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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Líder do Panic! At the Disco comenta briga com igreja e 'experiências gays'

'Aos 13 anos, não sabia se era hétero e queria testar', diz Brendon Urie.
Após enfrentar grupo cristão homofóbico nos EUA, banda toca no Brasil.

"O amor não é uma escolha", canta Brendon Urie, do Panic! At the Disco, em "Girls/Girls/Boys". Letras como esta, sobre bissexualidade, renderam briga com a ig
reja cristã extremista Westboro, nos EUA. Fiéis homofóbicos convocaram protesto em julho. O cantor foi esperto: prometeu doar US$ 20 a uma organização LGBT a cada fundamentalista que aparecesse. O protesto ficou vazio. "Espero que a banda leve luz ao tema da aceitação", diz, em entrevista ao G1, antes de shows no Brasil, em outubro, em Belo Horizonte (18) e Brasília (19), no festival Circuito Banco do Brasil.

"Girls/girls/boys" rendeu perguntas sobre sexualidade. Em julho, Brandon disse ao site PrideSource que é hétero, mas já teve experiências homossexuais. "Eu queria entender quem era", explica ao G1. "Não fiquei obcecado por isso, sabe? Tenho amigos gays e hétero, não importa."

Brendon se importa mais com a primeira turnê como único membro original da banda. Em 2009, Ryan Ross e Jon Walker saíram para formar o Young Veins. Em 2013, o baterista Spencer Smith tirou férias para se tratar de dependência química. Brendon já pensa em um novo disco. Será um trabalho solo ou do Panic! At the Disco? "Ainda não decidi...".

G1 - Na turnê você canta 'This is gospel', do disco novo, que escreveu sobre Spencer. Como é tocar essa sem ele ao seu lado?
Brendon Urie - É tão difícil quanto foi escrever. Quando fiz a música, estava sozinho no meu quarto, e não tinha certeza se deveria mostrar para alguém. É muito pessoal, sobre nossa amizade. Então eu mostrei para pessoas mais íntimas, meu empresário, e todos amaram. Isso me fez recuperar a confiança em compartilhar e ser mais honesto. Sempre que toco é um momento especial. Quando os fãs cantam de volta para mim, é lindo.

G1 - O que você pensou quando viu que ia haver um protesto da Westboro Church e porque decidiu reagir daquela forma?
Brendon Urie - Eles são engraçados. São como crianças pequenas. Você os deixa fazer birra, ficar esbravejando entre eles, sendo bundões. Mas não sou um cara negativo. Sou o cara que ri dessas coisas. Queria que eles soubessem que não podem me provocar assim. Se eles quiserem ir ao show, tudo bem, vamos continuar mesmo jeito. Vamos defender as causas em que sempre acreditamos, e eles não podem mudar esse fato.

G1 - Você é de família mórmon, mas abandonou a religião. O que você gostaria de passar aos fãs em relação à intolerância religiosa?
Brendon Urie - Toda intolerância me entristece, não só religiosa. Deixe que as pessoas façam o que querem. Se não machucam ninguém, como pode ser ruim? Aprendemos com a diversidade. Não quero calar nenhuma religião, quero aprender com elas. Gosto de fazer perguntas, e muitas religiões têm um problema com isso. Por isso saí da igreja mórmon. Mas minha família toda ainda é muito religiosa. Acho ótimo que ainda nos amamos e nos respeitamos, é um bom exemplo de como o mundo pode ser, tolerante a amoroso.

G1 - O protesto por homofobia tem a ver com o fato de que você escreveu a música “Girls/girls/boys”, com o verso 'o amor não é uma escolha'. Por que fez essa música?
Brendon Urie - Esse verso resume mesmo toda a música. Eu acredito nisso. Não acho que garotos com 13 ou 14 anos, sendo estranhos como são, já provavelmente sofrendo bullying, escolheriam apanhar mais ainda. Não é uma escolha. Existem pessoas gays e hétero, você não vai controlar isso. É maravilhoso aceitar as pessoas como elas são.

G1 - Em entrevista recente você falou de experiências homossexuais. Por que falar sobre isso agora?
Brendon Urie - Decidi falar pois começaram a perguntar, por causa de “Girls/girls/boys”. Sempre fomos uma banda aberta e aceitamos todas os aspectos da vida. Para mim, nunca é problema ser honesto. Se me perguntam se tive uma experiência gay, digo que sim. Quando eu tinha 13, 14 anos, eu não sabia se era gay ou hétero. Sentia muitas emoções, muitos hormônios, estava com tesão (risos). Eu queria entender quem era e testar algumas coisas para dizer "isso não é para mim". Não significa que eu fiquei obcecado por isso, sabe? Tenho amigos gays e hétero, não importa. Espero que a banda leve uma luz a tema da aceitação.

G1 - No show há poucas do álbum 'Pretty. Odd' (2008), geralmente só 'Nine in the afternoon'. Este disco já mostrava uma banda dividida? Você gosta menos dele hoje?
Brendon Urie - Não. Tenho orgulho deste disco. Assim como cada um dos discos do Panic! At the Disco. É o mais perto que cheguei de ter filhos. Mas as músicas do segundo são mais lentas, experimentais. Acho que é melhor para ouvir no fone de ouvido, em um quarto escuro, fumando maconha. Mas adoro tocar “Nine in the afternoon”, é uma das minhas preferidas.

G1 - Você acha que ter sido ligado ao emo, uma onda que acabou sumindo, foi ruim para a história da banda?
Brendon Urie - Foi ótimo. Adoro ser ligado a todos os gêneros. Nunca nos considerei emo, mas muitos garotos sim, pois nos ligavam ao Fall Out Boy. Isso nos deixou mostrar o que podíamos fazer, que tipo de banda éramos. Ser rotulado de qualquer coisa - emo, rock, pop, alternativo - é legal, pois mostra que as pessoas ainda estão te dando atenção.



Fonte: G1
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Artistas argentinos criam versões religiosas da famosa boneca Barbie e de seu companheiro Ken

Nossa Senhora Aparecida e Jesus Cristo estão entre as novas versões da boneca

Os artistas argentinos Pool Paolini e Marianela Perelli produziram versões religiosas da famosa boneca Barbie e de seu companheiro Ken. Os personagens foram caracterizados de Jesus Cristo, Nossa Senhora Aparecida e até o sincretismo religioso aparece na boneca Iemanjá. As crenças orientais também não escaparam da crítica à sociedade de consumo proposta pela dupla, Buda e Kali aparecem com o corpão e beleza característicos dos bonecos.

O trabalho que já está sendo criticado por entidades católicas argentinas, será exibido na mostra Santos y Pecadores a partir de 11 de outubro, na POPA Galeria,em Buenos Aires.



Fonte: Veja
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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

“Deus ama o sexo”, é o slogam de campanha ousada que igreja cria para divulgar palestras de temas eróticos

Uma campanha criada e divulgada por líderes evangélicos quer difundir o conceito de que Deus “ama o sexo”

Os pastores da Church Restored, em Wilkes-Barre, Pensilvânia (EUA), quer divulgar a ideia de que o sexo é descrito na Bíblia de forma positiva, pois foi “inventado” por Deus. A estratégia dos pastores para a campanha incluiu um outdoor com a mensagem “Eu amo sexo (Deus)”.

De acordo com informações do Christian Post, essa não é a primeira ideia nova e chocante desta igreja. Tempos atrás, os pastores colocaram um cartaz na porta do templo com os dizeres “Proibida a entrada de pessoas perfeitas”. A ideia era ressaltar “a obra de Jesus na vida das pessoas”.

Conforme o esperado pelos pastores, o outdoor tem atraído a atenção de muitos motoristas, mesmo com o choque lógico da dificuldade que a maioria tem em não saber como associar a mensagem com o discurso religioso.

O pastor Dan Nichols, um dos responsáveis pela ação, explicou que a igreja pretende atrair pessoas com esta campanha durante o mês de setembro para uma série de palestras com base no livro Cântico dos Cânticos, também conhecido como Cantares de Salomão.

“O objetivo desta conferência é refletir sobre a questão da sexualidade como algo criado por Deus, e com base nesse livro, notável por sua estrutura poética e amorosa e recheado de temas eróticos. Se a cultura pode ser tão ousada, eu acho que a igreja também pode ser e falar diretamente com esta questão e estar na vanguarda”, opinou o pastor Dan.

Atualmente, os cultos dominicais da igreja – que segue a linha batista e foi fundada há um ano – atraem cerca de 400 pessoas. O conteúdo dessas palestras vai se concentrar no projeto original de Deus para a sexualidade a partir de uma perspectiva bíblica, diz Dan: “Nós queremos proclamar as Escrituras, e que o sexo é maravilhoso e lindo, mas apenas no projeto original de Deus”.




Fonte: Gospel+
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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Beyoncé grava música gospel e gera polêmica

No início de sua carreira, a cantora e atriz Beyonce gravou algumas músicas gospel e chegou a estrelar o longa “Resistindo às Tentações” que tinha uma temática cristã. Contudo, depois do fim do trio Destiny Child, do qual fazia parte, sua carreira não teve mais espaço para músicas sobre fé.

Pelo contrário, mais de uma vez seu nome esteve envolvido em polêmicas envolvendo ela e seu esposo, o rapper Jay-Z, com o movimento Illuminati.

Ano passado, quando sua filha nasceu e foi batizada como Ivy Blue, boatos davam conta que Ivy seria uma sigla, Illuminati very youngest [A mais nova membro do Illuminati] e Blue também, Born living under evil [Nascida e criada pelo mal]. Outros diziam que Ivy Blue ao contrário, Eulb Yvi, significaria “filha do Diabo” em latim.

Pior ainda, um grupo de fãs da cantora Beyoncé organizou uma “igreja” para adorá-la. O nome oficial é Igreja Nacional de Bey, e a seita responde pelo nome de beyism. Com sede em Atlanta, na Geórgia, seus fiéis reúnem-se aos domingos, em cultos cuja trilha sonora é de músicas de Beyoncé. Oficialmente, a cantora nunca se pronunciou sobre o assunto.

Agora que voltou a cantar música gospel, fãs e críticos de Beyonce estão divididos. Por um lado, muitos celebram que ela voltou a cantar louvores. De outro, muitos acreditam que ela não está sendo sincera.

O vídeo da música “Say Yes” [Diz sim], foi lançado nos EUA no dia 18 e faz parte do novo disco da cantora Michelle Williams, Journey To Freedom, que teve participação de suas ex-colegas do Destiny’s Child. Tanto Beyoncé quanto Kelly Rowland gravaram os vocais e a participação no vídeo. A canção é uma releitura da canção popular nigeriana “When Jesus Says Yes” [Quando Jesus diz sim].

Em 24 horas no ar, ultrapassou a marca de um milhão de visualizações e é uma das músicas mais comentadas nas redes sociais nos EUA, especialmente por causa da participação de Beyonce, que canta na segunda estrofe

“Eu não estou preocupada com nada
Porque eu sei que tu estás me guiando
Por onde me levares, Senhor, eu irei
Eu não tenho medo pois sei quem está no controle

Não há limite para o que podes fazer
Porque tudo o que pertence a ti
Sim, tudo isso pertence a ti
És todo-poderoso e tudo isso pertence a ti
Quando Jesus diz Sim, ninguém pode dizer não (2 x)”

Michelle, por sua vez, disse ao site The Blaze que vê sua música como um esforço contínuo para espalhar o evangelho, “mas não com a forma tradicional em um púlpito”, esclarece. A cantora diz que deseja encorajar seus fãs a ouvir o chamado de Deus para suas vidas.  Contou também que em breve conduzirá o reality show “Fix my Choir”, onde visitará escolas e igrejas e ajudar a melhorar o coral de cada instituição.

Assista:





Fonte: Gospel Prime
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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Bispo Edir Macedo encoraja boicote de fiéis à Copa do Mundo

O bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus e dono da TV Record, organiza, via YouTube, um boicote de fiéis à Copa do Mundo, que começa no próximo dia 12. Em vídeo postado no site, ele convoca seus seguidores a realizarem um "jejum de informação" durante a competição da Fifa.

"Quero dizer que a partir do dia 10 de junho vamos começar um jejum. Não o jejum de Daniel, de 21 dias, mas o jejum que Jesus fez no deserto, de 40 dias e 40 noites. Só que ele ficou em jejum de comida. Nós vamos fazer um jejum espiritual, um jejum de informações. Um jejum de rádio, televisão, de tudo o que o mundo oferece. Um jejum de jogos, distrações, diversões", diz.

Segundo Macedo, a experiência de "jejum" deixará os fiéis mais próximos de Deus. No entanto, bispo também diz que o boicote não se aplica a filmes bíblicos e conteúdo televisivo de tom religioso, como programas da própria Record.

"Sem futebol, sem diversão, sem cinema, sem televisão. Apenas você vai ter o direito de assistir à série sobre Jesus, 'Milagres de Jesus'. Vamos assistir a 'Milagres de Jesus', filmes bíblicos, que transmitam um espírito", requisita.

Assista ao vídeo postado por Edir Macedo:




Fonte: ESPN do Brasil
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domingo, 13 de abril de 2014

Novo programa do humorista Marcelo Adnet na Rede Globo faz sátira com Jesus Cristo

O novo programa do humorista Marcelo Adnet, o “Tá no Ar: a TV na TV” da Rede Globo, estreou na última quinta feira e apostou na sátira como forma de humor. Entre os alvos das piadas dos humoristas que compõe o quadro do programa estão inclusos programas de outras emissoras, comerciais de TV, o sucesso da “Galinha Pintadinha” e até mesmo Jesus Cristo.

O programa foi dividido em esquetes rápidas, algumas com apenas 30 segundos, em que cada uma delas fazia piada com um tema diferente.

As sátiras religiosas começaram com o “clipe da Galinha Preta Pintadinha”, que fez trocadilhos com o personagem infantil que está fazendo um grande sucesso atualmente. Uma galinha preta, que parece ter sido agredida, aparece cantando paródias de músicas infantis com trechos como “atabaque que bate, bate, atabaque que já bateu. Acendi vela para o santo, mas o santo não desceu” ou “macumba, macumbinha, vamos todos despachar, vamos dar ebó pro santo. Ebó pro santo vamos dar”.

As piadas com Jesus Cristo apareceram ao fim do programa, quando uma moça surge aliviada por terem feito piadas com as religiões afro-brasileiras e não terem satirizado sua religião.

- Ah, nossa eles tiraram o sarro da macumba. Ainda bem que não falaram mal da minha religião – afirma a moça, segundo o Yahoo! TV.

Então, aparece o personagem JC de Nazaré, uma referência clara a Jesus Cristo, cantando rap junto a seus companheiros, representando os apóstolos, e ao lado também de algumas odaliscas.

Além das piadas com religiões, os humoristas fazem também piadas com outros programas de TV, incluindo outras emissoras, e com comerciais que ficaram famosos. Entre eles o comercial que deram o nome de “Freebofe”, uma alusão à propaganda da Friboi com Roberto Carlos. No esquete humorístico, no lugar do cantor há um deputado que assume se tornado homossexual. A piada tem sido vista como uma crítica ao pastor e deputado Marco Feliciano, por relacionar a homossexualidade, tema que envolveu o deputado em uma série de polêmicas, a frases como “vou voltar para a comissão, e quando eu voltar vai acabar aquela zona lá”.



Fonte: Gospel+
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quinta-feira, 10 de abril de 2014

'Corrijo erros de Deus', diz cirurgião que já fez 320 mudanças de sexo

Protestante, o médico diz que inicialmente se questionou se deveria realmente fazer esse tipo de procedimento. Seu pastor foi contra. Amigos e colegas de trabalho brincaram que ele iria para o inferno.

Conhecido como o “pai dos transgêneros sul-coreanos”, o médico Kim Seok-Kwun desafia os costumes conservadores de seu país. Ele já fez mais de 320 cirurgias de mudança de sexo em sua carreira – acredita-se que seja o maior número de operações desse tipo feitas por um único médico na Coreia do Sul. Cerca de 210 dessas cirurgias foram para transformar corpos masculinos em femininos.

Kim é cirurgião plástico no Hospital Universitário Dong-A, na cidade de Busan, no sul do país. Ele se especializou em deformidades faciais e começou a fazer cirurgias de mudança de sexo em 1986, após ser procurado por vários pacientes homens usando roupas de mulher, que pediram que ele construísse vaginas para eles.

"Decidi desafiar a vontade de Deus", diz Kim, de 61 anos, em uma entrevista logo antes de operar um monge budista que nasceu mulher, mas toma hormônios e vive como homem há muitos anos. “No início, eu pensei muito se deveria fazer essas operações porque pensava se estaria desafiando a vontade de Deus. Mas meus pacientes precisavam das cirurgias desesperadamente. Sem isso, eles se matariam”, diz. Ele acredita estar corrigindo o que ele chama de "erros de Deus".

Agora, Kim afirma ser um profissional realizado por ajudar pessoas que se sentem aprisionadas no corpo errado. A cirurgia do monge, que não quis dar entrevista, durou 11 horas.

Cantora transexual

A maioria dos pacientes de Kim tem cerca de 20 anos. As cirurgias para transformar homens em mulheres custam de US$ 10 mil (cerca de R$ 22,7 mil) a US$ 14 mil (cerca de R$ 31,8 mil). O procedimento oposto, mais complexo, custa cerca de US$ 29 mil (R$ 65,8 mil).

Sua cliente mais conhecida é a mais famosa transexual do país, a cantora, modelo e atriz Harisu. Segundo ela, a dor que sentiu após a cirurgia que a transformou em mulher em 1995 era “como se um martelo estivesse batendo em seus genitais”. Mas dias depois, ao deixar o hospital, ela se sentiu renascida.

Kim é um pioneiro na lenta mudança na visão sobre sexualidade e gênero na Coreia do Sul, onde mesmo discussões básicas sobre sexo são um tabu para muita gente.

Mas a situação vem mudando. Filmes e seriados com personagens gays se tornaram famosos. Um ator que já foi banido do show business por ser homossexual voltou a trabalhar. Um conhecido diretor de cinema fez uma cerimônia simbólica para se unir ao seu parceiro – o casamento gay não é reconhecido na Coreia do Sul.

A cantora, atriz e modelo sul-coreana Harisu, uma das pacientes do Dr. Kim Seok-Kwun 

Antes de operar seus pacientes, Kim pede que eles tenham o testemunho de ao menos dois psiquiatras afirmando que há transtorno de identidade de gênero. Eles também são orientados a viver por ao menos um ano usando roupas do gênero oposto e a conseguir a aprovação dos pais.

Muitos pacientes veem a operação como uma questão de vida ou morte. Antes da cirurgia, Harisu assinou um termo afirmando ter conhecimento de que poderia morrer durante o procedimento – apesar de Kim dizer que isso nunca aconteceu com nenhum de seus pacientes. “Se eu continuasse vivendo como um homem, eu já estaria morto, de qualquer forma”, diz Harisu. “Eu já era mulher, exceto pelos meus genitais. Eu sou uma mulher, então eu queria viver como uma.”





Fonte: G1
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quarta-feira, 5 de março de 2014

Igreja sorteia armas durante culto e gera polêmica

Pastor afirma que trata-se de “evangelismo por afinidade”

A Primeira Igreja Batista de Lone Oak , no Estado do Kentucky, criou uma grande polêmica ao anunciar um evento que serviria para atrair pessoas para os seus cultos. Além de um jantar gratuito, haverá sorteio de 25 armas.

Anunciado como uma “celebração da fé e das armas de fogo”, a igreja hospeda o jantar dia 6 de março. O pastor Chuck McAlister, um ávido caçador será o pregador da noite. McAlister atualmente é o líder de evangelismo da Convenção Batista do Kentucky.

Para ele as igrejas precisam atrair os “sem igreja” que são apaixonados por caça e tem o direito de usá-las, segundo a lei do Estado. O jornal local, The Courier, afirma que essa não a primeira vez que ocorre esse tipo de evento na cidade, que descreve como uma mistura entre comício e reunião de oração.

“Já descobrimos que o número de homens ‘sem igreja’ que estarão interessados em vir é proporcional ao número de armas que vamos sortear”, justifica McAlister. Afirma ainda que ocorreram 1678 “profissões de fé”, no final dos cerca de 50 eventos similares que participou no ano passado.

Nos Estados Unidos há uma disputa política entre o governo Obama, que deseja uma diminuição no número de armas circulando no país, e os governos de Estados onde historicamente as pessoas sempre tiveram liberdade para andar armados.

Obviamente, muitas igrejas são contra as armas e condenam a prática de misturar esse assunto com os momentos dedicados a se espalhar a palavra de Jesus. O pastor Joe Phelps, da Igreja Batista Independente de Highland, na cidade vizinha de Louisville, disparou: “É uma ironia usar armas para atrair homens para ouvir uma mensagem sobre Jesus, que disse para abandonarmos a espada”.

Já a pastora Nancy Jo Kemper, da Igreja Nova União denunciou esse tipo de eventos como “farsa”, acrescentando: “Seria terrível se uma dessas armas distribuídas em uma igreja causar causar a morte de uma vítima inocente.” Ela disse que essa prática é quase um suborno, sendo “uma paródia do que o evangelismo deveria ser.”

McAlister diz estar acostumado às críticas, defendendo sua estratégia como simplesmente, “evangelismo por afinidade”, que atrai os homens de Kentucky, acostumados a carregar armas. Para ele, embora o sermão inclua referências à caça esportiva, o objetivo é um só: “mostrar que há apenas um caminho para conhecer a Deus: através de seu filho, Jesus Cristo”.

Assista o vídeo de divulgação do evento:





Fonte: Gospel Prime com informações de Huffington Post
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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

"Carnaval é festa de Deus", diz Baby do Brasil, justificando sua participação na folia

A cantora Baby do Brasil voltou a fazer novas declarações polêmicas e afirmou que participa do carnaval porque Deus se agrada.

“Eu gosto de festa porque eu acho que Deus é festa e o Carnaval de Salvador é uma grande festa. E é por isso que estou no carnaval”, disse a cantora, que participa da folia ao lado da banda percussiva do Olodum e da Orquestra Sinfônica da Bahia.

De acordo com informações do site Bocão News, Baby do Brasil emocionou o público com suas interpretações das músicas tocadas ao lado dos dois conjuntos, e mesmo festejando a festa de momo, aproveitou a oportunidade para falar sobre sua fé.

No ano passado, Baby causou polêmica ao dizer que havia obtido autorização de Deus para voltar a cantar as músicas que a tornaram conhecida décadas atrás, ao lado de seu filho, o guitarrista Pedro Baby.

O show, de música secular, tinha no repertório as músicas dos Novos Baianos e da carreira solo da cantora, antes conhecida como Baby Consuelo.



Fonte: Gospel+
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Religiosos se unem contra espetáculo 'Jesus Cristo Superstar'

O ator Igor Rikli, que protagoniza o musical dirigido por Jorge Takla

Quarenta e três anos após “Jesus Cristo Superstar” estrear nos EUA, o musical com letras de Tim Rice e música de Andrew Lloyd Webber ainda é capaz de cutucar instituições religiosas no Brasil.

O calo apertou no pé de grupos católicos de São Paulo, onde nova montagem estreia no dia 14, no teatro do Instituto Tomie Ohtake, com direção de Jorge Takla.

A Associação Devotos de Fátima colocou na internet petição defendendo o cancelamento do financiamento da peça com recursos públicos.

Com apoio da Associação Sagrado Coração de Jesus, o grupo espalhou sua mensagem de repúdio ao espetáculo e obteve adesão de blogs e páginas no Facebook.

“Não é lícito ao Estado laico violentar barbaramente a fé de milhões de pessoas, promovendo, com o dinheiro dos contribuintes, o evento blasfemo que ocorrerá no dia 14 de março, com o lançamento da ópera-rock ‘Jesus Cristo Superstar’”, diz o texto.

Produzida pela T4F, uma das maiores empresas de entretenimento do país, e a Takla Produções, a peça foi autorizada a captar R$ 5,7 milhões pela Lei Rouanet.

A petição, que até a tarde de ontem havia reunido cerca de 26.500 assinaturas, é endereçada ao Ministério da Cultura e à ministra Marta Suplicy. “Não creio que esse Ministério teria coragem de promover 1% de algo que criticasse Maomé (ou mesmo Fidel Castro!…)”, diz a carta.

Em resposta, o ministério informou apenas que o musical foi autorizado em dezembro a captar via Lei Rouanet e que se enquadra como “espetáculo teatral”.

“Leigo de vida consagrada”, Marcos Luiz Garcia, 60, coordenador de campanhas da Devotos de Fátima, disse à Folha que “não se trata de [pedido] de censura”. “É um direito que temos de pedir que nosso dinheiro não seja utilizado para atacar nossos valores e nossa fé.”

Em que ponto, porém, a peça poderia atacar a fé cristã?

Segundo Fábia Johansen, 27, membro da Devotos de Fátima e assessora da instituição e da Sagrado Coração de Jesus, a peça “ofende a imagem de Cristo porque apresenta uma versão da história a partir do ponto de vista de Judas e tem coreografias com mulheres seminuas”. Ela diz ter visto a versão do musical para o cinema, de 1973.

Também incomodaram, diz Fábia, os cartazes da nova produção brasileira, que mostram o ator Igor Rikli de peito nu como Jesus, “usando calça jeans sem camisa”.

“Toda obra de arte, quando é boa, pode ser considerada transgressora”, responde Takla. “Só que ‘Jesus Cristo Superstar’ trata do tema com delicadeza e extremo respeito à Bíblia”, diz o diretor, que se declara católico.

Há na peça um questionamento sobre a fé. E algum ceticismo fica evidente nas falas de Judas, interpretado no Brasil por Alírio Netto. Exemplo: “Quando tudo isso começou, não te chamavam de Deus, você era apenas um homem”, reclama Judas.

Jesus, na peça, não faz milagres, mas, de resto (cuidado, spoiler à vista), morre crucificado. E torna-se mito, como em outras versões.

Para o padre Tarcísio Marques Mesquita, indicado pela Arquidiocese de São Paulo para falar sobre o tema, a obra não desrespeita a figura de Jesus. “O musical faz uma atualização da imagem de Cristo, mas é uma ficção que deve ser lida como tal”, diz. “Obras como esta, que trazem questionamentos sobre a fé, nos ajudam a amadurecer. Os religiosos também têm seus questionamentos. A única coisa é que achei aquelas cantorias meio chatas, para falar a verdade”, conclui.





Fonte: Folha
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Camiseta vendida nos EUA usa apelo sexual vinculado à Copa no Brasil

Em uma das peças, um coração foi estilizado para parecer com as nádegas com um biquíni fio dental

Camisetas alusivas à Copa do Mundo no Brasil com apelo sexual estão sendo vendidas em lojas da Adidas nos Estados Unidos. Na cidade de São Francisco, na Califórnia, uma loja de produtos da marca no Shopping Westfield, exibia a coleção de camisetas que faz referência às mulheres brasileiras.

Em uma das camisetas, um coração foi estilizado para parecer com as nádegas com um biquíni fio dental. Outra mostra uma mulher voluptuosa de biquíni com o Pão de Açúcar ao fundo. Em cima da imagem o seguinte texto: "Looking to score", um jogo de palavras sobre fazer gols e pegar garotas, com a expressão usada em inglês em referência ao sexo.

As camisetas são vendidas por US$ 25 no modelo masculino e US$ 22 no feminino. Um vendedor da loja afirmou que as camisetas da coleção têm bastante saída, em especial as que mostram a logomarca oficial da Fifa. Questionado se a mensagem nas camisetas incitava o turismo sexual, o vendedor disse que não tinha notado que a estampa tinha conteúdo desse tipo. Ele contou que as duas camisetas fazem parte da coleção que estaria sendo vendida em todas as lojas da Adidas.

A notícia causou indignação no presidente da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur), Flávio Dino, que reagiu com veemência à revelação de que a Adidas fabrica e comercializa camisetas vinculando a Copa do Mundo no Brasil a apelos sexuais.

- Não aceitaremos que a Copa seja usada para práticas ilegais, como o chamado turismo sexual. Exigimos que a Adidas ponha fim à comercialização desses produtos - disse Flávio Dino, que continuou. - Lembramos que no Brasil há leis duras para reprimir abusos sexuais e as polícias irão atuar nesses casos no território nacional. O povo brasileiro é acolhedor e temos certeza de que aqueles que nos visitarão irão respeitar o Brasil - afirmou o presidente da Embratur em nota.

O presidente da Embratur informou também que vai trabalhar para que as camisas vendidas nos Estados Unidos sejam recolhidas do comércio.

Por sua vez, a secretária de Enfrentamento à Violência da Secretaria de Políticas Para Mulheres, Aparecida Gonçalves, criticou o comércio de camisetas com apelo sexual e afirmou que não retrata o Brasil de hoje.

- Achei uma campanha (da Adidas) complicada. Para não dizer outra coisa. O legado que o Brasil tem para as mulheres não é esse. Estamos num país em que, efetivamente, as mulheres estão tendo mais acesso e lutando por igualdade. Não vamos aceitar esse tipo de propaganda da Adidas nos Estados Unidos. É inadmissível. Avançamos quando elegemos uma presidente da República mulher, temos partidos políticos que discutem paridade entre homem e mulher no Parlamento; mulheres que estão no mercado de trabalho ocupando espaço nas empresas, que são grandes empresárias, grandes executivas - disse Aparecida Gonçalves.

A secretária afirmou que o ministério discutirá que medidas deve adotar nesse episódio. - Amanhã (terça) possivelmente teremos uma conversa com a Ouvidoria da secretaria para que possamos pensar alternativas, como falar com o Itamaraty e com o Ministério do Turismo.



Fonte: O Globo
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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Musical ‘Jesus Cristo Superstar’ já provoca reações

Com tema polêmico ligado à Bíblia, Jorge Takla volta a incitar o público

Quando estreou na Broadway, em 1971, o musical Jesus Cristo Superstar balançou a crítica, surpreendida pelo seu formato de ópera-rock. Também movimentou certos grupos religiosos católicos, inconformados com o que consideravam uma blasfêmia: apresentar um Jesus Cristo muito afeiçoado a Maria Madalena e um Judas simpático demais. Os anos se passaram e o cenário não parece ter mudado – com previsão de estreia para o dia 14 de março, no Teatro do Complexo Ohtake Cultural, a versão de Jesus Cristo Superstar dirigida por Jorge Takla ainda continua incomodando.

"Recebi uma mensagem no Facebook que me deixou chocada", conta a cantora Negra Li, que vai interpretar Madalena. "Um rapaz escreveu que eu iria para o inferno, pois não estava sabendo o que fazer com a minha carreira e que, terminada a temporada, eu seria abandonada por todos." Evangélica, ela considerou ingênuo o comentário. "O musical conta uma história fiel à Bíblia. Não há nada de blasfemo ou agressivo."

Também o ator Igor Rickli, intérprete de Jesus, recebeu manifestações diversas. "Foram diferentes sensações", disse. "Tudo porque o musical trata de fé, o que é delicado. Mas, em cena, contamos uma versão da história de um homem que foi líder político e religioso, sem tomar nenhum partido."

Tamanho barulho já era esperado por Jorge Takla, desde o início da preparação do espetáculo. "A polêmica é essencialmente devida ao fato de a obra colocar Jesus em cena de maneira extremamente humana, um homem com seus conflitos, suas dúvidas e seus medos", justifica. "Talvez isso incomode as pessoas menos esclarecidas, que acham que Jesus, sendo o Filho de Deus, não possa ter sentimentos, ou ser um homem de sua geração, igual aos outros." E completa: "Muito humano também é o personagem de Judas. A obra é essencialmente o seu ponto de vista, o ponto de vista da dúvida e da culpa".

De fato, a arte se sobrepõe a particularidades religiosas e políticas. Foi o que observou a reportagem do Estado, que acompanhou um ensaio geral na semana passada. Ainda que desprovido de figurinos (criados por Mira Haar, que une graciosamente túnicas da época com detalhes modernos, como roupa militar), iluminação e cenário, o elenco apresentou sugestões de como serão a interpretação e a apresentação vocal.

Criado por Tim Rice (letras) e Andrew Lloyd Webber (melodia), o musical surgiu inicialmente como um disco e, quando chegou ao palco, tornou-se clássico por utilizar o rock como linguagem, estabelecendo de vez o gênero rock musical (que vinha sendo rascunhado no teatro desde os anos 60 e teve sua explosão em Hair, de 1968) e associando o rock’n’roll à rebeldia libertária que Jesus representa para seus discípulos. 

"É essa proximidade com os homens que o torna mais fascinante", comenta Igor Rickli, cujas feições se assemelham à tradicional imagem do Filho de Deus. "No musical, Jesus revela-se um guerreiro, mas luta em busca do amor, daí sua relação afetuosa com Judas e Maria Madalena."

Idêntico pensamento apresenta Alírio Netto, que vive Judas. "É uma relação de amizade que se deteriora pelo fato de Judas não se conformar com a aceitação de Jesus, aclamado rei dos judeus", conta ele que, curiosamente, há 12 anos, viveu o papel de Jesus em uma versão mexicana do musical. Hoje, ao assistir à brasileira, viveria outra realidade. "Ao acompanhar Igor vivendo Cristo, sinto que agora eu faria o papel de outra forma, talvez mais carinhosa." Em seguida, Alírio completa: "Na verdade, descobri que Judas é verdadeiramente o meu papel, por conta de suas fortes emoções".

Também adaptada como Maria Madalena, Negra Li lembra de suas dificuldades. Primeiro, mudar o estilo vocal. "Fiz aulas para ficar mais à vontade no registro do belt, o utilizado em musicais", conta ela, que percebe um toque mais brasileiro na atual montagem por conta da visceralidade com que o elenco se entregou à produção. "Logo me contagiei, pois a adesão é muito grande, permitindo que todos, em algum momento, se destaquem."

Coube a Takla abrigar um elenco tão distinto e torná-lo coeso. Segundo ele, além do desafio vocal (por ser rock, os agudos, muitas vezes, são constantes e, não raro, longos), sua intenção foi valorizar também a dramaturgia. "É um espetáculo muito teatral, daí a necessidade de um trabalho apurado com a atuação", observa o diretor que, depois de semanas de ensaios, percebeu os primeiros frutos ao notar que a equipe técnica se emocionava com a interpretação. "Notei o progresso ao descobrir lágrimas no rosto das pessoas", conta.

Takla, aliás, foi uma escolha natural para comandar a produção. "Estamos com os direitos de Jesus Cristo Superstar desde 2011, mas não conseguíamos encaixá-lo em nosso planejamento", conta Stephanie Mayorkis, diretora de teatro da Time For Fun, que produz os principais espetáculos da Broadway no Brasil. "E, quando decidimos montá-lo, convidamos Jorge, pois também ele assistiu à montagem do musical realizada em Nova York no ano passado e percebeu que o texto ainda continua moderno."

Assim, para criar um espetáculo também original, Takla convidou uma fiel escudeira, a maestrina Vânia Pajares, para a direção musical, e um "novato", Anselmo Zolla, para compor a coreografia – experiente no balé clássico, ele se inicia agora em um grande musical e a mistura no estilo foi produtiva: em sua coreografia, movimentos são pequenos e carregados de significado, ressaltando a teatralidade pedida por Takla.

Coreografia, teatralidade e notas agudas são principais desafios

Pioneiro entre as óperas-rock, Jesus Cristo Superstar exige do elenco o uso de todas suas qualidades. "Vocalmente, por ter o rock como ritmo básico, o artista precisa chegar a notas muito altas, agudos que nem todos conseguem", observa a maestrina Vânia Pajares. "Já a coreografia, especialmente criada para essa versão, é contemporânea e busca trazer os movimentos do cotidiano", observa o coreógrafo Anselmo Zolla, que cuidou de todos os novos movimentos.

"Finalmente, o musical acompanha os últimos seis dias de Jesus, portanto, é necessária muita habilidade na interpretação enquanto são apresentadas canções", completa o diretor Jorge Takla. O trio trabalhou uniformemente, a fim de que o conjunto mostrasse equilíbrio entre cantar, dançar e interpretar.

Vânia conta que as tessituras musicais desse espetáculo não são comuns no gênero. "A tradução da letra (feita por Bianca Tadini e Luciano Andrey) ajudou, pois colocou as sílabas certas para os agudos", conta ela. Já a sofisticada coreografia de Zolla exige uma técnica apurada, para reproduzir os pequenos gestos do cotidiano.

Como se trata de um espetáculo com alta carga de emoção, Takla preferiu deixar que o elenco inicialmente exagerasse nas emoções para então começar o trabalho de lapidação. "São momentos muito fortes, emocionantes, então começamos com interpretações muito viscerais", lembra. "Depois, com cada cena já depurada, todos perceberam até que ponto poderiam chegar sem passar do limite."

Com isso, é possível notar que não apenas o trio de protagonistas sobressai, mas também o restante dos atores. Beto Sargentelli, por exemplo, que já participou de Mamma Mia! e A Família Addams e agora se divide em diversos papéis – ao viver o apóstolo Simão, ele oferece um momento notável e de rara sensibilidade.




Fonte: Estadão
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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Igreja faz culto com seus fiéis nus

Uma igreja em Virginia, nos Estados Unidos, está no centro de uma grande polêmica após permitir que seus fiéis compareçam nus ao culto. Além dos frequentadores, o pastor Allen Parker também fica totalmente sem roupa ao ministrar o culto.

A justificativa de Parker para o culto nu é que "todos os frequentadores de nossa igreja são apenas seres humanos. Sem riqueza pessoal ou aparência glamourosa, todas as pessoas são iguais". 

Apesar de permitir e incentivar a presença de pessoas sem roupas no culto, a igreja não obriga a ausência de roupas. Por conta do frio que vem quebrando recordes nos EUA, parte dos fiéis segue indo de roupa ao culto.

Assista ao vídeo abaixo e veja como é o culto com as pessoas nuas:





Fonte: Yahoo
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Pastor afirma que pessoas que se casam novamente após divórcio são adúlteras

O pastor Steven Anderson, líder da Igreja Batista Palavra de Fé, da cidade de Tempe, estado no Arizona, publicou recentemente um vídeo no qual criticou o divórcio, e afirmou que as pessoas que se separam e se casam novamente são adúlteros.

No vídeo, intitulado “Divorce + Remarriage = Adultery!” (Divórcio + Novo Casamento = Adultério!, em tradução livre) o pastor adverte seus ouvintes de que “nem todas as pessoas podem lidar com este tipo de pregação”, mas que ele era impelido a dizer a verdade contida na Bíblia.

- Eu tenho uma escolha a fazer: eu posso pregar o que as pessoas querem ouvir, ou posso pregar a verdade. E eu escolho dizer a verdade – afirma o pastor.

O religioso, que recentemente causou polêmica ao afirmar que “odeia Barack Obama” e ora por sua morte, afirma em sua pregação que já foi procurado por vários casais para celebrar seus casamentos e que não aceitou alguns desses pedidos, por se tratar de pessoas que já haviam sido casadas antes, e que se divorciaram de seus antigos companheiros.

- O que eu estou pregando hoje é o que Jesus Cristo ensinou há 2000 anos, e Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e para sempre. E eu não me importo se a nossa sociedade abraça divórcio, e se até mesmo os cristãos estão se divorciando no mesmo ritmo que o mundo, eu não vou mudar! – enfatizou Anderson.



Fonte: Gospel+
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Jogador evangélico Lúcio, diz que existe preconceito com a religião dentro do futebol

Bastante religioso, jogador diz que há esse problema no esporte e que já chegou a ouvir piadas por conta disso

 O zagueiro Lúcio, hoje no Palmeiras, é sabidamente um jogador bastante religioso e costuma mostrar isso em suas entrevistas. Após os jogos também é possível perceber por conta das camisetas que o atleta costuma usar com mensagens desse tipo.

Aos 35 anos e com longa experiência no futebol europeu e na Seleção Brasileira, ele acredita que existe um certo preconceito sobre esse assunto dentro do futebol.

- Preconceito existe. Tanto para quem é ou como para quem não é, mas para mim não mudou muita coisa. É uma oportunidade excelente quando se joga, usar uma camisa para proclamar sua fé. Até chegou a ser banido, pode tomar cartão... Se é regra, que seja cumprida. Somos profissionais. Isso nunca me atrapalhou. É claro que se ouve piadas e comentários que não são agradáveis, mas faz parte da caminhada - falou ele, ao LANCE!Net.

No Palmeiras, um dos melhores amigos do zagueiro nos primeiros dias é o atacante Leandro, que também é bastante religioso. Recentemente ele deu entrevista e citou que os dois se deram bem também por conta das semelhanças relacionadas à fé.



Fonte: Lancenet
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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Autor gay revela que desvendará a Bíblia para provar que a Igreja deve aceitar o homossexualismo

O escritor gay revela que foi criado dentro das tradições cristãs

Um escritor homossexual declarou recentemente que irá apresentar argumentos em seu próximo livro capazes de mudar radicalmente o modo da Igreja Cristã enxergar o estilo de vida gay, com base em passagens da Bíblia.

Com o nome de God and the Gay Christian (Deus e o Cristão Gay), a obra do americano Matthew Vines se fundamenta na Bíblia, para avaliar crenças tradicionais sobre relacionamentos, a prática do celibato, casamento, entre outras questões.

Vines foi criado como cristão tradicional, com preceitos que se opõem ao homossexualismo, e hoje é ativista de uma mobilização com a proposta de mudar a forma da Igreja encarar as diferentes orientações sexuais, sustentado pelo grupo Projeto da Reforma, ong que visa reformar os ensinamentos da Igreja sobre as relações carnais.

Quando frequentava uma igreja cristã tradicional no estado do Kansas (EUA), Vines vivia um conflito que o estimulou a ir à Harvard estudar trabalhos acadêmicos e o fato da Bíblia não trazer ensinamentos mais diretos sobre orientação sexual. Após anos de estudo, ele acredita que agora será capaz de fazer prevalecer a verdade dos cristãos gays.

Segundo o autor, ele acredita que como a visão preconceituosa em torno dos gays tem se diluído dentro de vários contextos, não será difícil fazer os cristãos mudarem seu pensamento para expandir a aceitação.

No entanto, teólogos evangélicos têm questionado o trabalho de Vines ao alegarem que não há nada de original em suas argumentações e por conta disso não haverá como oferecer um impacto significativo para abrir um debate sobre uma transformação na mentalidade dos cristãos.

"Cada um destes argumentos do autor são repetidos. Já vi trabalhos anteriores como o dele que já foram negados, e aparentemente Vines não tem a menor consciência disso", afirma Dr. Robert Gagnon, professor de Novo Testamento no Seminário Teológico de Pittsburgh, considerado um dos maiores especialistas sobre as formas que a Bíblia interpreta a homossexualidade.




Fonte: The Christian Post
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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Polêmica entre Igreja e Porta dos Fundos testa limites da liberdade de expressão

Os Trapalhões faziam um humor considerado infantil, que no entanto seria um caso de polícia nos dias de hoje. Didi Mocó e sua trupe troçavam de nordestinos, negros e gays –e no entanto eram perdoados, talvez por contarem entre si com membros de cada uma destas minorias.

Um assunto, no entanto, era tabu absoluto: a religião. Passados tantos anos, Renato Aragão não mudou de ideia. Ele ainda acha pecado rir da fé, como defendeu no programa "Na Moral" em meados de 2013.

O mesmo programa teve a participação de Gregório Duvivier, que discordou do venerando trapalhão. E, por causa desta discórdia, ele agora se vê no centro de um turbilhão que opõe católicos e outros cristãos a seu grupo de humor, o notório Porta dos Fundos.

O estopim foi o "Especial de Natal", uma compilação de cinco vídeos satíricos que o Porta lançou no YouTube no dia 23 de dezembro passado. O objetivo declarado era repetir o recorde de audiência que o canal do grupo registrou no final do ano passado.


Em números absolutos, foi um sucesso: as visualizações já ultrapassaram a casa dos quatro milhões. Mas, dessa vez, a grita dos descontentes foi maior do que de costume.

Há petições online pedindo que o vídeo seja retirado do ar e os humoristas enquadrados no Código Civil, que proíbe a vilipendiação de objeto ou culto religioso. Até dom Odilo Scherer se manifestou: o cardeal-arcebispo de São Paulo classificou os vídeos de "péssimo mau gosto" (sic).

Foi em resposta a ele que Gregório assinou na segunda-feira, dia 13, mais uma de suas colunas memoráveis na "Folha de São Paulo". Diz que sente orgulho de ser perseguido como o foi Galileu Galilei, e também não se furta a esmiuçar suas muitas desavenças com a Igreja Católica.

Tudo isto é meio novo na cultura de massas brasileira. Não estamos acostumados a fazer piadas com religião - pelo menos, não em público.

Os americanos estão. Já citei neste espaço o musical da Broadway "The Book of Mormon", uma enorme tiração de sarro da Igreja dos Santos dos Últimos Dias. É difícil imaginar tal espetáculo sendo montado no Brasil.

A liberdade de expressão quase ilimitada que vigora nos Estados Unidos não implica numa paz absoluta. Os processos são frequentes por lá, assim como as trocas de farpas e insultos. Democracia para valer é assim mesmo.


Aqui no Brasil já há uma parcela significativa da população que pensa dessa maneira. Literalmente nada é sagrado: tudo pode ser criticado às claras, tudo pode ser objeto de gozação (daí a ter graça ou não são outros quinhentos).

Mas uma outra fatia, provavelmente ainda majoritária, acha que não. Prefere cercear a opinião dos outros, ao mesmo em que tempo em que se diz vítima da intolerância quando topa com alguém que não reza pela mesma cartilha.

É o tipo de gente que "desafia" o Porta dos Fundos a fazer piada com os muçulmanos. O argumento é frágil, a começar pelo fato de que só uma parcela ínfima dos seguidores de Maomé é formada por terroristas.

Também trai o desejo secreto de reagir à bomba contra qualquer dissidência. Essa gente, simplesmente, não sabe o que é democracia.

O debate está só começando, e o Brasil tem muito a ganhar com ele. Afinal, quanto menos tabus, melhor para todo mundo.




Fonte: F5
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

‘Jesus Cristo Superstar’, musical considerado blasfemo ganha nova versão em 2014

Espetáculo polêmico revoltou cristãos quando estrou na Broadway em 1971; Jorge Takla dirigirá a versão nacional

Quando estreou na Broadway em 1971, o musical Jesus Cristo Superstar revoltou cristãos mais conservadores, que consideraram o espetáculo blasfemo. Afinal, a história é narrada por Judas Iscariotes, que mantém uma ambígua relação com Jesus ao não aceitá-lo como deus (para ele, a condição humana é mais importante) e com Maria Madalena que, além de ter mais destaque que a Virgem Maria, não esconde uma forte atração por Jesus. “Esses tabus não envelheceram e talvez possamos enfrentá-los novamente”, comenta Jorge Takla, diretor de uma nova versão de Jesus Cristo Superstar que estreia em março em São Paulo.

Especialista na direção e produção de musicais, gênero que domina como poucos no Brasil, Takla estendeu sua preocupação ao elenco de 29 atores, que se reuniu pela primeira vez nesta semana em encontro presenciado pelo Estado. “Já foi feita uma exaustiva pesquisa histórica pela produção para evitar equívocos e mal-entendidos”, disse ele, preparando o espírito do grupo.

A primeira montagem do musical no Brasil aconteceu em 1972, com Eduardo Conde no papel principal. Produzida pela T4F (a mesma de megassucessos como O Rei Leão, que está prestes a bater o recorde nacional, com 455 mil espectadores em nove meses de temporada), a nova estreia no dia 13 de março no teatro do Complexo Ohtake Cultural. Nesta semana, além de se conhecerem melhor, os atores receberam as partituras para estudar (os ensaios começam no dia 13 de janeiro) e tiraram as medidas para os figurinos criados por Mira Haar.

Como se tornou hábito nas produções brasileiras, a seleção do elenco foi disputada – especialmente para esta montagem. “Trata-se de um musical com uma pegada muito forte no rock, o que influencia a coreografia”, comenta Takla. “Mas a partitura também é complexa, exigindo especialmente nos agudos.”

Criado por Tim Rice (letras) e Andrew Lloyd Webber (melodia), o musical tornou-se clássico por utilizar o estilo como linguagem, estabelecendo de vez o gênero rock musical (que vinha sendo rascunhado no teatro desde os anos 60 e teve sua explosão em Hair, de 1968) e associando o rock-n’-roll à rebeldia libertária que Jesus representa para seus discípulos.

A montagem brasileira é a mesma do revival que aconteceu na Broadway no ano passado. E, como sempre acontece nos espetáculos criados por Webber e Rice, a dupla participa decisivamente na montagem do elenco: os dois receberam vídeos com os testes de candidatos aos sete principais papéis e seus votos tiveram um peso considerável.

Assim, Jesus será interpretado por Igor Rickli, que participou de Hair, na brilhante versão de Charles Möeller e Claudio Botelho, e também em Judy Garland – O Fim do Arco-Íris. Judas será vivido por Alírio Netto, que viverá agora uma curiosa experiência: em 2001, ele participou de uma versão mexicana do musical, mas no papel de Jesus. E Maria Madalena vai marcar a estreia no gênero da cantora Negra Li. Completam o elenco principal Fred Silveira (como Pilatos) e Wellington Nogueira (Herodes).

“Vejo a figura de Jesus como um revolucionário”, comenta Rickli. “Ele se via mais como homem que como deus, o que o torna mais próximo de todos nós. E, por ser carismático, ainda hoje convence multidões com sua mensagem de amor.”

Ao contrário de outros musicais dos quais participou, Jesus Cristo Superstar é, para Rickli, “rock na veia”. “Meu desafio vai ser o de cantar com muitos agudos e em um ritmo que normalmente não se vê em espetáculos assim.”

Adaptação também está nos planos de Negra Li que, apesar da voz de contralto, terá de cantar como mezzo-soprano. Conquistar o papel foi um grande desafio. “Contratei uma professora para adaptar minha voz ao canto dos musicais e treinei intensamente durante uma semana. No oitavo dia, participei das audições”, conta ela, que vai alterar toda a programação de seus shows. “Não farei praticamente nenhum durante o primeiro semestre de 2014.”

Para ela, Maria Madalena é uma mulher em todos os sentidos. “Ela sofre preconceito por ter sido uma prostituta, mas é forte o suficiente para enfrentar uma paixão por Cristo, mesmo sabendo ser um amor impossível”, comenta.

Na esteira das transformações, Alírio Netto prepara-se para mudar a chave. “Judas tem uma performance mais atlética que Jesus”, observa ele, que já busca um entrosamento com a performance a ser criada por Rickli. “É muito importante o público acreditar no pensamento de Judas, que admirava Jesus como homem e não como deus. Daí ser vital a amizade entre eles ser crível.”

Na telona

Em 1973, Norman Jewison dirigiu uma versão do musical para o cinema, com Ted Neeley no papel principal. Elogiado, o filme foi rodado em uma zona desértica de Israel.





Fonte: Estadão
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Catarina Migliorini, leiloa outra vez a virgindade e usa trecho da 'Bíblia' para se defender

Catarina Migliorini, jovem de 21 anos que voltou a polemizar com sua virgindade ao realizar um novo leilão para perdê-la, já que o primeiro não deu certo, citou um trecho da "Bíblia" para defender os seus princípios.

"Há uma passagem que diz que a 'virgindade vale mais do que o rubi', e achei interessante, porque ambos são vermelhos, ou seja: a pedra por si só é o sangue que escorre de uma virgem. Bem, cada mulher sabe o valor do seu rubi", explicou à coluna "Retratos da Vida", do jornal "Extra".

E a catarinense já sabe o quanto vale a sua joia. Ela lançou seu website "Virgins Wanted 2", em que se apresenta como "Catarina, a virgem mais famosa do século 21". Nele, os interessados em ter a chance de vivenciar a primeira relação sexual da jovem, precisam dar o lance mínimo de R$ 230 mil.

Até às 11h deste sábado (30), Catarina recebeu 10 ofertas. Os dois lances, com valores entre R$255 mil a R$ 453 mil, foram realizados por seis pessoas dos Estados Unidos, três do México e uma da Índia. O leilão está previsto para terminar no dia 9 dezembro.

Apesar dos valores estipulados, a modelo afirmou ao Purepeople que já sonha com uma determinada soma. "Quero no mínimo R$ 1,5 milhão", enfatizou. Esse foi o lance do primeiro leilão da jovem, dado por um japonês de 53 anos.



Fonte: Purepeople
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Estátua de Jesus sem-teto é exibida no Canadá

Uma estátua em tamanho natural retratando Jesus como um sem-teto está sendo exibida em Toronto (Canadá). Timothy Schmalz criou uma figura humana deitada em um banco de praça com um cobertor e revelando nos pés as feridas da crucificação. Recentemente, de acordo com a Barcroft Media, a obra recebeu a bênção do Papa Francisco. O artista prepara uma réplica para ser enviada ao Vaticano.

Inicialmente, Schmalz tentou deixar a estátua na Catedral de São Miguel, em Toronto, e na Catedral de São Patrício, em Nova York, mas a peça foi recusada. 


Fonte: Page not found
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