quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Padre anuncia na missa que largará batina para se casar

Religioso decidiu abandonar o sacerdócio após engravidar a namorada, de 23 anos 

A última das três missas do domingo celebradas pelo padre Gerônimo Moreira (foto), de 32 anos, na Igreja Matriz de Gavião (BA), cidade 245 quilômetros a noroeste de Salvador, surpreendeu os fiéis. Ao fim da cerimônia, Moreira começou a ler uma carta na qual se despedia da igreja para "assumir a paternidade e a vida familiar". Pouco depois, o padre publicou a carta em sua página no Facebook.

A decisão veio depois de a namorada do padre, funcionária pública no município de Conceição do Coité, vizinho de Gavião, Emília Carneiro, de 23 anos, contar ao religioso que estava grávida. A descoberta foi feita em maio e, segundo o padre, desde lá os dois entraram em crise. "Assumi (a paternidade), mas tinha muito medo da reação das pessoas da comunidade e da família dela", conta.

Moreira conta que conheceu Emília ainda durante seu seminário, em 2007, e que eles desenvolveram uma "amizade especial", baseada em telefonemas e mensagens de texto. Em 2011, depois de Moreira assumir a paróquia de Gavião, ela passou a frequentar as missas no local. O primeiro beijo, porém, só foi dado no ano passado. "No primeiro momento, veio a sensação de que aquilo era um erro, que não deveria ter acontecido, mas depois a vontade de ficar junto foi ficando maior."

Nas redes sociais, o padre recebeu homenagens e mensagens de apoio de funcionários e frequentadores da paróquia. "Fiquei muito emocionado no dia da despedida, com o carinho das pessoas ainda na igreja, e com as manifestações de apoio que tenho recebido desde minha decisão", diz.

Aos 3 meses de gravidez, o casal planeja se mudar para Feira de Santana, onde mora um irmão de Moreira. O ex-padre começou a fazer bicos como pedreiro e planeja fazer faculdade de engenharia. Diz que quer se casar com Emília na igreja, mas depende de autorização do papa para isso.



Fonte: Estadão
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terça-feira, 27 de agosto de 2013

Abraçando as dificuldades

"Não só isso, mas também nos gloriamos nas tribulações, porque sabemos que a tribulação produz perseverança" (Romanos 5:3)

O apóstolo Paulo não apenas suportou suas dificuldades. Ele se gloriava nelas. O significado da palavra "tribulação" que Paulo usou em Romanos 5:3 vem da palavra que descreve um instrumento de debulhar onde o agricultor poderia separar um grão de sua casca. É estar sob pressão, como espremer as azeitonas em uma prensa para extrair o óleo, ou espremer o suco de uvas, ou bater o alho para liberar seu aroma. Assim, algo que não era conhecido antes emerge a partir deste processo.
Da mesma forma, na tribulação produzimos algo que antes nos era desconhecido.

Paulo fez uma escolha a respeito de suas dificuldades. Ele disse que se gloriava na tribulação, porque ela produzia algo que ele precisava. Também temos uma escolha: podemos nos tornar amargos ou melhores.

Gostando dela ou não, a tribulação entrará em nossas vidas. A Bíblia é clara sobre isso. Jesus disse: "Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo." (João 16:33). Os apóstolos incentivaram os crentes em Atos 14 a perseverarem na fé, dizendo: "É necessário que passemos por muitas tribulações para entrarmos no Reino de Deus" (Atos 14:22). E Filipenses 1:29 diz: "pois a vocês foi dado o privilégio de, não apenas crer em Cristo, mas também de sofrer por ele."

Quando vierem tempos difíceis, você poderá ficar com raiva de Deus ou tentar aprender o que Ele quer lhe ensinar. É uma escolha. Dificuldades virão, mas cabe a você decidir como reagirá a elas.



Fonte: Devocionais Diários
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Padre pedreiro se divide entre religião e construção do templo

Domingos Sávio reformou igreja com as próprias mãos e a ajuda da comunidade.

O templo católico de Bonança, no município de Moreno, tem literalmente as mãos do padre Domingos Sávio dos Santos. Há quase dois anos, o sacerdote de 38 anos divide a rotina entre as tarefas religiosas e as da construção civil. 

Para reformar a igreja, que já não comportava o número de fiéis, ele precisou colocar a mão na massa. E passou a preparar a argamassa necessária para erguer e chapiscar as paredes ou encher as dezenas de colunas. Aventurou-se no mundo das obras sem nunca ter usado pá, enxada ou colher de pedreiro. “Tive como mestres os homens da comunidade, que são bons profissionais”, revelou. 

Antes de aprender a traçar a massa, como se diz no jargão da construção civil, o padre se aventurou em tarefas mais pesadas. A primeira foi cavar buracos. Ou melhor, os alicerces da Matriz de Santa Teresinha do Menino Jesus. Em alguns pontos, o alicerce chegou a ser refeito três vezes. Era o sinal, entende Domingos Sávio, de que a tarefa de se construir um templo exigia persistência. Essa característica, o sacerdote inegavelmente tem.



Fonte: Diário de Pernambuco
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Sua escolha determina a vitória ou o fracasso!

É comum ouvirmos, entre nós, a expressão: “Determine a sua vitória!” “Determine a sua bênção!” e frases desse tipo. Não discordo da expressão em si, até porque, creio que cada um de nós realmente determina como será o seu futuro, através das decisões tomadas no presente. Entretanto, essa expressão vem, geralmente, carregada de um peso místico de que apenas uma afirmação, ou uma palavra descompromissada possa afastar a desgraça e atrair a bênção. O cristão pode sim determinar sua vitória, mas quando determina em seu coração que será fiel; que não se contaminará; que mudará de posição, que se preparará para experimentar o novo de Deus em sua vida.

Temos inúmeros exemplos na Palavra de Deus de que cada um deve tomar suas decisões e que elas, sem dúvida alguma, influenciarão no seu futuro e até mesmo na eternidade, é claro.

Quando o povo de Israel estava no limiar da Terra Prometida, o Senhor Deus lhes concede a oportunidade de escolher entre a benção e a maldição; entre a vida e a morte, no entanto, exorta-os para que escolham a vida para viver. (Dt 11.26) a partir dali tudo dependeria de suas próprias escolhas. O final você já sabe; foi baseado na escolha que fizeram.

Quando Daniel e seus amigos, Hananias, Misael e Azarias foram vitoriosos diante do sistema mundano e perverso da Babilônia, tudo começou quando Daniel tomou uma decisão em não se contaminar com a bebida e o manjar oferecido pelo rei (Dn 1.8).

Nos dias de Esdras e Neemias o povo tomou uma decisão muito forte em abandonar seus pecados e as mulheres estrangeiras juntamente com seus filhos (Ed 10.11). O resultado dessa decisão foi o grande e singular avivamento experimentado pelo povo de Deus. 

O Filho Pródigo da parábola de Jesus decidiu levantar e voltar para casa (Lc 15.18). O resultado foi a grande festa de restituição promovida pelo pai.

Todas as grandes vitórias conhecidas só foram possíveis porque em algum momento alguém tomou uma decisão correta e colocou em prática ações que possibilitaram a sua realização. 

Que decisão nós temos tomado, ou precisamos tomar para que a vitória seja certa em nossa vida? O Senhor está esperando por uma decisão de nossa parte que o levará a completar a grande obra que Ele tem para cada um de nós.

O que você está esperando? Decida-se hoje e determine a vitória de Deus em sua vida.




Fonte: Cleosmar Berto Machado em Vida Cristã Vitoriosa
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Crise no Egito mostra que intolerância, religião e violência envenenam qualquer democracia

Organizações civis denunciaram violações dos direitos humanos cometidas pela polícia e o Exército egípcios

A história relata que muitos regimes autoritários viram seus dias contados ao enfrentar a fúria descontrolada do povo nas ruas. Também é verdade que movimentos religiosos, como, por exemplo, o protestantismo na Europa dos séculos 16 e 17, foram decisivos para o progresso das instituições políticas ocidentais. Mas não se engane facilmente com os exemplos pontuais do passado. Na realidade, os papéis da violência e da fé espiritual na formação e no desenvolvimento das democracias modernas deveriam ser marginais, quiçá imperceptíveis. Mas não é bem isso o que estamos vendo no mundo.

A crise política enfrentada atualmente pela sociedade egípcia não poderia ser mais emblemática para se compreender os perigos que representa a mistura entre intolerância, violência e religião numa democracia em vigor ou em construção - como é o caso do Egito. O que levou o país para o cenário atual de incerteza e insegurança está diretamente ligado às atitudes dos dois grupos que detêm em suas mãos a maior parcela de poder nacional. Tanto os militares quanto a Irmandade Muçulmana não souberam promover o diálogo e a permeabilidade necessários numa sociedade plural. Isto, como se vê, acarretou em uma descontrolada insatisfação e revolta civil.

Há poucos dias, a emissora CNN apresentou um programa em que uma ativista da Irmandade e um apoiador dos militares deveriam debater. Na ocasião, não houve qualquer conversa produtiva, mas o comportamento dos dois convidados foi revelador e pode ser entendido como uma caricatura dos sintomas mais problemáticos da política nacional do Egito. Por alguns minutos, os lados trocaram agressivas acusações. Por vezes, eles impediram grosseiramente a fala do adversário. E, claramente, ouviam somente as próprias vozes e ideias.

Diante da falta de educação (elegância) e disposição para cooperar adequadamente, a mediadora da emissora teve dificuldades para acalmar os ânimos dos debatedores e, sem que conseguisse esclarecer suas dúvidas, a jornalista acabou encerrando o quadro. É exatamente assim que agiram nos últimos meses os líderes do país árabe-africano: cada qual tentou se sobrepor arbitrariamente ao adversário.

Paralelamente, boa parte do povo ficou em segundo plano assistindo ao embate sem compreender ao certo o que estava acontecendo. Depois de tudo, a população agora corre o risco de perder muito dos avanços conquistados com a destruição da ditadura de Hosni Mubarak, que comandou o país entre 1981 e 2011.

Os dois principais atores hegemônicos do Egito (Forças Armadas e Irmandade Muçulmana) possuem razões de sobra para exigirem explicações dos rivais e defenderem seus últimos atos. De um lado, os militares acusam o partido Liberdade e Justiça, braço político da Irmandade, de promover um governo de viés excessivamente religioso, centralizar os poderes nacionais, ignorar as demandas populares e, ainda, incitar a violência de seus ativistas contra a ordem pública.

Os islamitas, por sua vez, criticaram a legitimidade das novas ações autoritárias do Exército dentro do recém-implementado sistema democrático, a começar pelo golpe militar de 3 de julho, que derrubou o presidente eleito Mohamed Mursi. Além disso, eles lutam para não serem condenados à ilegalidade, e tentam ainda denunciar a agressividade indiscriminada da repressão policial contra seus simpatizantes nas ruas, na mídia e na Justiça.

Sem dúvida, estas e outras condutas similares são justificativas plausíveis para se colocar em questão todo o processo de abertura política e reforma social proposto inicialmente pelas forças dominantes do Egito. Mas a constatação destes e outros obstáculos para o avanço da democracia local não pode servir como pretexto para o endurecimento dos atritos. Pelo contrário, uma sociedade que busca a maturidade das instituições públicas precisa resolver suas divergências por meio da negociação, e não pelo “vida ou morte”. Em um contexto democrático, os atores devem flexibilizar suas posturas, além de mostrar disposição em ceder e adaptar-se momentaneamente a novas situações, em consideração ao interesse coletivo.  

Sem a Irmandade nas mesas de negociação, neste momento estratégico de reconstrução nacional, como indicam as últimas medidas dos militares, nenhuma decisão de interesse comum será verdadeiramente eficaz e plural. Paralelamente, os grupos religiosos precisam evitar a tentação de transformar o Estado em palanque de pregação e doutrinação. Também não devem apelar para os argumentos divinos/sobrenaturais para mobilizar e sensibilizar a opinião pública.



Fonte: R7
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Igreja investe dízimos e ofertas na construção de casas para membros sem moradia

Sargento da Polícia Militar da 25ª CIA em Cabo Frio, Fábio Mendonça é o pastor da Assembleia de Deus Ministério Lagoinha no bairro Outeiro, em Araruama. Uma congregação com cerca de 200 membros, que tem surpreendido a muitos revertendo dízimos e ofertas em moradias para membros em condições de vulnerabilidade social, sem nenhum tipo de custo. 

A igreja também possui dois veículos van, que servem para o transporte de membros que moram em localidades como Regamé, Km 30, Rio do Limão e Fazendinha.

“Fui amparada na hora que mais precisei, hoje tenho a segurança de um lar”, disse Andréa Silva Rocha, beneficiada com uma das casas.

Confira a seguir a entrevista com Pastor Fábio Mendonça.

JOC – Como surgiu o projeto?
Da observação e convivência com pessoas com dificuldades. Do desejo de assisti-las. A igreja a princípio se assustou com a ideia, mas eu tinha que ser o primeiro a mostrar que poderia acontecer. Na Polícia Militar eu trabalho com manutenção, usei minha experiência na área no projeto. Por isso, eu mesmo fiquei de frente, inclusive, ajudando a cavar a fundação das casas.

JOC – Qual o critério de escolha dos beneficiados?
A prioridade é o grau de dificuldades das pessoas.

JOC – O projeto já recebeu críticas?
Sim, alguns pastores me perguntaram se eu não estava “arrumando” muito trabalho. Se Deus pensasse no trabalho que o ser humano dá a Ele em relação à desobediência a seus princípios, não teria feito o mundo. Tudo que fazemos na vida pode nos gerar problemas, você não compra um carro, por exemplo, pensando que o pneu pode furar um dia, mas no benefício que você vai ter com o veículo.

JOC – Qual o maior desafio na concretização do projeto?
O maior desafio era não desperdiçar material e economizar com mão de obra. Foram construídas quatro casas em apenas quatro meses, os dízimos e ofertas foram revertidos para a obra. Além de mim, mais três pedreiros ajudaram na realização das construções trabalhando voluntariamente aos finais de semana.

JOC – A igreja ganhou ofertas para a construção das casas?
Não sou de pedir. Acredito que quando o trabalho é direito, o Espírito Santo se encarrega de mover o coração das pessoas ao desejo de ofertar. E assim foi: um membro doou mil tijolos, outro duas pias… E agora, estamos construindo mais quatro kitinetes, com o desafio de entregá-las até o dia 12 de outubro. Pois, hoje, temos duas senhoras alojadas na igreja, uma delas está no espaço onde eu atendia, meu gabinete pastoral e a outra na “salinha” das crianças.

JOC – Como é a administração do projeto?
É da igreja, assim como, a manutenção também é feita pela igreja. As pessoas assumiram o compromisso de cuidar das casas enquanto precisarem morar nelas e nós administramos isso.

JOC – O senhor possui projeto político?
Não. Se eu estiver fazendo isso na intenção de ser candidato o trabalho é em vão, não tenho interesse político nenhum.

JOC – Quais suas considerações finais?
As igrejas devem ficar mais atentas à necessidade do povo. Sejam elas materiais ou espirituais. Há igrejas em que a maioria dos membros não possui necessidades financeiras, mas sempre há os que precisam de ajuda espiritual e aqueles que precisam de ajuda material.

A igreja Assembleia de Deus Ministério Lagoinha fica na Rua Jacó do Bandolim, nº 30, no bairro Outeiro, em Araruama. Os cultos acontecem as quartas e sextas-feiras e aos domingos.




Fonte: O Cidadão RJ
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domingo, 25 de agosto de 2013

15 coisas que você precisa abandonar para ser feliz

1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo

Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim? 

2. Desista da sua necessidade de controle

Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.

“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu

3. Pare de culpar os outros

Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.

4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas

Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.

“A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle

5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível. De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!

“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle

6. Pare de reclamar

Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.

7. Esqueça o luxo de criticar

Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.

8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros

Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.

9. Abra mão da sua resistência à mudança

Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.

“Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” Joseph Campbell

10. Esqueça os rótulos

Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.

“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer

11. Abandone os seus medos

Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.

“A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” Franklin D. Roosevelt

12. Desista de suas desculpas

Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.

13. Deixe o passado no passado

Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.

14. Desapegue do apego

Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.

15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas

Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.



Fonte: Guia Ingresse
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sábado, 24 de agosto de 2013

Fat Family perde 270kg e investe em música gospel

Longe do mercado pop, Fat Family se reinventa como grupo gospel e tira Jeito Sexy do repertório. “Vivíamos na escuridão”, diz Sueli, uma das vocalistas

Fenômeno das rádios no final dos anos 90, o grupo Fat Family continua até hoje trabalhando com música, apesar de não ter o mesmo sucesso comercial do passado. Seu repertório não traz mais o hit Jeito Sexy, que fez os irmãos da família Cipriano se tornarem conhecidos no Brasil inteiro, e nem outras músicas que consideram ‘superficiais’. O foco deles agora é o público gospel.

“Nosso chamado agora é anunciar o reino de Deus. Não sentimos falta daquele tempo porque não tem como sentir falta de um tempo que você não tinha Deus. Vivíamos na escuridão, na mentira. Deus mostrou a verdade e nós não podemos mais perder nosso tempo com coisas superficiais. Hoje nós cantamos a palavra de Deus. Ela é poderosa, liberta e cura”, afirma Sueli, uma das integrantes da família, à CARAS Online. 

O grupo não sente vergonha das músicas que cantava no passado. “Deus não leva em conta o tempo da ignorância, isso está escrito na Bíblia. Mas a partir do momento que a gente aprende, a gente tem que dar conta. Agora eu sou responsável por decidir o que eu faço”, justifica Sueli. “As pessoas iam nos nossos shows e continuavam com os mesmos problemas, mas agora quando a gente se reúne para adorar a Deus, o Senhor vai se revelando, as pessoas vão tendo clareza”, diz.

A Família Gorda, tradução literal do nome do grupo, também mudou alguns hábitos alimentares. Quatro dos seis irmãos que continuam no grupo (Sidney morreu em 2011e Celinha deixou o grupo há sete anos) fizeram uma cirurgia de redução de estômago e, juntos, perderam cerca de 270kg. “A Kátia emagreceu mais de 80kg. A Suzete, o Celinho e eu emagrecemos praticamente a mesma coisa, cerca de 60 a 65 quilos cada um”, disse Simone, outro membro do grupo.

A conversão do grupo ao evangelho começou há 14 anos, começando pela caçula Deise, que conheceu o universo gospel graças ao lutador Vítor Belfort. “Ele, a mãe dele e a irmã dele falavam de Jesus pra mim. Eu aceitei Jesus na casa deles. Depois eu fiquei preocupada com a minha família”, conta Deise, que levou os irmãos para o mesmo caminho cinco anos depois. 

Em 2012, o Fat Family gravou um clipe com Mara Maravilha e outros artistas da gravadora Square Records, pela qual são contratados atualmente. Sobre a polêmica que a apresentadora se envolveu ao defender o projeto de cura gay, criticado por várias celebridades, Sueli diz: “Tudo que eu preciso saber é na Bíblia que eu procuro. Eu entendi a Bíblia como a verdade que Deus revelou, mas não é toda a verdade que ele tem para dizer. Mas o que o homem precisa saber, ele deixou na Bíblia. A Bíblia fala sobre um casamento, mas para frente ele fala que o homem vai deixar seu pai e sua mãe para começar uma nova família. Quando nossa vida está diferente de qualquer coisa que está na Bíblia, Ele tem o poder para colocar no lugar. Eu acredito que o homem pode se libertar”.

Com planos de lançar um DVD e CD para celebrar a nova fase, o Fat Family diz que está seguindo os ‘planos de Deus’, sem pressa. Cada integrante é de uma igreja diferente, mas todos se reúnem para ‘adorar a Deus em festas evangélicas’, segundo Sueli.
Ah, para os fãs mais antigos do grupo, uma boa notícia: apesar do repertório não ser mais o mesmo, a coreografia do ‘pescocinho’ continua. “É natural, não tem como não fazer, tá no sangue. Os fãs sempre pedem, não só nos shows, mas sempre que nos encontram por aí. É engraçado, é a marca registrada do grupo”, comenta Simone.

O Fat Family em recente participação no Programa Raul Gil:





Fonte: Caras UOL
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Cristãos são alvos de ataques em Bangui

"Não há um único dia sem a descoberta de um corpo no rio Ubangui. No início de agosto, radicais pararam um veículo comercial e executaram todos os passageiros. Que angústia! Em Bangui, contamos mais de 100 homicídios em uma semana. Isso sem mencionar os assassinatos no interior ou o estupro contínuo de mulheres. Essas cenas me oprimem. Às 18 horas, todos já estão em seus lares, mas, apesar disso, eles chegam para nos levar e matar”.

Estas foram as palavras de uma fonte da Portas Abertas em Bangui, capital da República Centro-Africana. Neste relato, são reveladas as realidades terríveis de civis por todo o país e as condições precárias daqueles que escolhem seguir a Cristo.

Seu lamento foi manifestado no início do mês, quando Fatou Bensouda, promotora do Tribunal Penal Internacional (TPI) expressou sua profunda preocupação a respeito do agravamento da situação de segurança na República Centro-Africana e de relatos de crimes cometidos no país. Ela observou, em sua declaração, que os resultados de uma missão recente, realizada pelo Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) “parecem confirmar que crimes que podem ser abrangidos pela jurisdição do Tribunal Penal Internacional continuam sendo cometidos na República Centro-Africana, incluindo ataques contra civis, assassinatos, estupros e recrutamento de crianças-soldados”.

Cristãos são alvos de ataques

Não há falta de provas para a ilegalidade que persiste no país desde o golpe de Michel Djotodia e sua coligação, Seleka. Cristãos dizem que soldados do grupo Seleka continuam a realizar execuções sumárias, mutilações e outras atrocidades, como estupro e roubo em larga escala, tendo minorias como alvo específico. Não é possível afirmar que, necessariamente, os cristãos na República Centro-Africana têm sido alvo especificamente por conta de sua fé, mas pode-se dizer facilmente que eles são alvo de hostilidades.

Em 14 de julho, uma briga entre um soldado Seleka e um comerciante local em uma aldeia cristã denominada Gbdalamo, que fica a 45 km de Mobaye, deixou 35 mortos e 9 casas destruídas. Os dois homens discutiram por conta de dinheiro e, quando o comerciante se recusou a pagar ao soldado, foi baleado nas pernas. O comerciante, em contrapartida, esfaqueou o soldado até a morte. Soldados Seleka reagiram reunindo um contingente de militantes e saindo enfurecidos pela cidade. Os aldeões fugiram para a floresta, mas foram caçados e mortos impiedosamente. Os jornais locais declararam que este ato foi uma provocação e um massacre. 

Na cidade de Kouango, prefeitura de Ouaka, um homem chamado Coronel Balaka é conhecido por sua brutalidade. Ele também tem saqueado constantemente as igrejas. Uma garota cristã de 12 anos chamada Chancela Gbodéka, de Kouango, tornou-se recentemente uma de suas vítimas. Ao saber que ele estava se aproximando, ela não fugiu porque queria proteger seu pai doente. Quando o “Coronel” a descobriu ali, ele a estuprou. No dia seguinte, ele a viu no mercado e a estuprou novamente, em público. Quando ele veio procurá-la no terceiro dia, ela foi obrigada a abandonar seu pai e fugir pela janela. Em uma tentativa de forçar seu pai a trazer a filha de volta, o “Coronel” o fustigou severamente. Aterrorizados, os vizinhos levaram-no, depois, para a floresta, com medo de que o homem retornasse para torturar o pai.

Duas garotas cristãs, Arlette (16) e Louisette (16), de Bangui, enfrentaram uma situação semelhante. Soldados Seleka estupraram as duas colegas de escola no bairro Saïdou quando elas voltavam do colégio para casa.

Mais duas jovens cristãs que costumavam vender alimento em um mercado em Bangui também não conseguiram escapar. Rebeldes estupraram Anita (16) e Divine (14) no dia 3 de julho.

“Ninguém está cuidando das vítimas, e os agressores são deixados impunes. Não há lugar para receber essas garotas, abrigá-las, ajudá-las psicologicamente a se recuperarem desse trauma. Além disso, não há justiça para prender os agressores”, comentou nossa fonte.


Fonte: Portas Abertas Internacional
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Preso cantor gospel suspeito de estuprar filha

Marcelo Terrinha obrigava a garota a se ajoelhar e pedir perdão pelo ato, diz a polícia

O cantor gospel Marcelo Galdino Cordeiro, conhecido como “Marcelo Terrinha”, foi preso por policiais da 61ª DP (Xerém). O criminoso é suspeito de estuprar a filha durante visitas.

De acordo com o delegado titular da delegacia, Mário Arruda, após investigações, os agentes localizaram Marcelo na cidade de Lauro de Freitas, na Bahia. Os policiais foram até a Bahia e conseguiram prendê-lo.

Segundo depoimento da vítima, os abusos aconteciam quando ela ia a São Paulo visitar o pai e quando ele a visitava  no Rio de Janeiro. Após o ato, segundo a polícia, ele a obrigava a ajoelhar e pedir perdão a Deus pelo que praticaram.

A filha de Terrinha disse à polícia que os abusos começaram quando ela tinha 12 anos. Os estupros aconteceram ao longo de um ano — atualmente, a adolescente tem 13 anos.


Fonte: R7
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Suingue Gospel? Site de relacionamento reúne casais “cristãos” que desejam fazer sexo grupal

Um site de relacionamentos está causando uma enorme polêmica no Brasil e nos Estados Unidos por ser focado apenas em casais cristãos que querem fazer “suingue” com outros casais cristãos, ou seja, sexo grupal entre eles.

O Swingers Christians é como qualquer outro site de relacionamento para cristãos, com a diferença de que ao invés de encontrar uma pessoa para se relacionar, ele facilita através da internet o “troca-troca” de casais.

O serviço estampa em sua primeira página a foto de um suposto casal cristão que realiza suingue, e um texto afirmando que o Swingers Christians foi feito para “casais cristãos devotos que ainda querem ter uma vida amorosa ativa e compartilhá-la com outros, de boa fé!”. Parece piada, mas não é. O site, já prevendo a grande quantidade de críticas que receberia, cita ainda o Livro Sagrado para defender a si e seus usuários: “a Bíblia nos ensina: não julgueis para que não sejais julgados. E há o verso sobre a primeira pedra”.

O site possui cadastro gratuito, mas cobra para que o usuário realize uma série de atividades consideradas “premium”. Apesar do serviço ser em inglês, diversos casais do mundo inteiro já se registraram, geralmente em anonimato. Segundo a página de “quem somos” do serviço, o “Swingers Christians é a mais crescente cooperativa de sites de encontros on-line do mundo”.

Diferente do informado por uma notícia no site Yahoo, o Swingers Christians não foi criado por cristãos. O registro do domínio foi feito pela empresa Infinite Connections Inc, especializada na criação de sites de relacionamentos adultos voltados para pessoas que praticam fetiches e/ou homossexualismo.

Revolta

O site vem sendo recebido como piada por cristãos e até por pessoas não ligadas ao cristianismo. A proposta, que claramente fere a doutrina pregada nas igrejas e na Bíblia, é vista como “anti-bíblica e pecaminosa”, segundo o Louise Nielsen, profissional de saúde mental do ministério At The Crossroads Inc, nos Estados Unidos.

Em entrevista ao site americano Christian Post, Nielsen afirmou que o comportamento dos swingers não é “de maneira nenhuma apropriado para os cristãos ou para qualquer outra pessoa”, e completou, “sinto-me triste pelas pessoas que estão envolvidas nisso. Nunca vi isso resultar em outra coisa a não ser dor no casamento”, enfatiza.

Na página do serviço no Facebook é possível encontrar diversos cristãos indignados com a proposta do Swingers Christians, a maioria cita o versículo 1 Corintios 6:9-10 que diz que os “adulteros não herdarão o reino dos céus”.



Fonte: Gospel+
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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

O antes e o depois do filho pródigo...

A chamada parábola do filho pródigo (Lc 15.11-32) foi, com propriedade, intitulada Parábola do Pai Amoroso, num folheto que a transcreveu, da Sociedade Bíblica do Brasil. 

1 - A FARTURA EFETIVA ESPECIAL

O chamado filho pródigo, nos títulos dessa parábola pelos editores, já que era esbanjador, pegou sua herança e saiu do convívio do Pai. Perdeu tudo, foi cuidar de porcos, no contexto que estes eram a própria imundície, e, até, passou a desejar comer de sobras dos suínos, “mas ninguém lhe dava nada” (versículo 16b). Porém, quando caiu em si, levantou-se, pois pensou na fartura do Pai até para Seus trabalhadores (vers.17), enquanto ele morria de fome! (v.17c). 

Deus tem a fartura efetiva especial, especialmente no espiritual, bem como em todas as áreas imaginadas e inimagináveis da vida!!! Ao pensar na fartura do Pai que contrastava com sua situação, o filho sentiu que pecara (18b), e viu que não era digno de ser chamado de filho, satisfazendo-se em ser tratado como um dos trabalhadores do Pai (19). Ao chegar perto deste – se formos verificar o registro bíblico! –, disse pro Pai o que agendara, excetuando o dizer dever ser tratado como um dos trabalhadores do Pai!!! (21). A narrativa nos faz pensar que ele parou por aqui, pois o Pai o recebia como filho mesmo...

Essa parábola não é do bastardo, mas do filho, como a 1ª das duas paralelas anteriores não é do bode, mas, da ovelha. Porém, assim como a ovelha é perdida, o filho é perdido, como intitula a Bíblia na Linguagem de Hoje. Então, a ovelha precisou ser buscada, e o filho era aguardado de volta ao lar paternal. – Se você é filho pródigo, e não voltou para o Pai Amoroso, volte, logo!!!...

2 - A ABERTURA AFETIVA MAIORAL

O Pai – que muitos pregadores chegam a afirmar que todos os dias se punham no vestíbulo da casa para ver se o filho vinha! – viu este até de longe, e, sobretudo, “compadecido dele, correndo”, abraçou-o e beijou-o!!! (20b). 

Deus Se abre, amorosamente, na maior abertura afetiva! – e MELHOR!!! –. Aqui está o ponto que mostra esse Pai amoroso, com todas as expressões do verdadeiro amor ao filho, que Ele sempre sabia que era filho, mas este mesmo, até então, estava pensando ter perdido totalmente tal condição, como já vimos. § Então, ele tinha a grande vantagem de ser filho – mesmo que, até, morto (!!!) e perdido! –, pois um dia, até, reviveria (!!!) e seria achado (24a)!!!. – Se você está, até, morto (!!!) e perdido (!), você será, até, regenerado (!!!) e achado (!). Já correu para os braços do Pai? Se não, faça-o, logo-logo!!!... 

3 - A ESTRUTURA FESTIVA CELESTIAL

A estrutura de Festa de Deus tem melhor roupa, até anel, sandálias (22b) para ruas e estradas empoeiradas, e, carne, e, sobretudo, muita alegria (vv. 23 e 32).

Isso envolve até os céus, como está explícito nas parábolas paralelas anteriores – a da ovelha perdida, depois que foi achada, tem o registro triunfal da alegria genérica nos céus pelo específico, ou melhor, ESPECIAL (!), do pecador arrependido!!! (v. 7); a da dracma perdida, ao ser achada, recebe o relato festivo da alegria específica diante dos anjos pelo especial arrependimento do pecador (10) –. Na parábola do filho perdido, o Pai diz para o outro filho que era preciso os céus e a terra – (“nós”!) – se alegrassem, “porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.” (32). Temos muitos irmãos ainda longe, pois são eleitos filhos embora, ainda, fora do lar, mas com certeza de voltarem. – Você já fez isso? Se não, venha, senão você perderá o melhor! Venha, logo-logo-logo!!!... 

Antes do filho pródigo, tem o Pai Amoroso, com cousas positivas. Depois, tem o filho regenerado e achado. O filho pródigo não foi bobo, logo, logo, voltou para o Pai... Você já fez isso? – Se você não o fez, faça-o, já!!!... 




Fonte: Celso De Medeiros Costa em Ultimato
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Jornalista e esposa escapam de assassinato por serem evangélicos

O jornalista esportivo Ismael Martins Silva, mais conhecido como “Ismael Filho”, de 42 anos, teve a casa invadida por assaltantes na noite de terça-feira (13), no Sítio do Físico, no Bairro do Coroadinho. De acordo com a vítima, cinco homens portando arma de fogo entraram na residência, roubaram eletrodomésticos, dinheiro e um veículo Honda Civic cinza, placa HPH-2567.

“Quando cheguei do trabalho, com minha mulher, eles já estavam dentro da nossa residência. Os cinco, portando armas de fogo, tomaram o carro, pegaram alguns objetos e, antes de fugir, nos amarram”, contou.

Ismael Filho informou que os assaltantes levaram duas TVs, um microondas, um computador, um DVD, 600 DVDs virgens, uma batedeira, um ferro de passar, um liquidificador, R$ 1.050, alguns cartões de crédito, talões de cheque e a carteira com documentos pessoais. Segundo ele, o caso foi registrado no 10º Distrito Policial, do Bom Jesus.

O comunicador esportivo disse que ele e sua mulher, Mayane Cristina, não foram mortos pelos assaltantes porque são evangélicos. “Um deles disse que não atirava na minha cabeça e nem na minha mulher porque tem uma mãe que é ‘crente’ e havia feito uma promessa de não matar uma pessoa evangélica. Deus agiu e impediu que o pior pudesse acontecer”, disse.

Veículo recuperado – Na tarde de ontem, investigadores do 5º DP, no Anjo da Guarda, receberam uma ligação anônima de que um veículo Honda Civic cinza, placa HPH-2567, estava abandonado desde a noite de terça-feira, na Rua São Pedro, da Vila Isabel – Área Itaqui Bacanga.

Os policiais foram ao local e encontraram o veículo com os quatro pneus furados, e sem o aparelho de som. Dentro do carro havia a CNH de Ismael Filho, alguns documentos de sua mulher, Mayane Cristina Galvão, cartões de crédito, talões de cheque e uma pasta com vários documentos. As vítimas foram ao 5º DP, reconheceram o automóvel e recuperaram seus pertences.



Fonte: Jornal Pequeno
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Pastor da Igreja Maranata é solto após 55 dias de prisão em Vitória

Carlos Itamar e outras 18 pessoas ligadas à igreja são investigados.
Entre os crimes estão estelionato, formação de quadrilha.

Após 55 dias de prisão, o pastor Carlos Itamar Coelho Pimenta, da Igreja Cristã Maranata, foi solto na madrugada deste domingo (18). Ele estava detido no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, no bairro Maruípe em Vitória, capital do Espírito Santo.

Itamar e outras 18 pessoas ligadas à igreja, entre eles o líder da Maranata, o pastor Gedelti Gueiros, foram denunciados pelo Ministério Público Estadual pelos crimes de estelionato, formação de quadrilha e ainda emissão de nota fiscal falsa. 

Além disso, ainda de acordo com o MPES, Carlos Itamar também é acusado de coação de testemunhas das investigações contra a cúpula da instituição religiosa.

Segundo o Ministério Público, o grupo teria desviado cerca de R$ 30 milhões dos dos cofres da Maranata, do dinheiro recolhido do dízimo dos fiéis.



Fonte: G1
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Justiça manda igreja parar cultos para não atrapalhar aulas de cursinho

Uma igreja evangélica localizada no Centro de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, está impedida de funcionar por causa do barulho provocado durante os cultos. O barulho estaria atrapalhando as aulas de um cursinho particular que fica ao lado da igreja.

Os diretores da escola entraram com um mandado de segurança por perturbação de sossego contra a igreja. Os diretores afirmam que o barulho é muito alto e que acaba atrapalhando os professores. Algumas das salas de aula fazem divisa com a área do palco da igreja.

O pastor da igreja, Jorge Santos, afirmou que nem a Prefeitura de Ponta Grossa, nem o Corpo de Bombeiros da cidade os procurou para realizar fiscalizações. “Ninguém veio notificar antes, olhar as instalações, conferir se estava tudo certo ou não. Mais de 60 dias preparando as instalações do imóvel para poder receber as instalações da igreja e ninguém nos procurou”, alegou. A igreja está proibida de funcionar desde o dia 14 de agosto e por enquanto, os cultos estão sendo realizados na antiga sede.

A Prefeitura de Ponta Grossa informou que a igreja já foi notificada e tem 15 dias para apresentar um laudo de isolamento acústico, que evite o vazamento de sons para a vizinhança, e os documentos exigidos pelo município.



Fonte: G1
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Aprendendo com os heróis desconhecidos da Bíblia

Nós escutamos muito sobre Paulo, Pedro, Tiago e João. Mas há muitas pessoas mencionadas no Novo Testamento que podem passar despercebidas por nós.

Em Colossenses 4, o Apóstolo Paulo lista dez nomes da igreja primitiva não tão familiares. A “chamada” desses santos por Paulo me traz à memória a vasta maioria dos cristãos que silenciosamente desempenham papéis importantes no reino de Deus. Mesmo que essas menções sejam breves, elas contêm lições de vida para nós.

Tíquico – Encorajem uns aos outros falando da Palavra de Deus

Tíquico lhes informará todas as coisas a meu respeito. Ele é um irmão amado, ministro fiel e cooperador no serviço do Senhor. Eu o envio a vocês precisamente com o propósito de que saibam de tudo o que se passa conosco e para que ele lhes fortaleça o coração.
Tíquico tinha um trabalho a cumprir. Ele deveria levar notícias de Paulo, assim como a própria carta do Apóstolo, ao povo de Colosso. O resultado seria o encorajamento dos corações dos cristãos. Eu quero ser como Tíquico. Eu quero ser um arauto da Palavra, de tal forma que isso transborde do meu coração na hora e no lugar certo.

Onésimo – O evangelho transforma a inutilidade em utilidade

[Tíquico] irá com Onésimo, fiel e amado irmão, que é um de vocês. Eles irão contar-lhes tudo o que está acontecendo aqui.

Onésimo era um escravo fugitivo. Seu nome significava “útil”, mas ele havia provado ser “inútil” ao seu mestre, Filemon. Ainda assim, Paulo o afirma como um irmão fiel e amado, acrescentando que ele era “um de vocês”. A cruz une o que o mundo separa. 

Anteriormente, Onésimo não havia honrado seu nome. O evangelho mudou tudo isso, e nos muda também. Não há como honrarmos o título de “cristãos” à parte da obra santificadora do evangelho, que são as boas novas que pegam pecadores inúteis e os transformam em colaboradores úteis do reino de Deus.

Aristarco – Sofram uns com os outros

Aristarco, meu companheiro de prisão, envia-lhes saudações…
Aristarco era um dos companheiros de ministério de Paulo, e aqui ele é mostrado como um companheiro de sofrimento. Precisamos de pessoas como Aristarco, que se mantém focadas no reino independentemente das conseqüências, que se alegram conosco em tempos de alegria e que pranteiam conosco em tempos de dificuldades.

Marcos – Sempre levantem após cair

… bem como Marcos, primo de Barnabé. Vocês receberam instruções a respeito de Marcos, e se ele for visitá-los, recebam-no.

Marcos foi a causa de uma das maiores divisões da igreja primitiva. Paulo e Barnabé discordaram a respeito do desejo de Marcos de acompanhá-los em uma viagem missionária. Por quê? Porque Marcos dava sinais de ser um desistente. Ele havia ido com eles em uma viagem anterior, desistido e voltado para casa. Essa passagem indica que Marcos já havia feito as pazes e retornado à companhia de Paulo. Marcos caiu, mas se levantou. Tanto que é provável que ele tenha escrito uns dos quatro Evangelhos! A lição aqui? Levante-se sempre. O justo cairá sete vezes, mas ainda assim, se levantará todas as vezes.

Justo – Façam de seu cristianismo a sua identidade primordial

Jesus, chamado Justo, também envia saudações. Esses são os únicos da circuncisão que são meus cooperadores em favor do Reino de Deus. Eles têm sido uma fonte de ânimo para mim.

Justo abriu mão propositadamente de sua identidade duas vezes, visando à propagação do evangelho. Primeiro, apesar de seu nome ser Jesus, ele atendia pelo nome de Justo, provavelmente para evitar confusões com o Jesus que ele estava proclamando. Segundo, ele abandonou seu próprio povo, os judeus, para pregar o evangelho em meio àqueles em Roma. Justo baseou sua identidade em Jesus Cristo. Ele não era judeu acima de qualquer coisa. E seu nome também não era inalterável. Ele era “em Cristo”. E você? Qual é a sua identidade principal? O cristão cuja identidade primordial é Jesus Cristo pode atravessar culturas e barreiras em nome do evangelho.

Epafras – Batalhem pelos outros em oração

Epafras, que é um de vocês e servo de Cristo Jesus, envia saudações. Ele está sempre batalhando por vocês em oração, para que, como pessoas maduras e plenamente convictas, continuem firmes em toda a vontade de Deus. Dele dou testemunho de que se esforça muito por vocês e pelos que estão em Laodicéia e em Hierápolis.

Epafras era um guerreiro de oração. Atordoado pela imaturidade espiritual que via nos outros, ele buscou o trono da graça e “batalhou” pelo povo de Deus em oração. Ele queria que as pessoas da sua igreja tivessem certeza da vontade de Deus, que soubessem como agir. Então ele levava esses fardos a Deus em oração. Que privilégio levar as necessidades espirituais de nossos irmãos e irmãs a Deus!

Lucas – Usem suas ocupações para a glória de Deus

Lucas, o médico amado…
Lucas usou sua ocupação como doutor para a glória de Deus. Quem sabe quantas vezes Lucas tratou Paulo, que sofria de terríveis dores nas costas? Lucas não usou seus dons apenas para o próprio benefício. Ele entregou esses dons a Deus. Nós aprendemos com Lucas que as nossas vocações não estão separadas da nossa vida espiritual. Somos chamados para fazer tudo para a glória de Deus – com excelência, com beleza e com zelo.

Demas – Cuidem para não se revoltarem

… e Demas enviam saudações

A carta de Paulo a Timóteo nos informa que Demas se apaixonou pelo mundo e se afastou de Deus. Por alguma coisa diferente de Deus atraiu suas afeições. O exemplo de Demas serve como um aviso para nós. Cuide para não virar as costas! Deixe que esse exemplo nos alerte sobre revoltas contra Deus e o abandono de nossa fé no evangelho.

Ninfa – Façam o que puderem com o que tiverem

Saúdem os irmãos de Laodicéia, bem como Ninfa e a igreja que se reúne em sua casa.
Ninfa abriu as portas de sua casa para que a igreja se reunisse lá. Ela entregou seus recursos para a causa do evangelho. Você pode pensar que não tem nada para oferecer. Mas Cristo pode pegar a coisa mais comum possível e transformá-la em uma ferramenta para o avanço de Seu reino. Ele pediu para usar o barco de alguns pescadores, e esse simples barco se tornou um púlpito para pregar às massas. Com o singelo almoço de um garoto, alguns pães e peixes, Jesus foi capaz de alimentar mais de 5000 homens. Com um pouco de poeira do chão, Ele foi capaz de curar um cego. O sepulcro emprestado por José de Arimatéia se tornou o túmulo vazio que comprova a ressurreição de Cristo.

Arquipo – Desafiem uns aos outros para se manterem no caminho certo

Digam a Arquipo: “Cuide em cumprir o ministério que você recebeu no Senhor”.
A carta de Paulo à igreja colossense contém esse desafio pessoal para um indivíduo. Isso me lembra um pouco de um culto de ordenação, quando um pastor prega uma mensagem direcionada ao candidato. Como não é uma mensagem para a igreja inteira, as pessoas se perguntam: “por que não entregar essa mensagem em particular?”. A razão para isso é que a igreja inteira deve desafiar o candidato com o passar do tempo a viver de acordo com a demanda que lhe foi entregue. Arquipo é um exemplo de como os cristãos devem desafiar uns aos outros, às vezes em particular, às vezes em público. Nós precisamos da exortação de nossos irmãos e irmãs em Cristo para crescer em santidade e fé.

Quando o seu desejo mais inflamado é de que Cristo seja honrado, você também pode ser um herói desconhecido.

Aristarco, Arquipo, Ninfa, Justo… Apenas alguns dos heróis desconhecidos da Bíblica, “desconhecidos” porque eles estavam primariamente focados em assegurarem que a honra a Jesus Cristo fosse dada por todas as tribos, línguas e nações.  Quando o seu desejo mais inflamado é de que Cristo seja honrado, você também pode ser um herói desconhecido.



Tradução: Filipe Schulz no iPródigo
Fonte: Trevin Wax em The Gospel Coalition
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"Jesus do Metal", Detonator recria História em "Bíblia do Heavy Metal"

As camisetas pretas e a pose sisuda podem passar uma imagem séria, mas o heavy metal e o humor andam lado a lado há muito tempo, seja com bandas como a fictícia Spinal Tap, fantasias de horror como a do Gwar ou simplesmente em letras despojadas. Mas o personagem Detonator, criado pelo humorista Bruno Sutter, eleva a graça a um nível poucas vezes visto. A nova investida, quem diria, é na literatura. O "Jesus Cristo do Metal" resolveu contar a sua versão da criação do mundo, numa bíblia no mínimo inusitada.

Enquanto se lança na literatura, Detonator aparecerá na sua estreia musical a solo, depois de lançar dois discos com o Massacration. O álbum sob a alcunha Detonator e as Musas do Metal - com quatro mulheres na formação da banda - tem previsão de estar nas lojas daqui a dois meses.

O título ainda é "segredo de Estado", diz Sutter, que adianta outros detalhes. "O disco está pronto, e agora estamos para o lançar, depois de tudo acordado com a discográfica. É um álbum conceitual, falando do folclore brasileiro, e terá participação do Alexandre Frota nas narrações, do João Gordo, do pessoal do Angra. Tem muita gente boa."

Sutter ainda destaca que, ao contrário dos hits do Massacration - como "Metal is the Law" e "Metal Massacre Attack" - tudo agora será em português, até como forma de deixar as piadas mais simples de assimilar.

"Espero que facilite o entendimento, porque em inglês muitas vezes não se entende o que se canta", concluiu.

"A Bíblia do Heavy Metal - O Antigo Testamento", projeto de Sutter com a Edições Ideal, é o primeiro de dois lançamentos que levam o nome de Detonator. Nesta estreia, quase como uma introdução, conta-se as desventuras do "Deus Metal", parodiando fatos reais da história e subvertendo-os com contextos da música pesada para explicar o surgimento do gênero - e do mundo. Uma segunda parte, "O Novo Testamento", enfatizará a saga do vocalista, criado há quase uma década como líder do Massacration, junto do grupo de comédia da MTV "Hermes e Renato".


Fonte: Diário Digital
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domingo, 18 de agosto de 2013

“Não adianta um pastor me dizer o que é certo ou errado”, diz apresentador do troféu Promessas

O ator Eriberto Leão é contratado pela Rede Globo e já fez várias novelas, mas também tem uma carreira ativa no teatro. Ele interpretou Jesus Cristo três vezes, em peças como “O Evangelho Segundo Jesus Cristo” e “A Paixão de Cristo”.

Eriberto foi o apresentador do troféu Promessas do ano passado e surpreendeu aos presentes com uma revelação. Emocionado, ele contou que vem de uma família de evangélicos: “Meu avô era gideão da Igreja Deus é Amor; minha mãe, a cada mês envia para mim um livro do pastor Silas Malafaia”.

Depois, diante do público formado apenas por artistas evangélicos, pastores e convidados confessou que entendia o propósito de ter sido convidado para apresentar a cerimônia. “Essa oportunidade de apresentar esta gloriosa cerimônia não é em vão. Sei que Deus me separou a dedo para estar aqui, sendo movido por Ele, honrando a Ele e testemunhando Dele, em todas as outras oportunidades”, disse.

Este ano ele já apresentou um programa da Globo chamado “Sagrado”, onde falou sobre   alguns aspectos de sua crença. No caso, o catolicismo.

Durante a visita do papa ao Brasil, participou de uma encenação na Jornada Mundial da Juventude, onde fez parte da montagem teatral da Via Sacra. Ele foi um dos atores convidados a ler uma breve meditação sobre um trecho bíblico, escrita pelos padres Joãozinho e Zezinho.

Porém, ao jornal O Globo revelou um pouco mais. Contou que costuma ler os salmos como forma de meditação antes de dormir e ao acordar. “Tenho uma ligação muito forte com Jesus. Não faço parte de nenhuma instituição, mas aprecio a obra de Leonardo Boff, a teoria da libertação e as mentes mais arejadas do cristianismo”, explica.

Este mês ele voltou a falar sobre sua fé, usando termos bem distintos. À revista VOI de Curitiba, disparou “A peça O Evangelho Segundo Jesus Cristo, tem um cunho religioso, mas também totalmente herege.  A obra apresenta um Jesus mais humano, que se relaciona com Maria Madalena. Já a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém é absolutamente fiel à Bíblia… mas Cristo é retratado como um guerrilheiro. A minha religiosidade caminha para uma maior consciência da nossa existência, muito mais que seguir dogmas. Sou um herege nesse sentido. Não acredito naquilo que me contam, prefiro descobrir a verdade por mim mesmo. Não adianta um padre ou pastor me dizer o que é certo ou errado… eu não sou um cordeirinho. Sou leão (risos)”.

Causou estranheza a mudança de atitude do ator sobre a religião.  Embora tenha trabalhado em eventos de padres e pastores e divulgado a fé católica, além de representar Jesus, agora diz ser “herege” e que “não adianta um padre ou pastor me dizer o que é certo ou errado… eu não sou um cordeirinho”? Nas redes sociais surgiram vários comentários sobre o assunto, especialmente de evangélicos, criticando o ator.




Fonte: Gospel Prime
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Cidade ganha cabine telefônica para pedestres falarem com Deus “sem intermediários”

A capital do Uruguai, um dos países com a população menos religiosa da América Latina, ganhou uma cabine telefônica para que as pessoas possam “falar com Deus”.

Instalada na Plaza Independencia de Montevidéu, a cabine – de modelo inglês – foi colocada por iniciativa de organizações de sociedades civis da América Latina e Caribe.

Com cartazes que oferecem a oportunidade de enviar um recado a Deus de forma gratuita, a cabine atraiu a atenção da imprensa local e mundial.

Dentre as frases presentes nos cartazes, estão a garantia de que “a mensagem será entregue em menos de 24 horas, sem intermediários”.

De acordo com o site do jornal El Mundo, o slogan da campanha é “Contra o fundamentalismo, sua boca é fundamental”, e visa disseminar o princípio de tolerância e respeito.

“Você tem uma reclamação, uma sugestão, uma questão de perguntar a Deus? Deixe sua mensagem de graça, apertando um botão. Todas as mensagens serão recebidas no prazo de 24 horas. Boa sorte!”, diz um dos cartazes.

Assista uma reportagem de uma emissora de TV local sobre o caso:



Fonte: Gospel+
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Atividade cerebral pode ajudar a explicar experiências de quase morte

Neurologistas americanos descobriram que o cérebro é capaz de permanecer ativo até 30 segundos depois da morte clínica. Isso pode explicar as visões relatadas pelos sobreviventes de paradas cardíacas e acidentes

A visões relatadas pelos pacientes que estiveram a beira da morte variam imensamente. Uma das mais citadas é a sensação de estar fora de seu corpo, percorrendo um longo túnel, em direção a um foco de luz. Isso é interpretado por muitos religiosos como um sinal da existência da alma e de seu percurso em direção ao além (Thinkstock)

As experiências de quase morte são conhecidas há muito tempo pelos cientistas. Eles sabem que muitos pacientes que estão à beira da morte (por causa de um afogamento ou uma parada cardíaca, por exemplo) e conseguem sobreviver descrevem visões incrivelmente poderosas e realistas. Os relatos coletados são inúmeros: algumas pessoas enxergam o brilho de uma tênue luz no final de um longo caminho, outras narram o encontro com parentes mortos ou seres sobrenaturais como anjos e demônios, entre outros.

Essas visões costumam ser usadas pelos religiosos como uma prova da existência da alma e da vida após a morte. Já os cientistas, até agora, não tinham muito a dizer. Uma série de estudos havia mostrado que as experiências de quase morte acontecem quando o coração dos pacientes para de bombear sangue para o cérebro — o que é conhecido como morte clínica —, e os médicos conseguem trazê-los de volta a vida (pelo menos 20% dos sobreviventes de paradas cardíacas relatam ter tido esse tipo de visão). O que parecia difícil de explicar era o fato de o cérebro, já sem sangue e a caminho da morte definitiva, ser capaz de produzir visões tão claras e significativas.

Uma nova pesquisa publicada na segunda-feira na revista PNAS sugere, pela primeira vez, uma resposta científica para essa questão. Em testes realizados com ratos (experiências do gênero obviamente são impossíveis de serem conduzidas com humanos por razões éticas), os pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, descobriram que o cérebro pode continuar ativo por até 30 segundos após a morte clínica. "Este estudo, realizado em animais, é o primeiro a lidar com o que acontece ao estado neurofisiológico do cérebro que está morrendo", diz a neurologista Jimo Borjigin, professora da Universidade de Michigan e uma das autoras do estudo.

Ratos mortos — Os cientistas usaram eletroencefalogramas para medir a atividade cerebral de nove ratos anestesiados. Após sofrerem paradas cardíacas induzidas pelos pesquisadores, os animais apresentaram durante 30 segundos um aumento generalizado na atividade cerebral, que apresentou características semelhantes ao de um cérebro acordado e altamente excitado. Depois desse período, os animais morreram definitivamente, e mais nada foi registrado em seu cérebro. "A previsão de que iríamos encontrar alguns sinais de atividade consciente no cérebro durante a parada cardíaca foi confirmada com os nossos dados", diz Borjigin.

Os pesquisadores realizaram a mesma experiência com ratos que foram submetidos à morte por asfixia e o resultado foi o mesmo: um pico de atividade cerebral registrado logo depois que o sangue parou de chegar ao cérebro do animal. "O estudo nos mostra que a redução de oxigênio — ou de oxigênio e glicose — durante a parada cardíaca pode, na verdade, estimular a atividade cerebral característica da consciência", diz Borjigin.

Cérebro e espírito — Segundo os pesquisadores, a experiência deve ajudar a explicar a origem das visões realistas e marcantes relatadas pelos pacientes que estiveram à beira da morte. "Ela fornece a primeira estrutura científica para estudar as experiências de quase morte relatadas por muitos sobreviventes de parada cardíaca", diz Borjigin. No entanto, eles reconhecem que muitos outros estudos precisam ser feitos para que seja possível explicar toda a complexidade do fenômeno nos seres humanos.

Anders Sandberg, pesquisador da Universidade de Oxford que não esteve envolvido com a pesquisa, afirma que os resultados apresentados são importantes, mas demandam cuidado ao serem interpretados. Ele alerta, principalmente, que a experiência não deve ser vista como uma prova da existência da alma ou do além. Ao contrário, ela mostra que a experiência de quase morte tem origem biológica, no cérebro humano. "Não duvido que algumas pessoas vão alegar que o resultado seja uma evidência da existência de vida após a morte. Se alguém acredita nisso, então devíamos concluir que a vida após a morte inclui muitos ratos de laboratório", afirmou.

Se a pesquisa não pode ser encarada como uma prova da vida após a morte, no entanto, também será difícil usá-la para descartar por completo o lado espiritual da experiência. Em uma entrevista concedida ao site de VEJA em 2011, o neurocientista Kevin Nelson, da Universidade do Kentucky, havia previsto que a ciência algum dia iria conseguir descobrir o mecanismo por trás do fenômeno da quase morte. Ele afirmava que, mesmo assim, não seria possível provar a inexistência da alma — isso ficaria a cargo da crença de cada pessoa. “A ciência pode dizer como o cérebro funciona, mas não pode dizer por que ele funciona desse jeito. Mesmo se nós soubéssemos o que faz cada molécula cerebral durante uma experiência de quase morte, ou qualquer outra experiência, o mistério da espiritualidade continuaria existindo. E sempre haverá um espaço para a fé de cada um."



Fonte: Veja
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sábado, 17 de agosto de 2013

Juíza ordena que bebê não se chame Messias: para não afrontar Deus

Uma juíza no Tennessee ordenou que os pais de um bebê chamado Messiah (Messias) troque de nome a fim de não ofender Deus. De acordo com a magistrada, "a palavra Messias é um título e é um título que só uma pessoa merece, e essa pessoa é Jesus Cristo". 

Os pais de Messiah, de 7 meses, não chegaram a um acordo sobre qual deveria ser o novo nome do filho. Então, a juíza Lu Ann Ballew decidiu batizar o menino como Martin DeShawn McCullough, contou a emissora WBIR.

Na decisão, Ballew afirmou que o novo nome "não é mais uma afronta a Deus a aos cristãos".

A magistrada disse ter sido a primeira vez em que ela ordenou a mudança do nome de uma criança. Segundo ela, a decisão foi tomada pelo bem do bebê, especialmente porque ele vai crescer em uma área com grande população cristã.



Fonte: Page not found
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Pastores da Igreja Pingo D’Água são jovens, falam gírias, têm piercings e pregam até em rampas de skate

O encontro deles sempre começa com um bate-papo de “irmão”. Ou de “brother”, “velho”, e até de “rapá”, a critério dos pastores da Igreja Evangélica Pingo D’Água, com sede no conjunto habitacional Cesarão, em Santa Cruz. Só depois dos cumprimentos iniciais, cheios de gírias, é que os religiosos ensinam a principal palavra da noite, a de Deus. Nas reuniões à beira de pistas de skate do bairro e de Realengo, pregam para punks e hippies.

— No início, alguns jovens ficam meio desconfiados, até com um certo preconceito, porque não usamos terno e gravata. Isso é quebrado quando nos veem falando de Deus como nas outras igrejas. Só que de uma forma mais livre — observa o guitarrista da banda Pingo D’Água, Vitor Gabriel, que é missionário e prega na praça do Marco Onze, em Santa Cruz.

Aos 28 anos, o ex-roqueiro prepara-se para a cerimônia em que será consagrado pastor oficial da igreja. E isso desde que chegou lá, há quatro anos, mostrando vocação ao orientar o público a respeitar pai e mãe e autoridades, como guardas de trânsito.

— Deixei minha casa, minha TV, meu computador e vim morar numa barraca aqui. Estava em depressão, bebia e tive contato com drogas — diz.

Vitor chegou com o necessário: o colchão de solteiro e a mala de roupas, que arrumou na barraca armada no descampado da sede da igreja. Lá casou-se e construiu uma casa.

Igreja foi fundada há 9 anos

Com A de amor, P de perdão e O de obediência, o pastor Valmar Neves, de 39 anos, batizou a igreja de Pingo D’Água há nove anos. Fruto do trabalho social com moradores e menores de rua que ele, surfista e skatista, fazia em igrejas como a da pastora Baby do Brasil (sim, ela mesma).

— Pastor Valmar ia criar uma ONG, mas Deus falou para ele fundar a igreja, que é alternativa porque há uma multiforma de culturas — conta Alexander da Silva, o primeiro pastor formado lá, há oito anos.

Sem o curso de Teologia ou algo parecido para o posto de pastor, os líderes fazem treinamentos práticos e com o estudo da palavra de Deus, cada um no seu tempo, segundo conta Alexander.

E o do grafiteiro Tiago da Soledade, o Cety, foi de três anos. Aos 30, ele estuda a Bíblia, com seguidores, sentado no chão das praças de Realengo.

— Não sonhava com isso. Foi acontecendo, as pessoas me reconheciam como pastor antes da minha ordenação — conta.


Estudo da Bíblia com muito reggae e rock


Os fiéis da Pingo D’Água, com seis unidades no Brasil, são “tradicionalistas” como os pastores da igreja, 12 deles no Rio. Nos cultos das praças ou no da sede, onde moram dez cristãos, estão sempre vestidos como manda o figurino. Pastor Tiago, com seu black power, chega de bermuda e camiseta. Vitor, com dez tatuagens, o alargador na orelha e o piercing no nariz. Faixa roxa de jiu-jítsu, pastor Jefferson Nunes, de 24 anos, usa até chinelos.

— Venho pregar assim. Não tem grilo — conta.

O estudo da Bíblia com o público é recheado de canções de reggae, rock e pop. Todas gospel. Muitas vezes executadas pela banda Pingo D’Água, que fez sucesso no meio gospel com o samba “O diabo é maconheiro”. Uma palhinha: “E o inferno é um gigantesco bagulho. E a erva quem é? É você, mané”, diz a letra.

— Pregamos em outro templo que a igreja dos dias de hoje precisa acordar para o povo. E tocamos. O pastor de lá pegou o microfone, nos esculachou e criticou as tatuagens — lamenta pastor Daniel Montenegro, de 27 anos.



Fonte: Extra
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Evangélica da Assembleia de Deus assume homossexualidade e conta como foi acolhida por igreja gay

Simone Queiroz, 46, casou-se duas vezes com homens até descobrir que era homossexual. Evangélica desde criança, foi expulsa da igreja quando se apaixonou por outra fiel. Passou 14 anos lutando contra seus sentimentos e foi a centenas de sessões religiosas para tentar “tirar o demônio do corpo”. Até entender que sua orientação sexual não era um problema e se reencontrar com Deus, junto de sua companheira, em outra igreja.

Só agora consigo ver como fui criada para seguir os padrões da sociedade. Nasci em uma família evangélica e, aos 18 anos, me casei com um homem um ano mais velho. Tivemos uma filha, Ana Carolina, hoje com 24 anos. A experiência de ser mãe foi maravilhosa, mas comecei a perceber que faltava química, a essência de tudo. O pai da minha filha foi meu primeiro homem e, conforme o tempo passou, cheguei à conclusão de que não era aquilo que eu queria – embora não soubesse bem o que era. Estar com ele nunca era legal ou gostoso. Ele era um cara bacana, mas eu fugia dos nossos momentos íntimos. Inventava dor de cabeça. Evitava-o ao máximo. Até que, com três anos de casados, nos separamos. Fui tentar a vida com outro rapaz, com quem tive meu filho Rodrigo, hoje com 19 anos. A experiência foi ainda mais traumática. A culpa não era dele. Eu não sabia exatamente o que se passava, mas já questionava minha orientação sexual. Ficar com aquele homem era tão insuportável que eu, ao sair da maternidade na qual tive o Rodrigo, já não voltei mais para a casa em que morávamos. Nos separamos e, aos 26 anos, me reaproximei da Igreja Assembleia de Deus, aonde também iam meus pais e avós, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Ali me sentia bem e vivi em comunhão com os irmãos de fé por três anos. Até que, durante um culto, conheci a Aline, hoje com 35 anos. Foi amor à primeira vista: nos conhecemos e, dias depois, ela foi à minha casa assistir a dois filmes evangélicos e comer pipoca. Ficamos conversando até tarde, rindo. Ali sentimos algo diferente e nos beijamos. Em 15 dias, assumimos o relacionamento. Com ela, eu me sentia aliviada, completa. Era como se tivesse encontrado a peça do quebra-cabeça que é a vida.

Fomos morar juntas no dia 3 de abril de 1995, e aquilo foi como a explosão de uma bomba atômica. Nossas mães queriam nos separar, temiam que a gente sofresse represálias e até agressões físicas, principalmente dentro da igreja. Sei que não faziam por maldade, mas por zelo. Ninguém podia imaginar que eu, Simone, criada com vestidos cor-de-rosa, pele de oncinha e esmalte, fosse homossexual. Por ignorância, ela temia que eu virasse uma pessoa promíscua, que mudasse de personalidade.

Contamos a duas amigas sobre nossa relação e elas procuraram a mulher do pastor para tentar fazê-la interceder por nós. A intenção foi boa, mas o resultado, horrível. No mesmo dia, no culto noturno, o pastor anunciou para todos os fiéis da igreja que havíamos “caído em pecado”. Ao final da cerimônia, na qual estavam todos os membros, pastores, presbíteros, diáconos, obreiros, ele disse ao microfone que eu (então dirigente de congregação) e a Aline (dirigente do grupo da mocidade) estávamos destituídas de todas as funções dentro da igreja e iríamos para o banco (plateia de fiéis), como um castigo por sermos homossexuais. A partir dali, só poderíamos assistir aos cultos, sem abrir a boca.

Imaginávamos que iríamos sofrer preconceito, mas nunca nesse grau, como pastor falando no púlpito para a igreja lotada. Senti-me humilhada, diminuída, exposta como se fosse uma leprosa. Ouvir aquelas palavras – “de hoje em diante, você não poderá mais adorar, louvar ou pronunciar o nome de Deus” – foi uma dor muito grande, mas não tive reação. Lembro que a Aline estava de um lado e eu de outro, e nossas mães vieram sentar conosco no banco. Nós quatro saímos da igreja e fomos para casa. Do lado de fora, havia neblina e fazia frio, então pensei: “Jesus, acabou tudo para mim. Agora posso morrer”.

Decidimos nos separar. A Aline mandou seus irmãos buscarem as coisas na minha casa e, então, estava tudo acabado.Mas bastaram alguns dias para vermos que não dava para ficar longe. Voltamos a nos encontrar menos de uma semana depois, apesar de nossas mães tentarem impedir. Na mesma semana em que fomos expulsas, nos encontramos às escondidas e assim continuamos até o fim daquele mês de abril. Ou nos víamos em um bairro mais distante ou na minha casa, às escuras. Eu dizia que não ia sair, apagava as luzes e meu filho ia dormir (nessa época, minha filha morava com a avó paterna dela e o Rodrigo, comigo). A Aline falava para a mãe que ia à casa de alguma tia e fugia para a minha. Ali no escuro, dormíamos juntas na sala.

Resolvemos, então, ficar juntas novamente. Pensamos: “Já fomos expulsas da igreja e ‘vamos para o inferno’ mesmo... não temos por que deixar de nos amar. E encaramos tudo e todos novamente. Só que a saudade de Deus batia forte. E, de vez em quando, íamos visitar alguma igreja mais distante, não aquela da qual fomos expulsas. Diziam que estávamos com demônios e, por isso, deveríamos passar por um processo de libertação. Tentamos. Mas a homossexualidade não é demônio nem doença, e por isso não fomos “libertadas”. Íamos às sessões de libertação, que servem para ajudar quem tem vícios ou se prostitui, e o pastor dizia ter expulsado o demônio da gente. Voltávamos para casa, cada uma para um lado, sem se tocar, já que “o demônio havia saído”, mas antes mesmo de dormir a gente se beijava, se abraçava, chorava e orava junto. Esse processo de lutar contra o que sentíamos durou 14 anos. Foi um tempo de muita agonia, questionamento e dúvida até vermos que não estávamos nos libertando de nada. Estávamos, na verdade, vivendo um desespero que nos fazia mal. Decidimos viver o nosso amor e continuar a criar o Rodrigo, que passou a ser filho dela também. Ana Carolina seguiu morando coma avó, mas sempre soube da minha relação e manteve proximidade comigo e com a Aline. Foi quando, há três anos e meio, minha cunhada nos contou sobre a Igreja Cristã Contemporânea, conhecida por ser mais aberta ao público gay. Quando cheguei, um fiel me deu um abraço tão especial, que me emociono até hoje ao lembrar. “Aqui podemos ficar assim, de mãos dadas, estamos na casa de Deus”, pensei. “Agora estou completa: posso adorar a Deus, trabalhar em sua obra e ser quem sou ao lado de quem amo”, disse a mim mesma.

Todas as igrejas deveriam aceitar os homossexuais como são e ler a Bíblia em sua essência. Temos de entender a palavra de Deus. Levar em conta a época em que foi escrita, e não destacar um versículo para esfregar na cara dos outros. Há muitos homossexuais vivendo uma falsa identidade, fingindo ser o que não são. Para se mostrar curado, basta não praticar a homossexualidade, ignorar seu desejo. Basta, então, viver de aparências? Vivi isso na pele: casei com pessoas do sexo oposto e me senti enojada, violentada. Isso é covardia. Por outro lado, da mesma maneira que evangélicos não aceitam gays, vejo como muitos homossexuais não se permitem ser evangélicos. Não foram poucas as vezes que ouvi: “Você acha que sua igreja vai me aceitar do jeito que sou? A Bíblia me condena”. E sempre digo: “Não, Jesus te ama do jeito que você é”. Hoje eu sou feliz porque posso continuar servindo e amando esse Deus e ser quem sou ao lado da Aline. Era o meu grande sonho.



Fonte: Marie Claire
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