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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Autointitulado apóstolo Agenor Duque promete apagar a memória dos fiéis

Agenor Duque num culto em novembro. Ele se veste de estopa em sinal de humildade, mas não dispensa o Nike no pé 

Numa incansável cruzada por arrecadação, o autointitulado apóstolo Agenor Duque, da Igreja Plenitude do Trono de Deus, pede à plateia que raspe a carteira e que doe até o décimo terceiro salário. Já anda de Porsche e voa de jatinho

Do alto do púlpito, diante de cerca de 7 mil fiéis com as cabeças cobertas por um pequeno pano avermelhado, um homem vestindo uma roupa que imita estopa aponta o dedo para um rapaz da plateia: “Você é homossexual?”, diz ao microfone. Ao ouvir uma resposta afirmativa, continua: “E você quer sair do homossexualismo?”. O interlocutor diz que sim, e é convidado a subir no altar. Enquanto uma canção entorpecente embala a cena, o líder espiritual cerra os dois punhos, ergue os braços e grita: “No milaaaagre de Manassés, Deus apaga da memória agora todo o passado de sofrimento. No milaaaagre de Manassés, Deus faz a pessoa esquecer que um dia foi homossexual”. Volta a se dirigir ao rapaz.

– Seu nome?
– Junior.
– Você tinha alguma vida errada no passado?
– Não.
– Pensei que você era gay... Pensei que você morava com um homem...
– Não, Deus me livre.

Como que num passe de mágica, Junior diz que nunca gostou de homens. Na semana seguinte, volta ao mesmo altar para contar o desfecho de sua história. Diz que seu namorado, ao saber da conversão, caiu no choro. A mãe, surpresa com o esquecimento súbito, cogitou levar o filho a um hospital. Entre gritos entusiasmados de “aleluia” e “eu creio”, o público se levanta e aplaude a transformação.

O homem das vestes de saco – um figurino para demonstrar humildade diante de Jesus Cristo – é o autoproclamado apóstolo Agenor Duque, um paulistano de 37 anos, filho de pais separados, crescido numa família pobre da Zona Leste de São Paulo, ex-viciado em drogas. No concorrido mercado das igrejas neopentecostais, Duque é o pastor emergente do momento. Com uma forte vocação teatral e adepto da prática de prometer o impossível, Duque abocanha cada vez mais fiéis e começa a incomodar as igrejas concorrentes. Além das usuais curas de doenças e vícios, Duque promete apagar o passado da mente dos fiéis.

Não hesita em abusar de condutas preconceituosas, como propagar o “milagre” de fazer um homem esquecer a homossexualidade ou enfrentar num duelo um suposto adepto do candomblé. Prova de sua destreza para lotar igrejas e influenciar opiniões, o deputado e pastor Marco Feliciano não sai do altar da Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus*. Na campanha eleitoral do ano passado, o tucano Geraldo Alckmin, reeleito governador de São Paulo, ajoelhou-se no púlpito de Duque.

Num roteiro já conhecido entre os pastores das neopentecostais, Duque começou na Igreja Universal do Reino de Deus e migrou para a Mundial – até que teve uma “visão espiritual” e decidiu criar seu próprio templo. Em setembro de 2006, abria a porta da Igreja Plenitude do Trono de Deus. Com R$ 25 mil da venda de um Astra, Duque comprou algumas poucas horas nas madrugadas de rádios e alugou um galpão na Avenida Celso Garcia – que, pela facilidade de acesso e circulação intensa, concentra boa parte das igrejas neopentecostais. Há dois anos, Duque tinha cinco modestas igrejas em São Paulo.

Hoje, são pelo menos 20, espalhadas por São Paulo, Amazonas, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal – sem contar as dezenas de núcleos, galpões abertos pelo interior que, ainda sem documentação, não são considerados templos. No ano passado, a Igreja Plenitude do Trono de Deus firmou uma espécie de joint venture evangélica com a igreja de André Salles, o líder evangélico responsável pela conversão da ex-senadora Marina Silva, para aportar em Brasília. Em dois anos, a Igreja Plenitude do Trono de Deus saltou de quatro para 18 horas no canal de televisão RBI. Só entre outubro e novembro, passou de quatro para mais de nove na Rede Brasil TV.

O traje de saco nos cultos é uma espécie de abadá para uma encenação de pobreza. Há tempos Duque deixou a dureza para trás. Como os adeptos do funk ostentação, fora do palco ele se enfeita com cordões, anéis e relógios dourados, bonés e tênis de marcas como Nike e Hugo Boss e adora exibir-se no Instagram. Dirige um Porsche e um BMW. Já se exibiu em um vídeo com uma Ferrari – após críticas de internautas, recuou e disse que o carro era de um “amigo”, o pastor Arthur Willian Van Helfteren, da Igreja Universal do Reino de Deus.

Sempre que viaja, Duque evita apertar o corpanzil nas poltronas da aviação comercial; prefere o conforto de um bimotor Cessna Citation. De acordo com os registros da Agência Nacional de Aviação Civil, a aeronave pertence à Cimeeli Comércio e Indústria, uma empresa sem rastro. O telefone atribuído à Cimeeli é residencial e seus sócios não foram localizados.

Em um universo em que não faltam exageros, os cultos de Duque são espetáculos ainda mais histriônicos. Ele atua em parceria com a mulher, a autointitulada bispa Ingrid Duque, e mais recentemente com o filho adotivo, o pastor Allan. Em suas performances, Agenor Duque intercala suas falas com expressões incompreensíveis que diz virem da língua do Espírito Santo – “Traz o óleo, quibalamacia balabaliã”, diz, em meio ao culto, enquanto checa mensagens no telefone. Suas orações quase sempre terminam com um “hallelujah”, num esforçado sotaque americano.

“A religiosidade brasileira sempre foi muito sincrética. O brasileiro valoriza tudo o que o ajuda a se relacionar diretamente com o sagrado”, afirma Rodrigo Franklin de Sousa, professor de pós-graduação em ciências da religião da Universidade Presbiteriana Mackenzie. “O teatro cai como uma luva.” Os cultos da Plenitude do Trono de Deus reúnem dramas humanos de todos os tipos. Há mulheres traídas pelo marido, fiéis com pendências com a Justiça, mães desesperadas para tirar o filho da prisão, pais de família desempregados, viciados que tentam resgatar a dignidade.

Converter os dramas em espetáculo e gerar lucro requer organização. Nos cultos de domingo, mais lotados, a igreja é dividida em quadras imaginárias, cada qual vigiada por um pelotão de obreiros. Numa cerimônia, um homem se exaltou e foi contido por seguranças. Curiosa, parte da plateia foi repreendida pelos obreiros: “Deus está no altar lá na frente. Parem de olhar para o lado”.

O apóstolo Agenor Duque, o pastor André Salles e a bispa Ingrid Duque. Numa espécie de joint venture evangélica, suas igrejas se uniram no ano passado para arrebanhar mais fiéis

Em um dos episódios mais plásticos, no ano passado, Duque estava no altar quando um dos obreiros avisou sobre um homem que, sem abrir a boca, se apresentava como pai de santo e o desafiava. Rodando uma jaqueta ao redor do corpo, o homem subiu ao palco e foi ao encontro de Duque. Como se estivesse num MMA espiritual, Duque encostou a cabeça no adversário, deu dois gritos e – shazam! – o sujeito desmilinguiu-se. A plateia foi ao delírio. “O público gosta”, diz Paulo Romeiro, doutor em ciências da religião. “A igreja neopentecostal brasileira é cega, infantilizada, cheia de picaretas e cambalacheiros.”

Tanto cultos quanto programas no rádio e na TV da Igreja Plenitude do Trono de Deus têm um roteiro simples, que converge para a arrecadação. A pregação da Bíblia é quase inexistente. Invariavelmente, o pastor apresenta um “milagre” e, na sequência, pede dinheiro ostensivamente. Numa tarde de terça-feira, em outubro, uma pastora da Plenitude do Trono de Deus pediu aos fiéis que abrissem suas Bíblias em 1 Reis 17. A passagem conta a história de uma viúva miserável que, diante de uma onda de fome, doou tudo o que tinha – um punhado de farinha na panela e um pouco de azeite numa botija – a um profeta desconhecido, antes mesmo de alimentar o filho.

Ao final da leitura do capítulo, a pastora gritou ao microfone: “Deus está me dizendo que alguém aqui tem R$ 50 na carteira, é tudo que essa pessoa tem. Se você sentiu que esse chamado é para você, faça como a viúva. Ela deu tudo que tinha, e foi recompensada”. Uma mulher se encaminhou ao altar e retirou a única nota de R$ 50 da carteira. Os pedidos aos demais continuaram num crescente. “Prova para Deus que você acredita. Precisa ser um sacrifício grande, algo que dói! Limpa a carteira! Raspa a carteira! Ou faz como uma mulher no culto desta manhã, que doou o próprio carro.”

A adivinhação no púlpito, diz um ex-obreiro da Igreja Plenitude do Trono de Deus, não passa de uma trapaça. Na chegada à igreja, os fiéis com um pedido especial preenchem uma ficha com sua história – depois colocada no altar. Enquanto lê disfarçadamente o relato, o pastor repete tudo ao microfone como se estivesse tendo uma epifania. Ao reconhecer sua história, o fiel emocionado se dirige ao altar e confirma o milagre. “São verdadeiras empresas da fé”, afirma o teólogo João Flávio Martinez, presidente do Centro Apologético Cristão de Pesquisas. Os pastores que arrecadam mais são recompensados e ascendem. “Eles recebem até bônus”, afirma um ex-obreiro da Plenitude do Trono de Deus. “Eles dizem que você tem de entrar na mente da pessoa, convencê-la a aceitar o que você diz”, afirma.

Às quintas-feiras, numa reunião fechada de presbíteros, os mais experientes recomendam “agressividade” e “olhar clínico” para identificar potenciais doadores. “Os pastores dessas igrejas são bem preparados, fazem cursos de marketing, de gestão, de oratória. A lógica é unicamente de mercado. Não existe uma base de doutrina”, diz Rodrigo Sousa. Os pastores das maiores agremiações fazem cursos específicos de gestão financeira de igrejas no exterior. A hierarquia é rígida. Como um presidente de empresa, Agenor Duque convive com poucos de seus comandados. Usa até mesmo uma entrada exclusiva na sede. Os insistentes pedidos de entrevista de ÉPOCA – todos negados – percorreram três instâncias antes de chegar a ele.

Em sua incansável cruzada por arrecadação, a Igreja Plenitude do Trono de Deus promove campanhas temáticas com objetivos específicos. Uma do Vale de Elah, traz um boneco recente, gigante que procura reproduzir a figura do rei David, vestido como um guerreiro, com escudo e espada no altar da igreja. Uma loja vende diversos badulaques inspirados longinquamente em temas bíblicos. A gama de produtos inclui a marca própria de roupas e acessórios femininos da bispa Ingrid, na loja Amor Oficial.

Os looks – saias estampadas, calças boca de sino, bolerinhos e vestidos longos com estampas em três dimensões – usados por Ingrid na TV e nas redes sociais são reproduzidos por boa parte das fiéis nos cultos. “Quem usa é escolhida por Deus”, diz Ingrid no Instagram da marca. Como a inflação não respeita nem o sagrado e não está fácil nem para milagreiros, na Amor Oficial também tem liquidação – só muda o nome: a Black Friday, o dia internacional do desconto, chama-se White Friday.

O ritmo de inovação da Plenitude do Trono de Deus é incessante. Recentemente, Duque passou a pedir o 13º salário dos fiéis – e até o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Para os próximos meses, planeja a construção de um novo templo, para o qual criou uma campanha específica, cuja contribuição começa em R$ 1.000. Em fevereiro, pretende lotar o Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, com capacidade para 13 mil pessoas, e o estádio do Canindé, em São Paulo, que acomoda 21 mil pessoas, com uma atração internacional: o controverso pastor Benny Hinn, que percorre o mundo com seus megacultos milagrosos. “Com a crise financeira, as igrejas neopentecostais estão tendo de se reinventar para entregar resultados”, afirma Rodrigo Sousa. No que depender da criatividade de Duque, a Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus pode superar limites.

*Nota da redação: A Igreja Internacional Plenitude de Deus não tem vínculos com a Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus. 



Fonte: Época
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Filhas do Bispo Edir Macedo rindo da desgraça alheia ao vivo na TV

Nos Bastidores da gravação do programa “Coisas de Mulher”, apresentado por Viviane Freitas, filha de Edir Macedo, na Record News, enquanto comentava a notícia de uma tragédia envolvendo turistas alemães numa caverna na Tailândia, um ataque de riso tomou conta tanto da apresentadora e também das convidas entre eles a sobrinha de Edir Macedo, mas para a infelicidade da Santa Família Macedo alguém da Record Newsa publicou o vídeo na Internet.



Fonte: Empresa Universal
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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Igreja Mundial do Poder de Deus ameaça poder da Universal do Reino de Deus

Fundada há apenas 13 anos, a Igreja Mundial do Poder de Deus anunciou a construção de um templo para receber cem mil pessoas, mas que pode abrigar até 150 mil, segundo publicações evangélicas. A obra, com capacidade superior à do Maracanã, simboliza o crescimento da mais nova entre as grandes instituições neopentecostais do país. Ancorada na promessa de realização de milagres, como a cura do câncer e da Aids, a Mundial vem conquistando fiéis a cada mês e ameaça a hegemonia da Igreja Universal do Reino de Deus.

Liderada pelo autodenominado apóstolo Valdemiro Santiago, um mineiro da cidade de Cisneiro, de 48 anos, alto, negro, de fala simples e forte sotaque do estado de origem, a Mundial diz inaugurar entre dois e três templos por semana. Contabiliza, oficialmente, cerca de 3.200 sedes, mas o próprio Valdemiro diz pagar 4.500 mil aluguéis por mês. Criada em 1977, a Universal tem cerca de 5.000 templos.

Entre as igrejas neopentecostais, a Mundial é a que mais abriu novas sedes nos últimos anos afirma Antônio Flávio Pierucci, professor de Sociologia da Religião na USP.

A Mundial surgiu de uma dissidência da Universal. Por 20 anos, Valdemiro trabalhou na igreja de Edir Macedo e chegou a bispo. O rompimento aconteceu em 1997. Os motivos são um mistério no meio evangélico.

No momento em que a Mundial mais ou menos clona o nome (Universal), significa concorrência, declaração de guerra diz Pierucci, que não vê ameaça ao domínio da Universal.

No momento, as duas igrejas duelam por causa de seus templos gigantes. Ano passado, a Universal iniciou, no Centro de São Paulo, a construção de uma réplica do Templo de Salomão, erguido pelos judeus em Jerusalém no século XI antes de Cristo. Este ano, Valdemiro anunciou a criação da Cidade Mundial, próxima ao Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo.

São quase dez alqueires (240 mil metros quadrados). É o maior templo da história da humanidade. O sonho é ter um lugar para botar uma multidão, para servir, glorificar, adorar o meu Deus diz o apóstolo da Mundial em vídeo na internet.

Nas imagens exibidas na TV e em cartazes nos templos, o local já tem o logo da igreja. No mundo real, ainda abriga uma transportadora de carga.

Vamos inaugurar em janeiro. Não temos de fazer obras, só adaptações. Dependemos de projeto para saber quantas pessoas vão caber. Serão mais de cem mil diz Mateus Oliveira, sobrinho de Valdemiro, responsável pela área administrativa.

Em outra gravação, Valdemiro diz que, por causa do templo, a despesa mensal da Mundial é de R$ 30 milhões o que inclui gastos com aluguéis de templos e espaços em emissoras de rádio e TV. No Canal 21, do grupo Bandeirantes, são 22 horas diárias de programação. A Mundial tem duas horas diárias na Rede TV! e quatro na Bandeirantes, durante a madrugada. Em um de seus cultos no canal 21, Valdemiro contou o início da sua igreja.

Tinha seis membros. Lembro que uma vez fizemos uma celebração para 13 pessoas, um delas era o mendigo que morava na frente da igreja. A gente distribuía folhetos nas casas antes da celebração. Os pastores (da igreja e as famílias) dormiam todos numa casa só, no chão.

Mansão, helicópteros...

Ele e a mulher, a bispa Francileia, de 46 anos, moram num condomínio de luxo em Alphaville, na Região Metropolitana de São Paulo. Usam helicóptero e avião para se deslocarem.

Hoje, tenho o fogão que eu quiser. Como o que quiser, moro onde quiser. Não dependo dez centavos da igreja, nenhuma moeda da igreja, você que frequenta sabe disso conta o líder da Mundial no vídeo.

Valdemiro é dono, com a mulher e um terceiro sócio, de uma empresa de comunicação e uma gravadora de CDs. Francileia ainda é sócia da editora de livros e DVDs da igreja. Em 2010, o nome da igreja parou nas páginas policiais, quando dois pastores foram presos pela Polícia Rodoviária Federal em Mato Grosso do Sul. Levavam fuzis que abasteceriam traficantes, disse a polícia.

Como em outras denominações neopentecostais, pedidos de doações são escancarados.

A Bíblia diz que aqueles que não devolvem o dízimo estão roubando a Deus afirmou Valdemiro, num programa.

Para o sociólogo Flávio Pierucci, a diferença da Mundial é a centralização das ações por Valdemiro. Apesar de propagar milagres, quando teve problemas no joelho, Valdemiro apostou na medicina tradicional. No dia 21, foi operado no Hospital Albert Einstein, uma das melhores unidades privadas do país.


Fonte: O Globo
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Chamada neopentecostal para vir a igreja...

Sente dor de cabeça constante? A cabeça parece explodir e você vomita verde, revira os olhos parecendo a garota do filme "O Exorcista"?

Problema com gases soltos a revelia? Não consegue para de peidar em público, disfarça, olha para o lado fazendo de conta que não foi você e ainda tenta culpar o outro?

Diarréia desenfreada, ou seja, antes de encontrar um banheiro se caga todo, literalmente?

Prisão de ventre? Barriga estufada dando a impressão de gravidez ou bebedor de cerveja?

Família destruída? Ninguém sabe quem é quem dentro de casa? O pai usa brinco, camiseta justa e decotada, cabelo comprido e faz chapinha? A mãe fala grosso, usa bermuda até a canela, relojão de pulso, boné e pochete? A casa parece um big brother brasil (zona)?

Vida sentimental não tem dado certo? Faz tempo que você tá matando cachorro a grito, ou pegando papel na ventania? Já tentou no google, orkut, facebook, MySpace, Twitter, msn, quePasa, sônico, badoo?

Vícios? Já pensou em ter em casa uma bombona de 20 litros de coca-cola?

Falência em seus negócios? Tentou montar cachorro quente na esquina e não deu certo? Tentou vender revista velha no sebo, roupa usada no brechó e ninguém quis comprar? Passou um cheque de dez reais que acabou voltando por falta de fundos?

Dívidas? Está devendo pra sogra, cunhado, vizinho, vendinha da esquina, mercado e ultimamente tem assaltado o cofrinho de moedas de seu filho?

Medos? Está dando a volta no quarteirão pra chegar em casa porque tá devendo na padaria ao lado?

Desmotivação profissional? Preguiça pra sair pra trabalhar? O relógio desperta mas você coloca o travesseiro sobre a cabeça e pensa: "só mais cinco minutinhos"?

Vitima de encosto, macumbaria, olho grande, inveja, azar? Está com a síndrome de pânico do carteiro que só bate na porta pra entregar aviso de corte, contas a pagar e intimação judicial? Já colocou sal grosso e vaso de "comigo-ninguém-pode" na entrada da sua casa e mesmo assim quanto mais você reza mais assombração aparece, mais cobradores batem na porta?

Meu amigo, minha amiga então procure a Igreja do Demanche Total mais próxima da sua casa ou ligue para um dos nossos atendentes. Não perca tempo, participe de nossas campanhas e será liberto de todos os males citados acima. Apareça na sessão do descarrego e quebra de maldição onde garantimos que sairá livre de encostos e leve como uma pena. Sua vida vai mudar, acredite! Busque em primeiro lugar a nossa igreja e tudo o mais será acrescentado!

Horário de segunda a segunda (claro) manhã, tarde noite (atendemos madrugada, dia santo e feriado sem interrupção para o almoço).

OBS.: Leve uma foto ou peça de roupa daquele seu marido traira ou da biscateira e também daquela sua sogra palpiteira!

Fonte: Libertos do Opressor!
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Encontro com Deus ou "Revisão" por R$330,00... Só para a elite gospel

Para variar.. Recebi um e-mail do nosso amigo Renê Terra Nova que me bloqueou no Twitter mas acha que minha caixa de e-mails é lixo!

Mesmo que eu quisesse ir (o que nunca vai acontecer) não poderia porque para ele apenas Apóstolos, pastores e bispos podem ir. E não é um encontro qualquer, é a versão REVISÃO!

Renê, eu tive meu encontro com Deus de graça ... em uma igreja simples e muito pequena! Aliás, teve um preço sim: O Sangue de Cristo na Cruz do Calvário! Alto preço...


Fonte: Web Evangelista
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domingo, 2 de maio de 2010