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terça-feira, 28 de maio de 2013

Tratamento de dependentes de crack une ciência e religião

São 7h e o som grave de um pequeno sino metálico ecoa na chácara de 30 mil metros quadrados da Conquista, uma comunidade terapêutica para dependentes químicos em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo.

É do instrumento a função de alertar os 48 homens, moradores da chácara, que o momento é de acordar e, em seguida, de arrumar as camas.

A droga mais consumida por essas pessoas é o crack. Muitos deles já foram presos por terem praticado crimes com o objetivo de conseguir dinheiro para o vício.

Eles passam agora por um tratamento de nove meses em uma comunidade terapêutica -espaços com foco na reinserção social e no exercício da espiritualidade. Todos estão lá voluntariamente.

Esse tipo de comunidade tornou-se a "arma" do governo de São Paulo para tentar vencer a luta contra o crack.

Muitas delas serão credenciadas para atender dependentes do programa Recomeço, lançado neste mês. Uma das frentes do projeto é a "bolsa anticrack" que dará R$ 1.350 mensais a essas instituições por paciente atendido.

A reportagem da Folha ficou "internada" entre a noite de quarta (15 de maio) e a tarde de sexta (17) na comunidade evangélica Conquista, com o consentimento da direção.

O objetivo era conhecer os pacientes e o dia a dia do tratamento, marcado pelo badalar do pequeno sino metálico.

O instrumento toca ao menos oito vezes ao dia para alertar o início de cada atividade a ser realizada.

Depois do café da manhã, eles devem: recitar o mantra "só por hoje"; fazer um Inventário Moral Diário, onde falam sobre seus defeitos; almoçar; praticar laborterapia; lanchar e jantar. Duas vezes por dia, recebem medicamentos.

A depender do dia, algumas atividades são substituídas por terapia individual, em grupo e uma reunião onde praticam os "12 passos", princípio do grupo AA (Alcoólicos Anônimos), cujas bases foram adaptados ali em uma bíblia evangélica. Também há reuniões religiosas.

Os horários rígidos têm razão de ser: ensiná-los a viver em um mundo de regras, muitas delas esquecidas durante o consumo da droga. Ali, eles são chamados de "alunos".

O descumprimento das normas pode custar a ligação semanal para a casa ou a visita quinzenal da família.

Muitos, no entanto, não se adaptam ao novo mundo. Dos 48 que estão ali, só 24 devem completar os nove meses do tratamento, estima a direção.

Desses, seis devem voltar a consumir drogas em um prazo de um ano.



Fonte: Folha
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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Projeto de pastor para viciados em crack já recuperou 1,5 mil pessoas

O projeto da Igreja Evangélica Batista foi idealizado há cinco anos pelo pastor Humberto, um ex-usuário de cocaína; Atualmente, são 380 internos em tratamento e mais de 1.500 totalmente recuperados.

Costela de boi, pernil de porco, 12 temperos secretos. Sabores apurados em pelo menos sete horas de fogo. Um churrascão para 1.500 pessoas. Católicos do interior paulista ajudando, cheios de gosto, uma igreja de Moçambique, na África.

"A paróquia que nós ajudamos lá faz 50 anos e não tem dinheiro para comprar um altar, então, esse almoço é para fazer um altar lá em Moçambique”, diz o padre Jocelir Vizioli, da Igreja Nossa Sra. de Caravaggio.

Destreza de gaúcho de Passo Fundo, para comandar o churrasco, senso de humor afiado para responder à pergunta inevitável: E o pecado da gula, como é que fica?

"Ah, hoje esquece o pecado da gula. Hoje é tudo para a glória de Deus”, diz o padre Jocelir.

Padre Jocelir chegou a Rio de Claro, estado de São Paulo, há 12 anos. De lá para cá, foi preciso até erguer igreja nova para acolher multidões. Com um detalhe: a maioria é de jovens.

"A Igreja, como toda a sociedade, ela vive suas dificuldades. Crises, em todos os sentidos, mas eu acho que também é um momento muito profundo, um momento de purificação. A Igreja tem que abrir novos horizontes. Caridade. Principal. Mais que a fé. Olha, e praticar. A fé sem obras é morta, e isso é bíblico, é São Paulo. Então, eu acho que a pessoa que pratica a caridade, com suas virtudes, é muito acima do que ficar rezando o dia todo. Deus precisa muito mais, afinal, o segundo maior mandamento de Deus, qual é? Amar o próximo como a si mesmo”, declara o Padre Jocelir.

Principalmente quando o próximo precisa de perdão e de uma nova chance. Como Edgar e Genivaldo, que agarraram a mão estendida pelo padre.

"O problema do preso é o seguinte: o preso, quando ele ganha liberdade, ele sai na rua e não tem a confiança de ninguém. Ele não tem a confiança de ninguém. Então, o padre, ele foi a pessoa que já foi abrindo as portas pra mim”, diz Genivaldo Santana, serralheiro.

"Quando você se sente útil, você se sente necessário. Isso aí é um combustível para você trabalhar. Para você viver”, diz Edgar de Jesus, mecânico.

O padre deu uma força até na vida afetiva. Os dois reencontraram o amor dentro da igreja.

"Eu nunca tive preconceito dele, isso jamais passou pela minha cabeça. Porque as pessoas me criticavam, sabe? ‘Ah, você não merece uma pessoa assim, você merece coisa melhor’”, declara Ana Aparecida dos Santos, aposentada.

“É sempre aquela palavra forte, né, se envolvendo com ex-presidiários, como se eles não fosse ninguém. E não é assim", conta Carla Cristina Lucindo, operadora de montagem.

Assim como Edgar e Genivaldo, centenas de presos em regime semiaberto já trabalharam nas obras do padre. Ajudaram a construir a própria igreja. E um centro social, no bairro mais pobre da cidade. Eles recebem um salário e têm a pena reduzida. A próxima obra, quando passar o período de chuva, será uma quadra poliesportiva.

A música tem papel fundamental nas missas. Os fiéis lavam a alma. Mas segundo o padre, o grande segredo está no acolhimento, com um toque bem pessoal. “O povo hoje quer muito, eu diria assim, de tocar. Hoje o povo tem necessidade. Já que vivemos no mundo do individualismo, que ninguém mais quer que se toque, esse toque faz diferença", declara o padre Jocelir.

Terminada a missa, o padre conversa individualmente com todas as pessoas que quiserem, o que às vezes entra pela madrugada. A fila é grande.

“É a verdadeira paz interior, vale à pena você ficar esperando. E já fiquei esperando até mais, né, Rê? E vale a pena mesmo, é muito bom. Sai daqui leve, livre, coração aberto", declara Lúcia Cristia Rúbio, desempregada.

Vendo o rebanho crescer, enquanto o número de católicos diminui, o padre acredita que a fé está acima das igrejas. "Vou ser bem sincero. Eu não vejo a Igreja evangélica como rival. Por quê? Primeiramente nós não temos Deus em uma gaiola como só nosso. Deus é de todas as religiões. Então, muitas vezes, ‘ah, vou virar evangélico’. Louvado seja Deus, se você vai viver uma coerência, seja evangélico. É melhor ser um bom evangélico do que um péssimo cristão. Porque não basta simplesmente dizer ‘eu sou cristão  Mas você participa? Não. Vai à Igreja? Não. Você vai à missa? Não. Você ajuda? Que cristão que é?", indaga o Padre Jocelir.

Pois é. Nos dias de hoje quem se habilita a ajudar, por exemplo, gente já abandonada por quase todo o mundo caída no inferno das drogas? Aqui na região da Cracolândia, em São Paulo, há cristãos enfrentando esse desafio todo santo dia. 

Muitos são ex-drogados, no último estágio de um processo de recuperação. O projeto da igreja evangélica batista, que ganhou o nome de Cristolândia, foi idealizado há cinco anos, por um pastor. Ele próprio um ex-usuário de cocaína, limpo há 28 anos.

"Aqui não existe religião, aqui não existe cor, nada. Pode vir todo mundo, entra, toma café, almoça, janta com a gente. Nós temos eles como parte da família, são os nossos irmãos em Cristo. Então, eu não vou jogar meu irmão na rua. Então, aqui ele não tem pressa de ir embora. Aqui o tratamento é lento porque as drogas deixaram muitas sequelas, e eu acho que é passo lento”, diz o pastor Humberto Machado, 1ª Igreja Batista de São Paulo.

As calçadas próximas amanhecem cheias de gente. Sempre há gente nova, mas também muitos que ainda não decidiram mudar de vida. Para todos, o acolhimento é o mesmo.

Comida, banho, roupa limpa, conversa para quem quer conversar.

Depois, os veteranos, de camiseta amarela, usam a música para tocar os corações e buscar lá dentro um pouco de esperança. Lá nasceu o coral da Cristolândia, que já tem 400 integrantes entre São Paulo e Rio de Janeiro.

Somando o pessoal dos projetos de Recife, Brasília e Belo Horizonte, já são quase 800 vozes.

E tudo começou por acaso, um dia, conta o filho do pastor.

"A gente resolveu do nada pegar um violão e cantar ‘Nada Além do Sangue’ no final, e a Igreja chorou. Foi um chororô vendo esses meninos levantando as mãos, dizendo que é livre. E aí só foi mais bênção e mais homens entrando nesse coral", conta Gerson Gabriel.

Os de branco estão no começo. Vieram ontem, dormiram aqui e serão encaminhados a uma fazenda do projeto para começar o tratamento, sem remédios, que pode durar dois anos. Uma decisão e tanto, que a música favorece.

“Toca o coração da gente, sabe? A bondade, a paz, a tranquilidade que esse lugar nos traz. Entendeu? É gostoso isso. A gente se sente bem, se sente livre, essa é a verdade”, diz Olindo Gonçalves.

"Pretendo continuar o resto da minha vida aqui. Porque fui tentar me reintegrar à sociedade e não consegui. Para mim, só a obra de Deus mesmo. Porque é através do vazio que a gente acaba indo para as drogas, achando que a droga vai preencher o vazio, mas não é. É Deus que preenche”, declara Wagner Gomes.

Quem chega ao fim do tratamento é livre para seguir seu próprio caminho ou continuar por aqui, ajudando. Muita gente fica.

"Eu sou livre, eu sou livre... Nada além do sangue, nada além do sangue de Jesus", canta o pastor.

A canção que deu origem ao coral é de um dos maiores astros do gospel no Brasil: o Pastor Fernandinho.

Em um show, numa grande casa de espetáculos do Rio de Janeiro, o coral da Cristolândia foi convidado a se apresentar. Dezoito mil pessoas cantaram junto.

O ritmo é rock'n'roll, até bem pesado, às vezes. As canções, dessas que não saem mais da cabeça. "Ela pode ser uma isca, né? Na verdade, é muito mais do que a religião em si, mas para o que a gente prega que é Jesus Cristo; colocar Jesus Cristo na vida das pessoas", diz Fernando dos Santos Junior, pastor da Igreja Batista.

O pastor mora com a família em Campos, no interior do Rio de Janeiro. E se apresenta toda quinta-feira em um templo da Igreja Batista, novinho em folha.

"Os cultos já eram muito lotados, mas se tornaram impossíveis continuar no templo antigo, que não é um templo pequeno. Mas aí tivemos que, pela afluência tão grande de gente, fazer o templo novo aqui. São 2750 cadeiras. Já está lotado", declara o Pastor Éber Silva, 2ª Igreja Batista de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.

E também aqui, se observa o mesmo fenômeno: maioria de jovens entre os fiéis.

"Eles querem algo que mexa com a cabeça deles, algo que preencha o coração deles. E isso se chama Jesus Cristo”, diz Fernandinho.

"Então, na hora da palavra mesmo, eles param, escutam, e muitos jovens saem de lá transformados. Revendo muitas coisas na vida", diz Paula Cristina.

A parceria do casal vem de longe. Da juventude dentro da igreja e da descoberta de que compartilhavam um projeto.

“A Bíblia diz que a fé sem obras, ela é morta. Ou seja, se eu digo que acredito em alguma coisa, eu tenho que viver de acordo com aquilo que eu acredito. Quando eu digo que sou um cristão evangélico, eu não estou falando que eu sou um inimigo do católico. De forma alguma. Apenas eu olho de uma janela diferente", explica Fernandinho.

O pastor da Cristolândia segue essa mesma linha e acha que as igrejas só serão eficientes no mundo atual se conseguirem abrir efetivamente as portas para o próximo.
"Você encontra boates, motéis, bares, traficantes, drogados, só não encontra a Igreja.

Todas elas estão fechadas. Então, um traficante me olhou, logo no começo do trabalho, ‘por que chama a Igreja de hospital?’ É um hospital fechado e eu dou atendimento 24 horas. E aí eu tomei uma decisão de abrir uma Igreja 24hs, de atendimento dia e noite. E daí, nós iniciamos esse trabalho", conta o Pastor Humberto.

Atualmente, são 380 internos em tratamento. Totalmente recuperados, mais de 1.500. É ou não é uma boa notícia?



Fonte: Globo Repórter
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segunda-feira, 18 de março de 2013

Pastor evangélico se dedica ao trabalho com dependentes químicos: "Eles precisam ser ouvidos"

O pastor evangélico Wellington Vieira, de 49 anos, tem 21 deles dedicados ao trabalho com dependentes químicos de BH

Começou distribuindo sopa e hoje tem um ambulatório e duas fazendas de recuperação para 71 usuários de crack, uma em Ravena e outra em Lagoa Santa. Presidente da Federação das Comunidades Terapêuticas Evangélicas, foi convidado pela própria presidente Dilma Rousseff para ir ao Planalto defender a necessidade de financiamento governamental às comunidades terapêuticas. Em entrevista, ele se assume como ex-alcoólatra e diz ter certeza de que é possível acabar com as cracolândias. 

O que o levou a trabalhar com os usuários de crack? Como foi sua experiência com a a bebida? 
Sou movido por amor e sei falar a língua do usuário de crack. Quando tinha de 14 para 15 anos, me envolvi com uma turma que fumava maconha, bebia. Eu me casei muito cedo, aos 21 anos, e aos 24 tive uma recaída, antes de ser pastor. Até que um dia minha mulher fez uma interferência seca e direta, como deve ser. Ameaçou sair de casa com as crianças se eu não mudasse meu comportamento. Tomou minha chave e cortou meu dinheiro. 

Como acabar com a cracolândia?
Olha, já me amarrei três dias ao Pirulito da Praça Sete para entender o que leva o usuário a cortar todos os laços e a ir morar na rua. Percebi que não adianta pegar o cara e jogar de qualquer jeito numa instituição. Ele não está na rua porque está com fome, mas sim porque perdeu os vínculos com a família e com o trabalho. É por isso que não adianta dar sopa. Eles não precisam de comida, precisam de uma escuta. 

Como internar o usuário de crack que recusa tratamento?
Meu sonho é abrir duas casas, uma para o público masculino e outra para o feminino, com o nome de Só por um dia. A ideia é apenas bater um papo com o cara que está dormindo na rua e oferecer um prato de comida, um banho quente, camas limpas. Na hora do jantar, será servida uma boa comida e ele vai assistir a depoimentos de pessoas que conseguiram largar o crack. No fim do dia, vou perguntar: “E então, filho? Gostou de ficar aqui? Vamos tentar mais um dia?”  Tenho certeza de que vai dar certo. Já apresentei a proposta em seminários, mas falta patrocínio.



Fonte:  Estado de Minas
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sábado, 16 de março de 2013

Ex-viciado em heroína hoje é pastor e ajuda na reintegração de ex-criminosos à sociedade

Até 25 anos de idade, Steve Upshur era alcoólatra e viciado em heroína. Tendo experimentado também outras drogas, e acabado por morar nas ruas, Upshur teve sua vida completamente mudada por Deus, e hoje é pastor evangélico. Nascido e criado no lado oeste de Detroit, Michigan, em um bairro afro-americano, ele e sua família de seis irmãos eram uma das poucas famílias caucasianas na área.

Upshur contou seu testemunho de vida ao The Christian post, revelando que ingressou no mundo das drogas aos 12 anos, fazendo uso de álcool e remédios.

- Eu estava entediado e queria um pouco de emoção. Estava doente da monotonia. Então eu comecei a roubar pílulas da farmácia da esquina e uísque no escritório do meu pai – relatou ao The Christian Post.

Com a idade de 13, Upshur já estava roubando carros, e aos 14 anos decidiu fugir de casa, porque não queria mais seguir as regras de seus pais. Ele pegou carona carregando duas facas, dois pares de jeans, um par de cuecas, um par de meias e 3 dólares. Com o tempo, o uso de álcool, heroína e maconha se tornou seu modo de vida e isso levou a perder sua casa e morar nas ruas. Ele conta que seu primeiro contato com a maconha foi em um bar em São Francisco.

Ele acabou em Detroit aos 16 anos foi preso pela primeira vez por venda de drogas. Logo que entrou em liberdade condiciona voltou a vender drogas, e esse ciclo de prisão e consumo de drogas se tornou uma constante em sua vida.

- A maconha é uma droga de passagem. Isso leva a drogas mais fortes – afirmou, completando que aos 17 anos já havia experimentado heroína, mesmo tendo sempre falado que jamais experimentaria a droga, por conhecer seus efeitos devastadores.

A vida de Upshur mudou em 1974, quando, aos 25 anos de idade, teve um encontro com Deus no centro de Oklahoma City. Enquanto estava na prisão, um preso havia dito a ele sobre “A Casa de Jesus”, e aso sair da cadeia procurou o local de onde o colega de cela o falou e encontrou um lugar administrado por duas mulheres cristãs. Havia cerca de 30 pessoas no local, entre eles viciados, moradores de rua, prostitutas e pessoas de outras esferas da vida, que muitas vezes eram desprezados pela sociedade.

Ele relata que foi nesse local que um homem disse a ele que podia provar que Jesus é real, e que se ele desse sua vida a Ele, ela seria transformada. Ele conta que saiu daquele lugar e depois de 3 meses teve uma experiência que mudou completamente a história da sua vida.

- Deus falou comigo em uma voz audível e me disse que estava vivo. Ele me mostrou todos esses demônios em uma visão, e me assustou. Este mundo espiritual se abriu e me assustou – relatou, explicando que depois disso voltou à “Casa de Jesus” onde contou sobre sua experiência. Ao contar o que vivenciou, recebeu a resposta de que todas aquelas pessoas estavam orando por ele durante os três meses, para que ele fosse salvo.

Depois disso ele foi a um culto, e conta que começou a ter sua vida completamente mudada.

- Meu corpo começou a tremer e suei copiosamente. Senti a profundidade o amor de Deus sobre mim – compartilhou Upshur, que completou: – De repente comecei a pensar claramente, pela primeira vez em 20 anos.

Ele acabou em Detroit como uma pessoa mudada, e com uma ânsia de chegar a outras pessoas que estavam em busca de esperança. Ao longo dos anos, começou a realizar estudos bíblicos para jovens no lado leste de Detroit. Como as pessoas começaram a frequentar os estudos bíblicos, o grupo evoluiu em uma igreja, apesar de não haver nenhum plano para isso. Upshur chamado da igreja “The Breadline”.

Em 1980, ele organizou o “Nova Vida”, programa de TV que durou 15 anos, e começou a trabalhar dentro de prisões. Ele também evangelizou nas ruas e se entre moto clubes de foras da lei.

Hoje, o pastor Upshur recebe missões grupos para sua igreja em uma base regular e também oferece moradia para ex–criminosos, ajudando-os a se reintegra na sociedade. Além desse trabalho local, fiéis de sua igreja muitas vezes partem também em viagens de missões de para o Haiti.



Fonte: Gospel+
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sábado, 19 de janeiro de 2013

Ex-modelo, mendigo e viciado em crack, famoso por foto em faceboock se recupera em clínica de reabilitação

Visivelmente melhor e mais gordo, Rafael Nunes, de 31 anos, conhecido como 'Mendigo Gato de Curitiba', já recuperou suas percepções e vem se estabilizando com a sua atual realidade, é o que informa Valter Lattanzio, diretor da clínica terapêutica, onde o jovem passa por tratamento, em Araçoiaba da Serra (SP). Rafael está internado desde o dia 20 de outubro de 2012, e completa três meses de tratamento neste domingo (20).

A primeira etapa do tratamento de Rafael, que é dividido em cinco partes, de acordo com a clínica, foi de adaptação e desintoxicação. Nesta fase, que já dura quase três meses, foram realizadas avaliações físicas e psicológicas, além de exames neurológicos, que comprovaram que ele não tem nenhum tipo de comprometimento pelo uso prolongado das drogas.

Nos próximos dias, o rapaz irá iniciar a segunda etapa de seu tratamento. Ele, que já está participando mais ativamente do programa terapêutico, será conscientizado sobre sua doença e a relação com as drogas. Bem como na primeira etapa, será feita uma desintoxicação, porém, dessa vez, mental.

A mãe de Rafael, Edith Claurence Silva, de 57 anos, está confiante no tratamento do filho. Ela conversou com o G1 e disse que Rafael está aceitando bem o tratamento. “Ele não está mais tão confuso. Já engordou e pensa em retomar a carreira de modelo, que ele sempre quis”, disse Edith.

Ela e o marido, José Nunes Silva, de 55 anos, estiveram na clínica pela segunda vez visitando o filho, entre os dias 27 de dezembro de 2012 e 2 de janeiro de 2013.
A previsão para o tratamento de Rafael é de oito meses, mas Edith informou que não se preocupa se for necessário ele ficar internado por mais tempo. “Não importa quanto tempo ele vai ficar na clínica. Tudo que for para o bem dele, a gente apoia”, declarou.

Mas o diretor da clínica relata que isso, talvez, não seja necessário. Rafael Nunes deve cumprir os oito meses estipulados no início do tratamento e será liberado para voltar para casa, onde passará por mais quatro meses, vivendo com a família, sob observação dos médicos do centro terapêutico.

Entenda o caso

O caso de Rafael Nunes ganhou grande repercussão após uma foto dele ser publicada em uma rede social, quando ele ainda morava nas ruas.
De acordo com o relato da mulher que o fotografou e postou a foto em uma rede social, Rafael a viu com a máquina fotográfica e pediu para que tirasse uma foto dele, pois queria ficar famoso “na rádio”.

Dias depois da publicação da foto, descobriu-se que Rafael era um ex-modelo, que tinha se afundado nas drogas e vivia nas ruas do centro de Curitiba (PR) há um ano.
Durante o período de internação, Rafael chegou a receber um convite para participar de um importante evento de moda no Rio de Janeiro, mas a família, junto com os profissionais da clínica, optaram em não aceitar a proposta, alegando que a exposição dele poderia prejudicar o tratamento.





Fonte: G1
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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Homem assalta mercado oito vezes em um dia e dono o ajuda a melhorar de vida

O dono de um mercado da Estrutural, região administrativa do DF, preferiu ajudar um homem que assaltou oito vezes em um dia o estabelecimento ao invés de chamar a polícia. Após ser furtado várias vezes, ele levou o assaltante para trabalhar em uma cooperativa que ajuda a ressocializar pessoas marginalizadas.

A ideia deu certo. O então assaltante, hoje é conhecido como "Magaiver" pelos colegas de trabalho, por encontrar soluções para tudo o que se propõe a fazer. José Divino Vieira, de 46 anos, é ex-viciado em crack e cometeu diversos crimes nas ruas da capital federal para alimentar o vício. Agora, ele usa a oportunidade para se recuperar das drogas e reconstruir a vida.

Vieira é um dos 80 funcionários contratados pela Cooperativa Sonho da Liberdade, criada há cinco anos por um ex-presidiário para oferecer oportunidades de emprego e crescimento pessoal às pessoas que não têm chances no mercado de trabalho. Atualmente, a empresa, que tem CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), conta com 80 pessoas entre presidiários, ex-presidiários e pessoas que enfrentam graves problemas sociais, e fatura mais de R$ 100 mil por mês, ajudando a reconstruir vidas de pessoas que não têm "dignidade" diante da sociedade.

Nascido em Anápolis (GO), Magaiver relata que se afundava cada vez mais nas drogas e, por conta disso, perdeu família e foi morar nas ruas. Ele assaltava para arrecadar qualquer dinheiro que fosse o suficiente para comprar mais crack, porque era isso que o "matinha vivo". Ele relatou que quando o dono do mercado o pegou em flagrante, quando estava roubando o local pela oitava vez no mesmo dia, o pegou pelo braço, levou para a casa dele e teve uma conversa.

— Ele perguntou se eu queria mudar de vida. Eu disse que queria, que não aguentava mais isso, mas que ninguém queria me ajudar. Eu procurava, mas não tinha chance nem oportunidade. Foi aí que ele me levou para a cooperativa, me apresentou para o Fernando Figueiredo, fundador do local, e eu pensei comigo: agora é minha chance! E agarrei com unhas e dentes.

Desde que começou a trabalhar na cooperativa, há dois anos, o ex-viciado desenvolveu habilidades como marceneiro, carpinteiro, serralheiro, eletricista e tapeceiro. Além disso, ele também gosta de inventar coisas para facilitar o trabalho e aumentar a produtividade.

Atualmente, "Magaiver" fabrica pelo menos 30 sofás em três horas de trabalho e depois sai às ruas para vendê-los. O valor é simbólico, mas para ele é mais que uma vitória.

— Uso madeira reaproveitada para fazê-los, coloco em um carrinho de ferro que eu mesmo montei e saio vendendo. Cobro R$ 40 e quase sempre nem chego ao destino final, porque vendo tudo antes.

Ele usa um pequeno quarto construído de madeira dentro da cooperativa para fabricar os sofás e, para aumentar a produtividade, agora "Magaiver" dedica parte do seu tempo criando uma máquina que vai ajudá-lo a aumentar de 30 para 80 sofás por dia. Para Figueiredo, que o recebeu quando mais precisou, é uma experiência gratificante vê-lo crescendo cada dia mais.

— Ele virou um funcionário fundamental aqui dentro. Ele é um dos que mais faz, mais produz e mais se supera todos os dias. Quando ele chegou, coloquei ele para dormir no meu quarto, junto com peças, ferramentas e dinheiro. Pensei comigo: vou fazer o teste logo agora, porque se ele quiser roubar para comprar drogas ele fará isso é hoje. Se não fizer hoje, nunca mais fará. E foi dito e feito. Ele ficou lá cinco dias e não mexeu em nada. Aí eu vi que poderia realmente confiar nele e dar a oportunidade que ele tanto esperava.

Depois de conhecer o caminho das pedras, o marceneiro, com as mãos calejadas e com uma experiência de vida poucas vezes superada por outras pessoas, refaz o destino aos poucos e pensa em reconquistar a família, que atualmente mora em Barreiras, na Bahia.

— Eu não conseguia juntar R$ 5, porque ia tudo para o crack, mas guardar dinheiro hoje é comigo mesmo e minha família não sabe da minha recuperação. Quero reconquistar a minha mulher e minhas duas filhas. Abri uma poupança para elas e meu projeto é comprar um carro em pouco tempo para visitá-las.



Fonte: R7
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Ex-traficante se converte na cadeia, vira pastor e abre casa de recuperação para viciados

Ex-traficante e ex assassino, Pedro Martín Núñez, convertido ao Evangelho e atualmente pastor no México, conta sua história de vida e como a palavra de Deus o tirou do narcotráfico.

Sua história no crime começou em sua infância. Pedro ficou na prisão até os 11 anos com sua mãe que foi presa por esfaquear o pai. Durante este período, ele conta que aprendeu maus hábitos que o levou a seguir sua adolescência no mundo do crime.

“Escolhi participar de uma gangue e logo passei a vender drogas”, comenta o atual pastor que além de traficante havia se tornado um assassino.

A vida de crimes logo o levou de volta para onde havia passado quase toda sua infância. Com 16 anos, Pedro foi condenado e sentenciado a 10 anos de prisão.

Nesta segunda prisão, Pedro pôde conhecer um grupo de cristãos que realizava missão nas cadeias mexicanas e levava o Evangelho aos encarcerados. Este grupo lhe apresentou a Jesus e ali, Pedro teve seu encontro com Deus.

O ex-traficante que viu sua vida mudar a partir da quele momento, começou um novo caminho. "Há apenas duas soluções: a Bíblia ou morte", essa é filosofia do homem que agora aos 35 anos após cumprir sua sentença e receber sua libertação, começou a testemunhar para outros criminosos e viciados. Ele dá agora a outros a oportunidade que ele encontrou.

De acordo com Acontecer Cristiano, a cidade em que Pedro vive as mortes por envolvimento com droga superam 3.000 pessoas por ano. Segundo o ex-traficante, os líderes de gangues ameaçam os integrantes para que eles permaneçam no crime.

"Eles arriscam muito. Na primeira tentativa, eles cortam sua mão. Em seguida, será um pé. Depois matam”, comenta.

Atualmente o ex-traficante que viveu no mundo crime por 21 anos, lidera uma congregação na cidade de Juarez, uma das mais perigosas do México. O atual pastor ainda fundou uma organização que dá suporte a pessoas que querem deixar as drogas e ex- detentos. Seu objetivo é usar vidas transformadas para transformar outras.

“Eu tenho Cristo em meu coração e você também deve procurar”, declara Pedro.



Fonte: The Christian Post
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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Pastoreando o coração dos meus filhos

Quando somos escolhidos por Deus para sermos pais, Deus nos dá uma função muito importante: ser seus agentes aqui na terra.

Muitas pessoas estão confundindo o fato de criar filhos, acham que dar uma boa alimentação, a melhor escola da cidade ou os melhores brinquedos resolvem todo o problema do filho. Quando o pai pensa num bom futuro para o filho pensa num bom emprego, numa boa esposa e uma boa remuneração. Esquecem da vida espiritual da criança. Deus não quer que apenas que criemos nossos filhos, mas quer que sejamos seus pastores.

Quando Deus escolheu a Abraão (Gênesis 18.19), Deus quer que Abraão aja no lugar de Deus , por ordem de Deus. Deus mandou que Abraão desse bons ensinamentos a seus filhos para que estes ensinamentos passassem de geração a geração. Então quando Deus vos escolheu para ser pai ou mãe, Deus confiou á você e sta tarefa, e não á terceiros.

O professor evangelista de crianças é separado e preparado por Deus para andar lado a lado com os pais (Provérbios 22.6), e não cada um para um lado.

Ser pai não é passar para os outros uma função que é sua. Quando nós pais transferimos esta educação para os outros (seja ela educação cristã), corremos o risco da criança ter “outra pessoa”como referencial, como pastor, professor e etc. E estas pessoas sem querer tiram a autoridade dos pais. Quando na verdade a honra deve ser dirigidas aos pais (Efésios 6.2).

Muitos pais estão desatentos á vida espiritual da criança, e isto está abrindo brechas para a ação de satanás, através de desenhos, festinhas populares, etc.

É mais fácil construir um edifício do que reformar, por isso nós devemos construir a vida espiritual da criança e não tentar mudar quando elas estiverem grandes.

As crianças vêem nos pais um espelho, por isso devemos dar bons exemplos a eles.

Qual a melhor maneira de pastorear o coração do meu filho?

1) Dando bom exemplo, sendo modelo.

2) Amando minha família

3) Educando-o para Deus

A) Orando por ele e com ele

B) Ofertando

C) Respeitando e zelando a casa de Deus

D) Mostrando fé

E) Envolvendo-o nas atividades da igreja

F) Cultivando a comunhão com os irmãos da igreja

G) Preocupando-se com o que ele aprende sobre a bíblia

4) Amando seu filho, tendo contato físico

5) Comunicando-se com ele

6) Caminhando com ele, sendo seu amigo

Tendo tempo para ele (prestando atenção em suas atitudes, seus amigos e influências, criando seu filho, brincando, passeando, etc)



Fonte: Flávia Grégio em seu blog
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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Projeto de Igreja Batista tira jovens das drogas

Drogas são vendidas em cafeterias na Holanda

Realizado nas dependências da igreja Batista da Redenção, um projeto usa o esporte como ferramenta para prevenir e resgatar crianças e adolescentes do 'mundo das drogas’. Ele oferece diversas atividades esportivas, entre elas futsal e capoeira.

O projeto é dirigido pelo pastor Leandro Ribeiro e vem sendo desenvolvido desde setembro de 2009, de acordo com informações da publicação Globo. Segundo ele, o projeto objetiva proporcionar a prática esportiva para crianças ociosas, envolvendo-as também na prática religiosa, priorizando a escola, o respeito e, fundamentalmente, disciplina.

“Nossa responsabilidade é descobrir com os pais o comportamento em casa e na escola dessas crianças. Depois iniciamos o trabalho com o esporte e damos a oportunidade de deixá-las com a mente ocupada e fora de qualquer envolvimento prejudicial”, disse Leonardo Ribeiro, segundo a Globo.com.

“Não penso mais em usar drogas”, afirmou jovem menor de 17 anos resgatado pelo projeto, com menos de um ano no projeto, a capoeira ajudou a recuperar o adolescente João (nome fictício).

“Eu me vejo nessas crianças. Eu tinha uma vida totalmente errada, em meio às drogas e tráfico. Passava a maior parte do tempo nas ruas. Mas aqui eu reencontrei alguns amigos da capoeira, me reconciliei e estou recuperando meus estudos. Não penso mais em usar drogas”, afirmou o estudante, segundo mesma publicação.

O projeto é realizado na quadra Nehemias Coimbra dos Santos, nas dependências da igreja Batista da Redenção, na Avenida Ayrão, as segundas, quartas e sextas-feiras, das 17h às 20h.



Fonte: The Christian Post
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domingo, 22 de abril de 2012

Ônibus da Cristolândia resgata 114 viciados

Dois policiais militares chegam com armas em punho apontadas para um grupo de usuários de crack na Rua dos Gusmões, na cracolândia, centro de São Paulo. Apesar da violência da cena, o pastor Humberto Machado, de 54 anos, coordenador da Cristolândia, a observa impassível diante do volante do ônibus que a entidade usa para percorrer as ruas do centro nas madrugadas.

Alertado pela reportagem, Machado justifica a postura dos PMs. "Foi por causa de uma briga de rua", observa, sem dar tanta importância ao fato. Assim segue, noite adentro, a chamada Trans-Cristolândia: despolitizada, pragmática, com mais de 40 missionários evangélicos que se juntaram dentro de um ônibus com o objetivo de retirar das ruas 200 usuários de crack ao longo da semana. Na base do sopão e ao som de pagode. Ou melhor: do praGod, nome que deram aos hinos evangélicos em ritmo de samba.

Até ontem, com suas incursões noturnas no ônibus pintado de preto, o grupo já havia retirado das ruas 114 pessoas desde terça para enviar a centros no interior e na Grande São Paulo. Outras 60 seriam mandadas nos próximos dias para iniciar a primeira fase do processo de desintoxicação. Foram servidos 400 cafés da manhã e 400 almoços.

Por outro lado, no Complexo Prates, da Prefeitura, havia anteontem 68 adultos dormindo, em abrigo onde cabem 120 pessoas. "Fui no Complexo da Rua Prates e até me senti mal com a grande quantidade de seguranças de terno na porta de entrada", diz o pastor. De fato. A reportagem esteve no local na sexta-feira: havia oito seguranças de terno e radinhos. Acabou sendo barrada na entrada.

A eficiência das abordagens e do tratamento chama a atenção de outras religiões. Na Paixão de Cristo, organizada na Semana Santa pelo padre Julio Lancellotti, os evangélicos da Cristolândia animaram toda a via-crúcis com seu praGod.


Fonte: O Estado de S. Paulo
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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Deputado se reúne com pastores e missionários na luta contra as drogas

O deputado Trócolli Júnior (PSD) participou de encontro com mais de 20 pastores de diversas denominações evangélicas no município de Cabedelo, na Grande João Pessoa. Todos eram da região do Jacaré.

Pastores e missionários, de igrejas tradicionais de Cabedelo, como Assembleia de Deus, Primeira Igreja Batista e Universal do Reino de Deus estiveram discutindo com o deputado a violência em Cabedelo e políticas antidrogas. O deputado foi bastante elogiado pelas entidades, que se engajaram na luta contra as drogas. Estiveram presente o Presidente do PRB da Paraíba e primeiro suplente de deputado estadual, Pastor Jutaí Magalhães, pastor Oliveira, pastor Paulo, Neri e muitos outros. “Este primeiro encontro com os pastores da região do Jacaré foi bastante proveitoso e serviu para nos unirmos na tentativa de mudar esta situação crítica de Cabedelo”, afirmou o deputado. O Município de Cabedelo se tornou um centro de distribuição de drogas na Paraíba, por isso a importância de toda a sociedade, a classe política, empresário e as autoridades constituídas do estado a se unirem para mudar essa situação.

“Há mais de oito anos venho insistindo na execução de uma política mais ostensiva de combate as drogas, ressaltando que o crack e outras drogas podem entrar na casa de qualquer pessoa para fazer um jovem de vítima, disse Trócolli. Ele afirmou que o estado da Paraíba ainda é carente de um programa para a recuperação dos dependentes químicos, lembrando que são poucas instituições que vem fazendo este trabalho, citando a “fazenda Esperança e a rede Cidade Viva”, que fazem um trabalho de ajuda aos jovens drogados. O deputado salientou que Cabedelo é apenas um exemplo, observando que o problema se espalha pela Paraíba e por todo o País, apontando as escolas como o veículo para se reverter este quadro, através do incentivo dos jovens a pratica dos esportes e das artes, um caminho que ele pretende adotar caso chegue à prefeitura.


Fonte: Paraíba Agora
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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Centro Terapêutico Paraíso atua na recuperação de dependentes químicos aliado a Palavra de Deus

Recuperar a fé e a autoestima, retornar a ter uma vida plena e longe de vícios e principalmente da dependência química, com estes princípios o Centro de Terapêutico Paraíso está pronto para ajudar pessoas e famílias inteiras que buscam um novo caminho livre das drogas e do álcool.

Há três anos uma antiga pousada, localizada na estrada do Manso, em Cuiabá, abriga o Centro Terapêutico Paraíso – o qual se dedica ao tratamento especializado da dependência química. Um grupo especializado por profissionais da área da saúde e administradores que, além de anos de experiência, tem como compromisso pela otimização do resultado do programa de tratamento e serviços oferecidos.

Quem procura tratamento no Centro Terapêutico Paraíso está automaticamente inserido na filosofia da formação humana: “Caminhando Doze Passos”. Um passo de cada vez. É assim que o processo evolutivo onde o residente conhece os doze passos, do tratamento previsto para 12 meses, sendo nove de internação e três de ressocialização.

Por meio de exercícios práticos e escritos, os internos são avaliados e a partir desta filosofia aplicada, é possível compreender que a dependência química é uma doença compulsiva/obsessiva. A concepção do tratamento é fundamentada no reconhecimento da pessoa humana com todas suas potencialidades.

A intenção é proporcionar um ambiente favorável ao estabelecimento para o desenvolvimento da reestruturação biopsicossocial do individuo dependente drogas licitas ou ilícitas de modo estabelecer a prática do programa de recuperação. O apoio da família é fundamental para compreensão deste processo.

“O desenvolvimento da espiritualidade/religiosidade auxilia amplamente na recuperação. Este desenvolvimento espiritual não tem vinculo com nenhuma religião, mas com a religiosidade”, explica a diretora–presidente do centro, Neusa Vieira Lima de Moura.

A estrutura conta com um refeitório, cozinha industrial, salão de encontros e palestras, igreja, quadra de futebol de areia, oito quatros in ternos, banheiros coletivos, piscina, área com churrasqueira, bosque e cinco tanques de peixes. Além disso, são oferecidos cultos de manhã e à noite, com pastores diferentes, também um psicólogo voluntário atende uma vez por semana.

São 64 pessoas que participam das atividades do Centro, porém são 31 internos, com a previsão de ampliar esta estrutura.

O Centro Terapêutico Paraíso conta com estrutura de um refeitório, cozinha industrial, salão de encontros para palestras, igreja, quadra de futebol de areia, oito quartos internos, banheiros coletivos, piscina, área com churrasqueira, bosque e cinco tanques de peixes.

Mas, para que esta estrutura funcione é preciso de ajuda e contribuição da família dos internos. Como muitas vezes isso não é possível, é necessária a contribuição de voluntários.

As pessoas podem contribuir com a doação de alimentos ou dinheiro para ajudar na reforma do estabelecimento. O depósito pode ser feito na conta: Associação Terapêutica Paraíso. Caixa Econômica Federal, Agência: 1695 Operação: 03, Conta Corrente: 1373-8.

O Centro fica no KM 14, na Estrada do Manso, Cuiabá MT.

Mais informações: 9957-2007 ou 3023-4060



Fonte: 24h News
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terça-feira, 10 de abril de 2012

Congresso evangélico Juvep discute drogas e sexualidade em João Pessoa

Congresso evangélico discute drogas e sexualidade em João Pessoa Drogadição, transformação social, sexualidade, o papel do esporte, entre outros, visando um maior envolvimento das igrejas evangélicas nas questões sociais e nos problemas da nossa sociedade. Esses são temas que estão sendo discutidos no Congresso JUVEP 2012, no Espaço Gospel, na Avenida Rui Carneiro, s/n, em João Pessoa, de hoje até sábado.

Ao todo são mais de 50 momentos distintos na programação e mais de 20 palestrantes vindos de diversas partes do país, a exemplo de Russell Shedd, Henrique Terena, Marcos Amado, Aurivan Marinho, Marcos Grava, Adauto Lourenço, Barbara Burns, Igor Shimura, Rozangela Justino, Joyce-Clayton, Durvalina Bezerra e Walter Fechinghaus, entre outros. A programação constará de diversos eventos. Pelas manhãs, Encontro de Pastores e Líderes, Encontro de Mulheres e Encontro de Jovens. Nas tardes serão promovidos diversos cursos. Além de vários seminários espalhados em diversas igrejas da cidade. E nas noites acontecerão as grandes celebrações ao Senhor no Espaço Gospel.

O participante do congresso desfrutará ainda de uma área de stands onde terá a oportunidade de conhecer diversas iniciativas evangélicas através das várias agências missionárias do Brasil que se farão presente, enriquecendo ainda mais o evento. Dentre algumas que estão confirmadas temos: ALEM, WEC Brasil, MEAP, Asas de Socorro, SAM, Portas Abertas, Missão Base, Missão Betânia, Missão Desafio, Desperta Débora, entre outras.

Que é a Juvep

A Juvep é uma missão evangélica interdenominacional, fundada em 1981, reconhecida de utilidade pública municipal e estadual, e que conta com o apoio de diversas denominações evangélicas. Entre outras ações, a Juvep dedica-se à evangelização, plantio de igrejas no sertão, ao ensino teológico e missionário e a projetos sociais.

Ao longo de sua história a Juvep tem realizado vários eventos de médio e grande porte, tais como, o Congresso Sertanejo de Evangelismo (Caruaru – 1995), o I Congresso Nordestino para Pastores e Líderes (João Pessoa – 2004) e o I Encontro de Pastores e Líderes do Sertão (Sousa – 2005), e desde 2010 tem realizado o Congresso Juvep em nossa cidade, cuja realização conta com o apoio da Associação de Pastores Evangélicos da Paraíba (APEP), da Primeira Igreja Batista de João Pessoa e outras igrejas da cidade.


Fonte: Paraíba Agora
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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Igreja do Evangelho Quadrangular inaugurará casa terapêutica para dependentes químicos em Itapetininga

O combate às drogas foi tema da 5.ª edição do Sermão da Montanha, na sede campestre do Clube União Recreativo, na manhã de ontem, organizada pela Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ). Além de anunciar a ressurreição de Jesus Cristo e passar Sua mensagem de vida e esperança, o pastor e deputado federal Jefferson Campos destacou o trabalho da igreja e anunciou a inauguração ainda este mês, de uma casa terapêutica em Itapetininga, para cem dependentes químicos, com a parceria da Prefeitura local. O Sermão da Montanha faz parte da programação da Semana Santa da IEQ. A edição de ontem reuniu em torno de 10 mil pessoas de acordo com a organização.

Além da programação de louvor, com cantores e bandas, o Sermão da Montanha evidencia a cada edição um assunto de interesse social, informa Jefferson Campos. No evento do ano passado foi tratado do Bullying. Já a luta contra o crack e outras drogas é um assunto tão atual, que virou programa do Governo Federal. O pastor adianta que este mês a IEQ deve inaugurar uma casa terapêutica que custou mais de R$ 1 milhão. A Prefeitura de Itapetininga doou a área. A comunidade terá capacidade para atender cem dependentes químicos a partir de 18 anos completos, de todo o Estado de São Paulo.

A comunidade contará com profissionais capacitados nesse tipo de assistência, sendo os usuários encaminhados para triagem, por meio das IEQs. O pastor da IEQ do Jardim Novo Horizonte e deputado estadual, Carlos Cézar, explica que o consumo de drogas vem crescendo de forma preocupante e vertiginosa em todas as classes sociais. A melhor forma de combater é a prevenção, a conscientização, além, é claro, das orações e as mensagens de vida, esperança e ressurreição. "Levamos a verdadeira mensagem de paz, que é a paz de Jesus. A paz passageira que leva à morte são as drogas", define o pastor Carlos Cézar.

À Luz da Palavra

A comerciante Sandra Alves, 25 anos, da Vila Helena, participa com a família, pelo quinto ano consecutivo, do Sermão da Montanha com a família. Ela fala da importância da comunhão entre irmãos. "Apesar do sofrimento de Cristo é preciso comemorar Sua ressurreição." Para a costureira Ana Paula da Fonseca Praga, 29, de Araçoiaba da Serra, é preciso "buscar mais a presença de Deus". Ana veio com os filhos Rian de 9 meses e Cauãn de 8 anos. Esta é a primeira vez que a família participa do evento. O operador de máquinas Célio Luiz Ribeiro, 48, chegou acompanhado da esposa Elzânia Alves, 34, e o filho Kelvin Weslley, 15.

O operador destaca a importância da família "ir à igreja, comungar com os irmãos e ouvir a Palavra". Ele explica que desde 2003 frequenta a comunidade do Jardim São Guilherme. Para Elzânia, a igreja cumpre um papel fundamental ao prevenir os jovens sobre o perigo das drogas. Kelvin têm consciência da preocupação dos pais e afirma gostar de ir à igreja, de ouvir os louvores e participar dos retiros.



Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Holanda paga tratamento para homossexuais em organização cristã

Uma organização cristã holandesa oferece tratamento para homossexuais que é pago pelos seguros médicos financiados pelo Estado, uma operação que veio à tona nesta terça-feira em um debate parlamentar e que foi duramente criticada.

Os grupos parlamentares do VVD (liberais governistas) e dos verdes (oposição) denunciaram ao Executivo uma prática que qualificaram como intolerável.

A ministra da Saúde holandesa, Edith Schippers, indicou como resposta às questões parlamentares colocadas nesta terça que "porá fim" aos reembolsos feitos pelos seguros, já que "a homossexualidade não é uma doença e por isso não pode entrar no pacote de cobertura".

A organização cristã "Different", que oferece os tratamentos, é reconhecida pelas autoridades como uma instância oficial de ajuda psicológica, razão pela qual seus tratamentos podem entrar no seguro de saúde dos cidadãos.

Especializada em "apoio psicológico em torno da homossexualidade e das relações", em sua página na internet a Different anuncia um tratamento que foca a homossexualidade a partir de "uma convicção cristã".

"Está provado que pessoas com uma orientação homossexual experimentam grandes obstáculos para revelar seus sentimentos", diz o site da organização, no qual não é especificado se a ajuda oferecida tem como meta reprimir a homossexualidade.

As autoridades sanitárias holandesas anunciaram pouco depois da divulgação do caso que iniciará uma investigação.

No Parlamento, os trabalhistas do PVDA consideraram inaceitável que um tratamento como este seja pago com recursos públicos: "Com isso se declara os homossexuais como doentes e isso é inaceitável", disse um dos deputados.

Já os democratas do D66 qualificaram o tratamento de "idiota e prejudicial", enquanto os democratas-cristãos do CDA declararam que querem saber mais sobre o conteúdo exato do tratamento antes de se pronunciarem.

"Se nele for ensinado a ganhar autoestima como homossexual, não há nenhum problema", disse a deputada Madeleine van Toorenburg aos meios de comunicação holandeses.

Organizações de defesa dos direitos dos homossexuais da Holanda se queixam que cada vez há mais casos de discriminação contra o grupo no país.

Além disso, o jornal "De Volkskrant" aborda na edição desta terça a inquietação de jovens gays diante das afirmações de que rabinos holandeses qualificaram a homossexualidade como doença.


Fonte: EFE

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Reeducandos do regime semiaberto participam de culto evangélico realizado pela Igreja Assembléia de Deus

Ressocializar é reconhecer o cidadão como ser integral, restituindo valores ligados à personalidade e assim, proporcionar sua conversão ao convívio em sociedade de forma harmoniosa

No último sábado (17) aconteceu um culto evangélico e uma confraternização natalina na unidade de regime semiaberto de Palmas (URSA), com a presença dos reeducandos e servidores da unidade penal.

O culto evangélico da Igreja Assembléia de Deus Madureira “Prisioneiros de Cristo” começou às 9h da manha e foi ministrado pelo pastor Adalberto Martins, na oportunidade no seu testemunho o ministro de Cristo destacou, “Eu estava na sarjeta no lamaçal, preso nas drogas e no alcoolismo num lamaçal do pecado. Após a minha conversão, me envolve nos ministérios da igreja e me libertei de todas as drogas” continua “A salvação é individual, ainda a tempo de se liberta. A vida é feita de escolha ninguém precisa de drogas. O maior milagre da pessoa é a mudança de vida” alertou o pastor.

O reeducando Weslei Silva, cantou uma linda canção, “Eu vejo o povo tão destruído, tão sozinho buscando salvação” cantou o reeducando.
A ARAP ofereceu um delicioso almoço para os reeducandos e vários brindes foram sorteados.

Iniciativa

Esta iniciativa é da ARAP- Associação de apoio as famílias e recuperação do ex-presidiario, e teve o apoio da coordenação da unidade.

Presenças Além do Pastor Adalberto Martins, se fez presente no culto, o Sub-ten Plassone, as missionárias: Aldenora dos Santos, Rosana dos Reis, Célia Lira Esmeraldina, Valbenes Sousa e os missionários: Antonio José, Cícero Guimarães e Humberto Damascena.



Fonte: Surgiu
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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Em Portugal toxicodependentes são recuperados na Tenda El Shaddai, Centro de Reabilitação de Toxicodependente

O centro de reabilitação de toxicodependentes – Tenda El Shaddai – foi fundado em 14 de Junho de 1996 pelo angolano Teonório, que amavelmente todos tratam por Tio. Foi o primeiro centro de reabilitação a funcionar em Cabo Verde. Já com 11 anos de funcionamento, aparece agora mais um centro na Granja de São Filipe, Cidade da Praia, que veio ajudar na reabilitação dos toxicodependentes.

El Shaddai significa Deus todo-poderoso. E é em Deus que os Internos do Centro encontram forças para lutarem contra a dependência das drogas e do álcool. É sobre as palavras de Deus que tentam edificar uma nova vida. Uma vida diferente daquele que tiveram e que ainda sentem o gosto amargo. Tentam, por tudo, não voltar à essa vida, mas por vezes caiam de novo na vida das drogas e da precariedade.

Essa foi uma das histórias contadas por um dos Internos. Pensou estar reabilitado, deixou a Tenda e voltou à sociedade. Mas, como disse, a sociedade não estava para o receber… “quando voltei, se haviam portas que ainda estavam entreabertas pra mim essas também fecharam-se, como todas as outras que tinham sido fechadas para mim quando comecei a usar droga”.

Os caminhos que levaram os Internos para a vida das drogas são quase parecidos. A maioria tem a ver com a falta de compreensão, atenção, carinho, apoio. O amor que não receberam levou-os a refugiar-se nas drogas. Um dos Internos exprimiu com sentimento o seu fracasso – “eu deixei-me levar pela droga porque sou uma pessoa muito sensível, as pessoas me ofendem com facilidade… a falta de atenção ou uma descriminação na minha família me ofendia profundamente… e como o meu espírito é sensível e fraco caía nas drogas.

Outros motivos que apontaram por terem caído nas drogas foram influência de amigos, curiosidade, querer experimentar, falta de oportunidades. Essas estórias contadas na primeira pessoa obriga-nos, a todos, a compreender que a sociedade tem que sentir-se culpada por cada toxicodependente que estiver nas ruas. Isto porque talvez se os tivéssemos dispensado a atenção e o carinho devido não teriam motivos para se refugiarem nas drogas.

Uma lição que devemos tirar, e que foi vivamente recomendada pelos Internos, é que as drogas não levam a lugar nenhum. Aliás, como disse outro Interno, leva sim… “à prisão, ao hospital e ao cemitério”. Por isso, nós devemos encontrar estímulos para viver em nós próprios, mesmo quando não recebemos incentivos das outras pessoas, principalmente daquelas que gostamos muito. Cair nas drogas é escolher o caminho mais fácil, é aceitarmos a nossa derrota, o nosso fracasso. Devemos encontrar na autoestima, na vontade de viver e de vencer a força necessária para mostrarmos ao mundo que nós também somos especiais, nós também temos capacidade para fazer coisas bonitas e úteis para a sociedade. Existem formas saudáveis para expressarmos a alegria ou para defrontarmos com os nossos problemas sem necessidade de usar drogas. Se têm dificuldades em as encontrar, pelo menos lembram-se que El Shaddai pode ser de boa ajuda, e ajuda sempre os que precisam sem discriminar, como faz com os nossos bons amigos da Tenda.

Satisfeito com o desempenho das tendas El- Shaddai, o responsável Honório Fragata afirma que valeu a pena os anos de luta e recuperação de muitos jovens com grandes potencialidades na vida.

“Tivemos um pouco do que era muito necessário. Valeu a pena trabalhar, sacrificar e pedir as pessoas, às vezes sem respostas. Esta falta de resposta fez-nos caminhar e graças a muitas entidades parceiras já estão a formar mais de 17 jovens nas universidades de Cabo Verde e no estrangeiro. Sem contar que já temos rapazes carpinteiros, artífices, serralheiros, pedreiros e com formação noutras áreas. Uma alegria que enche e transborda os nosso corações”.

Mas a luta não pára por aqui. Fragata quer ir mais longe: “o meu desejo é melhorar o trabalho dentro e fora das comunidades, trabalhando com jovens de forma a encaminhá-los e inseri-los na família e no mercado de trabalho". "Nos meus 100 anos quero ver uma tenda diferente, respeitada e bem-vista socialmente”, diz, sorrindo.

Entretanto, o pastor nazareno avança ao asemanaonline que já está a preparar quatro sucessores. “Quero jovens com garra, que conseguem trabalhar sem pensar na reforma e sem outros interesses na comunidade para poderem fazer produzir tudo o que a tenda tem direito”.

Mais de 600 pessoas já passaram pelo centro de recuperação Tendas El-Shaddai. Muitas estão em formação, umas têm família constituída e outras não tiveram a mesma sorte porque abandonaram o centro de recuperação.




Fonte: A Semana e Blog Formação Pessoal e Social
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