fundação Jolie-Pitt, sendo que metade deste valor foi doada.
As instituições que mais receberam recursos foram a Global Health (R$ 3,45 milhões), a Human Rights Watch (R$ 1,7 milhão) e a Brad's Make it Right Foundation, que recebeu R$ 1,7 milhão.

Fonte: Folha Online
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sábado, 26 de dezembro de 2009

7 Características da nova liderança neopentecostal


Por João A. de Souza Filho

Ao longo dessas quase cinco décadas de ministério pastoral comecei a observar a tendência da igreja brasileira e os rumos que tomou. Depois que li uma pequena nota de Renato Vargens no blog http://www.pulpitocristao.com/ achei que poderia contribuir acrescentando 7 características da nova liderança pentecostal. Com o surgimento dos movimentos pentecostais novos, comumente chamados de neopentecostais, algumas características se tornam evidentes na liderança dessa parcela eclesiástica.

Contrariamente às recomendações de Pedro aos líderes da igreja de que o líder deve ser (1) testemunha (mártir) dos sofrimentos de Cristo; (2) de que não deve exercer o pastoreamento por constrangimento, isto é, obrigado a pastorear como se a igreja dependesse dele; (3) de que não deve andar de olho no dinheiro alheio (sórdida ganância) e (4) de que não deve ser dominador do povo, ou do rebanho porque este é de Deus, muitos dos atuais líderes da igreja, especialmente os que ostentam o título de apóstolos agem no sentido oposto. Procure ler o texto de 1 Pedro 5.1-4.

A seguir colhi sete características dessa liderança atual – que não é apenas da liderança neopentecostal, mas também de muitos líderes de igrejas pentecostais históricas.

1. Autoritarismo: Tais líderes advogam a si o direito de ter a palavra final em questões doutrinárias e de práticas cristãs. Creem que podem criar novos padrões de ensinamento e neles atrelar a congregação. Era assim também no passado quando pastores de denominações pentecostais decidiam o que o povo devia usar, o que pensar e em como viver. Felizmente algumas denominações amadureceram e abandonaram tais práticas que vêm sendo adotadas com grande ardor pelos novos líderes pentecostais. As pessoas são orientadas a viverem conforme o pensamento do líder e de maneira a agradá-lo. A “doutrina” ou ensinamento apostólico foi por eles aperfeiçoado, porque tirou do povo o direito à vida e de decidir o que fazer e de como viver.

2. Dominadores do rebanho: Hoje os apóstolos, bispos, presbíteros e pastores – não importa o título que ostentem – decidem se os membros devem celebrar o Natal, os alimentos que devem comer, as festas que podem participar, os DVDs que devem assistir e quais igrejas ou congregações podem visitar.Tal autoritarismo não é próprio apenas de igrejas neopentecostais, mas também de alguns que se dizem “igreja” sem nome; comunidades cristãs, etc. que mantêm sob regras rígidas o comportamento e o estilo de vida de seus membros, ou discípulos. É possível ver este autoritarismo em várias denominações também. Nunca ouse pensar ou agir de maneira que contrarie seu líder! O líder é o novo paradigma ou modelo de fé a ser seguido, e não os modelos da Bíblia.

3. Ganância financeira e luxúria: A ostentação de riqueza, o ganho fácil e a confortável vida movida a aviões particular, helicópteros e festas não é própria apenas dos neopentecostais, mas também de outros segmentos da igreja – uma dessas igrejas, até bem tradicional, em que seu líder se locomove para a casa da montanha de helicóptero, enquanto exige que seus membros nem televisão possuam!Enquanto milhares de obreiros residem em casas modestas no meio de sua comunidade, ao nível do povo que pastoreiam, vivendo na simplicidade, buscando o mínimo de conforto, outros se afastam do meio do rebanho e passam a viver em condomínios inacessíveis ao povo. Sua congregação não tem acesso a casa deles – diferentemente de quando nossa casa estava aberta aos irmãos. Essa é a nova cara da liderança eclesiástica da igreja brasileira.

4. Usam o púlpito como arma de ataque: Por trás do carisma que lhes é peculiar tais ministros fazem o que querem com o povo; se justificam, demonstram humildade e santidade e aproveitam para atacar sutilmente os que lhe desobedecem as ordens. Frases como “aconteceu tal coisa porque não ouviu o homem de Deus” é comum ouvir de seus lábios. É a justificação de uma aparente santidade. As pessoas precisam vê-los como homens de Deus, líderes espirituais íntegros; no púlpito diante de seu povo riem, choram, profetizam, pulam, gesticulam e pregam mensagens de prosperidade. Assim, conseguem encobrir do rebanho suas verdadeiras intenções, para que este não se interesse em saber como é a vida deles no dia a dia de sua vida particular.E grande parte dos crentes defende o estilo de vida de seus líderes, e se dobra perante eles como faziam os escravos diante de seus senhores.

5. A sacerdotização do ministério: Alguns desses novos líderes criaram a nova casta de “levitas” que são os que cuidam do louvor da igreja, mas criaram também a “família sacerdotal” que é composta do líder e de seus familiares, num atentado grotesco ao verdadeiro sacerdócio de Jesus Cristo. Muitos, ainda que reneguem publicamente tal conceito, ostentam-no no ensino aos seus líderes, isto é, estes são orientados a considerá-los sacerdotes de Cristo a serviço do povo. “Nós somos sacerdotes” de Deus para cuidar do rebanho, dizem, quando biblicamente toda a igreja é povo sacerdotal!

6. O reino deles é deste mundo: A nova liderança dos neopentecostais tem outro foco que não é o reino de Deus futuro, mas o reino deles, agora. Eles têm prazer nas coisas do mundo. Seu império particular e o império de sua denominação ou de suas comunidades constituem o reino deles na terra. Enquanto todos os demais trabalham para a vinda do reino, esses novos líderes creem que estão no reino, e que já são príncipes de Cristo aqui na terra. E para viver como príncipes, formam seu séquito de seguidores que os servem humildemente. Enquanto Jesus apontava para a chegada iminente do reino de Deus, a nova liderança da igreja crê que vive o reino, aqui e agora!Por isso intrometem-se na política, pensando que por ela governarão na terra e trarão o governo de Cristo aos homens. E, da mesma forma que entram na política e buscam para si títulos políticos, se prostituem com o sistema e podem ser vistos agradecendo a Deus pelas graças recebidas, como no caso dos deputados evangélicos neopentecostais do Distrito Federal. Estes são a pontinha do iceberg, porque existem milhares de pastores vendidos ao mundo e que recebem polpudas somas de dinheiro para transformar sua congregação em curral eleitoral.

7. Acreditam que o juízo dos crentes não é para eles; porque estão acima dos demais: Por isso, perderam o temor de Deus e nem imaginam o que lhes espera no dia do juízo de Cristo, quando todos haveremos de prestar contas. Quando se perde o temor de Deus leva-se uma vida desenfreada de pecado, escondida sob o manto da espiritualidade e da vida piedosa.

Criticam a Balaão mas vivem como ele, profetizando em nome de Deus, mas de olho nos bens de Balaque – porque são insaciáveis financeiramente. São estes os novos líderes que à semelhança de Coré, Datã e Abirão defendem seu sacerdócio e proclamam que também “têm direitos espirituais”, como nos dias de Moisés. À semelhança de Caim pecam voluntaria e conscientemente, esquecendo que já receberam na testa o sinal de Deus que os manterá sob juízo e condenação.

À luz dessas sete características é possível identificar o tipo de igreja que se frequenta, o tipo de líder que se obedece e decidir se deve seguir o caminho do discipulado cristão ou se fará parte do novo reino dos deuses da terra.

Pense nisso, e me escreva a respeito.

Autor: Pr. João A. de Souza Filho

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Vídeo sobre 'racismo' de webcam já foi visto mais de um milhão de vezes


'Black Desi' se apresenta no vídeo do YouTube (foto acima)

Um vídeo que sugere que software que opera câmeras de reconhecimento facial para laptops HP não detectam rostos negro teve mais de um milhão de acessos no site YouTube.

O vídeo, colocado no site em meados deste mês, mostra "Black Desi" ("Negro Desi") e sua colega "White Wanda" ("Branca Wanda").

Quando Wanda, uma mulher branca, fica diante da tela, a câmera faz zoom no rosto dela e se movimenta na medida em que ela se movimenta.

Mas quando Desi, um homem negro, faz a mesma coisa, a câmera não reage da mesma forma - não acompanha os movimentos dele.

O clip tem um tom bem humorado mas traz o título "computadores HP são racistas".
"Black Desi" também diz que o computador é "racista".

"E o pior é que eu comprei um para o Natal", diz ele. "Eu espero que a minha mulher não veja este vídeo do YouTube, mas eu comprei o mesmo computador e nós não podemos nem usar."

Um porta-voz da empresa disse à BBC: "A HP foi informada de um problema potencial com o software de reconhecimento facial, inclusive em alguns de seus sistemas, que parece ocorrer quando a iluminação na parte da frente é insuficiente."

"Nós levamos isso a sério e estamos examinando o problema junto aos nossos parceiros."

Fonte: BBC Brasil
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Você sabia que...

O músico que não possuir "carteirinha" de músico pela "Ordem dos Músicos do Brasil" (OMB), terá que pagar uma multa. Isso vale para bandas que se apresentam em shows, cantores e até levitas, então você que está inserido no louvor de sua igreja local se não possuir a "carteirinha" será multado, quer dizer, você não, mas a igreja na qual você pertence sim! Conforme a Lei 3.857, de 22/12/1960, que regula a atividade de músico, o mesmo só pode exercer a profissão se estiver registrado na OMB. O registro custa R$ 215,00 e após o seu ingresso na entidade o músico terá que pagar taxa anual de R$ 100,00, para manter a "carteirinha". Em 2009 foi criada a Delegacia Musical Cristã para fiscalizar as igrejas para enquadrar quem não apresentar alicença, serviço que já ocorreu na sede da Bola de Neve Church em São Paulo, onde a igreja foi multada pelos seus músicos não possuírem o documento da OMB.
Fonte: O Verbo

Tá na Bíblia!


“Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”.
( Romanos 8:38-39)

É nos vales que eu cresço


Às vezes a vida parece difícil de levar,

Cheia de pesares, problemas e desgraças.

É quando eu devo recordar

Que é nos vales que eu cresço.


Se eu sempre estivesse nos cumes das montanhas

E nunca sentisse a dor,

Jamais apreciaria o amor de Deus

E estaria vivendo em vão.


Eu tenho muito que aprender,

E meu crescer é lento.

Às vezes eu preciso dos cumes dos montes,

Mas é nos vales que eu cresço.


Nem sempre compreendo

Porque as coisas são como são,

Mas estou bem certo de algo:

Meu Deus cuida sempre de mim.


Meus pequenos vales nada são

Quando contemplo Cristo na cruz:

Ele cruzou o vale da morte.

Sua vitória derrotou a Satã.


Perdoe-me, Senhor, por queixar-me

Ao sentir-me tão deprimido.

Apenas lembra-me docemente

Que é nos vales que eu cresço.


Continua a dar-me forças, Senhor;

Usa minha vida diariamente

Para compartilhar teu amor com os outros

E ajudá-los a encontrar o caminho.


Obrigado pelo vales, Senhor!

Pois isto eu sei bem:

Os cumes são gloriosos

Mas é nos vales que eu cresço!

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Apenas 2% são cristãos em cidade onde nasceu Jesus

O número de cristãos em Belém, cidade considerada o local onde Jesus nasceu, está diminuindo. Há cem anos, cerca de 40% da população da cidade era cristã, agora são 2%. E, de acordo com algumas previsões, os últimos cristãos deverão deixar a cidade antes de 2025.

"Creio que em alguns dos vilarejos o número de cristãos é zero", disse à BBC Simon Azazian, integrante da Sociedade Bíblica Palestina. "Em Birzavit, por exemplo, 100% eram cristãos, depois (a porcentagem) caiu para 60%, agora são 40% e esse número continua baixando."

Alguns cristãos dizem que esse êxodo se deve ao fundamentalismo islâmico.

"Eles introduzem em nossa cultura e na nossa sociedade uma visão da religião que não tem nada a ver com o nosso contexto e nem com a nossa história", disse à BBC o sacerdote luterano Mitri Raheb.

"Isto não é apenas uma ameaça para a comunidade cristã palestina, mas também para toda a sociedade palestina, já que tentam nos mandar de volta para a Idade Média", acrescentou.

Outros cristãos ressaltam que a decisão de ficar em Belém ou ir embora depende de vários fatores."Depende da situação política, que afeta a situação econômica", afirmou George Sa'ada, da Igreja Ortodoxa Grega.

"Antes, estimulávamos os jovens a ficar e trabalhar aqui, mas agora, lamentavelmente, não podemos obrigá-los a ficar porque querem ganhar a vida. Se não tem oportunidade aqui, claro que vão emigrar e procurar uma vida melhor fora", explicou.

Alguns temem que, dentro de 15 anos, os únicos cristãos de Belém serão os milhares de peregrinos que chegam durante o período de Natal.

Fonte: BBC Brasil
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Humor: compondo a equipe de louvor


Equipe de Louvor, ouçam!

Há alguns meses senti o desejo de estudar os principais problemas enfrentados por uma equipe de louvor, disponibilizando soluções e palavras de ânimo aos meus amados irmãos. Foi com esta motivação que decidi escrever este artigo, sem a pretensão de ser a palavra final no assunto. Mas por favor leia o que eu tenho a dizer a você!

Uma das coisas que o Diabo mais tem raiva é ver o nosso Senhor recebendo louvor e adoração. Realmente, ele não gosta ao ver os filhos de Deus se prostrando, cantando, batendo palmas, sorrindo, tendo unidade, erguendo as mãos, fazendo gestos e além de tudo, prestando adoração a Deus! Uma das coisas que ele pediu que Jesus fizesse foi "...se prostrado me adorares...".

É por esta razão que muitas lutas e tribulações batem a porta de uma "equipe de louvor", pois os músicos cristãos são separados para propiciar estes momentos de adoração e louvor direto a Deus, nos cultos. Os músicos são unicamente separados para dirigir o povo no período de louvor congregacional. Assim, o Diabo tenta muitas vezes fazer um caos dentro de um grupo. Ele põe empecilhos, traz desânimo, cria pequenas confusões, tudo para haja um mal relacionamento entre os membros do ministério e conseqüentemente afetar o período de louvor e adoração congregacional. Querido leitor, preste atenção nas explicações abaixo:

Alguns problemas e soluções

Pecado - Um grave problema é haver pecado oculto dentro do grupo de louvor. Seja ele mágoa, rancor, raiz de amargura, pecado não confessado, etc. Quem está nesta situação corre o risco de ser acusado pelo Diabo e estar com a consciência pesada, além de prejudicar também o restante do grupo.
Solução: Tudo deve ser confessado: seja ao irmão ou seja a Deus! É importante não deixar o pecado criar raiz dentro do coração para não haver piores conseqüências. Todos devem ter humildade para reconhecer que erraram diante de Deus, e se for necessário, diante do grupo!

Corações que precisam ser transformados - Já encontrei vários músicos que reclamaram de seus companheiros de grupo dizendo: "Fulano de tal não é convertido" , "o nosso baterista só quer saber de bateria" , "o nosso guitarrista não tem coração de adorador".
Solução: Primeiramente, você tem que aprender a agradecer a Deus por aqueles músicos que Ele tem te dado. Depois você tem que aprender a orar por eles, ao invés de ficar reclamando! Você sempre deve lembrar: Uns adquirem maturidade espiritual mais cedo, e outros mais tarde. Aí é que entra a paciência e o esperar em Deus...

Tradicionalismo - O tradicionalismo tem sido um grande problema para muitas equipes de louvor, assim como já foi para a nossa. Ex: em nossa igreja já tivemos preconceitos contra a instrumentos (bateria), estilos musicais, expressões de louvor (como palmas e gestos), etc. O tradicionalismo nos faz, muitas vezes, seguirmos à risca ritos e práticas nunca encontrados na Bíblia, mas que são seguidos para honrar e lembrar da tradição e não de DEUS!
Solução: Nestes casos, a equipe de louvor deve esperar pacientemente no Senhor, orando e jejuando, para que Deus liberte sua igreja de todo preconceito, ritos e práticas que não são bíblicos, assim como idéias e pensamentos sem fundamento!

Falta de músicos - muitos irmãos desanimam ao ver que um músico de sua equipe saiu da igreja, se "desviou", ou largou o ministério de música. Bem, esta é a fase que eu chamo de "deserto" e é difícil de explicar em poucas palavras. Ás vezes, Deus permite que enfrentemos um deserto em nosso grupo, para que Ele veja até aonde vai nossa fé e perseverança, assim como fez com Abraão e Jó. Para sermos ungidos temos que aprender a pagar o preço. E foi exatamente isto que aconteceu com o pessoal do Ministério Vida Nova, que passou por períodos delicados, mas Deus foi fiel, e foi acrescentando, acrescentando,...
Solução: Nunca desanime! Lembre-se que, muitas vezes Deus permite que nós passemos pelo deserto, assim como fez com Abraão e Isaque, Daniel na cova dos leões, O povo hebreu no deserto, Davi e Saul, e todos os outros. "Não se constrói uma equipe de louvor abençoada sem sofrimento, sem luta!".

Atrito - É comum encontrarmos por aí, músicos com o coração cheio de orgulho, soberba e inveja, não mantendo um bom relacionamento com o restante do seu grupo. Não é difícil ouvirmos: "Eu toco melhor do que você", "Era eu que deveria ter cantado hoje", "Você está apenas aprendendo", etc. Uma equipe que não vive em comunhão, não pode cantar comunhão!!! Acho importante ressaltar que a nossa língua tem poder para destruir um grupo, portanto, cuidado com as fofocas, mentiras, falatórios, etc.
Solução: Trate seus irmãos como se eles fossem mais do que você. Elogie o seu companheiro de grupo, dizendo: "Você é um sacerdote de Deus", "Deus te separou para esta obra", "Você é uma bênção!", etc. Não dê brecha para o inimigo atuar na área do relacionamento dentro do seu grupo. Exorte os seus companheiros quando eles tiverem cometendo algum erro contra o próximo, e igualmente aprenda a honrá-los como filhos de Deus!

Insubmissão - Um dos erros fatais dentro de uma equipe é a insubmissão ao "líder de louvor" ou até mesmo ao Pastor, o que acaba se transformando em rebeldia. Bem, não temos muito o que comentar sobre este item, é só ler a Palavra de Deus para observarmos que Deus se agrada de coração submisso.
Solução: o líder de louvor deve pedir direção a Deus para tratar da ovelha insubmissa com amor e muitas vezes com dureza! É como diz a Bíblia: "Obedeceis os vossos mestres...". Muitas vezes o músico insubmisso pode até ficar um tempo sem tocar ou cantar (em disciplina), até entender que deve obedecer uma autoridade estipulada por Deus!

Conclusão

Espero que você tenha aprendido um pouquinho mais sobre este tema. Não esqueça que Deus é fiel, e nunca desanime. Apesar de todas as lutas e problemas, trabalhar com Ministério de música é uma honra, pois estamos levando pessoas a adorarem a Deus... e isto é a sua vontade!

Um abração em Cristo Jesus

Ramon Tessmann

Fonte: Vida Nova Music
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Igreja dos EUA diz que "Deus odeia Lady GaGa"

A ultraconservadora Igreja Batista de Westboro, baseada no estado de Kansas, nos EUA, afirmou que a cantora Lady GaGa "vai para o inferno" por supostamente liderar uma "rebelião contra Deus", informou o site Popcrunch.

Liderada pelo reverendo Fred Phelps a igreja, famosa por seus protestos em funerais de soldados norte-americanos mortos em guerras, e por se manifestar publicamente contra gays e lésbicas, emitiu um comunicado intitulado "Deus odeia Lady GaGa".

A cantora Lady Gaga virou alvo de ataques de igreja ultraconservadora nos Estados Unidos

O documento, publicado no site da igreja, afirma que a cantora usa "moda" e "arte" como disfarce para ensinar os jovens "a se rebelar contra Deus."

A controversa igreja, que não é reconhecida por outras comunidades batistas dos EUA, promete realizar um protesto em frente ao teatro onde será realizado o show de Lady GaGa no Missouri, no próximo dia 7 de janeiro.

Alguns fãs da cantora acreditam que ela tenha sido alvo dos ataques por seu discurso na Marcha para a Igualdade Nacional, evento de promoção da defesa dos direitos dos homossexuais, realizada em Washington no início deste ano. A cantora terminou seu discurso com a frase: "abençoemos a Deus e aos gays".

Fonte: Folha Online
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Pastor mata o próprio filho na Filadélfia

DARBY, Pensilvânia - Um pastor matou seu próprio filho com um tiro em sua casa, no subúrbio de Filadélfia, EUA, durante uma reunião familiar no dia do Natal. Segundo a polícia local, Kirk Caldwell disparou a arma contra seu filho de 21 anos, após uma briga em sua casa.

O filho, Jordan Caldwell, havia se envolvido em uma briga violenta antes com uma mulher na casa, informou o chefe de polícia Robert Smythe. Caldwell interviu e acabou disparando um tiro, atingindo seu filho no peito.

Caldwell, de 44 anos, é pastor da igreja Missão da Colheita de Cristo para o Final dos Tempos, na Filadélfia.

Fonte: O Globo
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Crentes de merda!

"Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai" (Efésios 3.14)

Será que estamos dispostos a nos colocar de joelhos diante de "causas" importantes?

No nosso tempo, vejo que as pessoas não tem tido disposição para abraçar boas causas. É claro que existem muitas causas abraçadas por ai, mas em sua maioria são causas egoístas. Muitos estão dispostos a se colocar de joelhos pela sua prosperidade, para serem cabeça e não cauda, para que o mal se afaste de suas vidas, para receber bênçãos de Deus, para terem reconhecimento, fama e poder.

Paulo se colocou de joelhos por causas mais nobres e menos egoístas que as atuais. Suas motivações, em grande parte, foram os perdidos, o próximo, o crescimento espiritual dos crentes, a evangelização, a glorificação do nome de Cristo, entre outras.

Quem hoje, tem se colocado de joelhos pela causa dos milhões que passam fome? dos que estão doentes? dos marginalizados? Quem se ajoelha todos os dias pelos milhões que nunca ouviram o evangelho? Pelos países que estão fechados ao cristianismo? Pelos que estão ao nosso lado e estão se perdendo? Para que Deus mande mais trabalhadores? (...)

Crentes de [merda] que estão mais preocupados e "escandalizados" com a palavra [merda] que eu escrevi, do que com a "causa" que Jesus Cristo nos entregou.

Paremos de ser "crentes" que só se colocam de joelhos por causas egoístas e sejamos crentes que olham ao redor e lutam de joelhos pelas causas mais nobres desta vida!

"Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai" (Efésios 3.14)

Fonte: Esboçando Idéias
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Dica de Filme: Paulo de Tarso

O filme conta a história de Saul de Tarso, perseguidor de cristãos que se tornou o apóstolo Paulo depois que Jesus lhe apareceu em uma visão. Como um dos primeiros missionários cristãos, Paulo levava uma vida de perigo e aventuras. Ele foi aprisionado, torturado, apedrejado, afundaram seu barco, foi atacado por bandidos e inimigos da fé. Apesar de suas dificuldades intermináveis, ele persistiu em sua luta contra a ignorância e intolerância.

A vida do apóstolo Paulo

Uma explicação de Paulo sobre sua identidade: "Eu sou judeu, natural de Tarso, cidade não insignificante da Cilícia"

“Ele era um homem de pequena estatura”, afirmam os Atos de Paulo, escrito apócrifo do segundo século, “parcial-mente calvo, pernas arqueadas, de compleição robusta, olhos próximos um do outro, e nariz um tanto curvo.” Se esta descrição merecer crédito, ela fala um bocado mais a respeito desse homem natural de Tarso, que viveu quase sete décadas cheias de acontecimentos após o nascimento de Jesus. Ela se encaixaria no registro do próprio Paulo de um insulto dirigido contra ele em Corinto. “As cartas, com efeito, dizem, são graves e fortes; mas a presença pessoal dele é fraca, e a palavra desprezível” (2 Co 10:10).

Sua verdadeira aparência teremos de deixar por conta dos artistas, pois não sabemos ao certo. Matérias mais importantes, porém, demandam atenção — o que ele sentia, o que ele ensinava, o que ele fazia.

Sabemos o que esse homem de Tarso chegou a crer acerca da pessoa e obra de Cristo, e de outros assuntos cruciais para a fé cristã. As cartas procedentes de sua pena, preservadas no Novo Testamento, dão eloqüente testemunho da paixão de suas convicções e do poder de sua lógica.

Aqui e acolá em suas cartas encontramos pedacinhos de autobiografia. Também temos, nos Atos dos Apóstolos, um amplo esboço das atividades de Paulo. Lucas, autor dos Atos, era médico e historiador gentio do primeiro século.

Assim, enquanto o teólogo tem material suficiente para criar intérminos debates acerca daquilo em que Paulo acreditava, o historiador dispõe de parcos registros. Quem se der ao trabalho de escrever a biografia de Paulo descobrirá lacunas na vida do apóstolo que só poderão ser preenchidas por conjeturas.

A semelhança de um meteoro brilhante, Paulo lampeja repentinamente em cena como um adulto numa crise religiosa, resolvida pela conversão. Desaparece por muitos anos de preparação. Reaparece no papel de estadista missionário, e durante algum tempo podemos acompanhar seus movimentos através do horizonte do primeiro século. Antes de sua morte, ele flameja até entrar nas sombras além do alcance da vista.

Sua Juventude

Antes, porém, que possamos entender Paulo, o missionário cristão aos gentios, é necessário que passemos algum tempo com Saulo de Tarso, o jovem fariseu. Encontramos em Atos a explicação de Paulo sobre sua identidade: “Eu sou judeu, natural de Tarso, cidade não insignificante da Cilícia” (At 21:39). Esta afirmação nos dá o primeiro fio para tecermos o pano de fundo da vida de Paulo.

Da Cidade de Tarso

No primeiro século, Tarso era a principal cidade da província da Cilícia na parte oriental da Ásia Menor. Embora localizada cerca de 16 km no interior, a cidade era um importante porto que dava acesso ao mar por via do rio Cnido, que passava no meio dela.

Ao norte de Tarso erguiam-se imponentes, cobertas de neve, as montanhas do Tauro, que forneciam a madeira que constituía um dos principais artigos de comércio dos mercadores tarsenses. Uma im­portante estrada romana corria ao norte, fora da cidade e através de um estreito desfiladeiro nas montanhas, conhecido como “Portas C­licianas”. Muitas lutas militares antigas foram travadas nesse passo entre as montanhas.

Tarso era uma cidade de fronteira, um lugar de encontro do Leste e do Oeste, e uma encruzilhada para o comércio que fluía em ambas as direções, por terra e por mar. Tarso possuía uma preciosa herança. Os fatos e as lendas se entremesclavam, tornando seus cidadãos ferozmente orgulhosos de seu passado.

O general romano Marco Antônio concedeu-lhe o privilégio de libera civitas (“cidade livre”) em 42 a.C. Por conseguinte, embora fizesse parte de uma província romana, era autônoma, e não estava sujeita a pagar tributo a Roma. As tradições democráticas da cidade-estado grega de longa data estavam estabelecidas no tempo de Paulo.

Nessa cidade cresceu o jovem Saulo. Em seus escritos, encontramos reflexos de vistas e cenas de Tarso de quando ele era rapaz. Em nítido contraste com as ilustrações rurais de Jesus, as metáforas de Paulo têm origem na vida citadina.

O reflexo do sol mediterrânico nos capacetes e lanças romanos teriam sido uma visão comum em Tarso durante a infância de Saulo. Talvez fosse este o fundo histórico para a sua ilustração concernente à guerra cristã, na qual ele insiste em que “as armas da nossa milícia não são carnais, e, sim, poderosas em Deus, para destruir fortalezas” (2 Co 10:4).

Paulo escreve de “naufragar” (1 Tm 1:19), do “oleiro” (Rm 9:21), de ser conduzido em “triunfo” (2 Co 2:14). Ele compara o “tabernáculo terrestre” desta vida a um edifício de Deus, casa não feita por mãos, eterna, nos céus” (2 Co 5:1). Ele toma a palavra grega para teatro e, com audácia, aplica-a aos apóstolos, dizendo: “nos tornamos um espetáculo (teatro) ao mundo” (1 Co­ 4:9).

Tais declarações refletem a vida típica da cidade em que Paulo passou os anos formativos da sua meninice. Assim as vistas e os sons deste azafamado porto marítimo formam um pano de fundo em face do qual a vida e o pensamento de Paulo se tornaram mais compreensíveis. Não é de admirar que ele se referisse a Tarso como “cidade não insignificante”.

Os filósofos de Tarso eram quase todos estóicos. As idéias estóicas, embora essencialmente pagãs, produziram alguns dos mais nobres pensadores do mundo antigo. Atenodoro de Tarso é um esplêndido exemplo.

Embora Atenodoro tenha morrido no ano 7 d.C., quando Saulo não passava de um menino pequeno, por muito tempo o seu nome permaneceu como herói em Tarso. E quase impossível que o jovem Saulo não tivesse ouvido algo a respeito dele.

Quanto, exatamente, foi o contato que o jovem Saulo teve com esse mundo da filosofia em Tarso? Não sabemos; ele não no-lo disse. Mas as marcas da ampla educação e contato com a erudição grega o acompanham quando homem feito. Ele sabia o suficiente sobre tais questões para pleitear diante de toda sorte de homens a causa que ele representava. Também estava cônscio dos perigos das filosofias religiosas especulativas dos gregos. “Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens... e não segundo Cristo”, foi sua advertência à igreja de Colossos (Cl 2:8).

Cidadão Romano

Paulo não era apenas “cidadão de uma cidade não insignificante”, mas também cidadão romano. Isso nos dá ainda outra pista para o fundo histórico de sua meninice.

Em At 22:24-29 vemos Paulo conversando com um centurião romano e com um tribuno romano. (Centurião era um militar de alta patente no exército romano com 100 homens sob seu comando; o tribuno, neste caso, seria um comandante militar.) Por ordens do tribuno, o centurião estava prestes a açoitar Paulo. Mas o Apóstolo protestou: “Ser-vos-á porventura lícito açoitar um cidadão romano, sem estar condenado?” (At 22:25). O centurião levou a notícia ao tribuno, que fez mais inquirição. A ele Paulo não só afirmou sua cidadania romana mas explicou como se tornara tal: “Por direito de nascimento” (At 22:28). Isso implica que seu pai fora cidadão romano.

Podia-se obter a cidadania romana de vários modos. O tribuno, ou comandante, desta narrativa, declara haver “comprado” sua cidadania por “grande soma de dinheiro” (At 22:28). No mais das vezes, porém, a cidadania era uma recompensa por algum serviço de distinção fora do comum ao Império Romano, ou era concedida quando um escravo recebia a liberdade.

A cidadania romana era preciosa, pois acarretava direitos e privilégios especiais como, por exemplo, a isenção de certas formas de castigo. Um cidadão romano não podia ser açoitado nem crucificado.

Todavia, o relacionamento dos judeus com Roma não era de todo feliz. Raramente os judeus se tornavam cidadãos romanos. Quase todos os judeus que alcançaram a cidadania moravam fora da Palestina.

De Descendência Judaica

Devemos, também, considerar a ascendência judaica de Paulo e o impacto da fé religiosa de sua família. Ele se descreve aos cristãos de Filipos como “da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu” (Fp 3:5). Noutra ocasião ele chamou a si próprio de “israelita da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim” (Rm 11:1).

Dessa forma Paulo pertencia a uma linhagem que remontava ao pai de seu povo, Abraão. Da tribo de Benjamim saíra o primeiro rei de Israel, Saul, em consideração ao qual o menino de Tarso fora chamado Saulo.

A escola da sinagoga ajudava os pais judeus a transmitir a herança religiosa de Israel aos filhos. O menino começava a ler as Escrituras com apenas cinco anos de idade. Aos dez, estaria estudando a Mishna com suas interpretações emaranhadas da Lei. Assim, ele se aprofundou na história, nos costumes, nas Escrituras e na língua do seu povo. O vocabulário posterior de Paulo era fortemente colorido pela linguagem da Septuaginta, a Bíblia dos judeus helenistas.

Dentre os principais “partidos” dos judeus, os fariseus eram os mais estritos (veja o capítulo 5, “Os Judeus nos Tempos do Novo Testamento”). Estavam decididos a resistir aos esforços de seus conquistadores romanos de impor-lhes novas crenças e novos estilos de vida. No primeiro século eles se haviam tornado a “aristocracia espiritual” de seu povo. Paulo era fariseu, “filho de fariseus” (At 23.6). Podemos estar certos, pois, de que seu preparo religioso tinha raízes na lealdade aos regulamentos da Lei, conforme a interpretavam os rabinos. Aos treze anos ele devia assumir responsabilidade pessoal pela obediência a essa Lei.

Saulo de Tarso passou em Jerusalém sua virilidade “aos pés de Gamaliel”, onde foi instruído “segundo a exatidão da lei. . .“ (At 22:3). Gamaliel era neto de Hillel, um dos maiores rabinos judeus. A escola de Hilel era a mais liberal das duas principais escolas de pensamento entre os fariseus. Em Atos 5:33-39 temos um vislumbre de Gamaliel, descrito como “acatado por todo o povo.”

Exigia-se dos estudantes rabínicos que aprendessem um ofício de sorte que pudessem, mais tarde, ensinar sem tornar-se um ônus para o povo. Paulo escolheu uma indústria típica de Tarso, fabricar tendas de tecido de pêlo de cabra. Sua perícia nessa profissão proporcionou-lhe mais tarde um grande incremento em sua obra missionária.

Após completar seus estudos com Gamaliel, esse jovem fariseu provavelmente voltou para sua casa em Tarso onde passou alguns anos. Não temos evidência de que ele se tenha encontrado com Jesus ou que o tivesse conhecido durante o ministério do Mestre na terra.

Da pena do próprio Paulo bem como do livro de Atos vem-nos a informação de que depois ele voltou a Jerusalém e dedicou suas energias à perseguição dos judeus que seguiam os ensinamentos de Jesus de Nazaré. Paulo nunca pôde perdoar-se pelo ódio e pela violência que caracterizaram sua vida durante esses anos. “Porque eu sou o menor dos apóstolos”, escreveu ele mais tarde, “. . . pois persegui a igreja de Deus” (1 Co 15:9). Em outras passagens ele se denomina “perseguidor da igreja” (Fp 3:6), “como sobremaneira perseguia eu a igreja de Deus e a devastava” (Gl 1:13).

Uma referência autobiográfica na primeira carta de Paulo a Timóteo jorra alguma luz sobre a questão de como um homem de consciência tão sensível pudesse participar dessa violência contra o seu próprio povo. “. . . noutro tempo era blasfemo e perseguidor e insolente. Mas obtive misericórdia, pois o fiz na ignorância, na incredulidade” (1 Tm 1:13). A história da religião está repleta de exemplos de outros que cometeram o mesmo erro. No mesmo trecho, Paulo refere a si próprio como “o principal” dos pecadores” (1 T 1:15), sem dúvida alguma por ter ele perseguido a Cristo e seus seguidores.

A Morte de Estevão

Não fora pelo modo como Estevão morreu (At 7:54-60), o jovem Saulo podia ter deixado a cena do apedrejamento sem comoção alguma, ele que havia tomado conta das vestes dos apedrejadores. Teria parecido apenas outra execução legal.

Mas quando Estevão se ajoelhou e as pedras martirizantes choveram sobre sua cabeça indefensa, ele deu testemunho da visão de Cristo na glória, e orou: “Senhor, não lhes imputes este pecado” (Atos 7:60).

Embora essa crise tenha lançado Paulo em sua carreira como caçador de hereges, é natural supor que as palavras de Estevão tenham permanecido com ele de sorte que ele se tornou “caçado” também —caçado pela consciência.

Uma Carreira de Perseguição

Os eventos que se seguiram ao martírio de Estevão não são agradáveis de ler. A história é narrada num só fôlego: “Saulo, porém, assolava a igreja, entrando pelas casas e, arrastando homens e mulheres, encerrava-os no cárcere” (Atos 8:3).

A Conversão

A perseguição em Jerusalém na realidade espalhou a semente da fé. Os crentes se dispersaram e em breve a nova fé estava sendo pregada por toda a parte (cf. Atos 8:4). “Respirando ainda ameaças e morte contra os discípulos do Senhor” (Atos 9:1), Saulo resolveu que já era tempo de levar a campanha a algumas das “cidades estrangeiras” nas quais se abrigaram os discípulos dispersos. O comprido braço do Sinédrio podia alcançar a mais longínqua sinagoga do império em questões de religião. Nesse tempo, os seguidores de Cristo ainda eram considerados como seita herética.

Assim, Saulo partiu para Damasco, cerca de 240 km distante, provido de credenciais que lhe dariam autoridade para, encontrando os “que eram do caminho, assim homens como mulheres, os levasse presos para Jerusalém” (Atos 9:2).

Que é que se passava na mente de Saulo durante a viagem, dia após dia, no pó da estrada e sob o calor escaldante do sol? A auto-revelação intensamente pessoal de Romanos 7:7-13 pode dar-nos uma pista. Vemos aqui a luta de um homem consciencioso para encontrar paz mediante a observância de todas as pormenorizadas ramificações da Lei.

Isso o libertou? A resposta de Paulo, baseada em sua experiência, foi negativa. Pelo contrário, tornou-se um peso e uma tensão intoleráveis. A influência do ambiente helertístico de Tarso não deve ser menosprezada ao tentarmos encontrar o motivo da frustração interior de Saulo. Depois de seu retorno a Jerusalém, ele deve ter achado irritante o rígido farisaísmo, muito embora professasse aceitá-lo de todo o coração. Ele havia respirado ar mais livre durante a maior parte de sua vida, e não poderia renunciar à liberdade a que estava acostumado.

Contudo, era de natureza espiritual o motivo mais profundo de sua tristeza. Ele tentara guardar a Lei, mas descobrira que não poderia fazê-lo em virtude de sua natureza pecaminosa decaída. De que modo, pois, poderia ele ser reto para com Deus?

Com Damasco à vista, aconteceu uma coisa momentosa. Num lampejo cegante, Paulo se viu despido de todo o orgulho e presunção, como perseguidor do Messias de Deus e do seu povo. Estevão estivera certo, e ele errado. Em face do Cristo vivo, Saulo capitulou. Ele ouviu uma voz que dizia: “Eu sou Jesus, a quem tu persegues;. . . levanta-te, e entra na cidade, onde te dirão o que te convém fazer” (At 9:5-6). E Saulo obedeceu.

Durante sua estada na cidade, “Esteve três dias sem ver, durante os quais nada comeu nem bebeu” (Atos 9:9). Um discípulo residente em Damasco, por nome Ananias, tornou-se amigo e conselheiro, um homem que não teve receio de crer que a conversão de Paulo’ fora autêntica. Mediante as orações de Ananias, Deus restaurou a vista a Paulo.

Fonte: O Mundo do Novo Testamento
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Você sabia que...


Britney Spears afirmou no início de 2009 que quer seguir vida religiosa e se tornar pastora. De acordo com a revista ‘Star’, a princesa pop teria confessado aos familiares mais próximos que pretende se dedicar à vida religiosa quando encerrar a carreira artística. Uma fonte ligada à cantora disse à publicação que Britney deseja se tornar uma pastora da Igreja Batista, na cidade de Kenwood, onde nasceu.

Fonte: O Verbo

Procura-se um Pastor

Certa igreja estava às voltas com a escolha de um pastor. Como o rebanho era "muito exigente", o Conselho resolveu coordenar as várias opiniões a respeito do pastor ideal, distribuindo aos prováveis interessados as condições que deviam reunir para candidatar-se.

O rol das exigências foi feito. Queremos um pastor que:

- Conheça, um por um, todos os membros da igreja;
- Visite todos os membros do seu rebanho e procure conhecer as dificuldades de cada um deles;
- Ajude-nos a evitar o mal, antes que ele aconteça;
- Administre bem a igreja e seus ministérios;
- Não tenha preferência por este ou aquele membro;
- Fale ao nosso entendimento e ao nosso coração.
- Não seja grosseiro em suas palavras e atos;
- Não abuse da autoridade que tem;
- Estude bem os sermões e fale somente o necessário;
- Seja um homem de oração e ore com suas ovelhas;
- Condene o pecado, sem medo, venha de onde vier;
- Seja antes de tudo, um pastor de almas.Reunida a assembléia para a escolha do pastor que melhor atendesse a essas exigências, seria escolhido aquele que respondesse da melhor maneira.

Enquanto a assembléia ia tomando conhecimento da manifestação dos diversos pretendentes, um dos presbíteros pediu a palavra para ler uma "carta resposta" de que era portador.

Concedida a palavra, o presbítero leu a carta escrita nos seguintes termos:

"Tomando conhecimento de que o seu púlpito está vago, gostaria de me candidatar a essa posição. Tenho sido um pregador de algum sucesso e também tenho tido algum êxito como escritor. Há quem afirme que sou bom organizador, pois tenho sido líder em muitos lugares que estive. Tenho mais de 50 anos, nunca preguei num mesmo lugar por mais de 3 anos. Em alguns lugares, deixei de pregar porque meu trabalho provocou levantes e distúrbios. Tenho de admitir que já estive preso em 3 ou 4 oportunidades, apesar de não ter sido por mau comportamento de minha parte. Minha saúde não é muito boa, embora eu ainda consiga realizar muitas coisas, tenho pregado em igrejas pequenas, localizadas em grandes cidades, não tenho me dado bem com os líderes religiosos de tais cidades, de fato, alguns me ameaçaram e até me agrediram fisicamente, não sou bom pra fazer registros, pois esqueci-me do número de pessoas que batizei. Todavia, se quiserem me aceitar, farei o que for possível no trabalho do SENHOR.

Aceito o convite e as exigências da igreja, desde que:

- Cada membro procure conhecer, respeitar e ajudar o pastor;
- Cada membro que eu visitar me receba com rosto alegre, desligue a TV e me fale de suas dificuldades, com absoluta sinceridade;
- Cada membro se disponha em ouvir-me com humildade quando eu o advertir, a fim de evitar quedas;
- Cada membro não se julgue o tal, com seus talentos e habilidades, e aceite minha orientação pastoral;
- Cada membro se alegre com o que o SENHOR estiver fazendo por meio de outros irmãos, e não reaja com ciúmes e acusações de preferências e favoritismos;
- Cada membro procure entender e praticar o que eu pregar com autoridade divina;
- Cada membro evite tratar-me como seu empreiteiro espiritual;
- Cada membro não abuse de sua liberdade em CRISTO;
- Cada membro examine as Escrituras todos os dias, e procure entender e praticar seus ensinos;
- Cada membro ore pelo pastor, para que me seja dada ao abrir da minha boca, a Palavra para, com intrepidez, fazer conhecido o Mistério do Evangelho;
- Cada membro entenda, aceite e se arrependa, quando eu condenar seu pecado;
- Cada membro seja, antes de tudo, uma ovelha verdadeira do aprisco do Supremo Pastor de nossas almas, JESUS CRISTO".

Imediatamente após a leitura, alguns presentes quiseram saber o nome do pastor que tivera o desplante de remeter tal proposta, principalmente tratando-se de um ex-presidiário, criador de distúrbios, de pastorado transitório e não duradouro, portador de saúde debilitada, velho o bastante para o "mercado de trabalho", pregador de pequenas igrejas, etc...

O presbítero atendeu ao pedido do irmão, anunciando o nome de quem subscrevera a carta, dizendo pausadamente: "Apóstolo Paulo".

Houve silêncio na assembléia, por alguns instantes, levando alguns às lágrimas e outros à meditação.

O texto acima é de autor desconhecido e sofreu pequenas adaptações. Foi encaminhado ao Jornal "O Estandarte", pelo Presb. Lázaro Monteiro de Oliveira da 1ª IPI de Osasco/SP e, a meu ver, serve de profunda reflexão às nossas opiniões sobre pastores e rebanhos.

Sobretudo, o que deve permanecer em nosso coração com essa leitura é saber que: muito mais que a escolha de um pastor – ou de um rebanho –, toda resposta vem do SENHOR. Ele designa quem deve estar, onde deve estar e porque deve estar em determinado lugar.Por isso, antes de escolhermos o nosso "pastor ideal" devemos ter muito bem memorizado os seguintes versículos bíblicos:

“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação”. Romanos 13: 1-2.

“Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue”. Atos 20: 28.

“E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo”. Efésios 4: 11-12.

“Lembrai-vos dos vossos guias, os quais vos pregaram a palavra de Deus; e, considerando atentamente o fim da sua vida, imitai a fé que tiveram... Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros”. Hb 13. 7,13.

Fonte: Teologia e Piedade
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Pensamento




“Certos membros de igreja são hábeis diplomatas, “servem” a Deus sem desagradar ao diabo”.
(Raimundo V. de Melo)

Humor: Faz chover


Fonte: Genizah
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Série Heresias Neopentecostais: Uma angeologia esquizofrênica

Fico impressionado como alguns dos evangélicos "vêem" anjos. É anjo subindo, é anjo descendo, é anjo com a bandeja na mão, anjo alto, anjo baixo, anjo de todo tipo e jeito. Em alguns cultos basta alguém afirmar que viu um destes que o som de aleluias é quase que ensurdecedor. Na minha caminhada cristã já ouvi inúmeras vezes pessoas relatando que viram anjos portando espadas de fogo, trazendo bênçãos e arrepiando fiéis.

Ultimamente a ênfase dada por parte da igreja evangélica aos seres angelicais chega ao extremo da sandice. O Pastor Davi Silva, do Ministério Casa de Davi, afirma que anjos tocam bateria, além de cutucar os pregadores fazendo-os gargalhar impedindo-os de conduzir o culto com racionalidade. Há poucos meses a IURD promoveu a campanha da troca do anjo da guarda; já o pastor Marcos Feliciano ensinou que o Consolador do crente é um anjo exclusivo vindo da parte de Deus; O Apóstolo José Miranda do herético ministério Crescendo em Graça, ensina que os anjos são espíritos não encarnados e que nós somos anjos encarnados.


[vídeo: "pastor" Davi Silva sendo cutucado pelo anjo]

Se não bastasse isso já ouvi relatos de pessoas que viram anjos trazendo em suas mãos pudins, doces e guloseimas, contudo, o que me chama atenção é que o contato com estes seres angelicais não contribuiu em nada para a mudança de comportamento daqueles que tiveram tais experiências.

Caro leitor, os anjos são criados por Deus e não devem ser reverenciados muito menos cultuados. Somente a Deus devemos adoração. Satanás tentou a Cristo pedindo-lhe adoração e Jesus lhe respondeu: “arreda-te, Satanás, porque está escrito: Adorarás o Senhor, teu Deus, e só a ele servirás” Lc 4.8. Paulo alertou aos crentes de Colossos que não aceitasse esta heresia dos falsos mestres. “Ninguém vos domine a seu bel-prazer, com pretexto de humildade e culto dos anjos, metendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão” Cl 2.18.

Confesso que ao ver pastores tendo convulsões alucinógenas em virtude de anjos que o desconcentram na exposição da Palavra de Deus, sou levado a crer que estamos caminhando a largos passos para a apostasia profetizada pelo apóstolo Paulo.

Diante das loucuras que nos cercam, das confusões doutrinárias evangélicas, do pluralismo religioso, além da relativização de valores cristãos, precisamos URGENTEMENTE regressar à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento, até porque, somente assim firmados na Palavra imutável do Criador sobrepujaremos as batalhas desta lida.

Postado por Renato Vargens, cansado de esquisitices pseudo-angélicas, no Púlpito Cristão
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Série: Heresias neopentecostais: Ministério apostólico


O chamado movimento de restauração defende a tese de que Deus está restaurando a igreja. Para estes, após a morte dos primeiros apóstolos, a igreja de Cristo, paulatinamente experimentou um processo de declínio espiritual culminando com a apostasia vivenciada pelos seus adeptos no período da idade média.

Com o advento da Reforma Protestante, os defensores desta teologia afirmam que Deus começou a restaurar a saúde da igreja. Segundo estes, Lutero foi responsável pela redescoberta da salvação pela graça, Finney pelo vigor do avivamento, Azuza, pelo ressurgimento do batismo com Espírito Santo com evidência em falar em linguas estranhas, e agora em pleno século XXI, estamos vivendo a restauração do ministério apostólico. Os teólogos desta linha de pensamento afirmam que a restauração dos apóstolos é uma das últimas coisas a serem feitas pelo Senhor antes de sua vinda. Segundo estes, os apóstolos de hoje possuirão em alguns casos maior autoridade do que os apóstolos do primeiro século, até porque, para os defensores desta corrente de pensamento a glória da segunda casa será maior do que a primeira.

O escritor Peter Wagner acredita que a igreja no terceiro milénio está entrando na segunda era apostólica, semelhante à primeira era apostólica dos dias do Novo Testamento. Ele diz: “Somos testemunhas de uma mudança transcendental na estrutura da Igreja. Particularmente, eu gosto de chamá-la Nova era apostólica”. Isto porque “atualmente, um crescente número de líderes cristãos reconhece e afirma tanto o dom, como a função de apóstolo. Os apóstolos ressurgiram!” Miguel Ângelo fundador da igreja Cristo Vive, em entrevista a revista enfoque gospel disse: “assim como foi necessário ungir no passado apóstolos e profetas, Deus o faz de novo por uma urgente necessidade de expansão do Reino, trazendo revelações às nações, porque os tempos do fim se aproximam” (Edição 62 - SET / 2006).

Há pouco, um destes "apóstolos", em um emissora de televisão afirmou que se um dia pudesse encontrar com o apóstolo Pedro lhe diria o seguinte: "- Pedro, cá entre nós, de apóstolo para apóstolo, acho que você errou em escrever isso aqui."

Pois é, estes loucos acreditam que possuem a mesma autoridade apostólica dos apóstolos do primeiro século. Para estes o ministério apostólico não morreu. Na verdade, os pastores em questão advogam que o ministério apostólico é perpétuo e que o livro de Atos ainda continua a ser escrito por santos homens de Deus que mediante a sua autoridade apostólica agem em nome do Senhor.

Ora, inevitavelmente isto me faz lembrar os mórmons e a Igreja dos Santos dos Últimos Dias que ensinam que o corpo de escritos inspirados por Deus não se fechou, e que Deus tem muita coisa nova para dizer e para revelar aos seus santos através de seus apóstolos.

Infelizmente, assim como os mórmons, os adeptos do movimento apostólico consideram a Bíblia uma fonte importante, embora não única de fé. Para os apostólos deste tempo, Deus através de seus profetas pode revelar coisas novas, ainda que isso se contraponha a sua Palavra. Basta olharmos para os decretos espirituais que chegaremos à conclusão que os apóstolos do século XXI, acreditam entrelinhas que suas revelações são absolutamente diretivas e inquestionáveis.

Caro leitor, tenho pleno convicção de que o ministério apóstólico cessou com a morte de João e que absolutamente ninguém possui condições de tomar para si o titulo em questão, visto que nenhum homem na face da terra possui as credenciais bíblicas para ser um apóstolo.

As Escrituras Sagradas são claras em afirmar que algumas marcas deveriam caracterizar efetivamente o ministério apostólico, senão vejamos:

1. O apóstolo teria que ser testemunha do Senhor ressurreto.
Em Atos vemos os apóstolos reunidos no cenáculo conversando sobre quem substituiria a Judas. No cap. 1:21-22 lemos: “É necessário pois, que, dos homens que nos acompanham todo o tempo que o Senhor Jesus andou entre nós , começando no batismo de João, até ao dia em que dentre vós foi levado às alturas, um destes se torne testemunha conosco da sua ressurreição”. Paulo diz que viu Jesus ressurreto: “Não sou, porventura livre? Não sou apóstolo? Não vi a Jesus, Nosso Senhor?” (I Co 9:1).

2. O apóstolo tinha de ter um chamado especial da parte de Cristo para exercer este ministério.

3. O apóstolo era alguém a quem foi dada autoridade para operar milagres. Isso fica bem claro em II Co 12:12 - “Pois as credenciais do meu apostolado foram manifestados no meio de vós com toda a persistência, por sinais prodígios e poderes miraculosos”. Era como se ele dissesse: “Como vocês podem questionar meu ofício de apóstolo se as minhas credenciais foram apresentadas claramente entre vós”. Sinais, milagres e prodígios maravilhosos.

4. O apóstolo tinha autoridade para ensinar e definir a doutrina firmando as pessoas na verdade.

5. Os apóstolos tiveram autoridade para estabelecer a ordem nas igrejas. Nomeavam os presbíteros, decidiam questões disciplinares e questões doutrinárias, e falavam com autoridade do próprio Jesus: “... mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito”(Jô 14:26).

Caro leitor, a luz destas afirmações para, pense e responda sinceramente: Será que diante destas prerrogativas os famosos apóstolos brasileiros podem de fato reivindicar o título de apóstolo de Cristo? Por acaso algum deles viu o Senhor ressurreto? Foram eles comissionados por Cristo a exercerem o ministério apostólico? Quantos dos apóstolos brasileiros ressuscitaram mortos? E suas doutrinas? Possuem elas autoridade para se contraporem aos ensinamentos bíblicos?

Isto posto, sem a menor sombra de dúvidas considero a utilização do título "apóstolo" por parte dos pastores brasileiros como uma apropriação indevida de um ministério que não existe mais.

Pense nisso!

Postado por Renato Vargens, no Púlpito Cristão
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