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domingo, 1 de fevereiro de 2015

Pastor afirma que artistas gospel estão “prostituindo a Noiva”

O alerta se estende para os promotores que vendem shows evangélicos e enriquecem com isso.

O apóstolo Luiz Hermínio estava ministrando em um congresso e acabou tocando em um assunto bastante controverso no cenário evangélico: a cobrança de cachê para eventos religiosos e o enriquecimento dos artistas gospel.

O vídeo com o trecho dessa ministração foi postado no Youtube e levantado novamente esta discussão sobre ser permitido ou não cobrar grandes quantias de dinheiro para louvar a Deus. O ministério pode ser transformado em profissão?

Para o apóstolo da igreja M.E.V.A.M. (Missões Evangelísticas Vinde Amados Meus) quem ganha a vida com a igreja está prostituindo a Noiva de Cristo, por isto ele chama os promotores de eventos evangélicos de “cafetões”.

“Eu não sustento artista no púlpito, sustentamos pobres em lugares carentes (…) Um dia esse povo vai ter que acertar as contas com Deus, aonde está o dinheiro dos CDs, aonde está o dinheiro dos livros, aonde está o dinheiro dos shows?”, questiona.

“Você que tem abusado da igreja, promoter, Deus vai te pegar. Você que trata a Igreja como prostituta, seu cafetão… A Noiva não é prostituta”, continua.

Luiz Hermínio pede aos presentes para que não convidem para suas igrejas cantores que cobram para pregar e cantar. “Quem cobra para uma noite de intimidade é a prostituta”, afirma.

A mensagem era “Entendendo o tempo e o modo de Deus”, mas em pouco mais de dois minutos o pastor enviou este recado para aqueles que trabalham no segmento evangélico chegando a chamar os cantores de ladrões. “Quanto é que você cobra por duas horas, quanto custa vinte músicas sua, seu ladrão? Mas a Noiva não é prostituta, ela tem um Noivo e ele vai vir buscá-la”, disse o apóstolo.

Assista:




Fonte: Gospel Prime
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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Beyoncé grava música gospel e gera polêmica

No início de sua carreira, a cantora e atriz Beyonce gravou algumas músicas gospel e chegou a estrelar o longa “Resistindo às Tentações” que tinha uma temática cristã. Contudo, depois do fim do trio Destiny Child, do qual fazia parte, sua carreira não teve mais espaço para músicas sobre fé.

Pelo contrário, mais de uma vez seu nome esteve envolvido em polêmicas envolvendo ela e seu esposo, o rapper Jay-Z, com o movimento Illuminati.

Ano passado, quando sua filha nasceu e foi batizada como Ivy Blue, boatos davam conta que Ivy seria uma sigla, Illuminati very youngest [A mais nova membro do Illuminati] e Blue também, Born living under evil [Nascida e criada pelo mal]. Outros diziam que Ivy Blue ao contrário, Eulb Yvi, significaria “filha do Diabo” em latim.

Pior ainda, um grupo de fãs da cantora Beyoncé organizou uma “igreja” para adorá-la. O nome oficial é Igreja Nacional de Bey, e a seita responde pelo nome de beyism. Com sede em Atlanta, na Geórgia, seus fiéis reúnem-se aos domingos, em cultos cuja trilha sonora é de músicas de Beyoncé. Oficialmente, a cantora nunca se pronunciou sobre o assunto.

Agora que voltou a cantar música gospel, fãs e críticos de Beyonce estão divididos. Por um lado, muitos celebram que ela voltou a cantar louvores. De outro, muitos acreditam que ela não está sendo sincera.

O vídeo da música “Say Yes” [Diz sim], foi lançado nos EUA no dia 18 e faz parte do novo disco da cantora Michelle Williams, Journey To Freedom, que teve participação de suas ex-colegas do Destiny’s Child. Tanto Beyoncé quanto Kelly Rowland gravaram os vocais e a participação no vídeo. A canção é uma releitura da canção popular nigeriana “When Jesus Says Yes” [Quando Jesus diz sim].

Em 24 horas no ar, ultrapassou a marca de um milhão de visualizações e é uma das músicas mais comentadas nas redes sociais nos EUA, especialmente por causa da participação de Beyonce, que canta na segunda estrofe

“Eu não estou preocupada com nada
Porque eu sei que tu estás me guiando
Por onde me levares, Senhor, eu irei
Eu não tenho medo pois sei quem está no controle

Não há limite para o que podes fazer
Porque tudo o que pertence a ti
Sim, tudo isso pertence a ti
És todo-poderoso e tudo isso pertence a ti
Quando Jesus diz Sim, ninguém pode dizer não (2 x)”

Michelle, por sua vez, disse ao site The Blaze que vê sua música como um esforço contínuo para espalhar o evangelho, “mas não com a forma tradicional em um púlpito”, esclarece. A cantora diz que deseja encorajar seus fãs a ouvir o chamado de Deus para suas vidas.  Contou também que em breve conduzirá o reality show “Fix my Choir”, onde visitará escolas e igrejas e ajudar a melhorar o coral de cada instituição.

Assista:





Fonte: Gospel Prime
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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Do proibidão ao ostentação, evangélico é um dos principais compositores de funk do Rio

Thiago Jorge Rosa dos Santos, ou Praga, o compositor do funk 

Thiago não consegue decidir se quer ser praga ou santo. Batizado Thiago Jorge Rosa dos Santos, o carioca da favela Vila Cruzeiro é conhecido como Praga.

O apelido vem da infância. Na escola, Praga matava aulas, “perturbava geral” e assinava suas pichações com a alcunha.

Hoje, aos 28 anos, Santos é um cara tranquilo. Casado desde 2009, frequentador assíduo da Assembleia de Deus e planejando cursar uma faculdade de direito, fala com voz modulada, evita palavrões e está quase sempre sério.

Poderia ser só mais um pai de família da zona norte do Rio se não fosse, também, o autor de versos como: “Onde eu chego, eu paro tudo / A mulherada entra em pane / Meu cordão é um absurdo / Meu perfume é da Armani”. Ou ainda, em outra linha: “Nóis fecha nessa porra/ No claro e no escuro / Nóis rouba, nóis trafica / Nóis não gosta de andar duro”.

Mas Praga não é bandido e nem ostenta muito. Na entrevista, usava camisa polo Lacoste, calça jeans e tênis Adidas, praticamente a mesma roupa do repórter. Praga é, isso sim, um compositor de funk, o único do estilo a se dedicar exclusivamente à composição, dispensando a participação em shows e gravações. “Sou tímido, tímido, tímido. Para ser MC, o cara tem que gostar de tumulto”, diz. “Minha vocação é o lado chato, de ficar em casa, pensando, lendo, assistindo aos meus documentários, para, aí sim, fazer a minha crônica do dia a dia e transformar isso em música.”

Considerado por muitos do meio como o melhor na arte da escrita de funks, Praga já compôs para nomes como Mr. Catra, navega com naturalidade pelos diferentes estilos do ritmo, do “proibidão” ao “ostentação”, e tem três de suas músicas elencadas no livro “101 Funks Que Você Tem Que Ouvir Antes de Morrer” (de Julio Ludemir): “Visão de Cria”, “Vida Bandida” e “Vida Bandida 2″.

“Escrevi minha primeira música aos oito anos”, conta. “Meu irmão era MC e foi pra ele que eu dei a minha primeira rabiscada.” Seus primeiros sucessos foram interpretados pelo MC Smith. “Visão de Cria” e “Vida Bandida” são recheadas de referências ao tráfico de drogas e causaram polêmica no Rio. Smith, inclusive, chegou a ser preso por apologia ao crime ao lado de outros três funkeiros (todos amigos de Praga).

“Apologia ao crime não existe”, se defende o compositor. “A gente faz uma crônica do dia a dia. Se não houvesse o crime, nós não falaríamos disso. Já viu funk que fala de ET? Esse crime de apologia fere a liberdade de expressão.”

“Temos o dever de levar um funk com cunho político, que mostre essa situação, para fora da favela”, diz. “Mas você já viu algum funk desses na TV? Nunca. Lá só querem saber de Naldo e Anitta, ninguém quer levar o cara da Vila Cruzeiro que discute segurança pública. Nem as leis de incentivo à cultura nos ajudam. Se o projeto tiver funk no nome, pode esquecer.”

O futuro de Praga no funk, contudo, é incerto. Não pela questão financeira. Afinal, o carioca chega a cobrar R$ 5.000 por composição e detém os direitos autorais delas -apesar de ganhar uma merreca com isso. “Se dependesse do Ecad, meu Deus do céu. A fiscalização deles é muito deficiente e não é feita onde minhas músicas tocam”, lamenta.

A incerteza vem de questões menos mundanas. Evangélico, Thiago ainda não se tornou “membro efetivo” de sua congregação devido à natureza de seu ganha pão. “É um paradoxo. Gosto de uma religião completamente contrária ao meu trabalho”, diz. Praga ainda não se sente preparado para abdicar do funk, mudar seu comportamento e até o jeito de falar. “Acho que esse dia chegará, mas ainda não sei quando.”

Um dia, o funk perderá Praga, o melhor compositor do estilo. E a Assembleia de Deus ganhará de vez mais um devoto, Thiago dos Santos.




Fonte: Folha
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domingo, 26 de janeiro de 2014

A música evangélica chegou ao fundo do poço

O vídeo abaixo aponta de forma clara e efetiva de que parte da igreja brasileira está completamente perdida. Os louvores entoados em nossas congregações apontam não somente para o despreparo doutrinário dos pastores como também da incapacidade dos compositores escreverem músicas que glorificam a Deus.

Lamentavelmente boa parte das músicas evangélicas tem pecado pela propagação de heresias e mensagens totalmente contrárias aos ensinamentos bíblicos. Infelizmente muitos hinos e cânticos populares têm ensinado aos cristãos valores e conceitos absolutamente antagônicos as Sagradas Escrituras. Na verdade, nosso cancioneiro está cheio de graves erros teológicos como podemos testemunhar no vídeo abaixo.  Se não bastasse isso, algumas destas canções fazem apologia a teologia da prosperidade, confissão positiva ou  vingança pessoal.

Pois é, como já escrevi anteriormente parece que nos últimos anos, a igreja se perdeu no caminho em direção ao trono do Altíssimo, Isto porque, as letras de canções como estas, são empobrecidas teologicamente, simplistas e sem graça. Além disso, ouso afirmar que aos compositores falta oração, busca de Deus, consagração e compromisso com a Palavra.

Definitivamente a coisa está feia! Minha oração é que o Senhor nosso Deus nos reconduza a sala do trono e que lá possamos adorá-lo integralmente entendendo assim, que a glória, o louvor, a soberania pertence exclusivamente a Ele.





Fonte: Pr. Renato Vargens em seu blog
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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Cantora gospel Emilky Grazielly Mota morre em acidente de carro

A artista já tocou ao lado de grandes nomes da MPB como Oswaldo Montenegro, Sandra de Sa, Frejah, Diogo Nogueira, Daniel e Saulo, além de ter cantado no “Desafio Musical” do programa do Gugu na TV Record. Atualmente ela se dedicava a sua carreira solo e havia se apresentado no Café de La Musique em Barra Grande na noite anterior ao ocorrido.

A cantora gospel Emilky Grazielly Mota, conhecida por Milky Mota, 25 anos, foi a vítima fatal do acidente de automóvel acontecido em Barra Grande, povoado de Maraú-BA.

Testemunhas afirmam que a cantora dirigia o carro no momento do acidente. Ela teria perdido controle do automóvel em uma curva após bater em um buraco na estrada, que não é pavimentada. O carro rodou na pista arremessando-a para fora e em seguida esmagando-a.

O outro ocupante do veículo escapou sem ferimentos graves, mas ainda não teve a identidade revelada.




Fonte: Maraú Notícias
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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Cantora de forró Stefhany Absoluta anuncia carreira gospel mas vai continuar na "balada"

Stefhany Absoluta, como ficou conhecida nacionalmente, estourou na internet em 2009 com o hit do “Cross Fox” - à época, a maior sensação das redes sociais. Cinco anos depois, a cantora está revendo sua carreira.

“Precisei de um tempo para me organizar, decidir o que queria para minha carreira, por isso, me afastei um pouco da mídia. Havia feito um contrato de um ano com a Ari Loba (sua irmã), queria apresentá-la para mídia, ela também vai lançar um trabalho solo agora”, conta Stefhany, de 22 anos. Juntas, as irmãs gravaram o CD “Somos absolutas” no final de 2011.

Apesar de todo o requebrado e dos figurinos provocantes, a piauiense decidiu investir na carreira gospel a partir de agora.

“Não vou deixar de ser a Stefhany Absoluta nunca. Desde criança fui criada na igreja evangélica, minha avó é cristã, minha mãe também, é onde me sinto completa e feliz”, explica a Stefany, contando sobre o novo momento na carreira. O trabalho gospel é um projeto paralelo à sua carreira no forró: “Vou continuar causando na balada, adoro ser absoluta, tenho muitos fãs gays que adoram meu trabalho”.

Stefhany também vai investir no público infantil:

“Grande parte dos meus fãs são crianças, quando comecei também era muito nova. Depois de um tempo, quis mostrar meu lado absoluta, mulher, poderosa e sexy”, diz a cantora, referindo-se aos figurinos decotados e provocantes que usa em suas apresentações de forró.



Fonte: Extra Globo
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Justiça aceita denúncia de superfaturamento em show da cantora gospel Fernanda Brum

A Justiça acatou a denúncia do Ministério Público de improbidade administrativa contra a secretária municipal de Cachoeiro de Itapemirim por ter contratado um show da cantora Fernanda Brum com valores superfaturados.

Foram denunciados a secretária municipal Cristiane Resende Fagundes, a empresa O. ES Consultoria e Assessoria Fonográfica Ltda. e seus sócios Marcelo Leite da Silva e Edson da Silva Cruz, segundo informações da Folha do Espírito Santo.

O Ministério Público afirmou que o show de Fernanda Brum vale quatro vezes menos que o valor pago pela prefeitura de Cachoeiro do Itapemirim, mas não incluiu Fernanda Brum no processo, por enxergar que o superfaturamento ocorreu através da empresa intermediadora da contratação.

O show em questão foi realizado em março de 2012 e a assessoria de imprensa da cantora preferiu não se manifestar sobre o assunto.

A secretária Cristiane Fagundes já seria ré em quase uma dezena de processos por irregularidades semelhantes, segundo a Folha do ES.



Fonte: Gospel+
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Diante do Trono em pé de guerra com a gravadora Som Livre

O Diante do Trono, uma das bandas de música cristã mais badaladas do Brasil, está em pé de guerra com a Som Livre.

A banda quer deixar a gravadora, mas está impedida por um contrato que vigora até 2014. O Diante do Trono quer lançar o CD e DVD Tu Reinas, gravado no sertão do Nordeste, em outra casa, mas a Som Livre não deixa.

De duas, uma: ou a banda adia o lançamento para depois do fim do contrato – e perde a oportunidade de faturar com o Natal – ou entra na Justiça contra a Som Livre.

O Diante do Trono esclarece que não gostaria de forma alguma de recorrer à justiça para sanar a sua situação com a gravadora. A banda gostaria simplesmente de negociar uma saída amigável da Som Livre.



Fonte:  Lauro Jardim em Radar on-line
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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Cantora gospel Fernanda Brum cobra R$ 80 mil e pastor diz “Não”

Pedro E. Barbalho, 52 anos, nascido no estado do Maranhão, é vereador pelo PSC no município de Jacundá, cidade de 50 mil habitantes, localizada à sudeste do estado do Pará, onde mora por mais de 31 anos. Pertence a Igreja Batista Nacional Missionária onde é diácono e evangelista. Muitas vezes confundido como pastor, exerce seu quarto mandato como vereador. 

Há 4 anos atrás durante o aniversário da cidade, o então prefeito pediu que Irmão Pedrinho (como é conhecido) trouxesse um cantor evangélico para participar das comemorações. Este, entrou em contato com a empresária da cantora carioca Fernanda Brum que lhe informou o valor do cachê, na época algo em torno de 80 mil reais. Irmão Pedrinho negou-se a fechar o contrato e nunca mais investiu na vinda de celebridades Gospel em sua região.

Pastor Daniel Damasceno, que é pastor titular da sua igreja conhecida por uma expressão missionária nas pequenas cidades e áreas carentes, não paga e nem aprova a ideia de pagamentos de cachês. Para as festas e eventos utilizam cantores locais ou o próprio ministério de louvor. Os recursos são investidos nas comunidades no trabalho missionário local e transcultural.

"As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores."



Fonte: Gospel+ via Blog da Rô
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sábado, 24 de agosto de 2013

Fat Family perde 270kg e investe em música gospel

Longe do mercado pop, Fat Family se reinventa como grupo gospel e tira Jeito Sexy do repertório. “Vivíamos na escuridão”, diz Sueli, uma das vocalistas

Fenômeno das rádios no final dos anos 90, o grupo Fat Family continua até hoje trabalhando com música, apesar de não ter o mesmo sucesso comercial do passado. Seu repertório não traz mais o hit Jeito Sexy, que fez os irmãos da família Cipriano se tornarem conhecidos no Brasil inteiro, e nem outras músicas que consideram ‘superficiais’. O foco deles agora é o público gospel.

“Nosso chamado agora é anunciar o reino de Deus. Não sentimos falta daquele tempo porque não tem como sentir falta de um tempo que você não tinha Deus. Vivíamos na escuridão, na mentira. Deus mostrou a verdade e nós não podemos mais perder nosso tempo com coisas superficiais. Hoje nós cantamos a palavra de Deus. Ela é poderosa, liberta e cura”, afirma Sueli, uma das integrantes da família, à CARAS Online. 

O grupo não sente vergonha das músicas que cantava no passado. “Deus não leva em conta o tempo da ignorância, isso está escrito na Bíblia. Mas a partir do momento que a gente aprende, a gente tem que dar conta. Agora eu sou responsável por decidir o que eu faço”, justifica Sueli. “As pessoas iam nos nossos shows e continuavam com os mesmos problemas, mas agora quando a gente se reúne para adorar a Deus, o Senhor vai se revelando, as pessoas vão tendo clareza”, diz.

A Família Gorda, tradução literal do nome do grupo, também mudou alguns hábitos alimentares. Quatro dos seis irmãos que continuam no grupo (Sidney morreu em 2011e Celinha deixou o grupo há sete anos) fizeram uma cirurgia de redução de estômago e, juntos, perderam cerca de 270kg. “A Kátia emagreceu mais de 80kg. A Suzete, o Celinho e eu emagrecemos praticamente a mesma coisa, cerca de 60 a 65 quilos cada um”, disse Simone, outro membro do grupo.

A conversão do grupo ao evangelho começou há 14 anos, começando pela caçula Deise, que conheceu o universo gospel graças ao lutador Vítor Belfort. “Ele, a mãe dele e a irmã dele falavam de Jesus pra mim. Eu aceitei Jesus na casa deles. Depois eu fiquei preocupada com a minha família”, conta Deise, que levou os irmãos para o mesmo caminho cinco anos depois. 

Em 2012, o Fat Family gravou um clipe com Mara Maravilha e outros artistas da gravadora Square Records, pela qual são contratados atualmente. Sobre a polêmica que a apresentadora se envolveu ao defender o projeto de cura gay, criticado por várias celebridades, Sueli diz: “Tudo que eu preciso saber é na Bíblia que eu procuro. Eu entendi a Bíblia como a verdade que Deus revelou, mas não é toda a verdade que ele tem para dizer. Mas o que o homem precisa saber, ele deixou na Bíblia. A Bíblia fala sobre um casamento, mas para frente ele fala que o homem vai deixar seu pai e sua mãe para começar uma nova família. Quando nossa vida está diferente de qualquer coisa que está na Bíblia, Ele tem o poder para colocar no lugar. Eu acredito que o homem pode se libertar”.

Com planos de lançar um DVD e CD para celebrar a nova fase, o Fat Family diz que está seguindo os ‘planos de Deus’, sem pressa. Cada integrante é de uma igreja diferente, mas todos se reúnem para ‘adorar a Deus em festas evangélicas’, segundo Sueli.
Ah, para os fãs mais antigos do grupo, uma boa notícia: apesar do repertório não ser mais o mesmo, a coreografia do ‘pescocinho’ continua. “É natural, não tem como não fazer, tá no sangue. Os fãs sempre pedem, não só nos shows, mas sempre que nos encontram por aí. É engraçado, é a marca registrada do grupo”, comenta Simone.

O Fat Family em recente participação no Programa Raul Gil:





Fonte: Caras UOL
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domingo, 9 de junho de 2013

Cantora Joelma anuncia fim da banda Calypso e início de carreira gospel

Com o suposto fim da banda Calypso, a cantora Joelma avisou aos fãs que pretende seguir agora a carreira gospel. A declaração foi dada durante um show no final da noite deste sábado, 8, no São João da Capitá, festa junina de Recife. Os fãs que estavam presentes na apresentação ficaram consternados com a mudança de estilo.

A filha da artista, Natália Sarraff, usou seu perfil no Facebook para apoiar a decisão da mãe: "tudo que é bom dura pouco? Pelo contrário, tudo que é bom dura para sempre, pois tudo de Deus dura para sempre. Feliz por sua decisão, minha mãe. Eu te apoio, pois te conheço e sei o que se passa em seu coração, e sei que agora você está feliz de verdade".
Natália também comentou a comoção dos fãs de Joelma: "só acho assim: ninguém morreu, pelo contrário, acaba de nascer uma nova vida, a vida que Deus escreveu muito antes do nascimento. Então vamos parar de falar bobagens e agradecer a Deus! Pois tudo nessa vida só acontece se Ele permitir, e tudo é para Sua glória. Só sei dizer que estou feliz, feliz por saber que a pessoa que mais amo está feliz".

Em entrevista ao G1 de Pernambuco, o empresário da banda Fábio Macedo afirmou que, por conta dos compromissos já assumidos, Joelma, que é evangélica, só vai se dedicar ao novo ritmo em 2015. A assessoria da banda, no entanto, ainda não se pronunciou sobre o fim da banda Calypso.

"A Joelma, em seus momentos de reflexão e oração, pede muito conselho a Deus sobre a carreira. Então hoje, diante do governador do estado, Eduardo Campos, e do prefeito [do Recife] Geraldo Julio, ela disse que teria muita vontade de entregar a sua carreira à obra de Deus e só cantar música gospel", disse o empresário.

Polêmica - O suposto fim da banda está atrelado também à polêmica que Joelma se envolveu ao fazer declarações contra os homossexuais. Em março deste ano, em entrevista ao colunista Bruno Astuto, da revista Época, a cantora afirmou que ser gay é "como um drogado tentando se recuperar".

"Tenho muitos fãs gays, mas a Bíblia diz que o casamento gay não é correto e sou contra... Já vi muitos se regenerarem. Conheço muitas mães que sofrem por terem filhos gays. É como um drogado tentando se recuperar", afirmou ela.



Fonte: Portal A Tarde
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domingo, 12 de maio de 2013

Cantor evangélico tem vínculo empregatício com igreja

O interesse espiritual não afasta o vínculo de emprego. Com esse fundamento, a Justiça do Trabalho de Minas Gerais reconheceu o vínculo empregatício entre um cantor de música evangélica e a Igreja Pentecostal Deus é Amor. A igreja também foi condenada a pagar indenização de R$ 280 mil ao cantor por violação de direito autoral. Ele gravou um CD para a instituição, na qual trabalhava e fazia shows.

“Ficou claro nos autos que o autor, como cantor religioso, não prestava serviços em prol da comunidade religiosa, de cunho espiritual, tão somente, mas sim em proveito da pessoa jurídica da Igreja, para a qual empregava, sim, seus dons sacerdotais para a evangelização dos fiéis, mas com caráter oneroso, já que essa auferia lucros, em cifras consideráveis, com a venda dos CD`s por ele gravados”, afirmou o juiz Marcelo Vidal, da 10ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte.

De acordo com a decisão, ao assinar o contrato de gravação do CD, o cantor foi obrigado a transferir seus direitos autorais à igreja, tendo recebido R$ 10 mil pelo acordo, contrato considerado ilegal pela Justiça. “A ilegalidade do ato não consiste pura e simples na assinatura de um contrato de cessão e transferência de direitos autorais (até mesmo porque tal possibilidade é prevista na legislação que regula a matéria, Lei 9.610/1998, em seu artigo 49), mas sim na comprovação de que os cantores na Igreja ré o são obrigados a fazê-lo”, disse o juiz.

Segundo o cantor, foram vendidas mais de 90 mil cópias do CD, comercializados a R$ 18. Já a Deus é Amor afirma que foram 36 mil cópias, a R$ 15. Diante da dificuldade em se determinar a quantia exata de vendagem, o juiz considerou R$ 200 mil como "margem razoável" para o lucro devido ao músico. 

O cantor trabalhou na Igreja Deus é Amor por três anos em cultos e também fazendo shows por todo o país, recebendo uma ajuda de custo de R$ 100 a R$ 200 por apresentação, num total de R$ 1 mil a R$ 2 mil por mês, segundo testemunhas. Ao reconhecer o vínculo empregatício, o juiz determinou o registro na Carteira de Trabalho entre julho de 2008 e maio de 2011, com salário de R$ 1,5 mil, na função de cantor.

O advogado Bruno Corrêa Lamis, que defende o cantor e outros músicos em situção semelhante, alerta que esse é um cenário muito comum nas igrejas evangélicas. “Cantores que se dedicam à música gospel e à igreja têm receio de buscar seus direitos na Justiça. Independente de seus deveres religiosos, o cantor tem o direito de ser remunerado pelas atividades prestadas”, afirma.



Fonte: Revista Consultor Jurídico
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sábado, 13 de abril de 2013

Presença de evangélicos é cada vez maior na música clássica de Ribeirão

Cidade já tem uma orquestra especializada em hinos e canções de louvor a Deus

Nem só de polêmicas envolvendo o deputado Marco Feliciano vive a comunidade evangélica no Brasil. No campo da música clássica, o número de fiéis que integram as melhores orquestras do País só aumenta. Em Ribeirão Preto, por exemplo, dois dos regentes de maior destaque na história recente da Orquestra Sinfônica vieram de igrejas pentecostais: Roberto Minczuck e Cláudio Cruz. O atual maestro assistente, Reginaldo Nascimento, a exemplo de muitos instrumentistas da Sinfônica, também é evangélico.

A presença cada vez maior desses profissionais na região motivou a criação da Orquestra Filarmônica Gospel, especializada em hinos e canções de louvor a Deus. Um de seus integrantes, o trompetista Naber Mesquita, lançou recentemente o CD “Angelical Trombeta”, com um repertório formado com aquilo que ele define como “música cristã contemporânea”.

“Um dos critérios de seleção foi trazer músicas tradicionais do repertório, já que é um disco instrumental, do sacro ao gospel, com qualidades técnica, poética e também teológica”, explica Naber.

Ex-músico da Sinfônica de Ribeirão, o trompetista está atualmente na Orquestra Municipal de Campinas e também faz parte de alguns grupos de igrejas locais. Ele conta que o projeto do CD o acompanha desde criança “pela necessidade de compartilhar o que Deus lhe confiou”. “Mas este sonho estava na gaveta até que minha amiga cantora gospel Pérsida me deu o empurrão, me encorajando a conversar com o produtor dela”, conta.

Incentivo

Naber descobriu a música clássica dentro da igreja Assembleia de Deus, da qual faz parte até hoje. Em seguida, no início dos anos 1990, fez um curso de extensão na Unicamp, onde tempos depois se graduou em música.

O instrumentista conta que as igrejas evangélicas incentivam o estudo da música para a formação de suas próprias orquestras com fins litúrgicos. “Aqui no Brasil, as duas denominações cristãs que mais formam músicos são a Assembleia de Deus, pela tradição de bandas de música, e a Congregação Cristã no Brasil, que têm tradição de orquestras com cordas”, explica.

Ele lembra que o maestro Roberto Minczuk, que é trompista, faz parte da Assembleia de Deus, e Cláudio Cruz, um exímio violinista, é da Congregação Cristã no Brasil. Roberto, por exemplo, vem de uma família descendente de russos do Leste Europeu que fazia parte da orquestra que acompanhava os cultos da igreja. Cinco de seus oito irmãos tornaram-se músicos profissionais.

Mas Naber ressalta que as bandas e orquestras que se formam nas igrejas, em sua grande maioria, são frutos de iniciativa de um músico/regente idealista que trabalha de forma voluntária. “O incentivo que a igreja oferece é a abertura para desenvolvimento do trabalho. Porém, muitas vezes, toda a logística fica a cargo do empreendedorismo do maestro, sem recursos financeiros para isso. Mas se sem apoio financeiro há tamanha produção de músicos, imagine se tivesse”, diz.

Orquestra apresenta gospel sinfônico

O contrabaixista Anderson Idalgo, da igreja Assembleia de Deus, é um dos fundadores da Orquestra Filarmônica Gospel, que deu início a suas atividades no ano passado, em concerto no Teatro Municipal. Segundo ele, a OFG nasceu da necessidade de propiciar um ambiente orquestral exclusivo para divulgação da música sacra e do gospel sinfônico. Ele a idealizou juntamente com Naber Mesquita, com o objetivo inicial de reunir músicos de sua igreja, mas eles resolveram ampliar o grupo para “transcender as paredes das denominações evangélicas”.

Anderson assumiu a presidência e Naber, o primeiro diretor artístico. O presidente ressalta que o número de músicos eruditos nas igrejas pentecostais só aumenta. “Isso é devido ao incentivo da utilização de vários instrumentos na liturgia das reuniões cristão-evangélicas. Existe um incentivo de adorar a Deus com todos os instrumentos musicais. Está no Salmo 150.”




Fonte: Jornal da Cidade
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segunda-feira, 11 de março de 2013

Neymar empresta fama para "manos de Jesus" se tornarem conhecidos

Fã declarado do grupo de rap gospel Ao Cubo, que ajudou a impulsionar pedindo música no Fantástico e falando sobre eles na mídia, Neymar aparece no clipe de Nasci pra Vencer.

A ajuda do craque santista e da seleção brasileira tem feito com que os "manos de Jesus" estejam chegando até ao "meio secular", como eles chamam tudo que não é gospel. Além do astro da bola, o rapper Thaíde e a apresentadora do Bom Dia e Cia, do SBT, Priscila Alcântara também deram uma força no clipe.

No dia 23, o Ao Cubo gravará aseu novo DVD no Memorial da América Latina, em São Paulo, com entrada gratuita. Outros nomes conhecido do gospel, como Thalles Roberto e Irmão Lázaro, farão participações.

Neymar tornou-se uma espécie de termômetro para fazer com que uma música seja popular. Entre os que já receberam uma forcinha dele estão de Michel Teló a MC Federado e Os Leleks, do hit Ah Lelek Lek Lek Lek.

Veja o clipe de Nasci pra Vencer, com participação de Neymar:

Fonte: Vírgula
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sábado, 9 de março de 2013

“Fiz muitas coisas que não agradaram a Deus”, diz Perlla

Durante entrevista cedida em meio ao lançamento de seu primeiro CD gospel, no Rio de Janeiro, Perlla falou de preconceito com artistas que se tornam evangélicos e das escolhas que considera terem sido erradas durante sua trajetória na indústria musical

Em entrevista cedida durante o lançamento de seu primeiro CD gospel, Minha Vida Mudou, no Rio de Janeiro, Perlla (24) falou sobre sua carreira antes de se tornar uma cantora evangélica. Ela destacou que se considerava infeliz e que já fez escolhas erradas. “Fiz muitas coisas que não agradaram a Deus, mas hoje eu posso contar que não fui feliz com essa experiência. Existia uma promessa para a minha vida, mas eu retardei o cumprimento dela com as decisões erradas que tomei”.

Ela justificou que parte deste descontentamento pode ter sido a falta de estrutura no começo de sua carreira: “Eu era apenas uma adolescente de 16 anos quando comecei a fazer sucesso e a ganhar muito dinheiro. Chegava a fazer até quatro shows em uma noite. Imagine como ficou a minha cabeça com tantas oportunidades? Tenho certeza de que muitos jovens compreenderão que muitas vezes somos seduzidos para trilhar o caminho contrário ao que Cristo estabeleceu para nós”.

Perlla também conversou sobre o preconceito que existe com relação aos artistas que se tornam evangélicos e ainda ressaltou que um dia vão entender sua escolha: “A verdade é que existe muito preconceito com o artista que se converte, deixa a música secular e passa a gravar no gospel. As pessoas dizem: 'vamos orar para resgatar as almas perdidas', mas quando a pessoa se converte, elas duvidam se a conversão é sincera. Penso que as pessoas que têm o seu coração voltado para as coisas de Deus compreenderão os planos e as promessas de Deus para a minha vida, assim como os frutos produzidos por ela,” finalizou.


Fonte: Caras
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segunda-feira, 4 de março de 2013

Pastor Feliciano Amaral está no livro dos recordes como cantor mais velho na ativa

Aos 92 anos, pastor Feliciano Amaral esbanja saúde e disposição.
No meio evangélico, o pastor é reconhecido internacionalmente.

Aos 92 anos, o pastor Feliciano Amaral está no livro dos recordes como o cantor mais velho no mundo que ainda está na ativa. "Foi uma surpresa para mim, aconteceu e eu nem sabia. Muitas pessoas começaram a comentar comigo", conta.

Feliciano é de Minas Gerais, mora em Pernambuco e veio ao Espírito Santo para fazer um tratamento. No meio evangélico, o pastor é reconhecido internacionalmente. Escreve os próprios hinos e já gravou muitos louvores famosos. Ao todo, gravou 39 discos, que foram transformados em CDs e percorrem gerações. "Realmente, sou o cantor mais antigo nos dois sentidos, na gravação e em idade, dou graças a Deus por isso. Apesar da idade, posso cantar com o mesmo fôlego de antigamente".

O segredo da vitalidade é não guardar o que faz mal. "Quando a gente tiver uma dor, a gente tem que esquecer dela. Senão vai continuar doendo. Quando a gente chega a uma certa idade, quando aparecem os probleminhas, tem que esquecer deles. Eu faço isso sempre", afirma.

Viúvo depois de 42 anos de casamento, o pastor Feliciano casou de novo. Hoje sobra energia para o trabalho e para o amor. "Ele é uma pessoa muito calma e tranquila, eu que sou mais agitada, ele que me socorre nas agitações, smepre passa mensagem de esperança, de que as dificuldades vão passar. Ele ainda me ajuda na cozinha e lava a louça", conta a esposa Rubenita do Amaral.


Fonte: G1 e Canal de Judson Almeida no youtube
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domingo, 3 de março de 2013

Após funk, Perlla lança disco de música gospel

Foram dois discos dedicados ao funk - Eu só Quero ser Livre e Mais Perto, respectivamente, de 2006 e 2007 -, a cantora fluminense Perlla lançou, nesta quinta-feira (28), um disco que foge totalmente do estilo.

Em coletiva de imprensa realizada no Centro de Convenções Bolsa do Rio de Janeiro, na região central da capital fluminense, Perlla lançou seu primeiro trabalho religioso, de música gospel, batizado de A Minha Vida Mudou, pelo selo Central Gospel Music. 

Segundo a cantora descreve em seu site oficial, o novo trabalho tem como "objetivo render glórias a Jesus e testemunhar do seu amor por ela". O disco foi gravado em parceria com o marido, o baixista Cássio Castilhol, que fez questão de tirar fotos na coletiva exaltando a segunda gravidez de Perlla. Aos 24 anos, la está no sétimo mês da gestação.


Fonte: Terra
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Músicas belas, corações hipócritas!

“E ele (Jesus), respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com lábios, mas o seu coração está longe de mim” (Marcos 7.6). 

No texto de Marcos 7.6, constatamos que os fariseus cometiam o pecado do legalismo. Isto quer dizer que eles substituíam com palavras e práticas externas as atitudes internas requeridas por Deus oriundas do “novo nascimento”. Eles falavam palavras sábias e agiam como pessoas justas, mas sua motivação não partia do desejo sincero de obedecer e agradar a Deus. Neste episódio, os fariseus foram chamados hipócritas, isto é, atores, fingidos religiosos, dissimulados. Era assim que Jesus freqüentemente os considerava. 

Ainda nos falta sensibilidade e discernimento para detectarmos o terrível erro do legalismo dentro de nossas igrejas. Se olharmos atentamente para os nossos atos de adoração, constataremos sem empecilhos a presença de exageros, mentiras, declarações inconsequentes etc. Um bom começo é olhar as músicas que estão sendo cantadas. Já foi dito que as canções que entoamos nos cultos são por demais fantasiosas. Muitas falam de coisas que dificilmente serão postas em prática. São promessas que não serão cumpridas, declarações que não são verdadeiras, pedidos que não representam a vontade de Deus etc. Vamos citar um clássico exemplo. Responda-me com sinceridade: Você poderia viver perfeitamente o que a música abaixo o força a prometer?: 

Eu nunca desanimarei, Eu nunca deixarei de confiar em Ti, Sempre estarei em oração Senhor, Minha fé nunca será abalada... 

Será que quando um cristão canta esta música, ele está ciente das lutas, tribulações e dúvidas que enfrentará? Será que o cristão continuará firme em oração até o final de seus dias? Será que manterá a promessa de persistir em oração por toda a sua vida? Outro exemplo: 

Vivemos em total comunhão, Aqui não existe mágoa, rancor, tristeza, Porque somos totalmente unidos, No amor de Cristo... 

Será que estamos preparados para entoar canções como estas em nossas igrejas, sem que um ou outro irmão cante de forma enganosa? Será que realmente não existe mágoa ou tristeza no Corpo de Cristo? Vivemos realmente em total comunhão? 

Caro leitor, vale dizer que o problema maior não é as músicas que cantamos, mas a vida que levamos. Isto porque em muitas ocasiões nossa vida não sustenta as palavras que cantamos, ou o sermão que pregamos. É aí que mora o perigo; é aí que está o real problema. 

Evidentemente creio que fazemos isto não porque desejamos conscientemente enganar a Deus. Contudo, às vezes falamos a Deus aquilo que achamos que ele quer ouvir, e não o que realmente está em nosso coração. Sem dúvida alguma isso é um tipo de engano. Por isso estes questionamentos acima são extremamente sérios e devem ser tratados com atenção e reflexão. Não estou dizendo que devemos parar de cantar tais tipos de músicas, mas digo que devemos ensinar e ajudar nossos irmãos a viverem os ensinamentos cristãos que estamos cantando. 

Às vezes, quando cantamos, oramos ou pregamos, estamos fazendo promessas a Deus sem perceber. Contudo, muitas dessas promessas nunca serão cumpridas. Quantas delas já foram esquecidas? Neste ponto devemos tomar cuidado! Quando lemos o livro de Deuteronômio, vemos que Deus não se agrada deste tipo de atitude: 

Quando fizeres algum voto ao Senhor teu Deus, não tardarás em cumpri-lo; porque o Senhor teu Deus certamente o requererá de ti, e em ti haverá pecado. (Deuteronômio 23.21) 

O capítulo 30 de Números deixa claro que Deus requeria do seu povo o cumprimento das promessas feitas a Ele. Deus fez os israelitas verem a seriedade de um voto ou promessa, e mostrou que a falsidade, a mentira e a hipocrisia não têm lugar entre o Seu povo. Que esta lição possa valer para nós atualmente! 




Fonte: Ramon Tessmann em Vida Nova Music
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Conheça o mendigo cantor que emocionou e fez sucesso nas redes sociais interpretando músicas gospel

O morador de rua que ficou conhecido através do vídeo em que canta a música “Um milagre em Jericó” teve sua identidade revelada.

O nome dele é Antenorgenes, e ele seria ex-levita da Igreja do Evangelho Quadrangular, de onde teria se afastado tempos atrás.

As informações a respeito de Antenorgenes foram divulgadas por Elvis Oliveira, usuário que relatou a situação do mendigo nos comentários do vídeo que publicou no Youtube.

De acordo com Elvis, Anternorgenes vive nas ruas em Santos Dumont, Minas Gerais, e é usuário de crack. Nos comentários do vídeo no Youtube, o internauta Marcos Amado se identifica como obreiro da congregação onde Antenorgenes teria sido membro e reforça a informação.

Marcos afirma ainda que Antenorgenes não permaneceu frequentando os cultos na denominação e sua condição social se degradou desde então. “Certa vez ele esteve vagando pelas ruas de BH e o nosso pastor titular, providenciou para que ele fosse trazido de volta para a nossa cidade, prestando toda assistência cabível”, disse Amado.

Segundo ele, providências foram tomadas para que Antenorgenes seja internado e tratado, e possa ser reintegrado à sociedade.

Confira abaixo, um novo vídeo com Antenorgenes interpretando a música “Deus de Promessas”, do Toque no Altar:


Fonte: Tiago Chagas no Gospel+
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sábado, 5 de janeiro de 2013

Cantora evangélica Eyshila desabafa sobre luta contra drogas do marido, hoje, pastor

A cantora Eyshila contou detalhes do início do seu matrimônio surpreendentes. Em seus primeiros anos de casada, a cantora vivenciou uma luta desenfreada com seu marido por seu vício em drogas.

Eyshila, mais nova contratada da Central Gospel, dirigida pelo pastor Silas Malafaia, diz que chorou todas as noites durante seu primeiro ano matrimonial, num emocionante relato divulgado pelo site da Igreja Batista Lagoinha.

Aos 17 anos, Eyshila conheceu Odilon Santos, hoje pastor. Segundo o site, depois de um tempo em que se conheceram decidiram namorar, mas foi nesse momento que as lutas começaram.

“Para mim era um sonho se concretizando, mal sabia o que me aguardava. Com o passar do tempo fui percebendo algumas atitudes diferentes. Ele faltava a alguns compromissos, chegava atrasado, e às vezes percebia um cheiro diferente na sua roupa, como de cigarro”, detalha a cantora.

Após um ano de relacionamento, ela descobriu que Odilon era viciado em drogas. A família dele procurou Eyshila e explicou tudo sobre o vício do namorado. Ela decidiu continuar o relacionamento.

“Não contei nada a ninguém e fui suportando a situação, mas com o passar do tempo as pessoas foram percebendo”, explica.

Odilon Santos se internou em uma clínica, e após a saída dele e melhora o casal decidiu se noivar, tendo o apoio da família. Porém o jovem teve uma recaída, e o relacionamento terminou.

Após a separação, Eyshila também se afastou de Deus, e conta que se rebelou. “Foi um tempo em que eu me afastei da presença de Deus e me rebelei. Fui conhecer o ‘mundo’ mesmo cantando no grupo Altos Louvores. Passei a ter uma vida dupla. Era como se a minha revolta estivesse superado o meu temor a Deus. Cantava na igreja e depois dançava na boate (É triste porque isso acontece muito hoje na Igreja)”.

Em determinada ministração, a amizade com Fernanda Brum, outra cantora gospel, começou e a vida espiritual de Eyshila começou a tomar outro caminho.

Após 2 anos de separação de Odilon, ele a procurou pois estava à procura de uma esposa. Então começaram a buscar de Deus uma confirmação para este relacionamento.

“Quando ele recebeu a resposta de Deus, resolvemos nos casar. Faltavam dois meses para unirmos as alianças, quando ele teve novamente outra recaída. A pior de todas. Não contei nada a ninguém e me casei acreditando na promessa que Deus estaria conosco”.

No dia 9 de dezembro de 1995, Eyshila e Odilon entraram em matrimônio. “Desta data até completar um ano de casada, chorei todas as noites. Logo quando nos casamos ele disse: ‘Já tentei sair das drogas, tentei, e não vou conseguir sair nunca. Então você decide ficar casada com um viciado ou se separa. Não vou largar as drogas. Eu gosto e me sinto bem. Tanta gente no meio artístico consegue continuar vivendo assim, então, vamos conseguir.’”

Segundo o site da igreja, Eyshila não aceitou essa situação e resolveu consagrar totalmente seu lar a Deus, mesmo sabendo que seu marido estava usando cocaína. No meio de tudo isso, Eyshila recebeu convite de gravação de seu primeiro CD, pela MK Music.

“Uma das músicas que estaria no novo CD seria a canção “Tira-me do vale”. Então fui ao banheiro da gravadora e disse a Deus: “Como eu vou cantar essa música se ela ainda não é verdade na minha vida? Como vou cantar essa canção se eu tenho vivido no vale desde o início do meu casamento? Dá-me um sinal de que há esperança. Eu não aguento mais!” relata.

Entretanto, depois disso, a cantora disse ter tido novas experiências. “Senti que Deus faria algo. Então cheguei em casa de madrugada e ele novamente não estava (geralmente estava no morro neste horário). Mesmo não o vendo no nosso lar, senti uma confiança no coração.”

Eyshila disse que foi tocada pelo Espírito Santo para orar por seu marido. “O Espírito Santo me tocou para orar pela vida dele. Fiquei em oração por ele.”

Segundo ela, seu marido havia voltado em uma madrugada depois de ter decidido morrer e lhe implorou para orar por ele. “Eyshila, é para você orar pedindo a Deus para me levar ou me libertar, porque do jeito que estou eu não aguento mais”, contou a cantora.

Depois desse momento, veio a transformação. Odilon nunca mais usou drogas. Ele foi consagrado a diácono em sua congregação e depois a pastor.

“Fui até a casa de sua mãe, e vi que estavam todos reunidos. Havia muita alegria e presença de Deus na casa. Olhei para o Odilon e vi que ele era outra pessoa. Havia sido renovado no Espírito Santo e liberto de tudo.”

Odilo, hoje, dirige uma filial da igreja e tem a colaboração de Eyshila com o trabalho ministerial.

Eyshila gravou recentemente seu CD “Jesus, o Brasil te adora”. Na música Profetiza, a cantora homenageia os pais de Odilon por tudo o que passaram também nessa luta de anos contra as drogas do filho, e todas as pessoas que passaram por situações semelhantes.



Fonte: The Christian Post
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