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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

"Os gays que inventem outro nome para a união deles", diz pastor Silas Malafaia

Silas Malafaia concede a entrevista aos gritos. Pivô da mudança no programa de governo de Marina Silva (PSB), o pastor da Assembleia de Deus ataca o ativismo gay e se irrita com as perguntas do La Urna. No fim da conversa, adianta que votará justamente em Marina no segundo turno – no primeiro, seu voto é do Pastor Everaldo (PSC).

La Urna – Por que os homossexuais o incomodam tanto?
Silas Malafaia – Em uma sociedade livre, as pessoas têm o direito de basear suas convicções políticas em qualquer tipo de raciocínio. Seja em Karl Marx, seja em Platão ou em Jesus Cristo. Não tenho problema com os homossexuais, e sim com o ativismo gay. É o grupo mais intolerante da pós-modernidade. Eles querem criminalizar a opinião.

Querem criminalizar a homofobia, não?
Não, não, vamos devagar, amigo. Homofobia é uma doença classificada pela psiquiatria na qual o indivíduo quer matar e destruir o homossexual. Eles querem criminalizar a opinião, não suportam o contraditório. Homossexualismo é comportamento, ninguém nasce gay. Então, vamos legalizar tudo que é comportamento! O ser humano que tem relação com cachorro, vamos legalizar! A prática do homossexualismo é pecado. A Bíblia é clara.

Mas a Bíblia deve ser interpretada literalmente? Porque o livro também prega, por exemplo, que um escravo “será castigado com muitos açoites” (Lucas, 12:47) sempre que desobedecer o seu senhor. Só que a escravidão…
(Interrompendo) Que que você tá citando a Bíblia, querido? Ah, você agora vai me ensinar a Bíblia? Ah, não, não, não! Querido, deixa eu te ensinar. Você não pode isolar um trecho da Bíblia, não faça essa estupidez, amigo! Quer falar da Bíblia? Quer falar da Bíblia? A Bíblia condena de ponta a ponta a prática homossexual, no Antigo e no Novo Testamento. Você quer dizer que Karl Marx vale mais do que Jesus?

Não estou me posicionando politicamente…
O senhor está defendendo o que os gays dizem! O senhor está questionando as minhas crenças e favorecendo, no seu discurso, a posição deles. Vocês são fundamentalistas, não querem aceitar a nossa opinião. Se é para todo mundo ter uma única opinião, então estamos na ditadura da opinião, e não na liberdade da expressão. Imagine alguém perseguindo você para calar a sua voz!

Os homossexuais não se sentem perseguidos também?
O Supremo Tribunal Federal já garantiu a união deles no canetaço, não houve nem discussão democrática. Vocês, jornalistas, que brigam pela democracia, não falaram nada. Foi na caneta! Vergonha! Na caneta! Agora, eles que inventem outro nome para a união deles – casamento, é homem e mulher. Queridão, a espécie humana provém da família tradicional. Esse negócio de união civil é papo, rapaz! Eles querem é o casamento.

Por que Marina Silva cedeu à pressão do senhor?
Ela fez alterações por causa do povo cristão, que é maioria no Brasil. Eu apenas interpreto o pensamento de grande parte do povo cristão. E agora, na maior das hipocrisias, Dilma vem dizer que é a favor da criminalização da homofobia. Teve quatro anos para dizer isso, o PT teve 12. A mulher está me perseguindo, quer me destruir com a Receita Federal, e diz agora que apoia a igreja? Vai ver se eu tô na esquina!

O senhor apoia o Pastor Everaldo. Mas votará em quem no segundo turno?
Se a Marina for, vou entrar de cabeça para ajudá-la. Porque o PSDB já teve uma bela oportunidade de governar. E chega de PT. Se Marina não tivesse voltado atrás, eu teria arregaçado em cima dela! Agora, anota aí, irmãozão: se ela for para o segundo turno, 95% dos evangélicos vão votar nela.





Fonte: ClicRBS
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domingo, 7 de setembro de 2014

‘Dilma e o PT acham que pastor é otário e evangélico é idiota’, diz Pastor Silas Malafaia

Em entrevista ao GLOBO, líder religioso confirma apoio para Marina Silva em um provável segundo turno

Em entrevista ao GLOBO, o pastor Silas Malafaia confirma que vai apoiar Marina Silva (PSB) em um provável segundo turno, se ela não “levar logo agora”. O líder religioso também afirmou que a presidente Dilma Rousseff e o PT estão dando um “tiro na cabeça” ao tentarem agradar segmentos diversos da sociedade e desafia os ativistas pelas causas homossexuais a elegerem mais deputados do que os evangélicos. Na manhã desta terça-feira, Malafaia publicou seu apoio a Marina Silva, no segundo turno, em sua conta pessoal no Twitter.

O senhor declarou que vai apoiar o Pastor Everaldo (PSC) no primeiro turno e Marina Silva (PSB) no segundo. Por que apoiar Marina somente em um segundo momento?

Se duvidar, nem vai para o segundo turno. Marina leva logo agora. Quem for contra a Dilma, eu também sou. Sou amigo do Everaldo há 30 anos, sou um homem de palavra, meu voto é dele. Mas quem deve ir para o segundo turno é Marina. Por isso, meu voto é dela em outro momento.

O que o senhor achou da mudança do programa de Marina?

Veja quem são os incoerentes. O programa da Marina não contempla tudo que acredito. Só porque eles fizeram uma correção, os ativistas gays falaram que não vão apoiar. Eles que são intransigentes. Ideologicamente, tudo o que ativismo gay for a favor, eu sou contra. Quem é que trouxe o debate? Chamem Aécio, Dilma e Marina e eu desafio que eles tenham lido seus programas inteiramente. Delegaram para suas equipes. O PSB-LGBT ficou responsável por essa parte e exageraram. Aí, provavelmente, voltaram para discussão do grupo e foi modificado. Ainda assim, os direitos para os gays lá (no programa de Marina) ainda estão grandes e eu não concordo com eles. O programa dela não tem nenhuma linha do pensamento cristão mas tem dez para os gays. Os intolerantes são eles. Quem não quer dialogar são eles (os ativistas gays).

E sobre o anúncio de que a presidente Dilma Rousseff prometeu expandir os benefícios da Igreja Católica para as evangélicas?

Estão dando tiro e vão acertar a cabeça deles mesmos. Acendem uma vela para Satanás e uma para Deus. Olha a incoerência: querem retomar a PLC 122 (projeto que criminaliza a homofobia). Ele já foi discutido e foi demonstrado o monte de aberração jurídica que existe nele. Depois que conseguimos derrubar isso, querem retomar? O PT não fez isso nesses 12 anos de governo. Anunciam que vão retomar este projeto e ao mesmo tempo prometem benefícios para as igrejas evangélicas? Dilma e o PT acham que pastor é otário e evangélico é idiota. Vão tomar um surra histórica nessas eleições. Covardes. Hipócritas. É o poder pelo poder.

O senhor virou uma figura central nessas eleições...

Não sou falso humilde e nem penso que sou “o cara”. Minhas opiniões são as mesmas que grande parte da população mas isso não quer dizer que eu a represento. Cerca de 25% a 27% da população é evangélica, segundo dados do IBGE de 2010. Os católicos praticantes, que nestes temas que defendo pensam iguais a nós, são mais de 20%. Já deu a maioria. Marina não é minha candidata. É candidata do povo. Eu interpreto o pensamento dessa maioria.

A campanha está se tornando moral?

O maior escândalo de corrupção é do PT. Então é moral! Deste ponto de vista, é moral! É o esgotamento de poder de um partido político. Repito: quem for contra a Dilma, eu também sou contra. Pode ser Marina, Aécio, Everaldo, Levy... Só se for Dilma contra Luciana Genro que voto nulo.

O que te agradou na candidatura de Marina?

A postura de Marina. A Marina diz que não é candidata para reeleição mas para deixar um legado. Ela não pode mentir depois. Outra coisa é o fato dela não negar o passado. Quer dizer que o PSDB e o PT não fizeram nada de bom? Fizeram. Não tem como ter distribuição de renda sem estabilidade econômica.

O posicionamento dos candidatos em relação a essas questões pode definir a eleição?

Em uma sociedade livre, as pessoas podem buscar suas convicções políticas em qualquer lugar. Essa ideia, por exemplo, de estado laico, que nós apoiamos, é um jogo muito malandro da esquerda. Nosso modelo ocidental é judaico-cristão. Tudo nele é judaico-cristão. Uma coisa é a religião, outra coisa é a ideologia. É um jogo ideológico de oposição poderoso. Quem disse que Marx é melhor que Jesus? Nós vamos eleger a maior bancada evangélica da história. Os ativistas gays que elejam seus representantes para que estas questões sejam discutidas lá (no Congresso).




Fonte: O Globo
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domingo, 22 de junho de 2014

Escritor e psiquiatra Augusto Cury lança bíblia de estudo e diz ser um “cristão sem fronteiras”

O psiquiatra e escritor Augusto Cury, conhecido por seus livros de sucesso, vai lançar uma bíblia de estudo: a Bíblia King James Atualizada “Freemind”, pela Editora Abba Press. O evento de lançamento vai ocorrer no dia 05 de julho, na Igreja Batista do Morumbi, em São Paulo (SP). 

Além da clássica versão King James, a Bíblia também traz cerca de 200 páginas com a tese de doutorado de Augusto Cury, chamada de “Freemind – Mentes Livres” com 24 princípios básicos, além de reflexões, exercícios e dinâmicas, que podem ser praticadas em grupo ou individualmente. A metodologia traz ferramentas psicossociais que auxiliam os usuários de drogas/álcool a lidar com suas mentes.

Na entrevista a seguir, Augusto Cury admite que já foi “um dos maiores ateus que pisou nesta terra. Mas depois de estudar a personalidade de Jesus sob o crivo da ciência, percebi claramente que ele não cabe no imaginário humano. Tornei-me um cristão sem fronteiras”.

1. Como a psiquiatria pode contribuir para uma leitura mais profunda da Bíblia? E como a Bíblia pode contribuir para um olhar mais maduro da psiquiatria? É possível fazer a relação entre as duas?

A psiquiatria é uma área nobre da medicina que estuda a mente humana e procura tratamentos científicos para os transtornos psicológicos. Importantes descobertas da ciência chegaram à conclusão de que na base de muitas doenças psiquiátricas, há, além de fatores genéticos e predisposições familiares, causas relacionadas à falta de proteção emocional, crise no gerenciamento da mente, traumas, perdas, sofrimento por antecipação, conflitos na relação entre pais e filhos e entre casais.

Mais de três bilhões de pessoas, mais da metade da população mundial, cedo ou tarde desenvolverão uma doença psíquica. E elas não escolhem cor, raça, religião, cultura. E a minoria vai se tratar. E o tratamento é caro. Por isso desenvolvi o “Freemind” e o estou disponibilizando gratuitamente. Embora as editoras que o publiquem, como a Aba Press, tenham seus custos e necessitem cobrar pelos livros, mas eu não recebo literalmente nada, a não ser o prazer em contribuir com a humanidade. 

Aprender a doar-se sem esperar o retorno, entender que por detrás de uma pessoa que fere há uma pessoa ferida, colocar-se no lugar dos outros, nunca exigir o que os outros não podem dar, aprender a arte de perdoar e de se perdoar, contemplar o belo e conquistar aquilo que o dinheiro não compra, são ferramentas psicológicas fundamentais que constam tanto da psicologia moderna como do pool de ferramentas que Jesus, como o Mestres dos mestres, ensinou e trabalhou amplamente em seus discípulos. O Freemind aborda todas essas técnicas. 

Essas ferramentas também constam do programa EI (escola da inteligência) para prevenir ansiedade e outros transtornos emocionais e desenvolver a inteligência socioemocional das crianças. Eu não apenas renunciei aos direitos autorais do Freemind, mas também aos direitos do programa EI. O Freemind é para os adultos e a EI é para entrar na grade curricular das escolas das crianças e adolescentes. Pais e diretores de escolas deveriam conhecê-lo com urgência. É como uma vacina emocional. 

Como toda vacina nenhuma é 100% segura, mas pode ser extremamente útil. Seu filho sabe proteger a emoção e lidar com a ansiedade? Tem autoestima sólida e sabe se colocar no lugar dos outros? Pense nisso e acesse contato@escoladainteligencia.com.br. Quem quiser acessar o Freemind, além da versão King James, acesse o site do escritor.

2. Muitos relacionam a religião com fanatismo e, consequentemente, com desequilíbrios emocionais e mentais. Que contribuições o Cristianismo poderia dar para nossa saúde mental e emocional?

O fanatismo, o radicalismo, a rigidez, a necessidade neurótica de estar sempre certo, são sintomas de doenças psíquicas. Se as religiões e as ciências humanas tivessem estudados as ferramentas psicológicas que Jesus utilizou na educação da emoção dos seus alunos ou discípulos, a humanidade não seria a mesma. Por exemplo, no exato momento em que Judas o traiu, ele não fechou as janelas do seu cérebro e, portanto, não reagiu por instinto, condenando e excluindo seu traidor. Ao contrário, para espanto da psiquiatria e psicologia, Jesus abriu as janelas da memória e deu uma resposta bombástica que retirou Judas das fronteiras das janelas Killer ou traumática. Como digo no livro “Felicidade Roubada, o Mestre dos mestres” abriu o circuito da memória do seu traidor.

O que ele fez? Conquistou o território da emoção para depois o da razão. Ele exaltou seu traidor, o chamou de amigo e lhe fez uma pergunta (Amigo, para que vieste?). Nunca alguém tão grande se fez tão pequeno para transformar os pequenos em grandes. Quase Judas reescreve sua história, corrige seus erros e se torna um grande pensador, mas infelizmente entrou numa janela Killer da culpa fatal e se autopuniu. Muitos pais e casais, inclusive cristãos, destroem suas relações, porque fazem o contrário do que Jesus fez. São especialistas em apontar falhas e criticar. Não entendem que ninguém muda ninguém. Temos o poder de piorar os outros e não de mudá-los. Só podemos contribuir com eles se aprendemos a elogiar antes de criticar.

Muitos religiosos fundamentalistas cometeram atrocidades em nome de Cristo, feriram, excluíram, mataram. Enfim, criaram um Cristo a imagem e semelhança da sua vaidade. Se de fato conhecessem o homem que dividiu a história, a humanidade não seria manchada de sangue, violência e hipocrisia ao longo das eras. Jesus foi “o poeta da generosidade” e da inclusão social. Investiu tudo o que tinha nos que pouco tinham. Nunca pressionou ninguém a segui-lo. Não queria mentes adestradas, mas mentes livres que o amasse o seguisse espontaneamente.

Os ensinamentos do maior educador da história é um convite a sabedoria, a tolerância e a saúde emocional.

3. Você é cristão? Qual sua experiência de fé?

Fui um dos maiores ateus que pisou nesta terra. Mas depois de estudar a personalidade de Jesus sob o crivo da ciência, percebi claramente que ele não cabe no imaginário humano. Tornei-me um cristão sem fronteiras. Mas não defendo uma religião, e dentro das minhas limitações procuro como escritor através do Freemind contribuir com a saúde emocional de todos os homens. Escrevo para dezenas de milhões de pessoas, inclusive para acadêmicos e ateus. 

Tenho amigos íntimos e preciosos no protestantismo, no catolicismo, no budismo em outras religiões. Acho importante que as pessoas através de suas religiões busquem ao Deus Vivo. Mas não podemos esquecer que uma pessoa é verdadeiramente madura quando ama os que pensam diferente e tem um caso de amor com a humanidade, como amplamente fez Jesus, caso contrário irá atirar pedras. A única vez que ele aceitou estar acima dos homens foi quando tremulava sobre um madeiro. Ele desculpou seus torturadores e abraçou o condenado ao seu lado como um príncipe, mesmo sem usar os braços e ainda protegeu sua mãe com a expressão “mulher, eis ai teu filho”. Parece fria a sua resposta, mas foi carregada de afeto. Lembrou-se que Maria era a mulher das mulheres, mas um dia ela o perderia. Pediu que Joao cuidasse dela em seu lugar. Ele foi Freemind, teve uma mente livre, mesmo quando o mundo desabava sobre ele. Quem reagiu como ele na história? Freud, Einstein, Marx, Spinosa, Sartre, Kant, Hegel?

Como digo no livro “Pais inteligentes formam sucessores e não herdeiros”, ele formou pensadores ou sucessores que construíram seu legado e se curvaram em agradecimento a tudo e a todos e não herdeiros irresponsáveis, ingratos, flutuantes e imediatistas e que vivem na sombra dos seus pais e líderes. Ele foi Freemind e produziu inúmeros Freeminds. Quanto ao que sou, minhas interpretações e minha história gritam por mim mais do que minhas palavras.

O diretor editorial da Abba Press e presidente da Sociedade Bíblica Ibero-Americana no Brasil, Oswaldo Paião, explica mais sobre esta edição King James:

1. Como você poderia descrever a Bíblia Freemind. É uma Bíblia de estudo? Qual o conteúdo desta edição? Como ela pode ser útil para os seus leitores?

Sim, a Bíblia King James Freemind é uma edição de estudo; reúne o melhor da erudição na tradução dos mais antigos manuscritos bíblicos nas línguas originais (hebraico, aramaico e grego) com a tese de doutorado do conhecido médico, psiquiatra de escritor cristão Dr. Augusto Cury, que para essa edição da King James Freemind crio uma série de exercícios práticos, a cada capítulo da obra, a fim de cooperar com os leitores em suas aplicações diárias. O leitor vai compreender passo a passo que pode sair de um ponto em sua existência para uma dimensão muito mais feliz e livre dos condicionamentos impostos por nossa sociedade (o que o autor chama de “janelas Killer”). É ao abrir de “janelas Light” – ou seja, novas e maravilhosas formas de responder aos problemas e à vida – que o leitor vai alçar voo em sua jornada rumo ao céu. Como nas palavras do Apóstolo Paulo em sua carta à igreja em Roma: “Portanto, caros irmãos, rogo-vos pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é vosso culto lógico” (Rm 12.1 KJA), compreendendo que o significado da expressão grega “logikos” é um viver totalmente “espiritual” cuja “razão” não está nos formalismo da lei nem nos rituais e formalismos do templo, mas em um estilo de vida de profunda comunhão de amor com o Espírito de Deus, o que proporciona a verdade libertação da alma (e da psique) de todos os bloqueios, traumas e condicionamentos sociais e psicológicos (1Pe 2.2 KJA).

2. Qual a contribuição do Dr. Augusto Cury para esta edição da Bíblia King James?

Essa edição de estudo da Bíblia King James Freemind é composta do texto bíblico completo (AT e NT), e ao final, cerca de 200 páginas com a tese do Dr. Augusto Cury, chamada de “Freemind – Mentes Livres” com 24 princípios básicos, além de reflexões, exercícios e dinâmicas, que podem ser praticadas em grupo ou individualmente.

3. Do que se trata a Conferência Freemind? É um projeto a longo prazo?

A Conferência Freemind, que ocorrerá no próximo dia 05 de julho no auditório da Igreja Batista do Morumbi, é um dia dedicado pelo Dr. Cury a ensinar como os leitores poderão colocar em prática as ferramentas e princípios da sua tese de reprogramação mental, emocional e espiritual a fim de que novos horizontes de felicidade sejam experimentados e a libertação de eventuais amarguras, traumas, vícios, sistemas nervosos e de autopunição (culpa) sejam equacionados e tratados. 

4. Qual será o tema da palestra do Dr. Augusto?

A palestra do Dr. Cury será das 9h30 às 13h30 basicamente sobre o Freemind e sua aplicação prática à vida de cada pessoa e seu circulo de amigos. No final, o Dr. Cury trará uma aplicação especial dos conceitos Freemind para o viver em família e especialmente entre marido e mulher.

Serviço:
As inscrições para a conferência ainda estão abertas.
Por telefone: (11) 5523-9441 ou 5686-5058
Por e-mail: jorge@abbapress.com.br 
Local: Igreja Batista do Morumbi em São Paulo.


Todos os inscritos na Conferência Freenmind receberão gratuitamente uma edição especial e de lançamento da Bíblia King James Freemind com todos os estudos da Conferência num único volume. Além de coffee-breaks e certificados.






Fonte: Ultimato
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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Pesquisador lança segundo volume do livro “Jesus, a Trilogia – A Semente, a Árvore e o Fruto”

O pesquisador português naturalizado francês, Soham Jñana, vai lançar, em São Luís, neste mês, o segundo volume da obra “Jesus, a Trilogia – A Semente, a Árvore e o Fruto”. O escritor já fez o mesmo em relação ao primeiro volume, “A Semente”, o que aconteceu em janeiro e, desde então, permanece na capital maranhense, trabalhando no lançamento da outra edição.

Ele diz que a obra tem grandes revelações, em torno de 150, sobre o Jesus Cristo histórico e que o cristianismo nada tem a ver com o próprio Jesus.

“Mais de 150 revelações nunca antes afloradas, com uma tão grande acuidade e comprovação. Muitas dessas revelações virão demonstrar que o cristianismo nada tem a ver com Jesus, mas tão só com Paulo, e que a mensagem de Jesus continua ainda hoje ignorada, senão mesmo desconhecida, devido aos paradigmas de abordagem com que a lemos, influenciados pelos dogmas cristãos”, afirma.

A seguir a entrevista, na qual o escritor revela o que o levou a escolher São Luís para o lançamento dos livros.

Jornal Pequeno – Por favor, para os maranhenses que não conhecem Soham Jñana, quem vem a ser Soham, com local de nascimento, formação e outras informações pessoais?

Soham Jñana – Tenho 53 anos de idade, nasci em Portugal. Mas foi na França onde cresci e estudei. Muito cedo me dediquei à filosofia. Viajei por 22 países e vivi na Suíça, França, Holanda, Espanha, Portugal e Brasil. Até 2005 realizei, na Europa, inúmeras palestras filosóficas. Nos últimos sete anos, mergulhei numa profunda pesquisa sobre o Jesus histórico, dentro do contexto do judaísmo no século I, baseada nos evangelhos canônicos e apócrifos, documentos históricos e pesquisas arqueológicas. Reorganizei o quebra-cabeça e repus as peças que faltavam, revelando um novo desenho da vida de Jesus e uma surpreendente interpretação de sua mensagem à luz do messianismo apocalíptico do século I. Reconstitui ainda toda a história do cristianismo até os dias atuais, tendo em conta novas descobertas sobre sua real origem. O surpreendente resultado deste trabalho ímpar está compilado nos sete volumes que compõem a obra “Jesus, a Trilogia – A Semente, a Árvore e o Fruto”.

JP – Quais os principais livros lançados?

SJ – A obra “Jesus, a Trilogia – A Semente, a Árvore e o Fruto” que traz revelações surpreendentes sobre o Jesus histórico é composta de sete livros. A primeira parte da trilogia, “A Semente”, é composta dos livros “De Eva a Maria” e “O contexto social e espiritual”. A segunda parte da trilogia, “A Árvore”, é composta dos livros “Da concepção ao batismo” e “Do deserto à cruz”. A terceira parte da trilogia, “O Fruto”, é composta dos livros “De uma cruz à outra”, “Da Era do Filho à Era do Espírito Santo” e “O tempo daquele que volta”. Em janeiro passado lançamos, no Palácio Cristo Rei, em São Luís o livro “Da concepção ao batismo” que relata os verdadeiros acontecimentos em torno da vida de Jesus nesse seu período de vida tão pouco conhecido. Agora lançaremos o livro “O contexto social e espiritual”, e ainda antes do fim deste ano o livro “Do deserto à cruz”; com certeza, um dos mais polêmicos desta série, pelas revelações que trará a público.

JP – O que tem de novidade na obra “Jesus, A Trilogia – A Semente, a Árvore e o Fruto”?

SJ – Mais de 150 revelações nunca antes afloradas com uma tão grande acuidade e comprovação. Muitas dessas revelações virão demonstrar que o cristianismo nada tem a ver com Jesus, mas tão só com Paulo, e que a mensagem de Jesus continua ainda hoje ignorada, senão mesmo desconhecida, devido aos paradigmas de abordagem com que a lemos, influenciados pelos dogmas cristãos.

Pela primeira vez, reconstituí os trechos semanais de leitura da Torá nos tempos de Jesus (três anos e meio) a fim de poder restituir a sequência de ditos de Jesus, semana a semana, quando esses mesmos ditos se encontram descontextualizados de um evangelho para outro.

Entre as novidades da obra encontra-se ainda a revelação de quem foi o verdadeiro delator de Jesus às autoridades romanas, quais foram seus motivos, suas oportunidades e o proveito que mais tarde retirou desse crime e de outros mais que somou a esse. Uma personagem acima de qualquer suspeita, até hoje.

No livro, já disponível, encontra-se a revelação e comprovação de onde realmente nasceu Jesus (que não foi nem em Nazaré nem em Belém), em que ano, mês e semana ele nasceu, quem foi seu pai biológico (não tendo sido, este, José), quem foi o pai dos irmãos e irmãs de Jesus (não tendo sido nem o pai biológico de Jesus nem sequer José), quem foram os mestres de Jesus, em que escolas ele estudou, como e onde viveu sua juventude…

JP – É verdade que a obra apresenta indícios claros e fortes do local de sepultamento do corpo de Jesus após ter sido transferido de Jerusalém, conforme o próprio Jesus solicitara antes de sua morte?

SJ – Sim esse lugar, nos montes da Galileia, é do conhecimento de alguns rabinos cabalistas. No entanto, o lugar por eles apontado não corresponde ao lugar exato, por motivos óbvios. No livro “Do deserto à cruz” o verdadeiro local é descrito com todos os pormenores.

Nesse livro também comprovo que seu corpo foi trasladado e demonstro como isso é corroborado até nos próprios textos dos evangelhos canônicos.

A maioria dos elementos de prova que uso está na Bíblia. Por isso, posso afirmar que aqueles que lerem esta obra nunca mais conseguirão ler a Bíblia debaixo da influência dos seus paradigmas atuais, e passarão a enxergar o que sempre esteve bem diante de seus olhos.

JP – A obra já vendeu muito?

SJ – A obra, como expliquei, é composta de sete livros, dos quais apenas o primeiro já foi publicado. Por enquanto esse primeiro livro tem, sobretudo, chamado a atenção de um público de livres-pensadores e pessoas que desejam aceder às informações sobre o Jesus histórico nunca antes apresentadas e outras recolocadas em seu verdadeiro contexto. Creio que o grande público terá sua atenção chamada para esta obra principalmente a partir da saída do terceiro volume, “Do deserto à cruz”, devido ao impacto que as revelações contidas nele irão ter nas mídias, e, através delas, perante os questionamentos a que não deixarão de serem submetidos alguns historiadores e teólogos ligados à defesa das doutrinas das instituições cristãs.

JP – O site diz que a obra tem tudo o que você sempre quis saber sobre o Jesus histórico e nunca lhe contaram. Há ainda muito a contar sobre o Jesus Cristo histórico?

SJ – Cento e cinquenta novas revelações vêm, com certeza, contar muito, mas principalmente virão desfazer muitos mais paradigmas.

Importa realçar que estou totalmente convicto da validade dos elementos de prova que trago, de tal forma que não tenho nenhum problema em me confrontar em debate público com qualquer grupo de historiadores e teólogos. Posso até acrescentar que alguns pastores e padres, que me têm contatado para ouvir mais sobre aquilo que a obra se apronta para sair a público para além deste primeiro livro sobre sua infância e juventude, me têm encorajado e congratulado por trazer a público algo que muitos deles já intuíam, mas não ousavam questionar perante os credos de fé de suas instituições. Isso, para mim, comprova que o fosso entre o Jesus histórico e o Jesus da fé que durante séculos foi crescendo de forma exponencial, está prestes a ser reduzido a zero, já que o cristianismo deveria, se fosse coerente com seus dogmas, se rebatizar de paulinismo. Em breve, creio que surgirá uma terceira via espiritual, não religiosa nem dogmática, em torno da verdadeira mensagem espiritual do Jesus histórico.

JP – Como foi a viagem do escritor ao Maranhão, para lançamento do livro?

SJ – A viagem continua, pois pretendo permanecer por cá até ao lançamento do último livro desta obra, o que deverá ocorrer até ao final de 2014, considerando que haverá três a quatro lançamentos por ano.

A escolha de São Luís e do Maranhão para o lançamento desta obra não é fruto do acaso humano. Quem sabe o seja dos acasos de Deus, que não os são?

A esse propósito lembro que meu ilustre conterrâneo, Padre Antônio Viera, o primeiro profeta do Quinto Império, profetizou que seria na Terra da Mentira (que ele dizia ser o Maranhão, a terra onde até o Sol mente) que surgiria a verdade. E por que aqui em primeiro? Porque foi no maranhão que em último chegou o evangelho (da mentira), no Brasil.

JP – Como é a recepção a seu canal no YouTube com entrevistas em TVs, rádios e jornais; e a importância da internet para divulgação do seu trabalho?

SJ – A internet tem sua importância, mas continuo a acreditar que a mídia da imprensa é não só um instrumento bem mais poderoso como ainda assim tem um papel preponderante em alguns momentos históricos de revolução de pensar.

Nossa aposta está em, para o momento da saída do terceiro livro, levar a polêmica para programas de TV de âmbito nacional, sem nunca esquecer os meios regionais que nos apoiaram desde a primeira hora nesta divulgação.

JP – O senhor tem o sentimento de que hoje há redução do fervor religioso no Ocidente e menor importância ao Cristianismo?

SJ – O fervor religioso sempre existirá já que ele se alimenta da fé e não da razão.

A fé dispensa pensar, questionar, interrogar. É como uma forma de “pronto a comer” (fast food) espiritual, para o qual existem muitas franquias. Para mim, religião é negócio espiritual, homens que manipulam homens através de credos, de medos, de um certo obscurantismo até.

Se Jesus (o histórico) voltasse ao mundo hoje, não se reconheceria em nenhuma religião, nem sequer as cristãs, até a judaica como hoje é praticada lhe soaria como algo bem distante. Creio que voltaria a explicar sua mensagem espiritual que tinha por base o misticismo messiânico escatológico (do fim, do retorno) e apocalíptico (da revelação) da subseita farisaica dos nazireus; uma mensagem que colocava a mulher no centro da espiritualidade, que explicava que não haveria salvação nem retorno se não fosse por e através do papel espiritual da mulher. Claro seja, uma mensagem que incomoda o pensamento dominante dos homens que sempre procuraram avalizar e inferiorizar a mulher. Quando lerem esta obra, perceberão por que Jesus amava e era tão amado das mulheres, por que ele tinha discípulas e ensinava as mulheres como os homens ao contrário dos demais mestres de seu tempo como os de hoje, que ele chamava de hipócritas por terem as chaves do Reino, não entrarem nem deixarem entrar aqueles que queriam.

JP – Algo mais a acrescentar?

SJ – Quero agradecer a todos os que já adquiriram o primeiro livro disponibilizado. Peço desculpas pelo atraso (por motivos de otimização de meio gráficos de edição) na saída do segundo, pois muitos leitores têm manifestado sua impaciência em adquirir os demais livros. Também devo reconhecer minha surpresa por não ter tido, até hoje, nenhum retorno negativo ou crítico por parte dos leitores, muito pelo contrário. Isso me dá ânimo para persistir e é a maior recompensa, saber que valeu a pena, não por mim, mas pela verdade que merece esse homem de cujo nome tanto se abusou e ainda se abusa.



Fonte: Waldemar Terr no Jornal Pequeno
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domingo, 2 de junho de 2013

Pr. Silas Malafaia no programa do Ratinho. Assista!

Nesta quinta-feira (30), o pastor Silas Malafaia foi o entrevistado do quadro “Dois dedos de prosa”, no programa do Ratinho, do SBT.

Na oportunidade, o pastor falou sobre diversos temas polêmicos, dentre eles, a prisão do pastor Marcos Pereira, homossexualidade e a manifestação dos cristãos em frente ao Congresso Nacional, no dia 5 de junho, em Brasília.

O programa está imperdível! Assista!


Fonte: Verdade Gospel
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terça-feira, 19 de março de 2013

"Sou uma 'popstora'", diz Baby do Brasil no "De Frente Com Gabi"

Marília Gabriela recebe a cantora e pastora Baby do Brasil e seu filho, o guitarrista Pedro Baby, no "De Frente Com Gabi" desta quarta (13). Durante o bate-papo, Baby conta que se considera uma "popstora". "Sou uma serva do Deus Altíssimo Todo Poderoso, muito louca e super do bem", define ela, revelando que tem o costume de orar pela Lady Gaga. "Oro porque fico preocupada com ela, mas ela é muito talentosa".

Baby diz que é casca grossa, já que, para ela "não vai ter bunca mole no céu". Ela relembra, ainda, sobre a época em que dizia fazer contato com extraterrestres. "Descobri que todas aquelas manifestações eram luciféricas", afirma.

A cantora elogia o filho Pedro – "ele é o guitarrista preferido de 9 entre 10 cantoras brasileiras", diz –, mas garante não ter preferência por filho algum. "Nunca quis saber o sexo deles antes de nascerem", recorda.

Aos 34 anos, Pedro é o quarto entre os cinco filhos que Baby teve com Pepeu Gomes e já tocou com Marisa Monte, Bebel Gilberto, Ana Carolina e hoje acompanha Gal Costa, além de ter sido o responsável pelo retorno musical de sua mãe aos palcos.

Na entrevista, ele conta que a mãe sempre o incentivou a tocar. "Meu pai me deixou decidir por conta própria", destaca ele, lembrando de quando era pequeno e os pais iam buscá-lo na escola. "Era um acontecimento", diz.

Ao contrário da mãe, Pedro revela não ter religião. "Sempre segui minha intuição e procurei fazer o bem, acho que esse é o caminho de Deus", argumenta.


Fonte: UOL
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sábado, 9 de março de 2013

'Chorão sabia que precisava de Deus', diz Rodolfo, ex-Raimundos

Rodolfo e Chorão conversam no camarim de um show em Belo Horizonte, em 2003. Rodolfo diz que recebeu esta foto de um amigo na quarta (6), dia que o cantor foi achado morto, e lembra: 'Contei minha experiência com Deus (...) Ele estava ouvindo, não me julgou' 

"Eu gostaria de olhar nos olhos do Chorão e falar alguma coisa que tocasse o coração dele. Infelizmente eu não posso mais", diz Rodolfo Abrantes, ex-vocalista dos Raimundos, hoje músico evangélico, sobre o cantor do Charlie Brown Jr encontrado morto na quarta-feira (6).

Rodolfo falou ao G1 por telefone sobre a época em que Chorão era "um dos poucos que podia dizer que era amigo" entre a geração de bandas dos anos 90, na qual Raimundos e Charlie Brown Jr se destacaram. Ele também destacou o interesse de Chorão pela conversão religiosa do roqueiro evangélico, no início da década passada.

"Chorão estava ouvindo, absorvendo, não me julgou", diz sobre a conversa de 2003, registrada em foto que ele recebeu no celular no dia da morte do cantor. 

G1 - Qual era sua relação com o Chorão?

Rodolfo Abrantes - O Chorão era um dos poucos caras que eu podia dizer que era meu amigo das bandas daquela época da década de 90. Ia na minha casa, eu ia na dele. Chegou até a me dar um skate, saíamos juntos. E tocávamos juntos, fazíamos shows. Gostava muito dele porque era uma pessoa real. Não era um personagem, ele era aquela figura. Ainda que você não concorde muito com coisas que pessoas fazem, tem que admirar quando elas são verdadeiras, esse é um terreno sagrado.

G1 - Você já falou que o Chorão pediu para que você pregasse para ele. Como aconteceu isso?

Rodolfo Abrantes - Quando comecei a ter minhas experiências com Deus, saí do Raimundos e minha vida mudou. Reencontrei o Chorão em show em Belo Horizonte, com Charlie Brown e Rodox, em 2003. No camarim ele chegou para mim, puxou numa cadeira, distante de outras pessoas, e falou: "Conta como foi a parada". É interessante, porque ontem mesmo eu recebi uma foto dessa conversa. Eu contei como foi a minha experiência com Deus. Achava fantástico isso no Chorão: ele estava ouvindo, absorvendo, não me julgou. Dava pra ver que percebeu a diferença na minha vida e queria saber o que estava acontecendo.

Rodolfo também falou com o G1 sobre as letras de Chorão e sobre a o seu potencial para "levar multidões para Cristo". Na discografia do Charlie Brown Jr, há doze músicas em que Deus é citado diretamente (veja as principais ao lado). Chorão gostava de "trocar uma ideia com Deus", frase usada por ele para batizar a faixa bônus que fecha o disco "Preço curto, prazo longo", de 1999.

Quando se pensa nas letras de Chorão, a primeira imagem talvez seja do rapaz sem dinheiro e desbocado que corteja uma "princesa". Esse é o caso dos hits "Proibida pra mim", “Vícios e virtudes”, “Tudo o que ela gosta de escutar” e “Champanhe e Água Benta” (do verso "Toda patricinha adora um vagabundo"). Na mesma música, dizia que sua vida era "tipo um filme de Spike Lee: verdadeiro, complicado, mal-humorado e violento", em alusão ao diretor norte-americano.

Há no cancioneiro do grupo, porém, temas que remetem a questões menos materiais. Chorão volta e meia menciona "o dom natural" que ele tem para se comunicar (expressão citada em “Uma criança com o seu olhar”). O letrista também falava bastante sobre os problemas que enfrentou antes do sucesso. Em “Não viva em vão”, cantava sobre estar só. "A vida já me derrubou, a vida já me deu abrigo / Mas a vida já me situou, que a solidão não faz sentido", dizia Chorão na música.

A morte do pai, em 2001, inspirou versos sempre emotivos, como os de "Lugar ao Sol". Na canção, cantava que "azul a cor da parede da casa de Deus". Em “Pontes indestrutíveis”, afirmava: "Tomo cuidado pra que os desequilibrados não abalem minha fé pra eu enfrentar com otimismo essa loucura". E completava: "Os homens podem falar, mas os anjos podem voar".

G1 - O Chorão fez várias músicas que citam Deus. Isso já te chamou atenção?

Rodolfo Abrantes - O Chorão não tinha nenhuma rejeição à coisa de Deus. Só não se sentia confortável com religião. Eu lembro nessa conversa, em Belo Horizonte, que ele me mostrou a música em que canta "azul é a cor da parede da casa de Deus" ["Lugar ao sol", de 2001]. E cantou inteira. É uma musica muito bonita. Não bíblica, mas sobre a impressão dele de Deus. Existia uma sede dele de algo mais, existia uma consciência de que o que ele precisava era Deus, e do jeito dele, fez muito bem.
Fiquei muito triste ao saber da morte dele, porque eu tinha certeza que um dia ele ia fazer uma coisa que o tirasse da depressão. Infelizmente agora não pode fazer mais nada. Os fãs do Charlie Brown têm uma maneira muito sadia e muito nobre de honrarem a história do Chorão: fazendo escolhas que os levem para perto de Deus, para a parte da luz. As pessoas podem honrar a morte dele, em memórias, se fizerem escolhas boas, que edifiquem. E vivam.

G1 - Você também já falou em uma entrevista que "se esse cara [Chorão] começar a falar de Jesus, você vai ver multidões vindo para Cristo". Por quê?

Rodolfo Abrantes - Deus deu dons para as pessoas. Ele tinha o dom da palavra. O que o Chorão falava a galera seguia. As pessoas estavam muito perto dele. Todo mundo vibrava, as músicas eram cantadas em coro. Se tivesse experiências com Deus ele levaria muita gente para Cristo.

G1 - Qual foi a última vez que viu o Chorão?

Rodolfo Abrantes - A última vez foi em 2007. Eu fui gravar um CD ao vivo em São Paulo. A gente tinha muitos amigos em comum, um dele é o Tarobinha, skatista profissional, e hoje faz parte da mesma igreja que eu. Ele convidou o Chorão, ele estava em Santos. Ele pegou o carro dele, foi lá ao show, a gente conversou bastante e eu fiquei muito feliz de vê-lo ali.

G1 - O Digão e o Canisso [ex-companheiros de Rodolfo no Raimundos] foram ao velório. Você gostaria de ter ido também?

Rodolfo Abrantes - Eu estou [em João Pessoa] pregando todos os dias desde sexta. só vou voltar no domingo. Realmente, não tinha condições de ir. Mas, sinceramente, velório é para dar abraço nos familiares e amigos. Na minha despedida dele, eu gostaria de olhar nos olhos do Chorão e falar alguma coisa que tocasse o coração dele. Infelizmente eu não posso mais.

G1 - O Renato Pelado [ex-baterista do Charlie Brown, hoje também músico evangélico] ainda faz parte da mesma igreja que você?

Rodolfo Abrantes - Ele está na Bola de Neve. Mas há um ano estou congregando em outro ministério. Mas o Pelado está firme lá. Tenho muitos amigos e ele está muito firme, muito feliz. É alguém que deve estar sofrendo muito pela morte do Chorão.



Fonte: G1
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Pr. Silas Malafaia no programa de ‘Frente com Gabi’: ‘Ninguém nasce gay’. Assista!

Em uma tão esperada e polêmica entrevista com Marília Gabriela, o pastor Silas Malafaia “encheu a boca” e falou sobre os princípios bíblicos que defende, abordando a questão da homossexualidade e, como psicólogo, ele reafirmou que a homossexualidade é comportamento.

“Ninguém nasce gay, não existe ordem cromossômica homossexual. Não existe gene homossexual, existe ordem cromossômica de macho e fêmea”, disse ele.

Silas Malafaia ainda definiu “um homem e uma mulher por determinação genética e homossexual por preferência aprendida ou imposta”.

“Se um gêmeo é ‘hétero’ o outro teria que ser ‘hétero’, se um gêmeo é homossexual então o outro teria que ser homossexual”, afirmou ele, para ressaltar que a homossexualidade não é determinada geneticamente.

“Então em primeiro lugar, o homossexualismo é comportamento”, reafirmou ele.

Silas Malafaia citou ainda dados de uma pesquisa que diz que “46% dos homossexuais foram violados, violentados quando crianças ou adolescentes, e 54% escolheram ser.”

Apesar de não haver mencionado, o líder evangélico pareceu referir-se à uma pesquisa americana chamada “Dados Comparativos de Abusos Sexuais na Infância e na Adolescência em Pessoas Heterossexuais e Homossexuais” por Tomeo, Templer, Anderson e Kotler.

Entretanto, a questão com ele não se trata apenas de definir que a homossexualidade seja um comportamento, mas sim o fato de que os ativistas da causa LGBT requerem por direitos, dos quais ele não concorda.

“Eles querem seus direitos em detrimento da coletividade”, afirmou ele, apontando os artigos da PLC 122 que vão contra os artigos da Constituição.

De acordo com o polêmico televangelista, a lei está igual para qualquer um seja ele homossexual ou não.

“Se eu tomar um tapa na cara, é igual que se um homossexual tomar um tapa na cara. Se alguém me xingar, a lei tá igualzinha para eles, se alguém xingar eles.”

Em sua igreja, Silas confirmou que há homossexuais, mas que são aqueles que procuram por uma saída ou que já deixaram a prática da homossexualidade.

Segundo ele, se houver pastor homossexual é passível de ser excluído da congregação, de acordo com princípios bíblicos.

“Se um pastor tiver um caso de homossexualismo ele perde o cargo de pastor, se um pastor for solteiro e tiver uma relação sexual com qualquer uma, ele perderá o cargo.”

Silas também respondeu à questão do julgamento de homem para homem, como um ato herético apontado por Marília Gabriela.

Segundo ele, a autoridade, da qual ele esclareceu ser da Bíblia, não é para julgar ao outro, mas é para condenar o pecado.

“Jesus falou mais sobre o inferno do que sobre o céu nos Evangelhos. ‘Por quê?’ Para mostrar o perigo que é ele e para quem vai para lá”, afirmou.

“A Bíblia define o que é pecado. Eu não estou aqui para acusar A, B ou C, mas estou aqui para condenar o pecado.”

E ressaltou: “a homossexualidade, o adultério, a prostituição são pecados claríssimos à luz da Bíblia.”

Para concluir a questão, Silas Malafaia disse que ama os homossexuais como qualquer outro pessoa da qual ele discorde de suas práticas.

“A mãe de um bandido vai na cadeia, o filho é assassino (...). Ela o ama profundamente. Agora pergunta se ela concorda com aquilo. Concordar com uma prática é uma coisa, amar a pessoa é outra. Eu amo os homossexuais, mas discordo 100% deles.”

Confira aqui o trecho da entrevista na qual ele fala sobre a homossexualidade:


Fonte: Amanda Gigliotti  no The Christian Post
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Jogador Neymar pede ajuda de pastor após problema de racismo

Neymar frequenta a Igreja Batista Peniel desde os oito anos de idade

Neymar completa 21 anos nesta terça-feira (5 de fevereiro) com uma carreira com muitos gols, algumas polêmicas e vários dribles. Principal nome do Santos, o atacante é conhecido também por sua presença frequente em festas e baladas. Apesar da vida agitada, o jogador sempre que pode marca presença na Igreja Batista Peniel, localizada na Zona Leste de São Paulo.

Em entrevista ao FOXSports.com.br, o pastor Newton Lobato contou que o craque procurou a igreja após ter sido supostamente chamado de macaco, no dia 31 de janeiro, pelo técnico do Ituano, Roberto Fonseca.  

Confira na íntegra a entrevista com o pastor Newton Lobato:

FOXSports.com.br: Quando e como Neymar apareceu na igreja?
Pastor Newton Lobato: Ele chegou aqui com uns oito anos. O treinador dele na época, Betinho, é da igreja e trouxe-o. Depois disso, a família toda começou a frequentar e se converteram. A nossa igreja tem muito jovem, então trabalhamos bastante com atletas. O Paulo Henrique (Ganso) e o Adriano (do Santos) também vieram aqui.

FS: Com que frequência Neymar vai à igreja?
Pastor: Quando ele era mais novo, vinha toda semana, todo domingo à noite para o culto. Hoje em dia, vem umas sete vezes ao ano. Depois do jogo contra o Ituano, em que houve aquela confusão com o outro técnico, que teria o chamado de "macaco", ele veio para o culto, na quinta-feira. Ele saiu daquele jogo muito chateado. Você pode ver que contra o São Paulo ele estava bem melhor, mais solto.

FS: Qual a posição da Igreja quanto à vida badalada do Neymar? Mulheres, festas, iates...
Pastor: O difícil de trabalhar com atleta é que eles têm jogos fora, ficam concentrados, eles não têm tempo para frequentar a igreja e acabam se afastando da pregação, das palavras da Bíblia. E aí, eles acabam liberando para outro lado, o do glamour, do luxo. A igreja ensina, mas não obriga ninguém a fazer nada. O Neymar sabe o que faz, o que é certo e errado.

FS: E quanto a ele ter tido um filho?
Pastor: Naturalmente, a posição da Igreja é de que tem que se casar e depois ter filhos. Mas aconteceu, fazer o que? Existe um perdão. Agora ele tem que ter responsabilidade para cuidar do menino. Ele é pai.

FS: O Neymar dá dízimo para a igreja?
Pastor: Prefiro não comentar esse assunto. A mãe dele dá o dízimo, que equivale a 10% do salário da pessoa. O Neymar dá uma contribuição, que pode ser o valor que ele sentir vontade de dar.

FS: O senhor tem uma relação próxima com ele?
Pastor: Tenho, a família dele vem há muitos anos. Quando ele ainda era da categoria de base, com uns 14 anos, ele passou pelo que chamamos de Palavra Profética. É quando recebemos mensagens de Deus. E nessa hora, na frente de todo mundo, eu vi que seria um dos melhor jogadores do mundo.



Fonte: Manuela Azenha na Fox Sports
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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Pastora e cantora gospel Baby do Brasil diz que recebeu autorização de Deus para deixar de cantar gospel e voltar a cantar no mundo

A cantora conta a ÉPOCA que recebeu autorização divina para voltar a apresentar seus antigos sucessos depois de quase 20 anos no gospel. Seu show, que tem atraído uma legião de jovens por onde passa, chega a São Paulo

Pouco mais de dois meses se passaram entre o dia em que Baby do Brasil recebeu o convite do filho, o guitarrista Pedro Baby, para voltar a cantar seus antigos sucessos e o primeiro show, no Rio de Janeiro, no final de novembro de 2012. A volta de Baby para o repertório profano, ou “secular”, como ela prefere chamar, aconteceu depois de quase 20 anos voltados à música gospel. Foi um sucesso. De público e de crítica.

Antes de topar a volta, Baby diz que orou. Muito. Pediu autorização a Deus para encarar o desafio proposto pelo filho. Depois, para deixar de lado, nesse projeto, as canções gospel, um pedido do filho. Segundo ela, tudo foi autorizado. “Não foi nada programado. E, da noite para o dia, todo mundo agora quer ver o show. É a mão de Deus. Não tenho dúvida”, diz Baby.

Baby Sucessos já foi apresentado, depois do Rio, em Salvador e Santo Amaro da Purificação (interior da Bahia, terra de Caetano Veloso e Maria Bethânia). Neste fim de semana, no dia 3 de fevereiro, chega a São Paulo, no HSBC Brasil. No Carnaval, vai a Recife e Fortaleza. O bloco gospel que Baby levaria para a folia baiana foi cancelado. Baby está sendo empresariada por Paula Lavigne. O filho, Pedro, cuida da parte musical.

A plateia do show, em sua maioria, é formada por gente jovem. Público que não viu o sucesso do grupo Novos Baianos – Acabou chorare, disco histórico da trupe formada por Baby, Pepeu Gomes, Moraes Moreira, Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Dadi, é de 1972 – ou o lançamento de canções como Menino do Rio (1979), Telúrica (1981), Todo dia era dia de índio (1981) e Sem pecado, Sem juízo (1985). “Estou indo cada vez mais para algo feliz, alegre, criativo. E essa é uma linguagem da juventude”, diz Baby.

Confira a entrevista com a cantora:

ÉPOCA – Você está surpresa com a repercussão e o sucesso do show?
Baby do Brasil – Está sendo muito gostoso. Algo muito louco. Não foi nada programado. Foi tudo pela mão de Deus. Algo matrix! (risos). Deus já tinha me avisado que eu iria receber um convite. Uma semana depois desse aviso, Pedro (Baby, seu filho com Pepeu Gomes) me ligou e me convidou para fazer o show. Fui orar para saber de Deus se aquele era o momento. Tive uma palavra vinda de um profeta aí de São Paulo. No meio de um culto, ele me disse: “Deus está procurando os daniéis para entrarem na Babilônia”. É o Daniel da cova dos leões, saca? Isso confirmou que Ele me ungia para entrar novamente nessa babilônia. Pedro me disse que não queria nada gospel no repertório e eu fui orar novamente para saber se Deus me autorizava. E Ele autorizou.

ÉPOCA – Mas por que pedir essa autorização? Tem alguma música nesse repertório que você não cantaria por questões religiosas?
Baby – Não. Quando Pedro me mostrou as canções selecionadas, eu percebi que todas elas eram muito espirituais. E ele me disse que queria que as pessoas vissem que eu sempre fui assim. O grande barato é que todas elas, assim como as que compus para o gospel, não têm um cunho religioso que possa setorizar, colocar as pessoas em uma situação religiosa. Pedro dirige o show muito bem. Ele buscou pessoas muito queridas para que o clima ficasse parecido com aquele que ele cresceu, de união, de alegria entre os músicos. Eu e Pepeu sempre tivemos uma relação de criatividade com nossos músicos, nunca uma coisa meramente profissional. Pedro quis reproduzir isso para que eu pudesse me sentir o mais à vontade possível.

ÉPOCA – Você já pensava em fazer algo revisitando seus grandes sucessos? Estava com saudades de cantar algo fora do gospel?
Baby- Não estava pensando. Estava envolvida só com meu projeto gospel, que nem visava lucro. Mas tudo o que é meu, seja gospel ou não, é muito louco. Eu não saberia me reinventar. Teria que ser algo excelente, assim como o Baby Sucessos está sendo. Queria, inclusive, que todo mundo se sentisse igual: eu, a banda e o público. E vindo do meu filho, um cara que eu pari, fica melhor ainda. Pedro é um homem fantasticamente consciente. Tem a guitarra como o pai, o violão como João Gilberto. Canta, compõe. É preferidíssimo de nove entre dez cantoras (risos).

ÉPOCA – O Pedro toca com a Gal. Rolou um ciúme de mãe?
Baby – Não! Fiquei muito honrada. Achei lindo. Pepeu tocou com Gal no show Fatal (1972) e, agora, é o Pedro, o filho. E a Gal tem uma participação importante no convite que o Pedro me fez. Ela foi usada por Deus. Certo dia, Gal chamou o Pedro e disse: “Deve ser a maior felicidade para a mãe tocar com o filho”. E eu já estava querendo sentir essa felicidade, já o havia chamado para tocar no gospel, mas ele não aceitou. A Gal pegou todos os meus filhos no colo. Quando minha primeira filha nasceu, ela mandou presentinhos. Sempre tivemos um carinho muito grande uma pela outra. Gal é uma 
mestra do canto. É uma das pessoas que mais me influenciaram na doçura do cantar.

ÉPOCA – A maioria do público desses seus shows é jovem. Muitos não foram contemporâneos da sua carreira. Isso aumenta sua responsabilidade como artista, como portadora de uma mensagem?
Baby – Os pais me apresentaram a eles. Mostraram desde os Novos Baianos até o que eu sou hoje, “aquela do cabelo roxo”. Hoje mesmo no aeroporto, os pais com uma menina de três anos vieram falar comigo. A menina sabia cantar uma música que gravei para o Balão Mágico. Eu fiz um vídeo com ela, no telefone do pai. Outro dia, uma mãe falou para uma criança de nove anos: “Olha lá, aquela de cabelo colorido é a Baby Consuelo”. O filho respondeu “Não. É a Baby do Brasil”. Estou indo cada vez mais para algo feliz, alegre, criativo. E essa é uma linguagem da juventude. Com a idade, a tendência é ficar séria. Eu não. Fico mais brincalhona, mais feliz, justamente por esse meu lado mais espiritual. Está dando uma liga bem bacana. A história da Baby está ficando bem delineada para todas as gerações. Essa responsabilidade de dizer alguma coisa não me pesa. Não tenho problema com isso

ÉPOCA – Mas os jovens também se sentem atraídos por o que você representou nos anos 1970, 1980. Você exalava liberdade, contestação...
Baby – Mas os jovens de hoje procuram algo a mais também, sabia? Não é um jovem preso na ditadura, diante de uma sociedade careta. É um jovem mais espiritualizado. E meu visual, meu cabelo, minha roupa, meu jeito de ser, conecta com à ideia de que todo mundo é livre para criar. E outra: eles estão cansadíssimos de determinados tipos de música. Estão tentando resgatar algo que ficou perdido por aí. A menina dança, por exemplo, é um sucesso estrondoso. Cósmica e Um auê com você, se bobear, eu nem consigo cantar, todo mundo canta junto. É uma delícia!

ÉPOCA – Você fez 60 anos. A idade pesa?
Baby – Não. Está sendo o maior barato. Eu sempre pedi a Deus para envelhecer bem, com muita energia, cabeça. E muito louca, sempre (risos).

ÉPOCA – Quando você se voltou mais a Deus e deu um direcionamento gospel à sua carreira, sofreu preconceito de colegas de profissão ou do público?
Baby – Quando eu me converti, teve muito susto. Tanto do lado gospel, quanto do lado secular. Ninguém entendeu o que estava acontecendo. “O que essa mulher está querendo?.” Mas eu nunca me preocupei em combinar com nada. Eu tive um arrebatamento e conheci a eternidade. Fui ao céu, vi o babado todo, sem drogas. O que eu iria fazer com isso? Não poderia esconder. Tive que ser eu. E, mais uma vez, louca. Mas sempre entendi tudo. Quando chega alguém mais agressivo, eu perdoo logo de cara. Sei entender muito bem.

ÉPOCA – E agora? O povo do gospel também se assustou por você ter voltado ao “secular”?
Baby - Sim. Teve muito susto. Mas, quando eu soube que era de Deus, sabia que todo mundo que estivesse com o Espírito Santo, iria entender. A mensagem iria chegar. Agora, tenho recebido muitos e-mails de pastores me dizendo “é de Deus!”. Deus é dono da parada toda.

ÉPOCA – Vai sair um DVD com esse show?
Baby – Já existem negociações. Mas estamos analisando. Queremos fazer o melhor para o público. Um som maravilhoso, com nível para ser apresentado em qualquer país do mundo.

ÉPOCA – E neste Carnaval? Vai sair novamente com seu trio gospel?
Baby – Eu cancelei. Queria fazer algo muito bem feito. No ano passado, tivemos as arquibancadas todas lotadas em Salvador e uma revista disse que não tinha ninguém. Sabe o que aconteceu? O trio abriu o domingo de Carnaval, à uma hora da tarde. Não havia povo no chão, só nas arquibancadas. Saímos puxando para os outros blocos. Então, diante do sucesso do show Baby Sucessos, eu não queria fazer algo menor para o gospel. Vou deixar (o trio gospel) para o ano que vem. Neste ano, vou sair com o Baby Sucessos em Recife e Fortaleza.



Fonte: Época
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Entrevistado pela revista Veja, Silas Malafaia é descrito como “o caçador de pastores” e afirma pagar salários de até R$ 22 mil para os pastores de sua igreja

Em decorrência da quarta edição da Escola de Líderes da Associação Vitória em Cristo (Eslavec), na qual afirma ter investido R$ 4 milhões, o pastor Silas Malafaia foi entrevistado recentemente pela revista Veja. Em uma conversa voltada para a formação de pastores, que a revista descreve como uma “cruzada para formar mão de obra evangélica”, Malafaia afiram pagar salários de até R$ 22 mil para os pastores de sua igreja e conta que em 2012 recebeu R$ 40 milhões em ofertas dos fiéis.

Na entrevista Malafaia descreveu que os pastores liderados por ele são tratados como verdadeiros profissionais, e listou uma série de benefícios fornecidos pela igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo para que seus pastores possam se dedicar integralmente ao trabalho ministerial.

Malafaia falou ainda que existe uma grande falta de formação dos pastores evangélicos no Brasil atualmente e disse que bancará cursos universitários para seus pastores em Harvard, além de já pagar faculdade no Brasil para alguns deles.

Leia a entrevista na íntegra:

Quanto o senhor paga para seus pastores?

Pago entre R$ 4.000 e R$ 22.000 reais, e dou a casa, o colégio dos filhos, tudo. O camarada não precisa se preocupar se a criança se adaptou na escola, se vai encontrar uma casa para morar. Ajudo com tudo para o pastor se dedicar a igreja, focar no trabalho que precisa ser feito.

O senhor dá uma parcela do dízimo arrecadado como parte do pagamento de seus pastores?

Não. A Universal chegou a fazer isso no passado, mas agora não faz mais. Quando eu mando para uma cidade longe, eu banco gasolina, carro, casa, tudo e dou boa remuneração. Eu não dou mole para ninguém, não tem desculpa para não dar certo.

O senhor tem programas de TV em diversos canais, usa Rolex de ouro e fez implantes de cabelo. Beleza é um ponto valorizado na hora de contratar um pastor?

Não tenho esse tipo de preocupação. O cara pode ser feio, mas precisa ter dignidade. Aquela coisa “Eu sou pobre, mas sou limpinho”, sabe? O pastor é um exemplo, tem de estar bem alinhado e penteado. Não escolho pastor pela cara que ele tem.

Faltam pastores no Brasil?

Na verdade, pastores não faltam. Mas falta qualificação. A Bíblia é o melhor manual de comportamento do mundo, se o camarada não souber aplicar teologicamente um conselho para uma pessoa, a coisa complica. Para atender as demandas do mundo moderno, o cara precisa estar preparado. O pastor é, em potencial, um psicólogo. Ele precisa lidar com a vida das pessoas, saber o que dizer, o que aconselhar. Isso não se aprende de uma hora para outra.

É preciso ser casado para ser pastor?

Olha, na minha igreja só tem casados. Como dar conselhos e contar experiências se não passou por aquilo? Ser casado e ter filhos são condições importantes, quem fala o contrário está mentindo. Tem muita patrulha em cima disso, mas a Bíblia é clara que o pastor deve antes pastorear sua família. É profético.

Evangélico sofre preconceito?

A igreja evangélica é um extrato da sociedade. A maioria das pessoas que vai lá ganha cinco salários mínimos, como o resto do Brasil. Não tem essa coisa de ser lugar de gente não esclarecida. O mesmo público que vai ao restaurante vai à igreja. Os crentes são como todos os brasileiros.

O senhor bancou R$ 4 milhões para fazer o curso da Eslavec. Não pediu ofertas para cobrir esse investimento?

Antes de o curso começar, algums parceiros tinham dado R$ 1,3 milhão, mas daí pedi aos alunos ofertas também. No ano que vem, esse curso será realizado em Fortaleza e terá capacidade para 15.000 pessoas. Vai ser muito forte.

Quais são os gastos com esse curso?

Vários, como trazer preletores importantes. Eu trouxe o T. D. Jakes, um bispo importante dos Estados Unidos. Ele discursou no funeral da Whitney Houston e é conselheiro do Barack Obama. O cara pede US$ 300.000 por palestra, mas para mim ele fez por US$ 60.000 porque estava com vontade de conhecer o Brasil. Os palestrantes brasileiros receberam ofertas de R$ 20.000.

A sua igreja arrecadou R$ 40 milhões em 2012. Onde o senhor aplica esse dinheiro?

O dinheiro é investido em templos, na qualificação de pastores e em obras sociais. Tenho 120 igrejas hoje e quero chegar a 1.000 nos próximos dez anos.

Há um valor mínimo para dar ofertas para sua igreja?

Claro que não. Cada um dá quando pode e quanto quiser. Eu tenho empresário que me dá R$ 300.000 por mês. Há um ministro do Supremo Tribunal de Justiça que me manda por mês R$ 300,00, R$ 500,00. Outra coisa: 20% das ofertas que recebo não são de evangélicos, mas de pessoas que se identificam com minhas obras sociais e com minha conduta. É muito forte.

O senhor tem medo de um pastor deixar sua equipe para fundar uma igreja própria e, com o tempo, ela ficar maior do que a sua?

Se um cara me disser que quer voar, beleza. É impossível segurar uma águia. Mas um nunca vi um cara dar rasteira e conseguir sobreviver.




Fonte: Dan Martins no Gospel+
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

"Deus adormeceu o meu desejo (sexual) porque eu pedi", diz Sarah Sheeva no programa Defrente com Gabi

No De Frente Com Gabi desta quarta, 9 de janeiro, Marília Gabriela recebe a cantora, compositora, missionária e escritora Sarah Sheeva. 

Filha de Pepeu Gomes e Baby do Brasil, Sarah deixou o grupo SNZ (que formou com suas irmãs Nãna Shara e Zabelê em 2000) e três anos depois mudou sua vida de forma radical. Ela é hoje missionária e pastora aspirante da Igreja Celular Internacional e defende a "castidade" e a "contenção sexual". Sarah lançou dois livros sobre o assunto e defende a abstinência sexual completa antes do casamento. Ela vem ao programa para falar sobre sua história, sua conversão e suas opiniões sobre relações afetivas e sexuais. 

Confira abaixo as melhores frases da entrevista: 

• Meus pais demoraram 6 meses para me dar um nome.
• O sexo tem o poder de unir espiritualmente as pessoas.
• Deus adormeceu o meu desejo (sexual) porque eu pedi. 
• Nunca usei drogas, nunca fumei e nem cheirei. 
• Estou esperando a minha hora para poder beijar muito. 
• Me tornei pastora só em 2010, mas eu não queria isso porque é muita responsabilidade.
• Eu recebo uma ajuda de custo da igreja que não paga nem o meu aluguel.
• Existe hoje, no meio evangélico, muita gente hipócrita.
• Quando eu vi o filme “Thor”, eu falei: “Meu Deus, é o meu número!”. Jesus me curou mas não me cegou.
• Eu acredito que tem gente que não frequenta igreja e tem um caráter muito melhor do que alguns que estão lá dentro.
• Eu tinha preconceito com igreja. Eu chamava todo mundo de fanático na minha cabeça.
• Em 1999 eu já estava convertida, mas era uma crente “007”, ninguém sabia que eu era.
• A conversão verdadeira não é à religião, é à Deus.
• Nunca me deixei levar pela cabeça de ninguém, eu tenho personalidade.
• A terapia te faz enxergar o problema, mas não tira ele de dentro de você. Deus tira.



Fonte: SBT
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