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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Mary Schultze: Convertida aos 48 anos de idade, a vida recomeçou para a grande escritora e mulher de Deus!

Mary Schultze nasceu em Crato, Ceará, num claro domingo de sol, chorando muito, como se não desejasse aterrizar no planeta Terra. Mas Deus, eternamente sábio, estava enviando a garotinha de cabelos claros para um propósito específico, permitindo que ela fosse feliz e cumpridora de sua tarefa - alegrar as pessoas com os seus livros de contos e poesias. Foi uma menina extrovertida e aos sete anos de idade, após ter sido alfabetizada pelo pai, começou a ler muitos livros de histórias e logo estava escrevendo contos e poesias, com um estilo muito pessoal. Estudou com afinco e aos 20 anos de idade foi trabalhar numa companhia aérea, pois falava Inglês fluentemente, desde os 17 anos, e logo se firmou como uma eficiente secretária bilíngüe.

Começou a trabalhar aos vinte anos e aos vinte e quatro, veio residir e trabalhar no Rio de Janeiro, na firma inglesa, Mappin & Webb, como Secretária do Diretor. Aos vinte e seis anos conheceu um Químico Industrial alemão de Berlim, Hans Georg Max Paul Schultze, com quem se casou. Ele gerenciava uma firma de essências alimentícias, na Rodovia Washington Luiz, município de Duque de Caxias, RJ.

Mary Converteu-se ao Evangelho do Senhor Jesus Cristo aos quarenta e oito anos de idade. Seu casamento durou 26 anos, até o falecimento do marido, quando Mary ficou com duas filhas, Margarete e Rosemary, dirigindo os negócios do casal. Hoje Margarete, mãe de 3 filhos, reside na Alemanha (lado oriental) e Rosemary, mãe de duas filhas, reside em Teresópolis, RJ.

Seis meses antes de perder o marido, Mary havia ingressado no Seminário Teológico Betel (RJ), onde se esforçou tanto que tirou as melhores notas da turma. O resultado foi o seu 7º livrinho - Amigos em Cristo - para o qual aproveitou muitos trabalhos do Seminário. Este e os seis livros anteriores foram todos distribuídos entre os clientes de sua linha de cosméticos. Como resultado, ganhou algumas almas para Cristo. A Jesus Cristo, nosso Deus e grande Salvador, seja dada toda a glória, hoje e eternamente!

Mary escreveu 16 livros e publicou dez: Cubos de Gelo, Meu Cristo é Poesia, Meu Cristo é a Verdade, Jardim Primavera, Colar de Pérolas, Sou Livre, Amigos em Cristo, A Deusa do Terceiro Milênio, Viajando com Martinho Lutero e Conspiração Mundial em Nome de Deus (os três últimos publicados pela Editora Universal).

Foi micro-empresária durante 36 anos, com a linha de cosméticos Mary Schultze, distribuída em todo o Brasil. Em 1994, depois de vender a micro-empresa, aposentou-se e passou a trabalhar, em Teresópolis (RJ), somente na obra do Senhor Jesus Cristo.

É membro correspondente de seis Academias de Letras, no Brasil, e da International Academy of Letters of England.

Para muita gente, quando alguém se converte no último estágio da vida é um pouco tarde. Mas para Deus a idade cronológica não importa. Nestes 27 anos de vida cristã, Mary tem se dedicado à obra do Rei Jesus. Escreveu mais de 1.000 artigos evangélicos (quase todos já publicados) e algumas poesias.

Traduziu mais de 6.000 páginas, dentre as quais se destacam: “O Próximo Passo”, de Jack Chick, “Por Amor aos Católicos Romanos”, “Escada para o Inferno”, ambos de Rick John, “Os Fatos Sobre a Vida Após a Morte”, de John Anckerberg & John Weldon, “Respostas aos Amigos Católicos”, de Thomas F. Heinz, o “Comentário do Novo Testamento”, de John Wesley; “A Mulher Montada na Besta”, de Dave Hunt; “Fato ou Fraude?” (Protocolos de Sião), de Goran Larsson, e “O Holocausto do Vaticano”, “The Vatican Billions”, “The Vatican in World Politics”, de Avro Manhattan, “O Livro das Respostas’, do Dr. Samuel C. Gipp, “Final Authority” (Autoridade Final), do Dr. William P. Grady, etc. Leu e traduziu parte do livro "Vatican Assassins" de Eric Jon Phelps, do qual tirou algum material para o seu livro "O Vaticano e a União Européia", ainda inédito. Traduziu “Os Doze Profetas Menores”, de George L. Robinson. Traduziu seis livros do teólogo batista, Dr. Peter Ruckman, defensor da Bíblia King James. Traduziu também o livro de Sir Robert Anderson, “The Lord of Heaven”, sobre a Divindade do Senhor Jesus Cristo.

Lecionou Teologia Sistemática e Inglês no Seminário Teológico Serrano, em Teresópolis (RJ). Durante dois anos e meio, Mary trabalhou como secretária, pesquisadora e tradutora de Inglês no Centro de Pesquisas Religiosas, em Teresópolis (RJ), sob a direção do Pr. Paulo Pimentel. A partir daí vem se dedicando, especialmente, à pesquisa sobre o Catolicismo Romano, tema dos seus últimos livros. Tem recebido alguns comentários com elogios sobre o seu trabalho, inclusive do Diretor do Instituto de Pesquisas Bíblicas de Jerusalém (que veio a Teresópolis para conhecê-la) e do Presidente da Editora Trinitariana no Brasil, SP.

Colaborou em 3 jornais (Desafio das Seitas, Folha Universal e O Diário de Teresópolis), e nestes dez anos de dedicação à obra do Senhor, Mary nunca teve tempo de adoecer, porque sua mente continua ativa e o corpo ágil, com o mesmo peso (52 Kg) dos 18 anos. Seu expediente é de 16 horas diárias, num trabalho muito gratificante. Seus maiores objetivos são: ganhar almas para o Senhor Jesus Cristo e ser uma boa avó para os cinco netos.

Na parábola dos trabalhadores na vinha (Mateus 20:1-16), Jesus nos mostra que os que iniciaram o serviço às 17 horas ganharam o mesmo salário daqueles que o haviam iniciado às 6 horas da manhã. Isso quer dizer que a idade cronológica não importa para Deus, mas a qualidade da vida do cristão. Os versículos bíblicos que comandam a vida de Mary são: Romanos 8:28, Filipenses 4:19 e Efésios 3:19-21, que sempre têm funcionado maravilhosamente. Louvado seja o nome do Senhor!

Os últimos livros, ainda inéditos, são: “Compartilhando a Palavra Fiel”; “O Vaticano e a União Européia”; “O Big Brother de Roma”; “Dr. Paisley Contra a Falsidade”; “Os Doze Profetas Menores” (tradução); “Cartas Bereanas” (The Berean Call News Letters - Tradução). , “Movimentos Kakangélicos” e “Os Filhos de Loyola”. Seu livro predileto - “Colar de Pérolas” (Amenidades Evangélicas) - publicado em 1981, foi transformado em apostila; “D. Mariquinha em Prosa e Verso (autobiográfico), “Colar de Lazulitas”; “Colar de Granadas” e "Colar de Topázios Azuis" (Amenidades Evangélicas). Um resumo do livro “Cubos de Gelo” foi agora intitulado “A Nordestina Alemã”.

Seu grande desejo é que esses trabalhos escritos contribuam para alegrar e edificar espiritualmente o povo de Deus, glorificando o nome do nosso Deus e grande Salvador Jesus Cristo, diante de quem todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Ele é o Senhor! (Filipenses 2:10-11.)



Fonte: Centro de Pesquisas Religiosas
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domingo, 3 de julho de 2011

Série Defensores da Sã Doutrina: Leonard Ravenhill

Leonard Ravenhill (1907-1994) foi um evangelista cristão e autor que centrou suas mensagens sobre os assuntos da oração e do reavivamento. Ele é mais conhecido por desafiar a igreja moderna e por seu livro mais notável, “Por Que Tarda o Avivamento?”.

Nascido em Leeds, em Yorkshire, Inglaterra, foi educado em Ravenhill Cliff College na Inglaterra sob o ministério de Samuel Chadwick. Ele era um ávido estudante de história da Igreja e um especialista na área de avivamento. Suas reuniões durante os anos da II guerra mundial, atraiu grandes multidões na Grã-Bretanha, e como resultado, muitos consagraram suas vidas ao Senhor e a vida no ministério cristão e se lançaram nos campos missionários do mundo.

Em 1939, casou com uma enfermeira irlandesa, Martha. Os Ravenhills tiveram três filhos: Paulo, David, e Philip. Paul e David se tornaram ministros do Evangelho, e Philip professor. Em 1959, Ravenhill e sua família mudaram-se da Grã-Bretanha para os Estados Unidos. Na década de 1960 viajavam pelo interior dos Estados Unidos fazendo reuniões evangelísticas em tendas, reuniões de avivamento.

Na década de 1980, Ravenhill mudou-se para uma casa perto Lindale, Texas, a uma curta distância do “ministério dos últimos dias”, do cantor cristão Keith Green. Ele ensinou regularmente aulas nesse ministério e foi um mentor para o falecido Keith Green. Também passou algum tempo ensinando no Bethany College of Missions em Minnesota, e algum tempo em Seguin, Texas.

Entre outros, foram influenciados por Ravenhill, estão Ray Comfort, Gregory Mcnutt, Ravi Zacharias, Tommy Tenney, Steve Hill, Charles Stanley, Bill Gothard, Paul Washer, Dan Brodeur, Sean Cabral Myers, Brett Mullett, e David Wilkerson.

Leonard Ravenhill foi amigo íntimo do pastor e escritor A.W. Tozer, e ele mesmo um escritor prolífico.

Em seus ensinos e livros, Ravenhill pregou sobre as divergências que ele percebeu entre a Igreja do Novo Testamento e a Igreja de seu tempo, e clamava pela adesão aos princípios do avivamento bíblico.

Entrevista com Leonard Ravenhill from O Discípulo on Vimeo.



Fonte: Wikipedia
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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Série Defensores da Sã Doutrina: Clive Staples Lewis

Nascimento, infância e adolescência

Nascido na ilha de Irlanda, Clive Staples Lewis cresceu no meio dos livros da seleta biblioteca particular de sua família, criando nesta atmosfera cultural um mundo todo próprio, dominado por sua fértil imaginação e criatividade. Os seus pais (Albert J. Lewis e Florence A. H. Lewis) eram cristãos anglicanos. Quando Clive tinha três anos decidiu adotar o nome de "Jack", nome pelo qual ficaria conhecido na família e no círculo de amigos próximos.

Quando eram adolescentes, Lewis e seu irmão Warren (três anos mais velho que ele) passavam quase todo o seu tempo dentro de casa dedicando-se à leitura de livros clássicos, e distantes da realidade materialista e tecnológica do século XX. Aos 10 anos, a morte prematura de sua mãe fez com que ele ainda mais se isolasse da vida comum dos garotos de sua idade, buscando refúgio no campo de suas histórias e fantasias infantis.

Na sua adolescência encontrou a obra do compositor Richard Wagner e começou a se interessar pela mitologia nórdica.

Educação

Sua educação foi iniciada por um tutor particular, e mais tarde no Malvern College na Inglaterra. Em 1916, aos 18 anos de idade, foi admitido no University College, em Oxford. Seus estudos foram interrompidos pelo serviço militar na Primeira Guerra Mundial. Em 1918, retornou a Oxford.

Durante a Primeira Guerra Mundial ele conheceu um outro soldado irlandês chamado Paddy Moore, com quem travou uma amizade. Os dois fizeram uma promessa: se algum deles falecesse durante o conflito, o outro tomaria conta da família respectiva. Moore faleceu em 1918 e Lewis cumpriu com o seu compromisso. Após o final da guerra, Lewis procurou a mãe de Paddy Moore, a senhora Janie Moore, com quem estabeleceu uma profunda amizade até à morte desta em 1951. Lewis viveu em várias casas arrendadas com Moore e a sua filha Maureen, facto que desagradou o seu pai. Por esta altura Clive já tinha abandonado o cristianismo no qual fora educado na sua infância.

Ensinou no Magdalen College, de 1925 a 1954, e deste ano até sua morte, em Oxford. Foi professor de Literatura Medieval e Renascentista na Universidade de Cambridge. Tornou-se altamente respeitado neste campo de estudo, tanto como professor como escritor. Seu livro A Alegoria do Amor: um Estudo da Tradição Medieval, publicado em 1936, é considerado por muitos seu mais importante trabalho, pelo qual ganhou o prêmio Gollansz Memorial de literatura. Em Oxford conheceu vários escritores famosos, como Tolkien, T. S. Eliot, G. K. Chesterton (que o ajudaram a voltar à fé cristã) e Owen Barfield.

Vida e obra

Lewis voltou à fé cristã no início da década de 1930. Dedicou-se a defendê-la e permaneceu na Igreja Anglicana (o conhecido téologo evangélico J. I. Packer foi clérigo na igreja onde C. S. Lewis frequentava). Tem sido chamado o porta-voz não oficial do cristianismo, que ele soube divulgar de forma magistral, através de seus livros e palestras, onde ele apresenta sua crença na verdade literal das Escrituras Sagradas, sobre o Filho de Deus, sua vida, morte e ressurreição. Isto foi certamente verdade durante sua vida, mas de forma ainda mais evidente após a sua morte. Foi chamado até de "Elvis Presley evangélico" devido à sua popularidade.

Tornou-se popular durante a II Guerra Mundial, por suas palestras transmitidas pela rádio e por seus escritos, sendo chamado de "apóstolo dos céticos", especialmente nos Estados Unidos. Suas palestras tocavam profundamente seus ouvintes da rádio BBC de Londres. Na sua última palestra denominada "O Novo Homem", Lewis disse: "Olhe para você, e você vai encontrar em toda a longa jornada de sua vida apenas ódio, solidão, desespero, ruína e decadência. Mas olhe para Cristo e você vai encontrá-Lo, e com Ele tudo o que mais você necessita."

Lewis notabilizou-se por uma inteligência privilegiada, e por um estilo espirituoso e imaginativo. "O Regresso do Peregrino", publicado em 1933, "O Problema do Sofrimento" (1940), "Milagres" (1947), e "Cartas de um diabo ao seu aprendiz" (1942), são provavelmente suas obras mais conhecidas. Escreveu também uma trilogia de ficção científico-religiosa, conhecida como a "Trilogia Espacial": "Longe do Planeta Silencioso" (1938), "Perelandra" (1943), e "Aquela Força Medonha" (1945). Para crianças, ele escreveu uma série de fábulas, começando com "O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa" em 1950. Sua autobiografia, "Surpreendido pela Alegria", foi publicada em 1955.

C. S. Lewis morreu em 22 de novembro de 1963, no mesmo dia em que Aldous Huxley morreu, e o presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, foi assassinado. A coincidência serviu como pano de fundo para o livro O Diálogo – Um debate além da morte entre John F. Kennedy, C. S. Lewis e Aldous Huxley, de Peter Kreeft, onde os três personagens, representando o teísmo ocidental (Lewis), o humanismo ocidental (Kennedy) e o panteísmo oriental (Huxley), discutem sobre religião e cristianismo.

Sucesso internacional

É bastante conhecida sua influência sobre personalidades ilustres da nossa época, dentre elas Margaret Thatcher. Seus livros foram lidos pelos seis últimos presidentes americanos, e muitos de seus pensamentos foram citados em seus discursos.

Venderam-se mais de 200 milhões de cópias dos 38 livros escritos por Lewis, os quais foram traduzidos para mais de 30 línguas, incluindo a série completa de Nárnia para a língua russa. Entre 1996 e 1998, quando foi celebrado o seu centenário, foram escritos cerca de 50 novos livros sobre sua vida e seus trabalhos, completando mais de 150 livros desde o primeiro, escrito em 1949 por Chad Walsh: "C. S. Lewis: O Apóstolo dos Céticos". É respeitado até pelos que não concordam com a sua abordagem, inclusive dando nome a um asteróide denominado 7644 Cslewis, descoberto em 4 de novembro de 1988 por Antonín Mrkos.


Fonte: Wikipedia
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Série Defensores da Sã Doutrina: Martin Luther King

Martin Luther King nasceu em Atlanta, em 15 de janeiro de 1929 e faleceu em Memphis, em 4 de abril de 1968. Foi um pastor protestante e ativista político estado-unidense. Tornou-se um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos e no mundo, com uma campanha de não violência e de amor ao próximo. Ele foi a pessoa mais jovem a receber o Prémio Nobel da Paz em 1964, pouco antes de seu assassinato. Seu discurso mais famoso e lembrado é "Eu Tenho Um Sonho".





Em 1955, Rosa Parks, uma mulher negra, se negou a dar seu lugar em um ônibus para uma mulher branca e foi presa. Os líderes negros da cidade organizaram um boicote aos ônibus de Montgomery para protestar contra essa imprudençia a segregação racial em vigor no transporte. Durante a campanha de 381 dias, co-liderada por King, muitas ameaças foram feitas contra a sua vida, foi preso e viu sua casa ser atacada. O boicote foi encerrado com a decisão da Suprema Corte Americana em tornar ilegal a discriminação racial em transporte público.

Depois dessa batalha, Martin Luther King participou da fundação da Conferência de Liderança Cristã do Sul (CLCS, ou em inglês, SCLC, Southern Christian Leadership Conference), em 1957. A CLCS deveria organizar o ativismo em torno da questão dos direitos civis. King manteve-se à frente da CLCS até sua morte, o que foi criticado pelo mais democrático e mais radical Comitê Não-Violento de Coordenação Estudantil (CNVCE, ou em inglês, SNCC, Student Nonviolent Coordinating Committee). O CLCS era composto principalmente por comunidades negras ligadas a igrejas batistas. King era seguidor das ideias de desobediência civil não-violenta preconizadas por Mohandas Gandhi (líder político indiano também conhecido como Mahatma Gandhi), e aplicava essas ideias nos protestos organizados pelo CLCS. King acertadamente previu que manifestações organizadas e não-violentas contra o sistema de segregação predominante no sul dos EUA, atacadas de modo violento por autoridades racistas e com ampla cobertura da mídia, iriam criar uma opinião pública favorável ao cumprimento dos direitos civis; e essa foi a ação fundamental que fez do debate acerca dos direitos civis o principal assunto político nos EUA a partir do começo da década de 1960.

Ele organizou e liderou marchas a fim de conseguir o direito ao voto, o fim da segregação, o fim das discriminações no trabalho e outros direitos civis básicos. A maior parte destes direitos foi, mais tarde, agregada à lei estado-unidense com a aprovação da Lei de Direitos Civis (1964), e da Lei de Direitos Eleitorais (1965).

King e o CLCS escolheram com grande acerto os princípios do protesto não-violento, ainda que como meio de provocar e irritar as autoridades racistas dos locais onde se davam os protestos - invariavelmente estes últimos retaliavam de forma violenta. O CLCS também participou dos protestos em Alabany (1961-2), que não tiveram sucesso devido a divisões no seio da comunidade negra e também pela reação prudente das autoridades locais; a seguir participou dos protestos em Birmingham (1963), e do protesto em St. Augustine (1964). King, o CLCS e o CNVCE uniram forças em dezembro de 1964, no protesto ocorrido na cidade de Selma.

Em 14 de outubro de 1964 King se tornou a pessoa mais jovem a receber o Nobel da Paz, que lhe foi outorgado em reconhecimento a sua naçao e à sua liderança na resistência não-violenta e pelo fim do preconceito racial nos Estados Unidos.

Com colaboração parcial do CNVCE, King e o CLCS tentaram organizar uma marcha desde Selma até a capital do Alabama, Montgomery, a ter início dia 25 de março de 1965. Já haviam ocorrido duas tentativas de promover esta marcha, a primeira em 7 de março e a segunda em 9 de março.

Na primeira, marcharam 525 pessoas por apenas 6 blocos; a intervenção violenta da polícia interrompeu a marcha. As imagens da violência foram transmitidas para todo o país, e o dia ganhou o apelido de Domingo Sangrento. King não participou desta marcha: encontrava-se em negociações com o presidente estado-unidense, e não deu sua aprovação para a marcha tão precoce.

A segunda marcha foi interrompida por King nas proximidades da ponte Pettus, nos arredores de Selma, uma ação que parece ter sido negociada antecipadamente com líderes das cidades seguintes. Este ato tresloucado causou surpresa e indignação de muitos ativistas locais.

A marcha finalmente se completou na terceira tentativa (25 de março de 1965), com a permissão e apoio do presidente Lyndon Johnson. Foi durante esta marcha que Stokely Carmichael (futuro líder dos Panteras Negras) criou a expressão "Black Power".

Antes, em 1963, King foi um dos organizadores da marcha em Washington, que inicialmente deveria ser uma marcha de protesto, mas depois de discussões com o então presidente John F. Kennedy, acabou se tornando quase que uma celebração das conquistas do movimento negro (e do governo) - o que irritou bastante ativistas mais radicais e menos ingênuos.

A partir de 1965 o líder negro passou a duvidar das intenções estado-unidenses na Guerra do Vietnã. Em fevereiro e novamente em abril de 1967, King fez sérias críticas ao papel que os EUA desempenhavam na guerra. Em 1968 King e o SCLC organizaram uma campanha por justiça sócio-econômica, contra a pobreza (a Campanha dos Pobres), que tinha por objetivo principal garantir ajuda para as comunidades mais pobres do país.

Também deve ser destacado o impacto que King teve nos espetáculos de entretenimento popular. Ele conversou com a atriz negra do seriado Star Trek original, Nichelle Nichols, quando ela ameaçava sair do programa. Nichelle acreditava que o papel não estava ajudando em nada sua carreira e que o estúdio a tratava mal, mas King a convenceu de que era importante para o negro ter um representante num dos programas mais populares da televisão.

Martin Luther King era odiado por muitos segregacionistas do sul, o que culminou em seu assassinato no dia 4 de abril de 1968, momentos antes de uma marcha, num hotel da cidade de Memphis. James Earl Ray confessou o crime, mas anos depois repudiou sua confissão. A viúva de King, Coretta Scott King, junto com o restante da família do líder, venceu um processo civil contra Loyd Jowers, um homem que armou um escândalo ao dizer que lhe tinham oferecido 100 mil dólares pelo assassinato de King.

Em 1986 foi estabelecido um feriado nacional nos Estados Unidos para homenagear Martin Luther King, o chamado Dia de Martin Luther King - sempre na terceira segunda-feira do mês de janeiro, data próxima ao aniversário de King. Em 1993, pela primeira vez, o feriado foi cumprido em todos os estados do país.


Fonte: Wikipédia
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Série Defensores da Sã Doutrina: Paul Washer

Paul David Washer (nascido em 1961) é diretor da Sociedade Missionária HeartCry que apóia o trabalho missionário indígena. Ele também é um pregador sulista batista itinerante. As pregações de Paul tendem a ter um foco particular no Evangelho, o foco da doutrina da certeza da salvação, e ele frequentemente fala contra práticas como a chama do altar, a oração do pecador, e o crescimento da Igreja.

Paul citou grandes nomes como influência, tais como: George Muller, John Piper, Jonathan Edwards, George Whitefield, Charles Spurgeon, Leonard Ravenhill, John Wesley e AW Tozer, entre outros. Ele tem aparecido com frequência no rádio e na televisão cristã norte-americana para discutir o Evangelho.

Paul se tornou um cristão enquanto estudava para se tornar um advogado de petróleo e gás da Universidade do Texas. Após a formatura, ele entrou para o Southwestern Baptist Theological Seminary e obteve um Mestrado em Divindade. Ele então se mudou para o Peru para se tornar um missionário e ficou por lá por 10 anos. Foi nesse período durante o qual fundou a Sociedade Missionária HeartCry para apoiar plantadores peruanos de Igreja. O trabalho da HeartCry agora suporta mais de 80 missionários indígenas em 15 países diferentes na Europa Oriental, América do Sul, África, Ásia e Oriente Médio. Passados 10 anos no Peru ele retornou aos Estados Unidos. Hoje, reside em Washer Radford, Virginia , onde vive com sua esposa e três filhos.








Fonte: Wikipédia
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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Billy Graham

Nascido em 7 de novembro de 1918, quatro dias antes do “cessar-fogo” no final da Primeira Guerra Mundial, William F. Graham cresceu em uma fazenda em Charlotte, na Carolina do Norte, Estados Unidos.

Crescendo durante a “Depressão”, ele aprendeu o valor do trabalho duro na fazenda da família, mas também encontrou tempo para investir muitas horas no celeiro lendo livros sobre uma grande variedade de assuntos.

No outono de 1934, aos 16 anos, Billy Graham fez um compromisso pessoal com Cristo através do ministro da Ordem Mordecai, um evangelista viajante, que visitou Charlotte para uma série de reuniões de avivamento. A partir daí, se dedicou ao estudo da Palavra, buscando viver em intimidade com Deus. Ordenado ao ministério em 1939, por uma igreja da Convenção Batista do Sul dos EUA, Graham obteve uma sólida formação nas Escrituras no Instituto Bíblico da Flórida, o atual Trinity College. Em 1943 ele se graduou pela Wheaton College, em Illinois, e se casou com sua colega Ruth McCue Bell que, por ser filha de um missionário e cirurgião, passou os primeiros 17 anos de sua vida na China.

Após a faculdade, Graham pastoreou a Primeira Igreja Batista em Western Springs, Illinois, antes de se juntar a Youth for Christ (Juventude por Cristo), uma organização fundada para ministrar aos jovens militares durante a Segunda Guerra Mundial. Ele pregou pelos EUA e Europa no pós-guerra, emergindo como um promissor jovem evangelista.

“Meu único propósito na vida é ajudar pessoas a encontrar um relacionamento pessoal com Deus, o qual, eu acredito, vem através do conhecer Cristo”.

Essas palavras, do próprio Billy Graham, conseguem resumir os objetivos de seu ministério evangelístico. Ele tem pregado o Evangelho a mais pessoas em audiências ao vivo que qualquer outra pessoa na história – mais de 210 milhões de pessoas em mais de 185 países e territórios – através de várias reuniões, incluindo a Missão Mundial e Missão Global.

Além disso, centenas de milhões, têm sido alcançadas através da televisão, vídeos, filmes e Internet.

Em 1949, aos 30 anos, Billy Graham realizou a Cruzada de Los Angeles. Marcadas para três semanas, as reuniões se estenderam por mais de oito semanas, com superlotação de pessoas enchendo a tenda montada no centro da cidade todas as noites. Essa Cruzada o lançou em projeção internacional e até hoje ele tem levado milhares de pessoas a fazerem uma decisão pessoal de viver para Cristo, sendo esse o principal impulso de seu ministério.

Muitas das suas cruzadas subseqüentes foram semelhantemente estendidas, incluindo uma em Londres, com duração de 12 semanas, e a de Nova York, no Madison Square Garden, em 1957, que aconteceu todas as noites por 16 semanas.

Hoje, aos 85 anos, Billy Graham e seu ministério são conhecidos mundialmente. Ele já pregou em vilas remotas na África e no coração da cidade de Nova York e seu ministério tem atingido desde chefes de Estado até simples moradores de bosques da Austrália e as tribos nômades da África e Oriente Médio.

Desde 1977, Graham tem concordado com a oportunidade de conduzir missões para pregação virtualmente em todos os países do antigo Bloco Leste Europeu, incluindo a antiga União Soviética.

Em 1950, fundou a Associação Evangelística Billy Graham (BGEA, em inglês), com sede em Minneapolis, Minnesota, até mudar-se para Charlotte, Carolina do Norte, em 2003.

Através da Associação, ele conduz seu ministério, que inclui: o programa de rádio semanal “Hour of Decision”, transmitido ao redor do mundo aos domingos por mais de 50 anos; cruzadas especiais para televisão que são transmitidos regularmente em horário nobre na maioria dos mercados nos EUA e Canadá, cerca de seis vezes por ano; uma coluna de jornal, “My Answer”, presente em jornais nacionais e internacionais.

A revista “Decision Magazine”, é a publicação oficial da Associação, com circulação de mais de um milhão de exemplares, e está disponível em versões em inglês e alemão, além de edições especiais em Braille e em fitas cassete para deficientes visuais.

Outro ministério desenvolvido por Graham é a World Wide Pictures, produtora de filmes evangélicos que conta com mais de 125 produções, a tornando uma das principais no segmento. Os filmes têm sido traduzidos em 38 idiomas e são vistos por mais de 250 milhões de pessoas no mundo todo e, por baixo preço, são providenciadas amostras em prisões e centros de reabilitação nos Estados Unidos.

Fonte: Vida no Trono
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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Com 91 anos e muitos problemas de saúde, Billy Graham quer pregar um novo sermão

Já há alguns anos, o famoso evangelista norte-americano Billy Graham está lidando com uma série de males em sua saúde, mas seu porta-voz, A. Larry Ross, disse que, mesmo assim, ele quer pregar novamente. “Com 91 anos de idade, Graham percebe que esse é possivelmente um ano importante na sua vida. Ele está tentando fazer valer cada dia sabendo que um dia vai se juntar à sua mulher Ruth no Céu”, disse Ross.

Embora Graham tenha expressado seu desejo de pregar um novo sermão, Ross disse que o dia e o local ainda não foram definidos.

Membros da família de Graham mencionaram que o evangelista poderá ou gravar seu último sermão para depois distribuí-lo ou, se a saúde permitir, pregar no próximo ano à frente de uma platéia ao vivo no Bank of America Stadium, em Charlotte, Carolina do Norte. “É encorajador ver que ele permanece disposto, atento e comprometido com o seu chamado ao longo da vida”, acrescentou Ross.

O evangelista tem ficado fora do olhar do público nos últimos dois anos devido a problemas relacionados à saúde que o impediram de pregar nos últimos cinco anos. No entanto, ele continuou envolvido na elaboração de projetos, bem como nas orações pela Associação Evangelística Billy Graham. No mês passado, ele se reuniu com o presidente Barack Obama em sua casa, em Carolina do Norte.

Após 55 anos de pregação em todo o mundo, Graham realizou a sua última cruzada evangelística em junho de 2005 em Flushing Meadows Park, em Nova York. A sua última aparição foi no Festival da Esperança 2006, com seu filho Franklin, em Nova Orleans, evento realizado em prol da recuperação da cidade pelos efeitos devastadores da passagem do furacão Katrina.

No total, Billy Graham pregou para mais de 210 milhões de pessoas em mais de 185 países e atingiu outras milhões de pessoas através da televisão e da Internet. O evangelista tem sido regularmente citado pela organização Gallup como um dos “Dez mais admirados homens no mundo”.

Billy Graham é, ainda hoje, um dos mais conhecidos pastores protestantes dos Estados Unidos e do mundo.

Fonte: CPAD News
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Série Defensores da Sã Doutrina: Russell Shedd

Russell Philip Shedd é um dos maiores “pensadores” da igreja na atualidade. Nasceu na Bolívia, onde seus pais, Leslie Martin e Della Johnston eram missionários entre os índios. Foi criado nos Estados Unidos e tem passagem por diversos outros países como Alemanha, Inglaterra, Portugal, Escócia etc, onde estudou, ministrou palestras ou desenvolveu algum trabalho na obra de Deus. Formou-se em teologia no ano de 1949 pelo Wheaton College, fez mestrado em estudos do novo testamento no Faith Seminary, em Philadephia e aos 25 anos adquiriu o título de Ph.D em Novo Testamento pela Universidade de Edimburgo na Escócia. Casou-se em 1957, e teve 5 filhos. Lecionou na Faculdade Teológica Batista de São Paulo. Fundou a Editora Vida Nova há mais de 40 anos e atualmente é consultor da Shedd Publicações.

Dr. Russel Shedd é também missionário da Missão Batista Conservadora no Sul do Brasil desde 1962. Tem colocado seu pensamento a disposição do público através da boa literatura que não pode faltar na biblioteca de um bom leitor.

Entre suas obras publicadas estão: A Justiça Social e a Interpretação da Bíblia, Disciplina na Igreja, A Escatologia do Novo Testamento, A Solidariedade da Raça, Justificação, A Oração e o Preparo de líderes cristãos, Fundamentos Bíblicos da Evangelização, Teologia do Desperdício e Criação e Graça: reflexão sobre as revelações de Deus. Além disso, Russel Shedd se notabilizou mormente pelos comentários da Bíblia que leva seu nome na capa: Shedd.

Shedd defende a autoridade suprema e inspirada da Bíblia, sendo esta a única revelação fidedigna de Deus, pelo que postula que "a Bíblia é a palavra de Deus".

Fonte: Refletir e Wikipedia
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Série Defensores da Sã Doutrina: Ricardo Gondim

Ricardo Gondim é pastor da Igreja Betesda de São Paulo e presidente da Convenção Nacional da denominação. Presidente do Instituto Cristão de Estudos Contemporâneos.

Gondim é casado com Silvia Geruza Rodrigues, pai de três filhos - Carolina, 29; Cynthia, 27; e Pedro, 19 - e avô de Gabriela, Felipe e Felipe Naran. Nascido em 1954, em Fortaleza, Ceará, é formado em Administração de Empresas. Viveu nos Estados Unidos onde obteve formação teológica no Gênesis Training Center em Santa Rosa, Califórnia. Ministra palestras e conferências.

É colunista das revistas evangélicas "Ultimato" e "Enfoque Gospel". Como escritor, Gondim é autor de livros como "O Evangelho da Nova Era", "Santos em Guerra", "Saduceus e Fariseus", "Creia na Possibilidade da Vitória", "É Proibido" - obra indicada ao prêmio Jabuti, de literatura brasileira -, "Artesão de uma Nova História", "Como vencer a Inconstância", "A presença imperceptível de Deus", "Do Púlpito 5", "O que os evangélicos (não) falam", "Creio, mais tenho dúvidas", e "Sem perder a Alma", o mais recente.´

Ele não se vendeu aos movimentos modernos cristãos, não mudou seu discurso com medo de perder membros e não mudou para vender melhor seus discursos. Ele continua crítico, filósofo e firme.

Gondim é mais que um pregador; ele é um pensador. E a igreja não gosta de pessoas que pensam. A igreja prefere pessoas que sejam simplesmente manipuláveis, enganáveis. Quando surge um pensador, um “herege”, como o chamam, os líderes manipuladores buscam um meio de atacá-lo e depreciar sua imagem. E isso é acentuado com Gondim, que não tem medo de citar denominações evangélicas que buscam lucrar com a fé cristã.

Gondim prega – biblicamente baseado - que o cristão não será nem mais nem menos amaldiçoado se ele der o dízimo; que ser dizimista não influenciará sua vida com Deus. Imagina o quanto essa pregação não perturbou os líderes que visam lucrar com os dízimos dos evangélicos e pregadores que cobram para pregar?

“Eu tenho sido atacado, tanto na internet como na igreja, por líderes que temem pensadores por causa do que prego. E quando falo “líderes”, não são de congregaçõezinhas de bairro. Tenho sido perseguido por apóstolos e certos pregadores dos Gideões. Homens que buscam religiosidade cega para doutrinar e “encabrestar” seus seguidores. Homens que pulam, gritam e sapateiam sobre púlpitos, a título de manifestação divina, simplesmente porque não sabem ensinar. Falam o que o povo quer ouvir e recebe o dinheiro deles em troca. São um câncer para a igreja e têm levado o cristianismo no Brasil a falência. Hora de darmos a volta por cima.

A Igreja precisa de homens como Ricardo Gondim, que não tem medo de dar a cara a tapa, que pregam uma verdade doída, mas real. Que ensina ao invés de gritar, que faz refletir ao invés de cegar, que abre horizontes ao invés de tirá-los de seus seguidores. Me lembra Lutero sendo chamado de herege pelo corrompida igreja católica. Hoje, a corrompida igreja evangélica o chama de herege e amanhã ele será lembrado como reformista do cristianismo no Brasil.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Série Defensores da Sã Doutrina: Paulo Romeiro

Bacharel em Jornalismo pela Universidade Brás Cubas de Mogi das Cruzes, SP, (1978). Em janeiro de 1979, cursou a Escola de Ministério, sob o patrocínio do World Evangelism, com sede em San Diego, Califórnia, EUA. O curso reuniu mais de 500 pessoas de 37 países diferentes. A possibilidade de troca de informações foi enorme e constante. Conheceu muitos preletores diferentes, desde a ala evangélica conservadora norte americana até aos carismáticos mais extremados.

Ainda em 1979, nos EUA, matriculou-se no programa de Pós-Graduação de Mestrado em Teologia pela Melodyland School of Theology (MST), uma escola teológica de linha carismática, concluindo o curso em 1982.Também cursou o Gordon-Conwell Theological Seminary em Boston, Massachusetts, um seminário com mais de 100 anos de tradição, onde concluiu o Mestrado em Teologia, em 1987. Em 11 de abril de 1984, foi ordenado pastor pelo Southern California District Council of the Assemblies of God (Concílio Distrital das Assembléias de Deus do Sudeste da Califórnia), EUA.

Desenvolveu trabalhos evangelísticos em diferentes países como Nigéria, México, Guatemala, El Salvador e Estados Unidos e em vários países europeus. Durante os sete anos que permaneceu nos Estados Unidos, estudou apologética sob a égide do Dr. Walter Martin, renomado apologeta e autor da obra The Kingdom of the Cults (O Império das Seitas), um clássico sobre os novos movimentos religiosos. O Dr. Walter Martin foi também o fundador do Christian Research Institute (Instituto Cristão de Pesquisas) nos Estados Unidos.

A partir de 1989 começou a pesquisar um movimento importado dos Estados Unidos denominado Teologia da Prosperidade, que se espalhava rapidamente pelo Brasil. Em resposta a esse fenômeno, surgiu o seu primeiro livro intitulado SuperCrentes: O evangelho segundo Kenneth Hagin, Valnice Milhomens e os Profetas da Prosperidade, publicado pela Editora Mundo Cristão em 1993. Este livro tornou-se um best-seller no mundo evangélico.

Logo em seguida, escreveu Evangélicos em Crise: Decadência Doutrinária na Igreja Brasileira, publicado pela mesma editora, em 1995. Nele, tratou de várias questões que afetavam e continuam afetando o mundo evangélico, tais como batalha espiritual, a demonologia neopentecostal, a problemática dos milagres, o estabelecimento de datas para o retorno de Cristo, o envolvimento dos evangélicos com a política partidária e questões éticas. Grande parte da informação publicada foi resultado de constantes pesquisas de campo.

Em 2005 publicou Decepcionados Com a Graça: Esperanças e Frustrações no Brasil Neopentecostal, também pela Editora Mundo Cristão. Nesta obra aborda com detalhes, o processo que se inicia na atração de fiéis e culmina em decepções que, não raro, afugentam definitivamente milhares de pessoas das Igrejas.

Posiciona historicamente este fenômeno e propõe um modelo eclesiológico que resgate a esperança e o sentido bíblico da graça de Deus, fortes pilares da fé cristã. Escreveu Desmascarando as Seitas, em parceria com Natanael Rinaldi. O livro foi publicado pela CPAD (Casa Publicadora das Assembléias de Deus) e trata dos novos movimentos religiosos como Testemunhas de Jeová, Mormonismo, Seicho-no-Iê, Igreja Messiânica Mundial e outros.

Como conseqüência da publicação dessas obras, houve uma grande demanda por conferências, pois as igrejas e instituições teológicas procuravam mais informações. Assim, viajou intensamente, realizando seminários, participando de programas de rádio e TV, dando entrevistas para jornais e revistas sobre tais assuntos.

Em 1997, fundou uma organização denominada AGIR (Agência de Informações Religiosas) a fim de dar prosseguimento ao trabalho de pesquisa sobre religiões e crenças em geral. Em março de 2004, recebeu o título de Doutor (Ph.D) em Ciências da Religião pela Umesp (Universidade Metodista de São Paulo). É o fundador e pastor presidente da Igreja Cristã da Trindade, localizada na Avenida Jabaquara, no 2461, junto da estação Metrô São Judas, na cidade de São Paulo. Tem realizado simpósios sobre religiões e discernimento bíblico em igrejas e instituições teológicas desde 1983, no Brasil e no exterior, além de seminários para líderes de diferentes denominações sobre discernimento doutrinário.

Colabora também com a mídia secular, tanto nacional quanto internacional (Rádio e TV BBC de Londres, Revista Povos, entre várias) fornecendo informações para os principais órgãos da mídia escrita sobre os novos movimentos religiosos. Muitos de seus artigos já foram publicados em revistas e periódicos evangélicos.

É diretor e apresentador do programa "Um Toque de Deus" na Rádio Musical FM 105,7, na capital, São Paulo, juntamente com outros pastores da Igreja Cristã da Trindade e colaboradores da AGIR.

É professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo.

Casado com Simone, tem dois fillhos: Alyne e Adryel.

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Série Defensores da Sã Doutrina: Augustus Nicodemus

Augustus Nicodemus Gomes Lopes é paraibano e pastor presbiteriano. É considerado um dos grandes teólogos brasileiros de linha conservadora. É casado com Minka Schalkwijk, tem quatro filhos: Hendrika, Samuel, David e Anna.

É bacharel em teologia pelo Seminário Presbiteriano do Norte (Recife), mestre em Novo Testamento pela Universidade Reformada de Potchefstroom (África do Sul) e doutor em Interpretação Bíblica pelo Westminster Theological Seminary (EUA), com estudos no Seminário Reformado de Kampen (Holanda). Foi professor e diretor do Seminário Presbiteriano do Norte (1985-1991), professor de exegese do Seminário JMC em São Paulo, professor de Novo Testamento do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper (1995-2001), pastor da Primeira Igreja Presbiteriana do Recife (1989-1991) e pastor da Igreja Evangélica Suiça de São Paulo (1995-2001).

Atualmente é chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie e pastor auxiliar da Igreja Presbiteriana de Santo Amaro. É autor de vários livros, entre eles O Que Você Precisa Saber Sobre Batalha Espiritual (CEP), O Culto Espíritual (CEP), A Bíblia e Sua Familia (CEP) e A Bíblia e Seus Intérpretes (CEP).

Sua linha de interpretação segue o método gramático-histórico em oposição ao método histórico-crítico de interpretação. Em sua avaliação de natureza neopuritana, argumenta que a infalibilidade das escrituras dá-se apenas nos originais.

Acredita no fim da revelação divina através de dons espirituais como profecia, bem como não acredita na manifestação de línguas estranhas como sinal de atuação do Espírito Santo para os dias modernos. Por esse motivo, é considerado por escritores pentecostais como cessacionista e elitista em sua interpretação das Escrituras. Ele também aborda questões práticas como família, missões, santificação e plenitude do Espírito, culto e guerra espiritual.

Augusto Nicodemus juntamente com Solano Portela e Mauro Meister, escreve para o excelente blog Tempora, O Mores que é um dos blogs mais visitados do país.

Possui uma postura firme contra os ensinamentos dos teólogos liberais como também refuta com veemência as espúrias doutrinas da confissão positiva.

Fonte: Wikipedia, Blog do Pr. Renato Vargens
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