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sábado, 21 de setembro de 2013

Missão Novas Tribos do Brasil lamenta caso de pornografia infantil envolvendo missionário americano

Em comunicado à imprensa feito no dia 12 de setembro, a Missão Novas Tribos do Brasil (MNTB) disse que “foi surpreendida tristemente com a notícia de que seu missionário Warren Scott Kennell fora preso ao desembarcar na cidade de Orlando, EUA, sob a acusação do crime de pornografia infantil”. 

O comunicado, assinado por Sergio Botileiro, vice-presidente da missão, informou ainda que o missionário foi imediatamente desligado do rol de membros da organização, da qual fez parte por 18 anos. Sérgio ressaltou que a missão tem contribuído voluntariamente com a Polícia Federal e que, inclusive, ela própria informou às autoridades que o acusado havia deixado objetos nas dependências da organização. 

O presidente da MNTB, Edward Gomes da Luz declarou no site da Missão: “estamos tristes e chocados e buscamos, diante de Deus, a sua direção e sabedoria para melhor administrar esta situação. Precisamos, urgentemente, das tuas orações para suportar esta terrível tribulação”.

A Missão Novas Tribos do Brasil existe há 60 anos e desenvolve ações missionárias entre os indígenas do país.

O que aconteceu

Warren Scott Kennell foi preso por agentes da Polícia Federal e do departamento norte-americano U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) no dia 31 de maio. As prisões ocorreram durante a operação “Ímpio”, deflagrada pela Polícia Federal.

A ação foi realizada em Manaus (AM) e em Cruzeiro do Sul, no Estado do Acre, e teve como objetivo combater a pedofilia e repreender os crimes de divulgação e troca de materiais de cunho pornográfico infantil na Internet. Foram cumpridos 18 mandados, sendo 11 de busca e apreensão e sete de conduções coercitivas.

A operação Ímpio foi coordenada pela Delegacia de Defesa Institucional, chefiada pelo delegado Rafael Caldeira. “Fizemos algumas buscas, encontramos centenas de mídias [CDs e DVDs] contendo pornografia infantil que estavam de posse deste cidadão, por isso foi trazido até a nossa sede e está sendo indiciado”, disse.

Segundo a agência de notícias norte-americana WFTV, Kennell admitiu aos agentes federais dos Estados Unidos ter molestado crianças e produzido pornografia infantil. Com ele foram encontrados arquivos de computador contendo imagens pornográficas de crianças.

Warren Scott Kennell é professor de linguística e cresceu no Brasil. Seus pais também são missionários.



Fonte: Ed. Ultimato com informações do jornal A Crítica
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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Pastor justifica abuso de menina de 13 anos: ‘Deus mandou’

Pastor abusa de menina de 13 anos e justifica: “Fiz a mando de Deus”. O homem, de 43 anos, foi até a casa da garota, que frequentava o templo

O pastor Rony Gonçalves, 43 anos, foi preso após abusar sexualmente de uma adolescente de 13 anos dentro da casa da vítima, em Barra do Riacho, Aracruz. A garota frequenta a Igreja Assembleia de Deus Ministério Fogo em Terra, fundada pelo acusado de cometer o crime. Ao ser preso, Rony afirmou que fez tudo a mando de Deus.

Segundo a delegada Amanda da Silva Barbosa, o pastor foi à casa da menina, às 7h40 de quarta-feira, e ligou para a mãe dela enquanto estava a caminho da residência. A mãe teria pedido para Rony não entrar no local, porque ela estava no trabalho, e que ele retornasse somente às 15h. Em depoimento o acusado disse à Policia Civil que não atendeu ao pedido da mãe, porque Deus havia dito a ele que deveria orar pela vítima e por sua irmã.

Na casa estavam a vítima, seus dois irmãos e uma prima, todos menores de idade. O pastor contou ainda à polícia que primeiro orou na sala pela irmã e depois chamou a vítima para ir ao quarto da mãe. O acusado pediu à menina que baixasse a blusa que estava amarrada ao pescoço e pôs um pano sobre ela. Ele começou a orar e colocou a mão por baixo do pano e acariciou o órgão genital da menor. Assustada, a menina começou a chorar, o homem desistiu de continuar o abuso e foi embora.

Após o abuso sexual um conhecido da família foi até a residência e a menor contou o que havia acontecido. Ele foi ao local de trabalho da mãe da menina e comunicou o fato. O padrasto da vítima acionou a Polícia Militar e quando chegaram em casa o criminoso havia retornado ao local para justificar o fato. O pastor foi autuado em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável e levado para o Centro de Detenção Provisória de Aracruz.



Fonte: Gazeta Online
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sábado, 1 de junho de 2013

Igreja suspende padre polonês por suposto abuso sexual

A Igreja Católica da República Dominicana suspendeu na sexta-feira de suas funções um padre polonês e pediu que retorne de seu país natal à ilha, onde exerce ministério, para que enfrente uma investigação judicial por um suposto abuso sexual contra ao menos oito menores de idade.

A congregação suspendeu Wojciech Gil de suas funções e "pediu que retorne o quanto antes à República Dominicana para responder por esta situação", informou o Arcebispado de Santiago, no norte do país, em um comunicado, explicando que o sacerdote está de férias em seu país de origem.

"Uma vez informada, a Congregação pediu à promotoria que levasse adiante as investigações cabíveis até as últimas consequências, de acordo com as leis dominicanas, de tal maneira que a verdade e a justiça prevaleçam", acrescentou o Arcebispado.

A acusação contra Gil em Santiago, 155 quilômetros a noroeste de Santo Domingo, ocorreu depois que vários pais de menores denunciaram no jornal El Caribe que o religioso tocava nas partes íntimas das crianças e as assediava.

Ramón Bonelly, um dos pais que denunciaram o caso, afirmou que seu filho disse a ele que o padre "passava a mão por suas partes". O jornal também cita Nelly Abreu, mãe de um adolescente de 15 anos ameaçado supostamente por Gil com uma pistola para que colocasse roupas íntimas femininas e desfilasse para ele.

O sacerdote dirige um grupo de crianças e adolescentes chamado de União de Resgate, no qual instruía mais de 180 menores de idade em trabalhos de socorro para desastres naturais.



Fonte: AFP
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terça-feira, 21 de maio de 2013

Arcebispo australiano diz que Igreja demorou para reagir à pedofilia

Um dos maiores líderes da Igreja católica na Austrália admitiu nesta segunda-feira que sua comunidade foi muito lenta na hora de agir diante dos bispos suspeitos de pedofilia, durante uma audiência no âmbito de uma investigação governamental.

"Certamente diria que a Igreja foi lenta na hora de agir", declarou o arcebispo de Melbourne, Denis Hart (foto), no âmbito de uma investigação realizada pelo governo do Estado de Victoria (sul) sobre os supostos abusos sexuais contra menores.

Ele se referia, entre outros, aos 18 anos levados pela Igreja para despedir um bispo pedófilo. "Antes tarde do que nunca", indicou. Mas "levamos muito tempo para entender o que estava ocorrendo. Estes criminosos atrozes são sigilosos e astutos".

A Igreja católica admitiu em 2012 que ao menos 620 crianças foram vítimas de abusos por parte de bispos desde os anos 1930 no Estado de Victoria.

O Estado de Nova Gales do Sul (sudeste), cuja hierarquia católica também foi criticada, abriu sua própria investigação pública em novembro. E em abril teve início uma investigação pública em nível nacional. A comissão de investigação, que não está habilitada para incriminar indivíduos, deve recolher o testemunho de 5 mil supostas vítimas de agressões ocorridas em orfanatos, igrejas, paróquias, associações esportivas, creches ou centros de detenção para menores, religiosos ou não.

A Igreja católica é atingida há vários anos por uma série de escândalos pedófilos, entre outros na Áustria, Bélgica, Irlanda, Alemanha e Estados Unidos.




Fonte: EFE
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sábado, 16 de março de 2013

Pastor abusa de menina que aconselhava e diz: 'Jesus apoia o sexo entre nós'

Um pastor evangélico de Hammond (Indiana, EUA) admitiu ter tido um relacionamento sexual com uma menor de idade. Jack A. Schaap (foto) fez um acordo com a promotoria a fim de ter a pena reduzida para dez anos de prisão.

Na investigação, a polícia descobriu que Schaap enviara mensagens por celular à adolescente afirmando que "Jesus apoiava uma relação sexual" entre os dois. Schaap era conselheiro espiritual da jovem. 

"Você abriu totalmente o seu coração para mim. Você fez de mim mais do que um pastor. Você fez de mim seu amigo e seu confidente, seu amado. Você me deu sua confiança, seu coração, seu amor, sua afeição", escreveu pelo celular o pastor, que acabou sendo demitido da Primeira Igreja Batista de Hammond. 

De acordo com promotores, a jovem havia sido encaminhada ao pastor por apresentar um comportamento autodestrutivo, de acordo com reportagem do "Chicago Tribune".



Fonte: page not found
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terça-feira, 12 de março de 2013

Vítimas de abuso sexual do sexo masculino têm mais dificuldade de lidar com o trauma

Estudo da Universidade de Massachusetts revelou um dado assustador e alarmante: nos EUA, um em cada seis homens e uma em cada quatro mulheres sofrerão algum tipo de abuso sexual antes de completar 16 anos. O estudo foi liderado pelo psicólogo David Lisak, da Universidade. Ele também trabalha numa ONG que auxilia homens que foram abusados. A violência e o trauma de um abuso sexual são intensos para os dois sexos, mas, de acordo com pesquisadores, pode ser mais difícil para os homens se recuperar.

Homens e mulheres violentados sofrem com a vergonha e o estigma do abuso e acabam se isolando e protegendo o criminoso com seu silêncio. Mas os homens ainda têm de lidar com outro problema: os estereótipos sobre sua masculinidade. “Homens, especialmente crianças e jovens, não denunciam os abusos”, diz a professora de enfermagem, Elizabeth Saweyc, da University of British Columbia. “Muitas das nossas histórias colocam os homens no comando da sexualidade. Quando acontece um abuso, esta posição, definida socialmente, é rompida. Não é apenas a violação dos limites e da autonomia pessoal, não só o direito de privacidade do garoto que está em jogo. O ato também contradiz seu senso de masculinidade”.

Esta ruptura na “ordem natural das coisas” causa uma confusão muito grande nos meninos porque eles não “deveriam ser” vítimas de abuso sexual. Elizabeth diz que, em muitos casos, eles têm até dificuldade em entender que estão sendo abusados. Como, na maioria das vezes, o criminoso é homem, os garotos acabam sendo levados a questionar a sua sexualidade, coisa que não acontece com as vítimas do sexo feminino. A professora conta que a sociedade ainda pode atrapalhar a recuperação. Por exemplo, quando o abuso é cometido por uma mulher, o trauma para o garoto é tão grande quanto se houvesse sido abusado por um homem, mas a sociedade vê isso como uma reprise do filme “A primeira noite de um homem”.

Um estudo realizado no Hospital infantil St. Paul em Minnesota com 226 meninas e 64 meninos, com idades entre 10 e 15 anos, que relataram ter sofrido abuso sexual, revelou que: das denúncias feitas em até 72 horas depois do ato, horário crítico para a polícia ter maiores chances de juntar evidências, a minoria era feita por garotos.

Outra diferença chocante é que os meninos são mais expostos à pornografia durante o abuso do que as meninas. As meninas, em sua maioria, são violentadas por mais de um criminoso. Com os meninos, geralmente é apenas um, algumas vezes um menor de idade, mais velho que a vítima. Os estudos também concluíram que as meninas contam primeiro para uma amiga sobre o abuso, enquanto meninos contam para suas mães. Outro fato chocante: “A segunda pessoa com quem os meninos conversam sobre o que aconteceu é com os próprios algozes”, contou a enfermeira, Laurel Edinburgh, co-autora do trabalho com Elizabeth Saweyc.

Além da dor, da confusão, da vergonha e do trauma, às vezes os jovens são acometidos por sentimento de raiva. Vítimas dos dois sexos têm altas chances de sofrer de doenças psiquiátricas como ansiedade e depressão. Além disso, o preconceito que sofrem os faz calar sobre o abuso sexual.

Mudança de atitude na sociedade pode reverter quadro

Por medo ou vergonha, as vítimas de violência sexual geralmente guardam para si a experiência, o que dificulta a estimativa de casos. Registros policiais, por este motivo, podem trazer apenas uma pequena parte dos números reais. Levantamentos com a população trazem números maiores, mas mesmo assim, os pesquisadores admitem que os sobreviventes deste tipo de crime não se sentem confortáveis em se abrir mesmo em pesquisas. “Eu não posso mais ficar preocupada com números como um em quatro, um em três, ou qualquer outra porcentagem. É um número enorme”, disse David Lisak.

O psicólogo chegou a entrevistar os abusadores e contou que a maioria é motivada pela ingenuidade e vulnerabilidade das vítimas. Muitos deles não param na primeira vez e, alguns abusam meninos e meninas. Sua satisfação se dá no controle sobre as crianças. Segundo ele, a maioria das vítimas conhece o responsável.

Para que os jovens possam ter mais confiança e coragem de denunciar os violentadores, Elizabeth Saweyc afirma que mudanças de ponto de vista são necessárias. Segundo ela, a sociedade deveria ser mais sensível à gravidade do crime. “Não deveríamos ter tanto preconceito em torno destes casos, na verdade, eles nem deveriam estar acontecendo. Enquanto as pessoas rejeitarem, desacreditarem ou negarem o fato, este crime perpetuará”. 



Fonte: LiveScience
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domingo, 3 de março de 2013

Ex-pastor é preso em flagrante acusado de pedofilia

Homem oferecia ao menino de 13 anos dinheiro para cometer o ato. Policiais encontraram material pornográfico no apartamento do acusado.

Almeida de Souza, 42 anos, foi preso em flagrante na tarde desta quarta-feira (27) acusado de abusar sexualmente de um menino de 13 anos de idade. A prisão aconteceu no apartamento do próprio acusado, no Conjunto Manoel Julião, em Rio Branco, e foi efetuada por policiais militares do 4º Batalhão, que foram acionados por familiares da vítima quando passavam pelo local.

Segundo informações de familiares do garoto, que não quiseram se identificar, Frackmar seria frequentador da Igreja Renovada na capital. Ele estaria em Rio Branco há cinco anos, vindo de Manaus (AM), onde atuava na Igreja Filadélfia Renovada.

De acordo com o delegado plantonista da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), Reginaldo Barreiro, para onde o acusado foi levado após o flagrante, foi um irmão da vítima que percebeu algo de estranho acontecendo quando transitava nas proximidades do apartamento do acusado.

"Ele viu a bicicleta do seu irmão parada na frente do apartamento e ligou para o Franckmar, que disse estar trabalhando. No entanto, percebeu que o homem estava com a voz ofegante e resolveu chamar sua irmã para bater na porta. Bateram e quando o acusado abriu a porta estava fechando a bermuda. Eles perceberam que o garoto correu e se escondeu, também ainda vestindo o short", explicou.

Ao avistarem a cena, os irmãos da vítima resolveram acionar a Polícia Militar, que por coincidência estava passando naquele instante pela área. "Os policiais efetuaram o flagrante e ainda apreenderam alguns materiais pornográficos no apartamento do acusado", revelou Barreiro.

Ainda segundo o delegado, a vítima teria confessado em depoimento que conhecia o acusado de contatos dentro da igreja. A vítima admitiu que chegou a receber dinheiro em troca de favores sexuais. O delegado disse ainda que o acusado seria líder de célula da igreja que frequentava, mas estava afastado das funções, justamente por praticar condutas semelhantes às que o levaram para a cadeia nesta quarta-feira.

"O garoto admitiu que recebeu dinheiro em alguns momentos, sim. Valores que variam entre R$ 10 e até R$ 100. Não temos registro de passagem do acusado pela polícia, mas temos informações que estaria afastado da função de líder de célula da igreja, por causa desse tipo de conduta", completou Reginaldo Barreiro.

'Ele me abordou e me chamou para o apartamento', disse o acusado

Em declaração à imprensa, Franckmar Almeida negou que tenha praticado os atos pelos quais foi acusado e preso.

"Não fiz nada com ele. Estou muito tranquilo. Estava indo para o meu trabalho quando fui abordado pelo irmão da vítima. Ele não falou nada, nem sabia porque eu estava sendo preso. Conheço a criança há muito tempo, da rua mesmo, perto de casa", defende-se.

Almeida negou que fosse pastor de alguma congregação religiosa, mas confirmou que frequenta a Igreja Renovada em Rio Branco. "Não sou pastor, mas frequento a igreja sim. Fui pastor há muito tempo, na realidade, missionário em Manaus, mas hoje não mais", declara.

Franckmar Almeida será encaminhado para o Presídio Estadual Francisco de Oliveira Conde nesta quinta-feira (28). Caso seja condenado pelo crime de estupro de vulnerável, a pena pode variar de 8 a 15 anos de reclusão em regime fechado. O crime pelo qual ele é acusado é inafiançável.



Fonte: G1
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Chefe da Igreja Católica na Grã-Bretanha renuncia após denúncias de assédio

O homem mais importante na hierarquia da Igreja Católica na Grã-Bretanha, o cardeal Keith O'Brien, apresentou seu pedido de renúncia nesta segunda-feira depois de ter seu nome envolvido no centro de um escândalo ocorrido há três décadas.

O'Brien, de 74 anos, deixa o cargo de chefe da Santa Sé na Escócia e não deve viajar ao Vaticano para participar do conclave que escolherá o novo papa.

O clérigo, que previa se aposentar no final do mês que vem, quando completa 75 anos, é acusado por três padres e um ex-sacerdote de ter se 'comportado de maneira inapropriada' nos anos 80.

As quatro testemunhas alegam terem sido vítimas de assédio sexual.

A denúncia foi trazida à tona neste fim de semana pelo jornal inglês The Observer.

Em entrevista ao diário, o ex-sacerdote relatou que O'Brien se aproveitava das orações noturnas para manter 'contatos inapropriados'.

Ele contou que o episódio ocorreu quando ainda era seminarista e acrescentou que decidiu abandonar o sacerdócio e se casar quando o clérigo se tornou bispo.

"Eu sabia que ele teria poder sobre mim. Para a Igreja, eu larguei a batina para me casar. Não foi por isso. Eu saí para preservar a minha integridade."
O'Brien negou todas as acusações.

O objetivo da denúncia, segundo as testemunhas, seria impedir O'Brien de participar do conclave papal.

Segundo analistas, as revelações aumentam a pressão sobre a Igreja Católica, que já vinha enfrentando acusações de corrupção, má administração e pedofilia.



Fonte: BBC Brasil
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Documentos revelam que Igreja Católica dos EUA encobriu abusos

Vítimas de abusos sexuais contra crianças praticados por padres católicos expressaram sua revolta nesta terça-feira (22) após a divulgação de documentos que mostram líderes da igreja discutindo sobre como encobrir supostos crimes de sacerdotes na Califórnia na década de 1980.

Os procuradores disseram querer estudar os registros, que até então eram confidenciais, incluindo memorandos produzidos pelo ex-arcebispo de Los Angeles Roger Mahony - embora especialistas digam que o estatuto das limitações provavelmente impeça qualquer ação legal.

Trechos dos documentos foram publicados na segunda-feira (21) pelo jornal Los Angeles Times, incluindo as conversas entre Mahony - agora um cardeal aposentado - e um assessor de alto escalão sobre como proteger padres pedófilos da aplicação da lei.

Os registros incluem memorandos secretos entre Mahony e o monsenhor Thomas Curry, seu assessor em casos de abuso sexual, sobre como prevenir a polícia de investigar três padres que haviam admitido para a igreja que tinha abusado de meninos.

Especificamente, Curry sugeriu fazer com que os padres suspeitos parassem de ver terapeutas, o que poderia alertar as autoridades sobre os supostos abusos, ou mantê-los fora da Califórnia para evitar investigações policiais, informou o Times.

Um deles foi o monsenhor Peter Garcia, que admitiu ter abusado de crianças em sua maioria em paróquias de língua espanhola por décadas. Ele foi enviado para um centro de tratamento do Novo México, e Mahony ordenou que ele ficasse fora da Califórnia.

"Acredito que se o monsenhor Garcia reaparecer aqui dentro da arquidiocese, nós podemos muito bem ter algum tipo de ação judicial proposta nos âmbitos civil e criminal", escreveu Mahony em julho de 1986.

Reagindo à informação, Joelle Casteix da Rede de Sobreviventes dos Abusados por Padres, ou SNAP, disse: 'Ficamos chocados e revoltados ao ver estes comentários'.

Mahony - que enfrentou inúmeras denúncias sobre a sua gestão dos casos de abuso sexual, e que se desculpou repetidamente - "geriu pessoalmente a carreira de padres predadores", disse em frente à catedral de Nossa Senhora dos Anjos, em Los Angeles.

"Ele e outros clérigos de alto escalão, incluindo o agora bispo Curry, trabalharam diligentemente para assegurar que os homens que feriram crianças, que abusaram de crianças e que destruíram comunidades nunca ficassem um dia atrás das grades".

Uma porta-voz do gabinete do procurador distrital de Los Angeles disse que os procuradores "irão analisar e avaliar todos os documentos assim que eles estiverem disponíveis para nós", em declarações publicadas pelo Times.

Mas o ex-procurador Steve Cooley, que conduziu uma investigação de cinco anos sobre abuso sexual católico, disse que um estatuto de limitações de três anos significava que havia poucas perspectivas de processos bem-sucedidos.

"Seria ótimo processá-los", disse Cooley, que deixou o cargo no ano passado. "Mas você não pode processar alguém eticamente... quando o estatuto se esgotou".

No início deste mês, um juiz ordenou que os líderes católicos em Los Angeles identificassem autoridades da Igreja acusadas de abusar sexualmente de crianças, uma ação saudada por ativistas a favor das vítimas.

A arquidiocese de Los Angeles, a maior dos Estados Unidos, disse que "muitas das informações em questão já se tornaram públicas em um Relatório ao Povo de Deus", divulgado em 2004, e em documentos posteriores.

Mas o SNAP saudou a ação. "Durante décadas, a hierarquia católica de Los Angeles hierarquia conseguiu manter em segredo milhares de páginas de documentos incriminatórios. Devido à coragem e à tenacidade de centenas de vítimas, isso vai terminar em breve", disse. "E, como resultado as crianças estarão mais seguras", completou.



Fonte: G1 com informações da France Press
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Rede de apoio a crianças abusadas em Portugal lamenta "hipocrisia" da Igreja Católica

O presidente da associação Rede de Cuidadores lamentou a “hipocrisia da hierarquia da Igreja Católica” após a divulgação do processo que levou à detenção do vice-reitor do Seminário Menor do Fundão por suspeita de abuso sexual de menores e depois de a ex-provedora da Casa Pia de Lisboa (Portugal), Catalina Pestana, ter afirmado que conhecia outros casos entre membros do clero. “Quero que seja reposta a verdade dos fatos e que a Igreja Católica deixe de tentar tapar o sol com a peneira”, explicou o psiquiatra Álvaro Carvalho ao PÚBLICO.

Repetindo que a Rede de Cuidadores (fundada há três anos para apoiar crianças maltratadas, na sequência do processo Casa Pia) recebeu “várias denúncias de abusos levados a cabo por sacerdotes e/ou responsáveis religiosos de instituições católicas”, o psiquiatra explica que a a associação só não foi mais longe nessa altura porque os crimes estavam prescritos, mas recorda, num longo comunicado, as tentativas feitas para ajudar a evitar a continuação de “tais práticas criminosas”.

Por saber que os abusos sexuais são praticados por “pedófilos, uma perversão sexual com registo compulsivo, logo incontrolável, e até ao momento sem cura, e por depravados que se consideram completamente incólumes”, continua, os dirigentes da associação optaram por dirigir-se aos “diretos responsáveis” das instituições. O problema é que, se na maior parte das situações foram escutados, no caso da Igreja Católica isso “só aconteceu quando os abusadores, já condenados, eram ex-seminaristas, credenciados pela hierarquia, como os restantes, idôneos para exercer a profissão de professores de Religião Moral e Católica!”, acusa.

Álvaro de Carvalho lembra novamente a reunião de Março de 2011 com o então presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), D. Jorge Ortiga, em que participaram ele próprio, Catalina Pestana e Odete Sá. O porta-voz da CEP, Manuel Morujão, não estava presente (ao contrário do que afirmou Catalina Pestana), “mas foi com ele que se estabeleceu, por telefone e email, todos os contatos para a efetivação do encontro”, recorda o psiquiatra. Na reunião, D. Jorge Ortiga afirmou que denúncias não eram suficientes” e desafiou-os a “apresentar provas”.  Só um “reverendíssimo Bispo parece não saber que estes crimes vivem de silêncios e medos ancestrais, escondidos por muros espessos e altos”, indigna-se Álvaro de Carvalho, que não entende por que razão é que o bispo e a CEP nunca mais os chamaram, apesar de eles se terem oferecido para ajudar na metologia de seleção e formação de catequistas ou dirigentes de outros movimentos da Igreja.

Álvaro Carvalho destaca também as incongruências das posições do porta –voz da CEP, que, em entrevista a um diário, defendeu recentemente  que a a gravidade deste tipo de acusações “é tal que exige discrição no seu tratamento”, quando dias antes desafiou Catalina Pestana a dizer publicamente os nomes dos eventuais criminosos. “Tal facto é crime de difamação. Dizem-me os católicos da Rede que também é pecado grave, mas sua Reverência lá saberá os métodos nos quais quer envolver outros”, critica. Se alguns dos dirigentes da Rede “sofrem com a hipocrisia da Igreja Católica”,  outros “têm a inteligência e o discernimento de se manterem longe dela”, conclui.

O PÚBLICO tentou obter uma reação do porta-voz da CEP, padre Manuel Morujão, que se escusou a fazer comentários, até porque não conhece o comunicado. Confrontado com as críticas de Álvaro Carvalho, Manuel Morujão disse apenas que o psiquiatra “pode afirmar o que acha”.

Após a denúncia da ex-provedora da Casa Pia, a Procuradoria-Geral da República divulgou a existência de dois inquéritos por suspeitas de abusos sexuais em instituições religiosas. Um está relacionado com a Ordem Hospitaleira de São João de Deus, que tem oito centros hospitalares no continente e ilhas. E o segundo inquérito foi motivado pelas palavras de Catalina Pestana, que prestou declarações no Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa uns dias antes do Natal.



Fonte: Publico
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sábado, 8 de dezembro de 2012

Igreja chilena afasta sacerdote defensor dos direitos humanos por abuso sexual

A Igreja católica chilena decidiu afastar de suas funções durante cinco anos o sacerdote Christián Precht, um dos principais defensores dos direitos humanos durante a ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), ao constatar que abusou sexualmente de menores e maiores de idade, informou o arcebispado.

"O arcebispo de Santiago procedeu a publicar um decreto estabelecendo ao presbítero Christián Precht a proibição do exercício público do ministério sacerdotal por um período de cinco anos", destacou a instituição religiosa em um comunicado divulgado na noite de quinta-feira.

A Igreja chilena condenou o sacerdote depois que a Doutrina da Fé do Vaticano comprovou e ratificou uma investigação na qual surgiram "notícias verossímeis de condutas abusivas com menores e maiores de idade".

Precht pode apresentar um recurso junto ao Vaticano.

A investigação começou em 2011, após as denúncias de abuso sexual apresentadas pela família do psicólogo Patricio Vela, de quem Precht era guia espiritual na década de 1980 e que anos depois se suicidou.

A investigação eclesiástica encontraria outros casos de supostos abusos sexuais, segundo a sentença.

Após conhecer a sentença do Vaticano, a família de Patricio Vela disse em um comunicado que espera que a medida se traduza em uma proteção maior para as vítimas de abuso sexual e de poder por parte de sacerdotes católicos.

"Esperamos sinceramente que a Igreja Católica tome nota e revise sua estrutura e procedimentos para que nunca mais alguém sofra tanta dor e confusão", destacou a família Vela.

Precht é considerado uma figura emblemática da luta em defesa dos direitos humanos durante a ditadura de Pinochet, ao ser um dos fundadores do Vicariato da Solidariedade, órgão criado pela Igreja Católica chilena para assistir às vítimas do regime, que deixou mais de 3.000 mortos e desaparecidos.

O caso Precht se soma ao de 20 clérigos e um bispo, investigados pela justiça por denúncias de abuso sexual.

Também se segue ao escândalo que sacudiu no ano passado a hierarquia da Igreja chilena pela acusação contra dois religiosos influentes: o sacerdote Fernando Karadima e a madre superiora do colégio Las Ursulinas.



Fonte: AFP
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Igreja católica alemã indicia religiosos por pedofilia

A Igreja católica alemã anunciou nesta sexta-feira que 66 de seus religiosos foram indiciados por prática de abusos sexuais cometidos num período de dez anos.

A Conferência Episcopal alemã apresentou um estudo lançado em abril de 2011 que faz parte dos trabalhos iniciados depois da crise de 2010, quando centenas de pessoas revelaram ter sido vítimas de abusos quando eram menores de idade entre 1950 e os anos 1980.

Estes religiosos foram acusados, entre 2000 e 2010, de um total de 576 abusos sexuais de meninos e adultos. Setenta e cinco por cento das crianças que sofreram abusos eram do sexo masculino.

No início de 2010, a Alemanha se viu sacudida por revelações de abusos sexuais com crianças e adolescentes em instituições que pertenciam quase todas à Igreja católica.
Inúmeros fieis se afastaram dede então da Igreja. No ano passado, 126.488 católicos deixaram formalmente a instituição, depois dos 181.000 em 2010, segundo cifras oficiais.



Fonte: AFP
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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Igreja Católica da Austrália reconhece 'vergonha' de abuso sexual

A premiê Julia Gillard, que ordenou investigação sobre abusos de crianças na Austrália (foto)

O chefe da Igreja Católica da Austrália reconheceu nesta terça-feira a "vergonha" do abuso sexual infantil entre o clero e acolheu uma investigação abrangente, mas também fez a ressalva de que a extensão do problema dentro da igreja tinha sido exagerada.

Na segunda-feira, a premiê Julia Gillard ordenou uma rara Comissão Real, a mais alta forma de investigação na Austrália, que verificasse como as igrejas, órgãos governamentais e outras organizações têm lidado com possivelmente milhares de acusações de abuso sexual de crianças.

O único cardeal da Austrália, George Pell, disse que a Igreja cooperaria plenamente com o novo inquérito, o que pode obrigar as testemunhas a prestar depoimento e produzir documentos. Ele, porém, disse não acreditar que a Igreja Católica foi o autor principal dos abusos.

"Não estamos interessados em negar a extensão do delito na Igreja Católica. Mas nos opomos a ser algo exagerado, contestamos ser descrito como 'se a Igreja fosse a única'", disse Pell, que também é arcebispo de Sydney.

"Reconhecemos, com vergonha, a extensão do problema, e quero garantir que temos sido sérios na tentativa de erradicá-lo e lidar com ele", disse a jornalistas em Sydney.

Gillard convocou o inquérito em face da crescente pressão política depois de relatos de que ordens dentro da Igreja Católica tinham encoberto acusações de abuso sexual e impedido investigações policiais durante várias décadas em Nova Gales do Sul e Victoria, os dois Estados mais populosos da Austrália.

Pell também disse que os padres deveriam se recusar a ouvir confissões de supostos agressores de crianças para garantir que os sacerdotes não fiquem presos ao sigilo do confessionário.

"Se o padre sabe de antemão sobre tal situação, o sacerdote deve se recusar a ouvir a confissão, esse seria o meu conselho. Nunca ouviria a confissão de um padre que fosse suspeito de uma coisa dessas ", afirmou o sacerdote.

O ex-policial Peter Fox provocou um protesto nacional na semana passada, quando alegou que a Igreja Católica havia encoberto abusos cometidos por sacerdotes em Hunter Valley, região ao norte de Sydney. Suas acusações levaram a uma nova investigação que está sendo convocada.

A Igreja Católica é a maior da Austrália, com 5,4 milhões de fiéis, representando cerca de um em cada quatro australianos.


Fonte: Último Segundo
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domingo, 23 de setembro de 2012

Igreja da Austrália afirma que padres abusaram de mais de 600 crianças


A Igreja Católica do Estado australiano de Vitória confirmou que mais de 600 crianças foram abusados por seus padres desde a década de 30.

O arecebispo de Melbourne, Denis Hart, descreveu as cifras como ''horrendas e vergonhosas''.

O número de vítimas de abuso foi divulgado após determinação feita por um inquérito parlamentar sobre os casos de abusos praticados por membros do clero católico no país.

Mas ativistas afirmam que o número verdadeiro de vítimas de abuso na Austrália pode chegar a 10 mil crianças.

Diálogo aberto

A Igreja afirma que os 620 casos que divulgou começaram a ser registrados há 80 anos e que a maior parte deles teria ocorrido entre as décadas de 1960 e 1980.

O clero católico australiano disse estar ainda investigando outros 45 casos.
Em um comunicado, o arcebispo Hart afirmou que é importante estar aberto para 

''falar sobre os horríveis abusos que aconteceram em Victoria e em outras partes''.

''Vemos neste inquérito uma forma de ajudar a reparar o mal contra os que sofreram abusos, examinar a resposta da Igreja de forma mais ampla, especialmente nos últimos 16 anos, e oferecer recomendações para aprimorar os cuidados dados às vítimas e melhorar as medidas preventivas que estão sendo implementadas'', afirmou o relgioso no documento.

O abuso de crianças por padres católicos têm sido um grande tema de debate na Austrália nos últimos anos.

Durante uma vista à Austrália em julho de 2008, o papa Bento 16 se encontrou com algumas das vítimas e fez um pedido público de perdão pelos abusos.



Fonte: BBC Brasil
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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Escândalo sobre acusações de pedofilia envolvendo padres da Igreja Católica choca a Argentina

Casos ocorridos entre 1984 e 1992 só começaram a ser investigados após nova denúncia de revista quinzenal

Um novo escândalo sobre acusações de pedofilia envolvendo padres da Igreja Católica choca a Argentina. Após uma denúncia da imprensa, a Justiça da cidade de Paraná (capital da Província de Entre Ríos, nordeste do país) investiga o sacerdote argentino Justo José Ilarraz, acusado de abusar sistematicamente de pelo menos 50 crianças de 12 a 14 anos entre 1984 e 1992. Outro fato no episódio que gerou revolta é que o arcebispado local admitiu ter ocultado o caso por pelo menos 18 anos.

A denúncia foi veiculada nesta semana pela revista quinzenal local Analisis de la Actualidad. O início das investigações foi confirmado pelo site espanhol Religión Digital, que também realizará investigações. As vítimas eram todas iniciantes em estudos religiosos e teriam sido violadas no Seminário Menor, na cidade de Paraná, na época em que ficavam sob os cuidados de Ilarraz.

O caso foi levado a uma corte interna do arcebispado, em 1993. Na ocasião, inúmeros jovens reconheceram terem sido vítimas do sacerdote enquanto ainda eram apenas pré-adolescentes, mas ficaram com medo de denunciá-lo.

Segundo as denúncias, o padre costumava seguir o mesmo ritual: acariciava-os, dava banho, beijava-os na boca, masturbava-os e, por fim, os penetrava. Essas cenas ocorriam em seu quarto particular no seminário ou nos banheiros. Em média, ele selecionava dez crianças por ano. Portanto, na pior das hipóteses, os números podem chegar a 80 crianças abusadas – a maioria era proveniente de famílias de camponeses de baixa renda.

Ele também condicionava as crianças a não revelarem nada, pois, caso contrário, seriam sujeitas a represálias. Além de tirar doces e sobremesas, não comiam pratos com a mesma qualidade dos demais internos e ficavam proibidos de assistir TV e filmes. “Vocês precisam aprender que, agora, nossa amizade aumentou. Quanto maior confiança, maior é o amor e a amizade”, costumava repetir o padre às crianças durante a noite.



Fonte: Opera Mundi
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Padre norte-americano diz que crianças e jovens são culpados por “seduzir” pedófilos

Para padre franciscano, agressores não deveriam ser presos, pois não cometeram crimes

Algumas crianças são vítimas de pedofilia por terem "seduzido" seus agressores. Essa é a opinião do padre franciscano norte-americano Bernard Groeschel, de Nova York, que escreveu um artigo chocante no site da revista católica NCR (National Catholic Register), colocado no ar na última segunda-feira (27/08) e retirado pouco depois. A publicação se desculpou em seguida, admitindo um erro editorial. Em razão da revolta causada por suas declarações, e do pedido de retratação da revista, Groeschel voltou atrás em suas declarações.

O padre, de 79 anos, afirmou que quando se pensa em um pedófilo, “as pessoas normalmente imaginam uma pessoa que planejou seus atos, um psicopata. (...) Mas não é o caso. Imaginem um homem que se encontra em plena depressão nervosa e um jovem chega para consolá-lo. Em muitos desses casos, o jovem é que é o sedutor”, diz o franciscano. “As crianças vêm, muitas vezes, procurar uma relação romântica, e não relações sexuais”.

Groeschel defendeu que os padres católicos não deveriam ser presos caso fossem descobertos desde que não repetissem seus atos, “porque a intenção deles não era de cometer um crime”.O franciscano chegou a citar um caso específico, de um ex-treinador de um time de futebol americano, defendendo Jerry Sandusky, acusado por uma série de abusos contra menores de idade, e que pode ser condenado à prisão perpétua. Para ele, trata-se de um “pobre homem”.

Pedido de desculpas

A redatora-chefe da NCR, Jeanette de Melo, pediu desculpas pela publicação do artigo, afirmando que, devido ao passado de Groeschel, seu artigo foi ao ar sem uma edição apropriada. “Abuso infantil é indesculpável. Os editores da NCR se desculpam por publicar sem a devida clarificação ou questionamento as declarações do Padre Bernard Groeschel, que pareciam sugerir que as crianças são, de alguma forma, responsáveis pelos abusos. Nada é mais fora da verdade”. Segundo Melo, a revista exigiu a retratação do padre.

Groeschel, por sua vez, pediu desculpas e disse que “nunca foi sua intenção duvidar das vítimas (...) Um padre que abusar de uma criança será sempre responsável. Meu espírito e minha forma de me expressar não são tão claras quanto já foram no passado. `Passei minha vida toda ajudando no melhor que pude. Me desculpo sinceramente por todo o mal que eu possa ter causado por minhas opiniões”.



Fonte: Opera Mundi
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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Professora de 34 anos é presa por pedofilia e pornografia infantil

Professora fez sexo com alunos e pode ficar presa para sempre

A professora Christy Lee Smith pode ser condenada a passar a vida inteira na cadeia por conta de acesso à pornografia infantil. A docente americana foi flagrada em fotos e vídeos fazendo sexo com crianças e também em posse de um grande arquivo de imagens eróticas de menores de idade.

A polícia da Pennsylvania acredita que podem ainda haver mais vítimas do que já foi descoberto. Duas das crianças testemunharam na corte. Uma delas explicou que mantinha relações sexuais com a professora quatro vezes por semana e normalmente a encontrava em bares, enquanto outra destacou que os encontros foram raros, na casa da mulher.

O curioso é que em alguns casos, como o de um menino de 15 anos, ela marcava os encontros no próprio colégio onde dava aula. Pais de alunos ficaram irritados com o caso, ela obviamente perdeu o emprego e agora está sofrendo as consequências legais de seus atos.

Segundo as autoridades, os assédios a menores duraram cerca de dois anos, entre 2008 e 2010, quando a primeira investigação começou. Os jurados votaram pela condenação da professora e, agora, o juiz vai anunciar nos próximos três meses o seu veredito. Há possibilidades de Christy Lee Smith receber a pena máxima, que faria com que ela ficasse o resto da vida na cadeia.


Fonte: Tech Tudo com informações do Daily Mail
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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Membro da cúpula da Igreja é condenado pela 1ª vez por pedofilia nos EUA

Monsenhor William Lynn foi acusado de encobrir casos de abuso sexual contra crianças na Filadélfia e deverá cumprir de pena de 3 a 6 anos de prisão

O monsenhor William Lynn foi condenado nesta terça-feira a uma pena de três a seis anos de prisão por encobrir padres que abusaram de crianças, informou o jornal americano Washington Post. Esta é a primeira vez que um alto membro da Igreja católica nos Estados Unidos é condenado pelos escândalos de pedofilia.

Dom Lynn foi secretário para o clero da arquidiocese da Filadélfia e era responsável por acompanhar os casos de padres acusados de abuso sexual de crianças de 1992 a 2004. Ele foi condenado por omitir o crime do padre Edward Avery, que está preso e cumpre pena de reclusão de dois e meio a cinco anos por abusar de um coroinha na Igreja em 1999.

"Eu não tinha a intenção de causar qualquer dano para ela (vítima de Avery). O fato é que o meu melhor não foi bom o suficiente para impedir que o dano", disse Lynn. Os advogados de defesa solicitaram a liberdade condicional, argumentando que seu cliente não deve cumprir mais tempo do que os responsáveis pelos abusos, como Avery. Eles pretendem recorrer da condenação e apresentaram o pedido de fiança enquanto o processo de apelação se desenrola.

A juíza responsável pelo julgamento, Teresa Sarmina, disse que Lynn possibilitou a existência de "monstros em traje clerical... para destruir as almas das crianças".

Em 1992, um médico relatou ao monsenhor que o padre Avery tinha abusado dele anos antes. Lynn enviou Avery para se tratar, mas a instituição da Igreja responsável pelo tratamento o diagnosticou com problemas com álcool e não distúrbio sexual. Avery voltou ao ministério e foi enviado a paróquia no nordeste Filadélfia, onde abusou do coroinha em 1999.

Os promotores passaram uma década investigando denúncias de abuso sexual que eram mantidos em arquivos secretos na arquidiocese e emitiram dois relatórios ao júri argumentando que, ao não delatar os casos, Lynn e outros membros da cúpula da Igreja - que não foram acusados - colocaram crianças em perigo.

Outros casos - O monsenhor foi o primeiro membro da cúpula da Igreja a ser condenado pelos casos de abuso sexual de crianças que abalaram a Igreja Católica nos EUA há mais de uma década, mas não deve ser o único: o bispo Robert Finn e a diocese de Kansas City enfrentam um processo por não informar sobre padres suspeitos de pedofilia. O caso deve ir a julgamento no próximo mês.



Fonte: Veja
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sábado, 16 de junho de 2012

Padre pedófilo é flagrado com garoto fazendo sexo dentro de veículo

Um padre de 55 anos, identificado pelo nome de Paulo Machado, irmão do Deputado Federal Sibá Machado (PT/AC), foi preso em flagrante, em Altamira, sudoeste do Pará, suspeito de exploração sexual contra um adolescente de 17 anos.

A assessoria de comunicação do parlamentar confirmou o parentesco de Sibá com o padre e disse que ele encontra-se em Rio Branco e falaria com a imprensa sobre o assunto caso fosse procurado, e que se houve mesmo o crime, que o Padre deve responder á justiça com os rigores que manda da Lei.

O caso foi enviado à Justiça na manhã da última sexta-feira (27). Por enquanto, o sacerdote segue detido na carceragem da delegacia do município. O adolescente foi liberado e entregue á família.

O superintendente da Polícia Civil de Altamira, Cristiano Nascimento, informou que uma guarnição da Polícia Militar fazia ronda de rotina, por volta das 23h30, em um trecho da rodovia Transamazônica, quando viu um carro da Prelazia do Xingu parado no acostamento da estrada.

Ao se aproximarem do veículo, os PMs viram duas pessoas despidas dentro do carro em ato sexual e tratava-se do religioso e de um adolescente. O padre foi preso em flagrante e levado para a delegacia, onde permanece detido.

O religioso atua há muitos anos na Prelazia do Xingu. Ele é fundador de um movimento que realiza meditações e orações, semanalmente, em frente de residências e empresas. Em nota, a Prelazia do Xingu disse que vai se pronunciar, oficialmente, sobre o caso somente após o resultado das investigações.


Fonte: Rondônia ao Vivo
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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Apresentadora Xuxa revela ter sofrido abuso sexual em entrevista ao "Fantástico"

Apresentadora fez revelação ao explicar o porquê da sua participação em campanhas contra abusos e agressões às crianças

A apresentadora Xuxa revelou ter sofrido abuso sexual "até os 13 anos" em entrevista que foi ao ar no "Fantástico" deste domingo (20).: "Eu abracei essas causas todas porque eu vivi isso. Na infância, até a minha adolescência, até os 13 anos, eu vivi isso. Pelo fato de eu ser muito grande, eu chamar a atenção, eu fui abusada".

Confusa, a apresentadora se emocionou ao lembrar dos abusos: "Não foi uma pessoa, foram várias pessoas que fizeram aquilo, em momentos diferentes", disse. "Me sentia suja, me sentia errada. Se eu não tivesse o amor da minha mãe, eu teria ido embora. Só que eu não falei para a minha mãe, eu não tinha coragem. A maioria das crianças não fala."

"Eu me lembro do cheiro", disse. "E não sei quem foi." Logo após, a apresentadora conta que um dos abusadores era o melhor amigo do seu pai, "que queria ser meu padrinho", e o outro era namorado de sua avó e outro.

"Até hoje, se você me perguntar por que que aconteceu, eu ainda acho que foi minha culpa. Mas a gente não pode pensar assim, porque a criança não sabe."

Na mesma entrevista, Xuxa contou sobre o namoro com Pelé e com Ayrton Senna. "Vivi um amor que foi rápido, porque ele era muito rápido", disse, em referência ao piloto.

Xuxa contou que chegou a visitar Michael Jackson em sua casa, em Neverland, e que o agente propôs que ela se casasse com o artista.



Fonte: Correio 24horas
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