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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

300 mil exemplares da Bíblia entrarão no Irã secretamente

300 mil exemplares da Bíblia numa nova tradução para farsi entrarão secretamente no Irã. Isso foi anunciado pelos editores da nova edição da Bíblia na apresentação do livro em Londres, informa The Times.

Planeia-se que 300 mil exemplares do livro entrarão no Irã durante três anos.

O clero muçulmano iraniano manifesta-se contra a difusão da Bíblia e persegue quem faz isso. O transporte para o país de algumas cópias da Bíblia pode levar à prisão.

Ao mesmo tempo, os grupos missionários cristãos que trabalham no país declaram que a comunidade cristã no Irã é a que mais cresce no mundo. Segundo dados dos missionários, atualmente, ela conta com cerca de 400 mil pessoas e aumenta 20% ao ano.




Fonte: Voz da Rússia
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domingo, 7 de setembro de 2014

Missionários são presos na China e podem pegar pena de morte

Casal canadense fazia trabalho missionário com foco na Coreia do Norte

Esta semana, um casal foi preso na China, acusado de roubar “segredos de segurança nacional”. Essa poderia ser apenas mais uma história dentro do tumultuado cenário político chinês, onde o governo faz terrorismo com a população o tempo todo. O detalhe é que Pequim vem aumentando a repressão nos últimos meses contra as igrejas cristãs em todo o país.

Na terça-feira, as autoridades detiveram o casal de canadenses Kevin Garratt (54) e Julia Dawn (53) Garratt. Embora o governo diga que eles “são suspeitos de reunirem e roubarem material secreto sobre, entre outras coisas, os objetivos militares chineses e importantes projetos de investigação no âmbito da defesa nacional”, na verdade os dois são missionários evangélicos.

A família Garratt mora na China desde 1984, e desde 2008 mantinham uma cafeteria em Dandong, na fronteira com a Coreia do Norte. Da cidade de Dandong partem muitas excursões organizadas para a Coreia do Norte e acaba sendo o local por onde entram os refugiados norte-coreanos. Por isso o casal a escolheu para abrir um centro cristão e um local para treinar outros missionários com foco na Coreia do Norte.

Segundo o Código Penal chinês, a pena prevista por espionagem é no mínimo dez anos de prisão e em alguns casos, o acusado pode ser condenado a morte. O primeiro-ministro canadense, Steven Harper, já anunciou que vai à China, mas o governo chinês não tem divulgado detalhes sobre a prisão e o processo. Os missionários estão incomunicáveis até o momento.

Simeon Garratt (27), filho do casal detido, afirma que não consegue entender por que seus pais foram presos depois de trabalhar por três décadas no país. “É uma história absurdamente louca. Não faz sentido para mim.” Ele conta que não era segredo na cidade que seus pais eram cristãos e na cafeteria Peter´s Coffe Shop, música cristã era tocada continuamente.

Com a divulgação da prisão, a imprensa revelou a gravação de material usado pelos missionários para divulgar nas igrejas canadenses o seu trabalho na China. “Temos nossa base na China e nosso foco na Coreia do Norte, mas estamos centrados em Jesus”, disse Kevin numa mensagem divulgada recentemente.

Ele contou aos membros da igreja que tinham Bíblias disponíveis na cafeteria e mostrou um poster colocado no local que dizia: “Deixe sua fé ser maior que o seu medo”. Revelou também que eles recebiam no local norte-coreanos que fugiam do país vizinho e muitos se converteram em Dandong, aceitando voltar para seu país e atuar como missionários.

Kevin contou ainda para os presentes no culto que era preciso orar mais pela pregação do evangelho na Coreia do Norte, o lugar mais fechado da Terra para o evangelho.

A agência de Notícias chinesa Xinhua afirmou que o departamento de segurança da China está “investigando o caso”, mas em nenhum momento faz menções às atividades religiosas dos Garratt. Também não se sabe se a prisão dos canadenses foi a pedido do governo norte-coreano. A China é praticamente o único parceiro comercial da Coreia do Norte e o grande apoiador do regime, que persegue cristãos. 





Fonte: Gospel Prime com informações de Daily Mail
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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Defender valores bíblicos e 'não ser covarde' são deveres do cristão, diz Franklin Graham

O Rev. Franklin Graham pediu que cristãos alertem os EUA sobre as questões morais

O Rev. Franklin Graham convocou os cristãos norte-americanos a se levantarem contra a oposição social, para defenderem os valores bíblicos.

Envolvido com causas beneficentes cristãs, o líder evangélico reiterou em um artigo da revista Decision, que "o céu não é para covardes".

Ele ainda acrescenta que o Evangelho deve ser proclamado a qualquer custo, sem ignorar passagens por causar polêmica ou por impopularidade.

"Nós sinceramente não podemos proclamar a verdade do amor de Deus, ignorando o que Ele odeia, pois Deus odeia o pecado", explica.

Graham também enfatizou a necessidade de manter uma "coragem piedosa", sobretudo para falar contra o aborto e a homossexualidade.

"Não podemos ficar para trás em questões bíblicas, por medo de ser rotulado como um homofóbico ou juiz", acrescenta.

Ele acredita que cristãos são sempre julgados, tidos como "tendenciosos, críticos e intolerantes", mas que ainda assim é preciso ser firme.

Como repercussão do artigo, Graham se estendeu um pouco mais sobre o tema em um evento recente do Conselho de Pesquisa da Família nos EUA.

No evento, ele fala de Apocalipse 21:8, onde Deus enumera grupos que estarão "no lago que arde com fogo e enxofre, que é a segunda morte".

O primeiro grupo listado no verso são os "covardes", o que levou Graham a concluir em sua explanação que "Deus odeia os covardes".

"Os covardes a quem o Senhor se refere são os homens e mulheres que conhecem a verdade, mas se recusam a falar", destaca.

Na sequência, ele argumenta que apesar de ser "um país livre", os EUA devem receber o alerta do que é cabível nas questões morais.

Graham atrai muita controvérsia com seus temas, principalmente quando fala de homossexualidade, de Islã ou do presidente Barack Obama.

Filho de um renomado pregador, Franklin Graham é contestado até mesmo por cristãos, que pensam que ele devia ter uma postura mais imparcial.

"Franklin sempre se inclinou rumo a uma direção mais política do que seu pai", questionou Sally Quinn, fundadora do site cristão OnFaith.




Fonte: The Christian Post
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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Assembleia de Deus comemora 100 anos com batismo coletivo

 A celebração faz parte das comemorações de 100 anos da Assembleia de Deus no Ceará, que seguem até setembro. Na manhã de ontem, milhares de pessoas acompanharam o batismo no Aterro

Mergulhadas no mar da Praia de Iracema e amparadas pelas mãos de centenas de pastores, milhares de pessoas foram batizadas na Assembleia de Deus do Ceará na manhã de ontem. No ano em que a igreja comemora 100 anos no Estado, o batismo coletivo no mar iniciou as comemorações em Fortaleza, que seguirão até o mês de setembro. 

Com batas brancas, emoção e fé sendo expressadas em louvores, orações e na vontade de entrega para o caminho escolhido, homens e mulheres de diversas idades foram batizados, começando a fazer parte da Assembleia de Deus sob o sol da manhã de domingo e diante do mar.

O pastor Antônio José Azevedo Pereira, presidente da igreja Assembleia de Deus Templo Central, em Fortaleza, destacou que o momento era muito especial para a igreja, tanto pela comemoração dos 100 anos, como pelos fiéis que “desciam às águas batismais” e formavam a “geração do centenário”.

O pastor explicou que o batismo é um rito de ingresso do fiel na vida nova em Cristo. “É uma celebração gloriosa do maior dom que Deus concedeu aos homens e mulheres: a vida eterna”, complementou.

Momento de união

Grupos saídos de diferentes bairros de Fortaleza e cidades da Região Metropolitana acompanharam o batismo de familiares e amigos, muitos disputando espaço na areia, no mar e no espigão da avenida Rui Barbosa. 

Os recém-batizados José Silva Novo Moura e a esposa Francisca Sandra de Sousa Moura participaram do momento como uma reafirmação e expressão de fé. Segundo José, o momento foi maravilhoso e a vivência na igreja o fez perceber os caminhos trilhados anteriormente de outra forma e a certeza de escolher a vida de fé para a família.

Vinda do bairro Quintino Cunha, Rubenita Martins, 48, registrava o batismo da neta, Rebeca Martins, 12. Para a avó, a alegria era ainda maior por ter sido resultado de uma escolha da garota. Ainda molhada e com a bata branca, Rebeca relatou o batismo como “um momento único”. As duas pretendem acompanhar todas as programações do centenário da igreja no Ceará.

Sobre o centenário da igreja Assembleia de Deus no Estado, o pastor Antônio José Azevedo Pereira ressaltou que a missão da igreja é sempre se contextualizar com o que acontece no mundo, mas seguindo firme com os princípios da palavra de Deus.

Segundo ele, a mudança faz parte da origem da igreja, pois quando há um encontro efetivo com Jesus, a vida das pessoas muda de forma radical em diversos sentidos.

No mar, bombeiros salva-vidas e um cordão de segurança faziam parte do processo de entrada na água e batismo, forma de evitar acidentes aos fiéis que se acumularam na areia para acompanhar a celebração.

Com eventos esportivos e a celebração religiosa acontecendo na região, o trânsito ficou mais complicado no início da manhã na área.

História

A Assembleia de Deus de Belém, no Pará, foi a primeira a comemorar centenário, em 2011.
No Ceará, a Assembleia de Deus surgiu em 1914, na cidade de Itapajé. 
Em Fortaleza, o Templo Central representa a expansão e consolidação da igreja no Estado.





Fonte: O Povo
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domingo, 3 de agosto de 2014

Missionário evangeliza sertão de bicicleta

O Pr. Ubiratã Souza evangelizou pessoas do sul do Piauí e do oeste da Bahia

Debaixo de sol, sobre duas rodas de uma bicicleta, com poucos recursos, mas com muita vontade em levar a Palavra de Deus, assim, por muitos dias, foi a rotina do pastor e missionário Ubiratã de Souza que, desde os 22 anos, tem dedicado grande parte do seu tempo em ganhar vidas para Jesus.

O pastor, que não imaginava ganhar este título, logo após seu encontro com Jesus, comprou um chapéu, no qual escreveu: “Ao Deus Desconhecido”, baseado passagem bíblica de Atos 17.23; e saiu de bicicleta pelo sul do Piauí e o oeste da Bahia evangelizando pessoas carentes – (“Porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Esse, pois, que vós honrais, não o conhecendo, é o que eu vos anuncio” – Atos 17.23).

Segundo Ubiratã, ele visitou diversos lugares, pregando a Palavra de Deus, bem como vendo milagres acontecerem. Além disso, muitas pessoas se converteram e também serem batizadas. Quantos aos quilômetros percorridos em cima de duas rodas, o pastor declara que esses são incalculáveis.

“Certo dia, minha netinha estava chorando muito. Várias pessoas a pegavam no colo, mas ninguém conseguia fazer com que ela parasse de chorar. Então, o pastor Ubiratã veio até a minha casa, orou e a criança urinou bastante. Logo em seguida, ela parou de chorar”, contou Terezinha, moradora do Estado do Piauí.

O documentário

O “Pedalando no Sertão” surgiu por meio de um encontro entre o cineasta, Ricardo Reis, e o missionário e pastor Ubiratã, durante a Conferência da Igreja Cristã da Família.

Ao ter conhecimento da história do pastor, Ricardo, junto a outras pessoas como Matheus Ortega, Saulo Augusto, Afonso Flores, Bruna Manzoli, Vanessa Laitano e José Nilson Rodrigues, decidiu documentar a vida deste homem que tem sido uma inspiração para muitos cristãos.

Segundo o diretor do documentário, Matheus Ortega, a produção do filme teve vários objetivos, os quais foram todos alcançados. “Impactamos a juventude cristã; honramos a vida do Pr. Ubiratã e sua família; e arrecadamos fundos e apoio para o Sertão brasileiro. Para nossa surpresa, também conseguimos enviar mais de R$ 50 mil para o Sertão do Brasil; e muitos jovens se interessaram em realizar missões no local”.

Gravações do documentário “Pedalando no Sertão”

Ainda, segundo Matheus, a produção do documentário durou seis meses e foi realizada de forma totalmente voluntária. “Por meio deste filme, conseguimos realizar o sonho de retratar a história de um verdadeiro homem de Deus. Não contávamos com recursos para realizar uma mega produção, no entanto, contamos com a força de vontade e talentos de todos os envolvidos”, explicou. “Além disso, aprendi que não precisamos de muito para servirmos no Reino de Deus. Assim como o Pr. Ubiratã falou e viveu, o que precisamos é de força de vontade e disposição, pois Deus faz o resto”, finalizou.

Assista ao documentário:




Fonte: Lagoinha
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segunda-feira, 9 de junho de 2014

Evangélicos preparam evangelismo em massa durante a Copa do Mundo de 2014

Projeto de evangelização na Copa do Mundo de 2014 promovida pela Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil.

Diversos grupos evangélicos estão na preparação para um evangelismo em massa durante a Copa do Mundo de 2014, que acontecerá a partir de 12 de junho no Brasil.

Projetos como a Trans Copa 2014, Joga Limpo Brasil, Jocum Kickoff, entre outros, estão planejando enviar voluntários de todo o país para alcançar pessoas para Cristo durante todo o evento futebolístico.

A Junta de Missões Nacionais já possui um calendário para a Trans Copa 2014, onde os eventos evangelísticos ocorrerão em dias específicos durante o período de 12 de junho a 13 de julho de 2014.

As ações da Trans Copa acontecerão apenas nos dias dos jogos e exclusivamente nas cidasdes-sede do torneio. A tabela pode ser conferida aqui.

O projeto permite que todos os filiados de uma Igreja Batista filiada à Convenção Batista Brasileira devidamente recomendado pelo pastor e crentes a partir de 18 anos participem das atividades evangelísticas.

Menores de 16 anos também participarão se acompanhados de um responsável maior de 18 anos. Para maiores detalhes, acesse o site da organização no endereço http://www.jmn.com.br/jmn/projeto.aspx?url=transcopa2014.

Os voluntários irão evangelizar diretamente através do método “Golden Goal”, ou indiretamente através da oferta de serviços gratuitos como pintura facial, folhetos especiais, entre outros.

O Movimento Joga Limpo Brasil (MJLB), coordenado pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), está mobilizando atletas, igrejas e organizações cristãs para difundir a mensagem bíblica em diversas cidades e nas cidades-sede da Copa do Mundo.

As instituições aderentes ao projeto atuarão de acordo com seus próprios projetos e objetivos. A SBB ajudará difundindo as ações dos parceiros do movimento através do site oficial do MJLB.

O JOCUM, uma organização missionária reconhecida mundialmente, fez rapidamente parceria com diversas organizações locais e internacionais para proclamar a palavra durante a Copa do Mundo.

Com grande paixão e com uma rede globalizada de contatos o grupo almeja “fazer Deus conhecido entre as nações.”

Outros projetos de evangelismo incluem Evangelizando o Mundo na Copa da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), JCTEM da igreja metodista, Escola do Clamor na Copa, entre outros.

A abertura da Copa do Mundo acontecerá no estádio de Itaquera, zona leste de São Paulo e encerramento será no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

Outras cidades envolvidas no evento incluem, Manaus, Fortaleza, Natal, Recife, Salvador, Brasília, Cuiabá, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre.




Fonte: The Christian Post
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sábado, 8 de março de 2014

Missionária evangélica no Piauí dá exemplo de amor ao acolher mais de 600 crianças

Há vinte anos um coração foi impactado por uma chamado missionário.O desejo de estar no meio de comunidades, junto a pessoas de classe social desfavorecida, anunciando o Evangelho, levou a irmã Graça a iniciar um trabalho na Vila Irmã Dulce (Teresina-PI) em meados de 1998.

Maria das Graças Hermes da Costa Nunes, 55 anos, piauiense e uma mulher que vive intensamente um dos princípios da humanidade: ‘amar ao próximo como a si mesmo’.  Determinada, Irmã Graça, como é carinhosamente chamada, fundou há 15 anos o Centro Integrado da Criança e do Adolescente Cordeiro do Reino (Cincacre) em Teresina e presta atendimento para cerca de 630 crianças carentes na Vila Irmã Dulce, um dos bairros mais violentos da Zona Sul da capital.

O trabalho, que começou com ela e mais quatro voluntárias, atualmente conta com 32 colaboradores e a instituição ganhou novas instalações para conseguir atender a grande demanda. A manutenção da casa é feita a partir de doações da comunidade, empresários locais e alguns convênios com a prefeitura e governo federal. O sonho de Irmã Graça hoje está estampado nas mais de 20 salas de aula, quadra de esportes, refeitório e no sorriso das crianças.

“Eu ia nas casas das pessoas e via crianças chorando. Era choro de fome. Eu pegava um lanche dava a elas e se calavam. Nós pensamos em atender essas crianças. Quando falo nós quero dizer: eu, o Pai, Filho e Espírito Santo. Tudo acontece a partir de uma orientação divina. Não posso olhar para mim sem antes enxergar o próximo. Se você não olhar para o outro vai se tornar uma pessoa egoísta, egocêntrica”, disse.

Natural da cidade de São Raimundo Nonato, região Sul do Piauí, Irmã Graça se mudou para a Teresina aos 17 anos e levou na bagagem amor e o desejo de trabalhar em prol dos menos favorecidos. Casada, mãe de três filhos, formada em Pedagogia e Teologia, a mulher de olhar sereno disse que desde criança mantém o interesse em obras sociais.

Como tudo começou

Usando uma bicicleta e munida de muita perseverança, Irmã Graça saía de casa e percorria diariamente uma média de 15 km para ajudar os moradores da recém-fundada vila, na época considerada uma das maiores da América Latina com mais de 10 mil famílias. Foi em uma pequena casa de palha que ela começou a atender de forma voluntária cerca de 80 crianças.

“Como na vila não tinha água e nem luz, nesse local funcionava um chafariz e era lá que as pessoas iam buscar água. Comecei a ver meninas sendo exploradas sexualmente por homens que chegavam em carros. Isso me chamou atenção e vi que precisa fazer alguma coisa para mudar aquela situação”, relembrou.

No Cincacre são atendidas crianças de 0 a 13 anos com serviço de berçário, educação infantil, ensino fundamental menor, além de atividades esportivas como judô e balé. Adolescentes, que na infância receberam atendimento na instituição continuam frequentando o Centro. O berçário hoje atende 40 crianças, 20 delas em tempo integral.

O trabalho de Irmã Graça foi conquistando a comunidade e ganhando a admiração de outras instituições que hoje mantém convênios com o Cincacre, como faculdades particulares, óticas e o Serviço Social da Indústria (Sesi). Francinalva Pereira de Sousa, 34 anos, começou como voluntária e após ser beneficiada com uma bolsa de estudos se formou em Pedagogia e hoje é uma das professoras da instituição.

“Já estou tentando conquistar a minha pós-graduação. É um trabalho gratificante que fazemos aqui diariamente”, disse Francinalva.

Pai de Gustavo Martins, 2 anos, que está no maternal, o mototaxista Elisan Araújo Almeida, 37 anos, disse que confia plenamente no trabalho desenvolvido no Cincacre. Sobre a Irmã Graça, o pai tem uma única opinião: “Uma pessoa atenciosa e que olha o ser humano por completo e não pela metade”.

Os projetos desenvolvidos pelo Cincacre levam em consideração os estágios de desenvolvimento da comunidade, por isso as primeiras ações foram voltadas para o combate a fome e o acompanhamento médico das crianças desnutridas. Num segundo momento a instituição se preocupou com a formação educacional, acompanhamento físico e psicossocial e atividades de prevenção primária as crianças e adolescentes em situação de risco social.




Fonte: G1/Blog do Céu
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Igreja batista implanta 'mini cidade' em São José dos Campos

"Sou um líder visionário." Nenhuma frase explica melhor a personalidade de Carlito Paes, pastor presidente da Primeira Igreja Batista de São José. Paes chegou à cidade há 17 anos, encontrando uma pequena igreja com 600 fiéis. Hoje, eles somam 10,6 mil membros.

Seu espírito empreendedor ficou evidenciado no crescimento da estrutura da PIB, que ocupa uma área de 25 mil metros quadrados junto à supervalorizada via Dutra.

Neste local, batizado como campus Colina, a PIB está concluindo o maior auditório da cidade, com 6.500 lugares. Uma escola de ensino fundamental e médio, a Inspire, foi erguida em exíguos cinco meses e já abriga sua primeira turma de 345 alunos.

Mas os projetos de Carlito Paes para a PIB não se limitam à pregação evangélica e à educação. Os "braços" social e comercial da igreja formam um respeitável conjunto de empresas, projetos e iniciativas.

Os bons resultados obtidos como pastor, empreendedor e comunicador fazem de Carlito Paes um personagem influente na vida da cidade.

A seguir, os principais trechos da entrevista a O VALE :

A PIB surge como uma espécie de "império" do ramo evangélico na região. Em que se baseia o projeto de expansão da igreja?

Não é um império porque um império tem que ter um imperador e eu sou só um servo. [risos] Assumi a PIB em São José em 1997, portanto há quase 17 anos. Tinha 27 anos e assumi como pastor na equipe. A igreja tinha só 600 membros e eu sonhava com uma igreja grande, um lugar que não fosse só para ver e sair do culto, mas um lugar onde as crianças pudessem correr, onde se pudesse fazer conferências de treinamento, onde pudesse existir um complexo esportivo, uma escola, restaurantes, lanchonetes, auditório. E comecei a sonhar com isso. A Volkswagen havia saído da avenida José Longo e nós fomos para lá, isto em agosto de 2001. E quando a igreja foi para lá, logo já eram 1.000 pessoas. Passados mais dois anos, com visão bem de futuro, compramos este terreno de 205 mil metros quadrados, que terminamos de pagar este ano. O valor original, de R$ 10 milhões, foi parcelado e pago em nove anos. Então a igreja começou a construir. E estamos construindo ainda, é um projeto a longo prazo.

Qual é o projeto?

Continuamos construindo o auditório e, no ano passado, através de um empresário que também é membro da igreja, o Vale Sul Shopping e a Century do Brasil firmaram uma parceria conosco e construíram o prédio que hoje é o Colégio Inspire. São 4.000 metros quadrados de área. Acreditamos que a revolução deste Brasil que nós queremos passa pelo caráter e pela educação. E o Inspire se propõe a isso. Formamos uma equipe fantástica, com proposta bilíngue. Hoje, são 60 professores, 18 turmas e 345 alunos do primeiro ano do ensino fundamental ao segundo ano do ensino médio. 
E a igreja continua sonhando. Nós ainda planejamos ter aqui, em uma área muito grande, o complexo esportivo, que está em andamento, depois a área vai ganhar um estacionamento coberto por andares e auditório principal para 6.500 lugares. Sonhamos até em adquirir mais áreas e termos algo na área de saúde, principalmente a saúde de idosos. Imaginamos uma casa de repouso e um hospital geriátrico.

A igreja sustenta as atividades paralelas ou é o contrário? O que viabiliza a PIB?

Boa pergunta. A coisa principal da igreja é a fé. A PIB de São José é um grupo porque tem áreas de serviços, mas o mais importante são as celebrações, o cuidado pastoral. Hoje, a igreja tem 10,6 mil membros, 600 células e 25 pastores em seis locais de celebrações: os campi Colina, Centro, Betânia, Zona Norte, Zona Sul e Primavera. No campus Primavera nós temos o maior empreendimento social feito por uma entidade religiosa da cidade. Investimos lá R$ 1 milhão na construção de um complexo, construímos uma quadra poliesportiva, um ginásio e vamos levar para lá a sede da Abap (Associação Beneficente de Ajuda ao Próximo). 

Religião e empreendimentos comerciais não são conflitantes?

Precisamos administrar com sabedoria e com ética. A PIB em São José é uma associação religiosa, ela não pode fazer nenhum tipo de negócio porque ela é uma igreja, uma associação. Daí ela ter criado outros dois braços. Um braço social, que é a Abap, é uma pessoa jurídica à parte, em que a igreja é a mantenedora. A Abap pode fazer parcerias, como as que temos com a prefeitura, a Embraer e a Petrobrás Distribuidora. O outro braço é o comercial. Acho errado qualquer entidade que queira fazer alguma coisa não pagar impostos. A PIB tem editora, livraria, salão de beleza, emissora de rádio, agência de treinamento, agência de comunicação.
Tudo isso faz parte do nosso grupo comercial. Então não dá confusão porque você deixa as coisas bem claras. 

E a igreja, como vai? Qual a estrutura atual?

A igreja vai muito bem, ela vai completar 72 anos, é de 1942, então podemos dizer que ela não nasceu com São José, mas ela cresceu com São José. A igreja tem hoje quatro celebrações por domingo aqui na Colina. Mas nós sabemos que se o espiritual atrai, as pessoas precisam de um mínimo de infraestrutura. A Colina oferece isso. A igreja é muito boa nas suas palestras. Não somos uma igreja que usa pregação chata. Eu não prego de terno e gravata, sou pastor casual. Não fico gritando no púlpito, quero que o meu ouvinte se sugestione de que eu estou na sala, conversando com ele. 

Pastor, como surgiu a sua vocação evangélica? 

Eu estava no Rio de Janeiro, sou natural de Macaé. Quando tinha 14 anos fui a um retiro de adolescentes e houve um desafio para aqueles que queriam se entregar ao ministério, ao sacerdócio. Na época, o Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, que é no Rio. Fiz o bacharelado e o mestrado. Agora estou fazendo doutorado porque entendo que o aperfeiçoamento é fundamental. 

A PIB tem sua marca?

Sou um líder visionário, acredito em movimento. A igreja não é um monumento. Quero levar a igreja para fora para a comunidade, para o serviço. A PIB tem o maior serviço social religioso da cidade.

O senhor é um pastor, um empreendedor e um comunicador. Em qual dessas vocações se sente mais forte?

Entre cuidar do indivíduo, empreender e comunicar, fico com a comunicação porque isso maximiza o meu dom. Creio que a comunicação é fundamental para o crescimento.

O senhor diria que o céu é o limite para a PIB?

Enquanto houver uma pessoa que não tenha fé, esperança e amor no coração na cidade, este é nosso limite. 

Pastor Carlito já escreveu 16 livros

O pastor Carlito Paes é autor de 16 livros sobre temas como liderança e espiritualidade, com mais de 100 mil exemplares. Sua próxima obra já tem título: "Os Sete Pecados da Liderança", escrito a "quatro mãos" com Willian Douglas, autor do best-seller "As 25 Leis Bíblicas do Sucesso". Outra obra sua deve ser lançada em maio pela Editora Inspire.

Evento reúne mais de 1.500 pastores

Entre 30 de abril e 3 de maio o campus Colina receberá mais de 1.500 pastores e líderes da igreja batista de todo o país na 14ª edição da Conferência Inspire Brasil. O evento tem seis preletores (dentre eles Carlito Paes) e 20 workshops. Novos eventos deverão ser programados no local, que será o maior auditório da cidade, para 6.500 pessoas.





Fonte: O Vale
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A motivação para a missão

A missão de Jesus nos oferece um modelo de missão não apenas quanto à integralidade, mas também quanto à motivação. Segundo Mateus 9.36, ao ver as multidões, Jesus “teve grande compaixão delas, porque andavam cansadas e desgarradas, como ovelhas que não têm pastor”. A compaixão era sua motivação. A palavra grega “splagchniszais”, que neste caso se traduz como “compaixão”, é a mesma usada em Lucas 10.33 para referir-se à atitude do bom samaritano na parábola de Jesus — o samaritano que, ao ver o homem que havia sido atacado pelos ladrões no caminho de Jerusalém para Jericó, parou para ajudá-lo. Antes dele, um sacerdote viu o homem ferido e “passou de largo”. O mesmo fez um levita. Em contraste, quando o samaritano o viu, “moveu-se de íntima compaixão” (v. 33) e cuidou dele diligentemente. A mesma palavra aparece também em Lucas 15.20, que afirma que, na parábola do filho pródigo (ou melhor, dos dois filhos perdidos), quando o pai do filho que havia esbanjado a herança o viu voltando para casa, “se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou”. 

Nos Evangelhos Sinóticos, este termo grego, além das poucas vezes em que aparece nas parábolas de Jesus, é usado para referir-se a uma das características de Jesus como Messias. É a compaixão do ungido de Deus ao ver a tristeza da mulher cujo filho morreu (Lc 7.13), ao ver os enfermos (Mt 14.14), os cegos (Mt 20.34), os leprosos (Mc 1.41), as multidões famintas e cansadas (Mt 15.32).

O que provocou a compaixão de Jesus, segundo o texto de Mateus 9, foi ver as multidões “cansadas e desgarradas, como ovelhas que não têm pastor”. Esta última frase é um eco de Números 27.17, no momento em que Moisés pede a Deus que proveja para Israel um líder que ocupe seu lugar de modo que o povo de Deus não fique “como rebanho sem pastor”. 

Cabe, no entanto, perguntar se as multidões no tempo de Jesus precisavam de líderes. Elas tinham líderes, mas eles estavam concentrados em Jerusalém, usufruindo dos privilégios derivados da posição social, incluindo as luxuosas mansões. Enquanto isso, os campesinos da Galileia e da Judeia, por causa do tributo imperial e dos impostos do templo, perdiam as terras herdadas e se transformavam em locatários de seus opressores. A situação descrita em Ezequiel 34 se repetia com líderes que, sem constrangimento, agiam com avareza, enquanto o povo morria de fome.

Jesus não via as multidões como meras almas que precisavam apenas salvar-se espiritualmente. Ele as via como pessoas oprimidas, abandonadas pelos seus líderes, vítimas da injustiça. E, ao vê-las, tinha compaixão delas.

Sem compaixão não há missão; menos ainda a missão integral, que inclui a restauração das relações da pessoa com Deus, com o próximo e com a criação. Pode haver proselitismo e persuasão para mudar de religião ou unir-se a um culto, mas não a missão que tem como modelo a missão de Jesus Cristo.

Ao redor do mundo hoje e na Palestina do primeiro século, as multidões precisam de líderes compassivos dispostos a serem líderes-servos. Em todos os lugares é evidente a ausência de líderes com uma integridade moral que os capacite a colocar os interesses do povo sobre os próprios interesses. As classes dominantes, constituídas por militantes ou políticos, executivos de empresas ou comerciantes oportunistas, são geralmente insensíveis às necessidades da maioria. Nessas circunstâncias é urgente que nós que confessamos a Jesus Cristo como nosso Senhor vejamos as multidões “cansadas e desgarradas, como ovelhas que não têm pastor”. Á medida que as olharmos com os olhos de Jesus, entenderemos sua situação e seremos movidos pela compaixão, de maneira a suprirmos a demanda de líderes-servos como Jesus.





Fonte:  René Padilha em Ultimato
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domingo, 23 de fevereiro de 2014

Estrela das Olimpíadas de Inverno louva a Deus com mensagem da Bíblia antes de sua estreia

Lolo Jones deixou uma passagem do livro de Pedro em sua Fan Page no Facebook

Lolo Jones, uma das principais estrelas olímpicas dos Estados Unidos, aproveitou sua estreia nos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi (Rússia) 2014 para louvar a Deus através de uma mensagem com um verso da Bíblia na rede social Facebook.

Bastante popular nas redes sociais, com cerca de 300 mil likes no Facebook e quase 400 mil seguidores no Twitter, Jones compartilhou a mensagem na última terça-feira (18), antes de iniciar sua participação no bobsled, prova onde os atletas descem uma pista de gelo por meio de um trenó, em altíssima velocidade.

Com dificuldades em sua prova, ao lado de Jazmine Fenlator, a competidora americana fez questão de anunciar que independente do resultado, já estava feliz por sentir o fato de "Deus ter respondido as orações", preenchendo seus fãs de esperança com um versículo do livro de Pedro.

"E por ele credes em Deus, que o ressuscitou dentre os mortos, e lhe deu glória, para que a vossa fé e esperança estivessem em Deus", registrou Lolo Jones em sua Fan Page no site Facebook, ao citar Pedro 1:21.

Em nome de sua amizade com sua Fenlator, sua parceira da prova em dupla, Jones também agradeceu a companheira por todo o esforço e dedicação, antes de estrear pela disputa que é uma das mais aguardadas nas Olimpíadas no gelo.

"Estou honrada de correr com você. Jaz [Fenlator], eu sei o quão duro você trabalhou para chegar até aqui, e estarei comemorando com você se ganharmos uma medalha no bobsled, assim como compartilharemos nossa frustração caso não fizermos", resumiu a atleta.

Em uma prova dominada pelas compatriotas Elana Meyers e Lauryn Williams do time USA-1, as americanas Jones e Jaz se apresentaram pela equipe USA-3 de forma bastante nervosa, ficando em 11º lugar, bem distantes da medalha na final que acontece nesta quarta (19). O USA-1 lidera a prova.




Fonte:  The Christian Post
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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Santa Catarina é impactado pelo projeto missionário “Pés no Arado”

A Bíblia é conhecida no meio batista como a “regra de fé e prática”, por isso, atendendo a orientação de Marcos 16.15, onde Jesus diz: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”, cerca de 100 jovens, representando 13 estados brasileiros, pisaram em solo catarinense no período de 3 a 13 de janeiro para proclamar as boas novas da salvação. Os voluntários participaram do “Pés no Arado”, projeto missionário organizado pela Juventude Batista Brasileira (JBB), que este ano contou com a parceria da Convenção Batista Catarinense (CBC).

“Quando retornamos do Pés de 2013, havia um clamor para que o projeto ocorresse no Sul, mas não tínhamos nada confirmado ainda. Logo depois, quando chegamos ao Rio, recebemos o convite para levarmos o Pés para Santa Catarina e entendemos que era resposta de Deus. Então o levamos para o estado em parceria com a CBC, o que foi muito positivo”, declara Melina Santos, coordenadora do projeto.

O “Pés no Arado” é interdenominacional e destinado aos maiores de 18 anos. Cada ano acontece em um estado diferente e, em 2014, igrejas do Norte, Sul e Oeste Catarinense, assim como a grande Florianópolis, receberam as equipes, que em sua maioria eram compostas por cerca de 10 pessoas.

“A divisão da equipe é feita, em primeiro lugar, pelas habilidades e, também, na medida do possível, tentamos separar as pessoas da mesma igreja e região para que tenhamos uma diversidade dentro dos grupos”, explica Melina.

O tema deste ano foi “Pra Você Sorrir”, como forma apresentar Jesus Cristo como a verdadeira alegria. As estratégias propostas pelos voluntários são as mais variadas, vão desde o evangelismo pessoal ao abraço grátis, de gestos de bondade ao dia da beleza. Para participar não é obrigatório possuir nenhuma habilidade específica, todos são bem-vindos, desde que dispostos e com vontade de servir. Mesmo assim, para auxiliar os voluntários, os dois primeiros dias são destinados ao treinamento. Para 2014, a capacitação ocorreu no Acampamento Batista Catarinense (ABC) e o convidado a ministrar aos participantes foi o missionário Rodrigo Busin, que exemplificou a forma de abordagem utilizada pelo Ministério Caravana do Arrependimento.

“A abordagem direta é levar o evangelho de Cristo e ter o retorno mais rápido. No meu ministério tem sido a forma mais eficaz, mas não podemos generalizar”, afirma o missionário.

Muitos que já participaram em outra oportunidade do Pés no Arado ou outros projetos missionários já conheciam a estratégia, mas puderam se aprimorar. Já aqueles que não conheciam, viram-na como uma excelente ferramenta de evangelização, como contam os voluntários Rafael Mascarenhas e Abner Souza.

“Esse treinamento abriu um pouco mais o meu nível de conhecimento sobre a temática utilizada no Pés anterior. Pude relembrar o quanto essa abordagem é eficaz”, comenta Rafael.

“Essa é uma boa forma de complemento às ações que normalmente são realizadas na comunidade. Através desse tipo de evangelismo podemos demonstrar a motivação das nossas atitudes de atenção e amor ao próximo”, diz Abner.

A noite de abertura e o culto de comissionamento ou envio foi aberto a toda comunidade catarinense. Nas datas, ministraram o Pr. Silas Timóteo, da PIB em Balneário Camboriú/SC, e o missionário Rodrigo Busin, enviado da PIB de Cabo Frio/RJ. Os louvores ficaram a cargo das bandas da Juventude Batista de Florianópolis (Jubaf) e Rio Tavares.

“A abertura foi, na verdade, a reabertura dos nossos olhos e corações para a mensagem da cruz”, afirma o curitibano Natan Alves. “Pensar como Jesus nos chamou pela cruz e ter essa possibilidade de ir também pregar o evangelho foi muito importante para mim. Foi realmente um culto de chamada, foi como se fosse um aval para ir ao campo”, conclui Fabiane Guimarães, de 18 anos.

Após o culto de envio, os voluntários vão para os campos, que foram divididos em Campeche, Brusque, Barra do Sul, Ribeirão da Ilha, Joinville, Forquilhinhas, Rio Tavares, Jardim Atlântico, Vila Nova e Braço do Norte. De acordo com o Pr. Jossemar de Oliveira, secretário da Convenção Batista Catarinense, Santa Catarina é um dos estados de menor expressão do evangelho. São seis milhões de habitantes e 14 mil batistas, onde a maioria se concentra no litoral catarinense.

“São 86 igrejas batistas, 50 congregações e 20 frentes missionárias. No total, há 156 trabalhos batistas em todo o estado. Desses, 64 unidades possuem menos de 30 membros e 33 com cerca de 100. Sendo que 40% das igrejas não possuem condições de se manter”, declara o pastor Jossemar.

Cada grupo, através da realidade dos locais para o qual foi enviado, pode vivenciar novas experiências, como é o caso de quem ficou em Forquilhinhas e Rio Tavares. Essa, que foi a maior equipe do projeto este ano, contou com 16 voluntários, incluindo a líder Vivian Fafá, que falou um pouco sobre as particularidades dos campos em que atuaram.

“São duas igrejas com realidades completamente diferentes. Tivemos que nos organizar de forma com que pudéssemos atender os dois locais com qualidade. Em um dos bairros as pessoas são mais receptivas à palavra, já no outro, por ser um bairro onde o fluxo de turistas é grande, acaba sendo mais dificultoso o trabalho”, apontou a capixaba.

Dotado desse mesmo pensamento, o voluntário de primeira viagem, Arthur Martins, de 30 anos, comenta o quanto é desafiador realizar as ações ao lado de outras 15 pessoas, de seis estados diferentes: “O principal desafio é saber trabalhar em equipe e entrar em consenso com todos. O fato de ser um grupo grande dificulta um pouco por esse ser também um processo de conhecimento”, diz. O paranaense Alisson Nascimento, de 24 anos, também comenta a questão do relacionamento entre os componentes da equipe:

“A união do grupo como família me impactou bastante. Mesmo com diferentes personalidades, conseguimos encontrar um equilíbrio onde cada um, de acordo com o seu dom, pode ser útil na obra”, cita o jovem.
Se de um lado é desafiador conhecer e conviver em forma de família com pessoas antes desconhecidas, por outro, o desafio e responsabilidade é criar relacionamentos com os membros das igrejas que receberam os grupos, assim como com os moradores dos bairros selecionados, como ressalta Marco Antônio Silveira, que fez parte da equipe de Ribeirão da Ilha.

“Em tudo o que fizemos buscamos deixar as pessoas bastante a vontade, para que tudo acontecesse de forma espontânea. Uma das principais ferramentas nossas foi o ouvir. Muitos precisam desabafar e isso tem sido muito positivo”, complementa Marco Antônio.

Na liderança, o sentimento de unidade não foi diferente, principalmente para aqueles que foram líderes em parceria com outro. Teve líder novato, veterano, pego de surpresa, mas em todos eles havia algo em comum: o chamado. “Sem dúvidas é uma grande experiência. Sei que Deus é quem escolhe e capacita. Se fosse por mim mesma, eu não aceitaria, mas há algum tempo eu disse para Deus: “eis-me aqui” e Deus então me presenteou com essa oportunidade”, exemplifica Thaiz Nascimento, que liderou a equipe de Joinville junto com Lisandra Soares.

É esse chamado também que motiva as pessoas a saírem do conforto e da comodidade de seus lares e igrejas para dedicar suas vidas em prol do outro e do reino de Deus. A gaúcha Lúcia Wilgen é um desses exemplos. Ela está à frente da congregação do Balneário Barra do Sul há um ano, depois de uma reviravolta que Deus fez em sua vida, como conta.

“Eu era freira e hoje estou aqui à frente da congregação. O campo aqui está muito aberto devido o bom relacionamento que tenho com as autoridades locais”, conta. Vocação essa que também que se estendeu à missionária Andrea Cardoso, que atua em Vila Nova.

“Frequentávamos a igreja mãe e nos pediram para auxiliar na congregação, mas aí o pastor saiu e nós continuamos cuidando da unidade. Deus já tinha, inclusive me falado isso em sonho, mas muitas vezes eu desanimei, fiquei triste por não saber como lidar com determinadas situações, por não ter informações de base teológica e nem recursos. Tudo o que temos feito é porque temos a consciência de que foi o Senhor que nos chamou para estarmos aqui”, diz a missionária.

A Bíblia diz em I Coríntios 9.16: “Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!” É por entender isso que a carioca Lidiane Ferreira, de 26 anos, não se intimida diante das circunstâncias, como comenta.

“Não me preocupo em ser surda, pois sei que Deus tem um ministério para mim. Sei que existem muitos surdos no campo e também em outros lugares. Eu estou amando o projeto; o Pés tem mudado minha vida”, concluiu a pedagoga Lidiane Ferreira.

Buscando atender a esse ide de Cristo, em todos os dias em que os voluntários estiveram em Santa Catarina a presença de Deus pode ser notada de muitas formas. Não somente dentro das igrejas, mas nas ruas, praças, e até em eventos municipais, como a Marcha Para Jesus, que aconteceu em Barra do Sul. Em algumas localidades nem todas as ações propostas inicialmente puderam ser realizadas, mas o Senhor sempre se fazia presente trazendo a direção do que deveria ser feito, como fala o líder da equipe de Braço do Norte, Ronan Lima:

“Foi muito diferente porque todas as estratégias propostas não eram coerentes com a realidade local. Tivemos que mudar muitas coisas na hora, o que me fez entender que não existe um formato pronto, um manual. As coisas precisam ser flexíveis e precisamos estar atentos à voz de Deus para entender o que Ele deseja fazer”, explica Ronan.

Os missionários se despediram do estado no dia 13, com a celebração do Culto da Vitória, onde cada equipe apresentou através de vídeos, música, dança, um pouco do que foi realizado nos campos. Alguns membros das igrejas que receberam os voluntários também compareceram. Para o pastor da juventude do Campeche, Pr. Leonardo Amorim, “O Pés no Arado foi nitidamente resposta de oração das igrejas que se importam com a evangelização de pessoas”. O diretor de Missões da CBC, Pr. Fernando Coelho, observa que o despertamento nas igrejas batistas de Santa Catarina já começou.

“Até antes de ter começado o projeto, propriamente dito, as igrejas já estavam impactadas, principalmente aquelas que receberiam as equipes. E no decorrer do trabalho, através dos testemunhos, dos pastores envolvidos e membros das igrejas e congregações, podemos notar que está havendo um grande despertamento em Santa Catarina em relação ao evangelismo”, constata. Agora, a responsabilidade daqueles que de alguma maneira cooperaram com o projeto, é despertar outros para a missão, como enfatiza o Pr. Jossemar de Oliveira:

“O que mais precisamos agora é impactar as igrejas para que levantem missionários e os enviem para o campo”, declara o pastor.





Fonte: Convenção Batista Brasileira
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Missão evangélica vai para os Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi para pregar o evangelho

Um grupo do Alasca (EUA) estabeleceu uma parceria com igrejas russas

Com a realização dos Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi, sudoeste da Rússia, uma missão evangélica pretende sair do Alasca (Estados Unidos) para pregar o evangelho ao público que participa do evento esportivo.

Baseado na região polar dos Estados Unidos, o grupo alasquiano SOAR International Ministries já desenvolve um trabalho na Rússia, e fez uma parceria com as igrejas locais russas com o envio de 40 voluntários para estarem presentes em locais públicos difundindo a Palavra de Deus.

De acordo com Greg Mangione, do SOAR, a ideia é introduzir a comunidade para Cristo por meio de formas descontraídas que chamarão a atenção ao evangelho, como shows de mágica, pinturas no rosto, exibição de vídeos e uma série de atividades de entretenimento até surgir a oração.

"Queremos estabelecer um relacionamento. Estamos à procura de pessoas que queiram se perguntar 'Por que eu estou aqui?'. Esperamos que abram a porta para compartilhar um testemunho pessoal e dizer que 'Estou aqui porque eu amo Cristo'", resume Mangione.

E o SOAR não está sozinho em sua iniciativa. Outro projeto chamado Engage Sochi (Envolver Sochi) está encarregado a trabalhar nestas Olímpiadas, sob o comando do órgão International Mission Board e a mobilização de Batistas do Sul dos EUA para conversar com turistas, trabalhadores e moradores no local.

"Eu acho que é importante para as Convenções levarem a Palavra além do ministério olímpico. A iniciativa nos permite alcançar o mundo de uma forma muito mais responsável", avaliou Marty Youngblood, membro do Engage Sochi.

As Olimpíadas de Inverno de 2014 começaram no dia 7, e boa parte da repercussão que o evento costuma trazer foi tomada pela política anti-gay da Rússia, a ameaça de terrorismo e os hotéis em condições precárias. Os Jogos vão até o dia 23 de fevereiro.



Fonte: The Christian Post
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Cristãos enfrentam extinção no Oriente Médio

A oficial britânica Warsi disse que a situação é sombria para muitas minorias religiosas, mas, especialmente, para os cristãos. Segundo ela, a perseguição aos cristãos tornou-se uma crise global e, a solução é que os políticos de países com uma minoria cristã falem contra esta discriminação

A ministra das relações exteriores do Reino Unido advertiu que, em algumas partes do mundo, os cristãos correm risco de extinção por conta da violência dirigida contra eles. Em seu discurso na Universidade de Georgetown, em Washington, Warsi disse à BBC que a perseguição aos cristãos tornou-se uma crise global.

"Estou preocupada, assim como outros membros da sociedade, com a significativa quantidade de correspondência que recebemos alertando que o berço do cristianismo - partes do mundo onde o cristianismo se propagou primeiro - está vendo uma grande parte da comunidade cristã indo embora e os que restam sendo perseguidos", disse ela.

"Há enormes vantagens em se ter sociedades pluralistas – tudo, desde a economia à maneira pela qual as pessoas se desenvolvem educacionalmente – e, portanto, todos nós queremos ter certeza de que as comunidades cristãs continuem se sentindo parte desta sociedade e não sendo perseguidas nos lugares onde a religião nasceu."

"É [particularmente ruim para os cristãos]", disse ela. "Um em cada dez cristãos vive em situação de minoria e, um grande número de pessoas que vive em situação de minoria em todo o mundo é perseguido. Eles estão sendo vistos como os recém-chegados, estão sendo tratados como 'o outro' dentro dessa sociedade, apesar de estarem ali por muitos e muitos séculos", afirmou.

"Eu tenho responsabilidade com relação ao Paquistão", disse ela. "Uma das coisas que temos feito é conversar francamente com o primeiro-ministro, com o ministro das relações exteriores e com o ministro responsável pelos assuntos religiosos, dizendo que os políticos têm o dever de se posicionar quando este tipo de perseguição acontece e estabelecer os padrões que eles esperam que a sociedade siga."

Warsi continuou: "Os políticos precisam definir um padrão. Uma pesquisa interessante, divulgada nos EUA, relatou que a maneira como uma comunidade é tratada depois de um incidente – especialmente quando uma comunidade minoritária é tratada depois de um incidente extremista – depende muito do tom que os políticos definem. E, portanto, os políticos têm a responsabilidade de definir o tom. Eles têm a responsabilidade de estabelecer os parâmetros legais do que será ou não tolerado. É uma tragédia o fato de 83% dos países não respeitarem suas próprias constituições, nas quais a liberdade de religião é definida como protegida."

A ministra também exortou os políticos a manterem sua palavra garantindo que suas constituições nacionais sejam cumpridas e que as leis internacionais de direitos humanos sejam seguidas. "Há muito mais a fazer", disse ela. "Há um consenso internacional na forma de uma resolução do conselho de direitos humanos sobre o tratamento das minorias e a tolerância para com outras religiões, mas nós precisamos construir uma vontade política por trás disso."

"Temos artigos internacionais amplamente traduzidos sobre a liberdade de religião, mas eles não estão implementados, portanto, não se trata apenas de existirem leis, e sim da vontade política para implementar tais leis", conclui.



Tradução: Cláudia Veloso no Portas Abertas
Fonte: World Watch Monitor
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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Missionários da Jocum ministrarão curso sobre entendimento e prática da Palavra de Deus

Treinamento ocorrerá durante três meses, na Igreja Evangélica Nova Vida.
Envia é um dos ministérios da Jocum, que trata de um curso bíblico noturno.

Com o objetivo de capacitar as pessoas quanto ao entendimento e a prática da Palavra de Deus, será realizado a partir do dia 20 de novembro até o dia 12 de fevereiro o curso Envia - escola noturna vida abundante, que é uma realização do ministério Jocum em Boa Vista.

O curso ocorrerá três vezes na semana, na Igreja Evangélica Nova Vida, situada na Avenida Surumú, no Bairro São Vicente. A expectativa dos organizadores é que participem dos treinamentos aproximadamente 50 pessoas, sendo evangélicas ou não.

O ministério Jocum é uma organização missionária interdenominacional e internacional que se empenha em mobilizar e treinar cristãos de todas as nações para o cumprimento da missão de Jesus. O treinamento tem a finalidade de conhecer a Deus e fazê-lo conhecido, segundo os organizadores.

O Envia é um dos ministérios da Jocum, que trata de um curso bíblico noturno, onde serão debatidos vários eixos entre eles: o cristão e Deus; o cristão e a Palavra; o cristão e o corpo; o cristão e o inimigo, o cristão e missões e o cristão e a igreja.

Serviço

ONDE: Igreja Evangélica Nova Vida, na Avenida Surumú, no São Vicente
QUANDO: início dia 20 de novembro e término 12 de fevereiro, das 19h15 às 21h
QUANTO: R$ 10
INFORMAÇÕES: 8123-3296


Fonte: G1
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domingo, 13 de outubro de 2013

Manual ajuda igrejas a criarem ambientes seguros para as crianças

Como uma igreja local pode tornar seu ambiente um lugar mais seguro para as crianças? Talvez a pergunta seja nova para alguns líderes e pastores, mas infelizmente os riscos não. A prudência mostra que, apesar de as comunidades cristãs levantarem a bandeira de acolhimento e cuidado uns com os outros, casos de abuso sexual e violência infantil não são tão raros assim até em igrejas.

O PEPE Network, um ministério que trabalha com plantação de igrejas a partir de ações voltadas para crianças, percebeu a necessidade de criar um manual de fácil compreensão que ajude pastores s líderes a promoverem a proteção das crianças. Surgiu então o “Manual de Orientações e Práticas para a Proteção das Crianças nas Igrejas”. A publicação tem 69 páginas e traz dicas muito práticas para que as igrejas, no final, elaborem suas “políticas de proteção infantil”, isto é, normas de qualidade que moldem os hábitos das igrejas com relação à dignidade das crianças.

O manual mostra aspectos que vão desde a escolha de pessoas que cuidarão das crianças, mecanismos de avaliação até normas de comportamento que podem ser adotadas que respeitem os “pequeninos”.

A boa notícia é que esta publicação pode ser baixada gratuitamente (em PDF) no site do Movimento Bola na Rede. Clique aqui e faça o download.

O conteúdo do manual é baseado no kit Um Lugar Seguro para as Crianças que apresenta mais detalhadamente orientações para organizações sociais e igrejas sobre a proteção das crianças.

A seguir, leia algumas dicas para igrejas retiradas do “Manual de Orientações e Práticas para a Proteção das Crianças nas Igrejas”.

Recomendações para as igrejas que desenvolvem ministério com crianças:

1. Assegurar-se de que há auxiliares da igreja e da comunidade suficientes para que o trabalho seja seguro e eficaz. Para qualquer grupo de até 20 crianças o ideal é que haja 2 professores, e 3 para números maiores que 20.

2. Para trabalhos com crianças, apenas aceitar pessoas que são conhecidas há algum tempo e cujo caráter e experiência anterior, neste tipo de ministério, sejam reconhecidos. Mesmo em caso de grande necessidade, não é seguro deixar sozinha com as crianças a pessoa que frequenta a igreja há pouco tempo. É muito importante que alguém de confiança dê à igreja uma boa referência daquela que está se candidatando a trabalhar no ministério infantil.

3. Desenvolver a própria política e normas de proteção à criança na igreja. (Orientações podem ser obtidas no Apêndice deste manual).

4. Ter uma pessoa responsável pelo assunto de proteção infantil, eleita pela igreja e capacitada para exercer tal função, que tenha sabedoria para dar suporte aos que trabalham com crianças, caso haja suspeita de que alguma criança foi vítima de violência. Esta pessoa deve conhecer as práticas locais de proteção à criança. Será necessário alguém para cuidados pastorais com os professores ou voluntários do ministério infantil e com a família da criança também.

5. Assegurar-se de que os professores ou voluntários que trabalham no ministério infantil da igreja concordem em participar do treinamento sobre proteção à criança, no qual aprenderão os sinais e efeitos de violência, como ajudar a criança vitimada e como devem agir, caso detectem algum sinal de violência.

6. A igreja deve considerar a necessidade de aprender sobre violência contra a criança e discutir apropriadamente o assunto com membros e pais. Segurança e proteção às crianças fazem parte da vida dos seguidores de Jesus.




Fonte: Ultimato com informações da Renas
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sábado, 28 de setembro de 2013

Movimento “Bola na Rede” lança novo vídeo sobre exploração sexual de crianças

O Movimento “Bola na Rede”, liderado pela RENAS e parceiros, lançou no último dia 13 (segundo dia do Encontro RENAS), em Fortaleza (CE) o novo vídeo da campanha, que alerta a sociedade sobre a realidade da exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo e o risco de agravamento do problema com a chegada de grandes eventos esportivos como a Copa do Mundo de Futebol.

O novo vídeo mostra a gravidade do problema e sua relação com os eventos esportivos, inclusive, com depoimento de uma vítima. No entanto, também mostra a força da “corrente do bem”, com inúmeras pessoas e organizações dispostas a combater a exploração sexual.

Se você quer entender melhor a proposta da campanha ou compartilhá-la com igrejas, líderes, grupos pequenos , colegas de trabalho e governantes, este vídeo é um instrumento ideal. 

Assista abaixo:


Na ocasião também foi lançada uma cartilha “Uma ação educativa contra a Exploração e o Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes” que será útil para discutir o problema em comunidade. Ideal para pastores e líderes. Em breve, a cartilha estará disponível em PDF.




Fonte: Renas
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sábado, 21 de setembro de 2013

Por que ir para tão longe se aqui perto há tanta necessidade?

Eis aí uma pergunta que, pelo menos uma vez, todo missionário transcultural já deve ter tido que responder.

Visitando diversas igrejas no Brasil e compartilhando a respeito do nosso ministério de proclamação da Palavra de Deus aos povos africanos, Vânia e eu temos ouvido esta pergunta com certa frequência.

Por alguma razão, pessoas se sentem desconfortáveis com a ideia de que um indivíduo abrace desafios num contexto distante, enquanto há a manifestação de desafios, em certo sentido, semelhantes em seu ambiente originário.

Normalmente, diante da apresentação desta pergunta, temos procurado responder tendo em mente as seguintes razões:

 Porque é bíblico

A atitude de alguém que sai da terra natal para levar o evangelho a outras nações é, antes de tudo, sustentada, inspirada e ordenada pelas Escrituras.

O fato é que a Bíblia é essencialmente um livro missionário e como tal requer que o povo do caminho concentre seus esforços no anúncio da glória de Deus também entre aqueles que estão distantes.

Abraão foi o pioneiro a ter que deixar sua casa para se tornar bênção para as famílias da terra (Gn. 12.1-3), cumprindo assim os projetos missionários divinos. Depois dele, muitos outros personagens bíblicos seguiram seu rastro, tanto no Antigo como no Novo Testamento.

Sair da própria terra para levar o evangelho aos que estão distantes não se trata de uma proposta humana. Não é modismo, heroísmo ou tentativa de expansão religiosa. O trabalho missionário transcultural é vontade e propósito de Deus! A tarefa missionária da Igreja, antes de qualquer outra coisa, é bíblica.

Porque o Mestre mandou

 O missionário vai aos lugares mais distantes do planeta a fim de anunciar o evangelho em obediência a Jesus. Não se trata prioritariamente de responder a desafios maiores ou menores dos encontrados em nossa pátria, mas de se submeter à ordem expressa de Jesus para anúncio do evangelho entre todas as nações.

Essa não é a única base do nosso envolvimento com missões (já que o assunto é bíblico e reafirmado em cada livro das Escrituras), mas é preciso reconhecer que o Mestre não sugeriu ou solicitou, Ele nos mandou fazer discípulos de todas as nações: “Portanto ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que vos tenho mandado; e eis que Eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos” (Mt. 28.19-20).

Aquele que nos mandou ir tem toda autoridade no céu e na Terra. Sendo assim, devemos nos submeter à sua autoridade obedecendo à sua convocação a fim de alcançarmos também os que estão distantes.

Por uma questão de exemplo

Quando olhamos para trás encontramos em toda a história bíblica e eclesiástica o exemplo de homens que cumpriram com obediência o chamado missionário divino. De fato, o evangelho chegou até nós porque esses valentes do passado compreenderam que a Igreja é a agência missionária de Deus para o mundo.

É saudável lembrarmos com frequência que foi por meio do desprendimento e da obediência dos missionários estrangeiros que o evangelho chegou ao nosso país. Eles saíram de suas terras deixando para trás desafios presentes em seu próprio contexto. Antes de desembarcarem no Brasil é possível que também tenham ouvido de seus compatriotas: “Por que ir tão longe se aqui por perto há tanta necessidade?” Não obstante, saíram com coragem e vieram nos trazer o evangelho.

Hoje, tendo sido alcançados com o evangelho, parece que o mínimo que podemos fazer é reproduzir o exemplo, assumindo esse mesmo tipo de iniciativa em relação aos demais povos.

Para impedir o avanço das trevas em outras partes do mundo

Os povos sem o testemunho do evangelho estão perdidos espiritualmente e vivendo na escuridão. Em contrapartida, as falsas religiões continuam avançando e em muitos casos gerando oposição e perseguição ao evangelho.

Há contextos onde a obra da cruz de Cristo ainda não é conhecida e uma das consequências é que de maneira explícita Satanás é tido como rei e permanece recebendo adoração que não lhe é devida.

É importante dizer que quando nos omitimos em pregar a Palavra de Deus, estamos fazendo com que gerações inteiras permaneçam na escuridão. Desta forma, não podemos permanecer indiferentes enquanto temos todas as condições para interferir nestes cenários e fazer com que as trevas sejam dissipadas.

Por uma questão de coerência

Recentemente me sentei com o meu pastor em seu gabinete e ao considerarmos a presença da igreja em nosso bairro, identificamos mais de vinte igrejas locais em uma única rua. Esse fato faz parte da realidade de outras ruas da cidade do Rio de Janeiro e também de muitas outras cidades do nosso país. A questão que vem à mente diante deste quadro é: “Se o acesso ao evangelho é tão abundante em nossas cidades, por que não compartilhá-lo com aqueles que ainda não o receberam?”

Se o evangelho é de fato boas-novas e há muitos que sequer tiveram acesso a ele, acredito que não podemos omitir aos outros tudo o que Cristo fez por nós. Se o fizermos seremos os mais insensíveis e os mais incoerentes de todos os homens, mesmo que não houvesse uma ordem tão explícita para pregarmos o evangelho ao mundo.

Será que é justo que alguns recebam do evangelho em abundância enquanto outros não têm sequer uma oportunidade? Foi em resposta a esse cenário que o apóstolo Paulo escreveu: “Deste modo esforçando-me por anunciar o evangelho, não onde Cristo houvera sido nomeado, para não edificar sobre fundamento alheio” (Rm. 15.20).

Por uma questão de estratégia

Por mais incrível que pareça, existem povos que nunca ouviram o evangelho e precisam ser focalizados pela Igreja de Jesus Cristo a fim de serem evangelizados. Eles representam nações inteiras intocadas pelo trabalho de evangelização da Igreja e ignorantes da revelação especial de Deus. Eles somam milhões de pessoas que vivem em ignorância espiritual, mergulhados na idolatria e arraigados nas falsas religiões. São vítimas da fome, da pobreza, das doenças, das guerras e da impossibilidade de conhecerem a graça divina, revelada em Cristo Jesus. 

Os povos não alcançados são aqueles que não possuem uma comunidade nativa de crentes em Cristo com números ou recursos adequados para evangelizar seu próprio grupo sem a ajuda de missionários transculturais. Eles representam uns 2,3 bilhões de pessoas com muito poucas possibilidades de ouvir e crer no evangelho de Cristo. 

Considerando a tarefa inacabada do anúncio do evangelho entre todas as nações, o desafio que mais se destaca para a Igreja em nossa geração é exatamente anunciar o evangelho aos que ainda não ouviram.

Porque é um privilégio

Aquele que deixar o seu lar para seguir para terras distantes a fim de proclamar o evangelho é um mensageiro da paz e pode estar se tornando um pioneiro no trabalho de levar as boas novas de Cristo aos que ainda não ouviram.

Tenho enorme alegria em dizer que o maior investimento que fiz na minha vida foi dedicar a minha juventude no anúncio do evangelho (já se vão treze anos!). Pois a obra missionária é um grande privilégio para quem pode experimentá-la e investimento garantido para a eternidade, certa é recompensa.

Entendemos por meio da teologia bíblica que esse ministério não foi dado aos anjos, mas aos discípulos de Jesus. Portanto, trata-se de um grande privilégio que o Senhor tem reservado para nós. 

“Como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas" (Rm. 10.15).

Por todas estas razões, vale a pena alcançar aqueles que estão longe de nós!



Fonte:  Jairo de Oliveira na Revista Povos
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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Para fazer Missões é preciso aprender a amar

Evangelizar significa anunciar as boas novas, as boas notícias. 

Mas quais são as boas notícias?

Imagine a seguinte situação:

Você perde o emprego, o dinheiro que você tava contando não entra e você tem um monte de contas, financiamentos e empréstimo para pagar. Três meses passam e os juros vão se acumulando, você é ameaçado de perder o carro, de ser despejado e o telefone não para de tocar com cobranças. Qual seria a solução?

Poderíamos analisar várias situações, mas todas elas teriam em comuns sentimentos ruins (dor, sofrimento, insegurança, consciência pesada…) e o desejo de se livrar de todos eles.

A única coisa que poderia trazer liberdade e restaurar a paz seria uma boa notícia. Mas qual?

Para quem já feriu sabe o valor que tem alguém dizer: Eu te perdôo!

Para quem já passou necessidade sabe o quanto uma ajuda inesperada pode trazer alívio e bem estar.

Somos chamados a anunciar as Boas Notícias: amor, perdão, alegria, provisão, salvação…
Ide por todo mundo e pregai “as boas notícias” a toda criatura. (Marcos 16:15)

A melhor notícia que você pode transmitir para alguém é: Eu te amo! Como Deus me amou primeiro, hoje eu posso te amar e quando você conhecer o amor de Deus você vai ser capaz de amar a outros.

Pessoas estão precisando urgentemente conhecer o amor de Deus, e quando nós demonstramos este amor, não só de falar, mas perdoando, ajudando, provendo, animando, fortalecendo, nos tornamos verdadeiramente agentes deste amor.

Amor… nisto se resume as Boas Notícias…como você pode anunciá-la hoje?




Fonte: Jocum
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terça-feira, 18 de junho de 2013

Evangélicos buscam adotar crianças estrangeiras, mas encontram armadilhas no exterior

O pastor Brian Hopkins e sua mulher, Danna, com seus oito filhos, quatro deles foram adotados na Etiópia

Os Estados Unidos estão presenciando o crescimento rápido de um movimento cristão que promove a adoção como um chamado religioso e moral – algo que os teólogos evangélicos defendem que todo cristão capaz deveria considerar. Fazem parte desse movimento Danna Hopkins e seu marido, Brian, pastor de uma igreja evangélica. O casal, que já tinha quatro filhos naturais, adotou quatro crianças e tem, em andamento, mais um processo de adoção para adotar outras quatro irmãs da Etiópia, que perderam os pais para a malária e o tifo.

Os defensores dessa prática afirmam que uma onda de adoções, por parte dos cristãos, deu esperança e vidas de classe média a milhares de crianças órfãs ou abandonadas do exterior e, cada vez mais, a crianças adotivas nos EUA também. Centenas de igrejas já estabeleceram seus “ministérios dos órfãos”, que enviam ajuda para o exterior e auxiliam pais em potencial a levantar os milhares de dólares necessários para o processo da adoção.

O momento também reavivou um debate sobre práticas éticas em adoções de crianças estrangeiras, com acusações de que alguns pais e igrejas, em seu entusiasmo, já entraram inocentemente em um campo cheio de armadilhas, especialmente em países suscetíveis à corrupção. Essas armadilhas incluem o risco de documentos falsificados para crianças que têm pais capazes de cuidar delas, intermediários obscuros, suborno de policiais e até a vontade de pais pobres de mandar suas crianças para uma terra prometida sem o devido entendimento da permanência da adoção.

Mahlea Hopkins (E) e sua irmã, Kenzie (D), em reunião na igreja

Em março, o Departamento de Estado dos EUA liberou um alerta sobre o Congo. A nota advertia que muitas crianças cujas adoções já haviam sido aprovadas pelo governo congolês haviam sido “retiradas de orfanatos por um pai ou parente”, indicando que aquelas crianças nunca haviam sido órfãs elegíveis para a adoção norte-americana.

A embaixada dos EUA em Kinshasa declarou, neste mês, que aumentou suas investigações de adoções, resultando em atrasos de até seis meses. Os Hopkins, agora, estão ansiosos, esperando a embaixada conceder vistos de imigrante para as quatro meninas que já são, legalmente, suas filhas.

Pais se preocupam com filhas ainda no Congo

Bozeman.Realizada corretamente, uma adoção pode parecer o famoso sinal divino. Silas Hopkins, agora com 18 anos, chegou em Montana da Etiópia depois de ter sido abandonado para engraxar sapatos nas ruas.

Quando viu Brian Hopkins – que estava em uma missão da igreja – pela primeira vez por uma janela em um orfanato na Etiópia, ele disse a um amigo: “cara, aquele ali é o meu pai”. O sentimento foi mútuo. Quatro anos depois, Silas está indo bem na escola e conta esperar um dia voltar à Etiópia “e fazer algo legal”, como ajudar crianças a encontrarem escolas e trabalhos.

Brian e Danna Hopkins sorriem, porém, estão preocupados com as quatro meninas congolesas que já adotaram, mas ainda não puderam levar para casa. No fim de semana passado, eles viajaram para o Congo para pressionar que os oficiais de Kinshasa investiguem suas filhas o mais rápido possível.



Fonte: O Tempo
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