segunda-feira, 9 de junho de 2014

Evangélicos preparam evangelismo em massa durante a Copa do Mundo de 2014

Projeto de evangelização na Copa do Mundo de 2014 promovida pela Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil.

Diversos grupos evangélicos estão na preparação para um evangelismo em massa durante a Copa do Mundo de 2014, que acontecerá a partir de 12 de junho no Brasil.

Projetos como a Trans Copa 2014, Joga Limpo Brasil, Jocum Kickoff, entre outros, estão planejando enviar voluntários de todo o país para alcançar pessoas para Cristo durante todo o evento futebolístico.

A Junta de Missões Nacionais já possui um calendário para a Trans Copa 2014, onde os eventos evangelísticos ocorrerão em dias específicos durante o período de 12 de junho a 13 de julho de 2014.

As ações da Trans Copa acontecerão apenas nos dias dos jogos e exclusivamente nas cidasdes-sede do torneio. A tabela pode ser conferida aqui.

O projeto permite que todos os filiados de uma Igreja Batista filiada à Convenção Batista Brasileira devidamente recomendado pelo pastor e crentes a partir de 18 anos participem das atividades evangelísticas.

Menores de 16 anos também participarão se acompanhados de um responsável maior de 18 anos. Para maiores detalhes, acesse o site da organização no endereço http://www.jmn.com.br/jmn/projeto.aspx?url=transcopa2014.

Os voluntários irão evangelizar diretamente através do método “Golden Goal”, ou indiretamente através da oferta de serviços gratuitos como pintura facial, folhetos especiais, entre outros.

O Movimento Joga Limpo Brasil (MJLB), coordenado pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), está mobilizando atletas, igrejas e organizações cristãs para difundir a mensagem bíblica em diversas cidades e nas cidades-sede da Copa do Mundo.

As instituições aderentes ao projeto atuarão de acordo com seus próprios projetos e objetivos. A SBB ajudará difundindo as ações dos parceiros do movimento através do site oficial do MJLB.

O JOCUM, uma organização missionária reconhecida mundialmente, fez rapidamente parceria com diversas organizações locais e internacionais para proclamar a palavra durante a Copa do Mundo.

Com grande paixão e com uma rede globalizada de contatos o grupo almeja “fazer Deus conhecido entre as nações.”

Outros projetos de evangelismo incluem Evangelizando o Mundo na Copa da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), JCTEM da igreja metodista, Escola do Clamor na Copa, entre outros.

A abertura da Copa do Mundo acontecerá no estádio de Itaquera, zona leste de São Paulo e encerramento será no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

Outras cidades envolvidas no evento incluem, Manaus, Fortaleza, Natal, Recife, Salvador, Brasília, Cuiabá, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre.




Fonte: The Christian Post
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Pastor travesti gera polêmica ao ser entrevistado por Danilo Gentili no "The Noite"

Ele falou que a Igreja Cristã Metropolitana o aceitou como homossexual e o escolheu como pastor mesmo ele sendo drag queen

Evangélicos que assistiam ao programa “The Noite”, no SBT, na última segunda-feira (2) ficaram indignados com as declarações dadas pelo pastor Marcos Lord, que é travesti.

Vestido de mulher Marcos, se apresentou como Luandha Perón e relatou que as igrejas evangélicas por onde ele passou não aceitaram sua homossexualidade até que ele se encontrou na Igreja Comunidade Metropolitana (ICM), onde hoje atua como pastor.

“Conheci [a igreja] em 2008, quando eu estava afastado por ter assumido homossexual. Comecei na Restauração, Batista, Deus é Amor até chegar na Assembleia. Hoje atuo como pastor na Comunidade”, disse ele ao apresentador Danilo Gentili.

Antes mesmo de se tornar pastor ele já se vestia de mulher e mesmo assim a denominação o escolheu para ser pastor. “Eu não escolhi ser pastor e a igreja me elegeu para isso. Eu já era drag queen e eu nunca imaginava [que seria eleito]. A igreja abraçou a plenitude da minha personalidade. Na igreja, normalmente, estou de pastor Marcos Lord. Mas já preguei de Luandha”, afirmou.

Quem assistia ao programa não aceitou a postura de Marcos e nem a unção que lhe deram. “Não é pastor. Palavra [Bíblia] fala sobre falsos profetas”, escreveu um internauta.

Pelo Twitter outro internauta questionou a unção. “Pastor travesti? Esse é o fim do mundo uma blasfêmia contra o Espírito Santo”.

Os telespectadores também comentaram sobre a ICM que é uma igreja inclusiva, isto é que aceita homossexuais sem pregar o que a Bíblia diz sobre tais relações. Para os internautas, pregar apenas uma parte da Palavra de Deus é blasfêmia.

“Igreja Gay ?! Sério Isso ?! To achando deboche com o nome de Deus! #TheNoite”, escreveu uma mulher. “Pastor Travesti esse é o fim do mundo uma blasfêmia contra o Espírito Santo…. #TheNoite”, disse outra internauta.




Fonte: Gospel Prime
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sábado, 7 de junho de 2014

Solidão

Não é a companhia que lhe tira a ausência do outro. Procurar ser enxergado no meio da multidão é loucura. É mais difícil ser visto ali do que onde há poucas pessoas. Por isso toda tentativa de ser visto ou ouvido não será satisfeita nos grandes ajuntamentos. A comunhão só pode existir quando entre os indivíduos existe a perfeita compreensão de que eles são iguais. Qualquer tentativa de escravizar o outro através da comparação com si mesmo tem o inevitável destino de ser algo que os distanciará.

A quebra da comunhão é pior do que o pecado, pois é sua consequência direta. É a ausência do sentimento, é o castigo e também a prisão.

Não é possível voltar pra Deus sem enxergar o outro. Deus se esconde nos invisíveis ao nosso lado. Não leve pessoas ao culto, leve-as a você mesmo. Se é que ainda quer mesmo viver o junto. Só assim encontrará o Pai e o ministério.

E nisso tudo ainda tome cuidado com seu coração. Porque tentando enxergar outros, você se tornará invisível a muitos. Ser invisível dói. Deprime. Mata.

“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.” (Provérbios 4:23)



Autor: Ariovaldo Jr
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Alto consumo de álcool acelera em seis anos a perda de memória

Estudo realizado com pessoas de meia idade mostrou que houve declínio precoce de memória, dificuldade de executar tarefas e problemas na fluência verbal

Homens de meia idade que mantêm alto consumo de bebidas alcoólicas podem apresentar perda de memória antecipada em seis anos. Estudo realizado com um grupo de mais de sete mil pessoas, com média de idade de 56 anos, mostrou que aqueles que ingeriam mais de 36 gramas de álcool por dia - ou mais de duas latas e meia de cerveja, ou duas taças e meia de vinho, ou 100 ml de destilado - apresentaram antecipadamente perda de memória e problemas em outras funções cognitivas, como a execução de tarefas cotidianas e fluência verbal.

O estudo comparou os resultados de duas baterias de testes cognitivos realizados ao longo de dez anos. De acordo com Severine Sabia, pesquisadora do departamento de Saúde Pública da University College London e autora do estudo publicado no periódico científico Neurology, a comparação mostrou que houve “notável” declínio de todas as funções cognitivas em todos os grupos de alto consumo de álcool.

“Os mecanismos que associam o consumo de álcool e a perda de memória são complexos. A hipótese principal está no fato de o consumo abusivo de álcool estar ligado ao maior risco de doença vascular, que, por sua vez, pode aumentar o risco de comprometimento cognitivo. Além disso, o consumo excessivo de álcool tem efeitos no curto e longo prazo prejudiciais para o cérebro”, disse Severine Sabia.

A médica psiquiatra brasileira Camila Magalhães Silveira, da Unidade de Dependência Química do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, explica que além da relação cérebro-doença vascular, o álcool age diretamente no cérebro de duas formas. “Ele estimula neurotransmissores inibitórios da função cerebral, ocasionando uma diminuição da função cerebral. Fora isso, a ação direta do álcool na célula promove uma desidratação nas células, prejudicando neurônios de determinadas áreas do cérebro, como aqueles ligados à memória”, disse.

Camila, que não participou da pesquisa, afirma ainda que os resultados dos estudos realizados no Reino Unido não a surpreenderam. “Você nota isso no dia a dia. Geralmente essas pessoas se queixam de falta de memória. Cinquenta e seis anos é uma idade precoce para isto aparecer, mas não é o tipo de caso que não se encontre por aí”, disse.

O estudo também mostrou que não houve diferença no que se refere à memória e funções cognitivas entre o grupo de abstêmios e o de pessoas de consumo baixo ou moderado de álcool. “É sabido que o consumo baixo ou moderado pode ser benéfico para o coração, e o que é bom para o coração é bom para o cérebro. Porém, se aumentar a dose, o quadro muda”, disse Severine.

A pesquisadora afirma que ainda é preciso fazer mais estudos com mulheres para saber como o alcool atinge a memória delas. No estudo, no caso das mulheres, o  alto consumo de álcool (mais de 19 gramas de álcool por dia para elas) foi associado não à perda de memória mas ao declínio da execução de funções. “É preciso fazer mais estudos com mulheres. Acredito que este resultado pode estar relacionado ao baixo número de mulheres que consumem muito álcool, o que reduz a chance de encontrar uma associação”, disse. 




Fonte: IG
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Pastor simula próprio sequestro para esconder da esposa traição

Ele confessou que inventou sequestro após receber 13 ligações da mulher.
Segundo a polícia, durante as buscas 2 caminhões foram furtados na cidade.

Um pastor de 43 anos simulou ter sido vítima de sequestro, em Joaçaba, no oeste catarinense, porque pretendia enganar a esposa, segundo Polícia Civil. Ele confessou ter inventado a história porque estaria com outra mulher e precisava encontrar uma desculpa para justificar o horário que chegaria em casa, de acordo com a polícia.

O caso começou na noite desta quinta-feira (5) e seguiu até a madrugada de sexta (6). A história mobilizou cerca de 13 profissionais, entre policiais militares e civis, investigadores e Corpo de Bombeiros, já que um amigo do pastor foi acionado por ele, que dizia-se sequestrado, e ligou para a polícia pedindo ajuda.

De acordo com a Polícia Civil, o homem, que se identificou como pastor de uma igreja evangélica, estava em uma rua próxima de sua casa, no bairro Jardim das Hortênsias. Ele registrou um Boletim de Ocorrência na Polícia Militar de Joaçaba relatando que fora sequestrado por três homens em um carro azul.

Ao chegar no local, por volta das 2h desta sexta, os policiais desconfiaram que o pastor estava ocultando informações, por apresentar descontrole durante o atendimento. A PM o encontrou dentro do veículo e, por afirmar que estaria machucado, foi levado pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital Universitário Santa Terezinha, onde foi atendido e logo liberado.

Em depoimento à polícia, o homem ficou por aproximadamente duas horas sustentando a história do sequestro. Ele contou aos policiais que os suspeitos desferiram um golpe em sua nuca deixando-o desorientado. Disse ainda que os três sequestradores teriam feito isso por represália contra seu trabalho voluntário de recuperação de dependentes químicos, e que havia saído de casa para fazer visitas.

O que aconteceu de fato

Segundo o investigador Edson Luiz Tonielo, durante a madrugada, o pastor desmentiu a versão inicial e confessou não ter sido sequestrado. O homem disse aos policiais que tudo havia sido uma armação, pois ele tinha recebido 13 ligações da esposa enquanto estava fora de casa.

Por ter registrado um boletim de ocorrência alegando sequestro, ele vai responder um Termo Circunstanciado (TC) por falsa comunicação de crime e responder à Justiça. “Durante o período que os policias estavam envolvidos no caso, dois caminhões foram furtados na cidade”, afirma Tonielo.



Fonte: G1
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domingo, 1 de junho de 2014

Como identificar falsos mestres

O apóstolo Paulo escreveu a Tito que pastores não devem apenas pregar fielmente, mas também “convencer os que o contradizem” (Tito 1.9). A ideia é muito simples. O ministério pastoral não é meramente de edificar, mas também de derrubar. Como Paulo disse em outro lugar, envolve derrubar toda especulação e altivez que se levante contra o conhecimento de Deus (2 Coríntios 10.5). Falhar em fazer isso é má-prática ministerial e algo perigoso para o povo de Deus.

Dada essa obrigação, se torna imperativo ser capaz de identificar falsos mestres quando eles aparecem. Às vezes o falso ensinamento surge de fora da igreja. Às vezes, de dentro. O Novo Testamento ensina que uma reposta mais rigorosa é devida quando ele surge de dentro. Assim, pastores fiéis precisam aprender a identificar e lidar com falsos mestres. Mas como fazemos isso?

A Bíblia sugere pelo menos seis características que normalmente identificam os falsos mestres. Nem todo falso mestre exibe todas essas características ao mesmo tempo, mas muitas vezes apresentam uma combinação de alguns desses traços.

1. Falsos mestres contradizem a sã doutrina

Mesmo no primeiro século, durante a vida dos apóstolos, havia um corpo doutrinário autoritativo que funcionava como regra de fé e prática. Judas chama isso de “fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Judas 3). Paulo chama de “sã doutrina segundo o evangelho da glória do Deus bendito” (1 Timóteo 1.10-11). Em outro lugar, é o “padrão das sãs palavras” e de “bom depósito” (2 Timóteo 1.13-14), as “palavras da fé” e “boa doutrina” (1 Timóteo 4.6). João chama de “a doutrina de Cristo” (2 João 9).

No primeiro século, a sã doutrina consistia no Antigo Testamento, além das palavras apostólicas que Cristo atribuiu aos apóstolos. A autoridade apostólica eventualmente era escrita, conforme os apóstolos começaram a morrer. Para nós, o padrão da sã doutrina – a fé que uma vez por todas foi entregue aos santos – é a escritura, o Antigo e o Novo Testamento. O falso ensinamento, portanto, é qualquer ensinamento que foge dessa norma. Um falso mestre é qualquer um de dentro da igreja que se oponha ao que a Bíblia ensina (1 Timóteo 6.3; 2 João 9).

2. Falsos mestres promovem imoralidade

Judas nos mostra que falsos mestres muitas vezes se esgueiram na igreja e “transformam em libertinagem a graça de nosso Deus” (Judas 4). Libertinagem significa falta de restrição moral, especialmente na questão da conduta sexual. É uma total supressão das normas morais da escritura. É uma vida que permite comportamentos que a Bíblia condena. Pedro diz que tais mestres negam o Senhor Jesus ao perseguirem “suas práticas libertinas” (2 Pedro 2.2). Uma pessoa que não é dominada pela palavra de Deus é muitas vezes dominada por suas próprias paixões. Não há poucos charlatões que se infiltram nas igrejas com seu carisma apenas para se mostrarem aproveitadores sexuais do rebanho.

Alguns deles tentarão justificar sua própria imoralidade sexual ou a imoralidade dos outros. Mas muitas vezes não irão enfrentar com força os assaltos às normas morais da escritura. Isso é muito óbvio. Pelo contrário, eles irão redefinir os termos da Bíblia para que não mais os acusem de suas ações perversas. Aqueles que redefinem o ensinamento bíblico a respeito de casamento e sexualidade caem nessa categoria.

3. Falsos mestres diminuem a importância do pecado e do juízo

Esse é o traço dos falsos mestres que compartilham em comum com os antigos falsos profetas. Jeremias os descreve dessa forma:

"porque desde o menor deles até ao maior, cada um se dá à ganância, e tanto o profeta como o sacerdote usam de falsidade. Curam superficialmente a ferida do meu povo, dizendo: Paz, paz; quando não há paz." (Jeremias 6.13-14)

Falsos mestres caracteristicamente diminuem o pecado. Ao invés de chamar “as falhas” de pecado, eles simplesmente dizem “não há nada para ver, prossigam”. Os falsos mestres dizem aos pecadores, a quem Deus irá julgar, que eles não são tão ruins assim e que não há necessidade de temer o julgamento de Deus. Eles separam o amor e a graça de Deus de sua santidade. Eles dizem ao povo, que deveria ter toda a razão para temer o julgamento de Deus, que eles realmente não tem nada a temer. Eles fogem do confronto que a verdade traz e dizem aos pecadores qualquer coisa que seus ouvidos queiram ouvir (2 Timóteo 4.3-4).

4. Falsos mestres são motivados por ganância e ganho egoísta

Pedro diz que, em sua “avareza”, falsos mestres se aproveitam do povo de Deus com “palavras fictícias” (2 Pedro 2.3). De fato, o coração deles é “exercitado na avareza” (2 Pedro 2.14). Paulo diz que os falsos mestres supõe “que a piedade é fonte de lucro” (1 Timóteo 6.5). Pregadores que amam dinheiro e ganho material muitas vezes dirão o que for necessário para aumentar seu piso salarial. São mercenários, não seguindo o chamado de Deus, mas aquele que pagar mais. Irão abraçar qualquer novidade. Irão coçar onde quer que os pecadores desejem. Transformam o ministério em fonte de lucro porque são motivados por ganância. Tome cuidado com pastores que parecem ter apetite por ganho material. Essa é uma grande marca de um falso mestre.

5. Falsos mestres causam divisão

Falsos mestres irão tentar convencer o rebanho que a sã doutrina causa divisão. Mas isso é uma mentira. Esse é, na verdade, o falso ensinamento que busca dividir e conquistar o povo de Deus. Judas nos alerta a respeito deles dessa forma:

No último tempo, haverá escarnecedores, andando segundo as suas ímpias paixões. São estes os que promovem divisões, sensuais, que não têm o Espírito. Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima, orando no Espírito Santo, guardai-vos no amor de Deus (Judas 18-21)

Quem causa dissensão no meio do povo? Não aqueles que ensinam a sã doutrina. O povo de Cristo se une ao redor da verdade e se dividem por conta do erro. Falsos mestres são aqueles que levam o povo para longe do padrão da verdade divina em direção ao erro.

6. Falsos mestres enganam o rebanho

Jesus nos diz para nos acautelarmos “dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas” (Mateus 7.15). O falso mestre nunca aparece a nós com uma placa pendurada no pescoço onde se lê “sou um falso mestre”. O falso mestre aparece disfarçado de cristianismo. Ele possui a forma da piedade mas nega seu poder (2 Timóteo 3.5). Se o falso mestre aparenta e soa como cristão, então como saberemos se ele é um falso mestre? Jesus nos diz como podemos saber: “pelos seus frutos os conhecereis” (Mateus 7.16). Em outras palavras, o que eles fazem muitas vezes diz mais sobre quem eles são do que o que dizem.




Tradução: Filipe Schulz em Reforma 21
Fonte: Denny Burk em seu site
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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Grupo de evangélicos assusta seguranças na chegada da seleção da Austrália

Em Vitória, evangélicos levaram faixa de boas-vindas à primeira delegação estrangeira a chegar para o Mundial

Em tempos de protestos no Brasil, uma cena inusitada marcou o desembarque da seleção australiana em Vitória, na noite desta quarta-feira. Entre os cerca de 200 torcedores que foram ao aeroporto Eurico Salles, estava um grupo de 20 evangélicos que carregava uma faixa, em inglês, saudando a primeira delegação estrangeira a chegar no país para a disputa da Copa do Mundo.

Os religiosos chegaram a provocar um princípio de alvoroço nas forças de segurança que estavam de prontidão, quando se aproximavam do aeroporto.

- Viemos fazer uma recepção de boas-vindas, dizer que os queremos no Brasil. E também queremos chamar atenção para o movimento que fazemos de evangelização - disse Felipe de Souza Ramos, de 19 anos, um dos integrantes do grupo.

Estreia no dia 13

Na Copa do Mundo, a Austrália está no grupo B, e a estreia será no dia 13 de junho, contra o Chile, na Arena Pantanal. Os outros jogos na primeira fase serão contra Holanda, no Beira-Rio, dia 18, e Espanha, na Arena da Baixada, dia 23.

Time de azarões

Antes do desembarque em Vitória, a delegação australiana fez uma escala em Curitiba, onde o meia Tommy Oar falou sobre as pretensões da seleção no Mundial:

- Somos os azarões. Será uma grande oportunidade para que a seleção australiana surpreenda, e isso é muito animador. Estar no país do futebol é uma motivação a mais, com certeza - afirmou.




Fonte: O Globo
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As estranhas escolhas de Deus

O modo de Deus fazer as coisas é sempre surpreendente e, por vezes, estranho para a lógica humana. Parece que Deus vê as coisas de ponta cabeça. Para ilustrar isso basta fazer uma rápida viagem pela história bíblica.

Ele escolhe um jovem casal pobre para assumir a paternidade terrena de seu filho Jesus. 

Escolhe uma cidade longínqua e insignificante no interior da Palestina como local para o nascimento desse Filho.

Escolhe um grupo de pastores pobres, gente da periferia, como os primeiros convidados a conhecer o menino recém-nascido e o significado de seu nascimento.

Esse Filho, por sua vez, adota um comportamento estranho para a época e cultura:
Toca em leprosos, perdoa adúlteros, dialoga com prostituas, convive com pessoas de reputação suspeita, adota o amor e o perdão como respostas às atitudes e ações agressivas. 

Identifica as crianças como padrão de pureza e põe em questão a sabedoria dos adultos. 

Exalta os fracos e ignorantes e expõe a insensatez dos sábios e entendidos deste mundo. 

Faz sua entrada em Jerusalém como filho de Deus, o Messias, montado num jumento. Com essa atitude zomba da pretensão dos homens sempre ávidos por receberem homenagens e demonstrarem prestígio.

Confia a tarefa de anunciar a mais importante notícia de todos os tempos a um grupo de homens iletrados, sem educação refinada, que não conheciam os clássicos da literatura, nem da filosofia grega e nem da ciência. 

Escolhe a “loucura” da pregação como instrumento de anúncio da graça salvadora de Deus. 

Morre como um marginal sob as mais abjetas humilhações e transforma a cruz, antigo símbolo de maldição, em instrumento de salvação. E, por fim, subvertendo a ordem natural do mundo até aquele momento, ressuscita de modo glorioso para a absoluta derrota do inferno, para surpresa de seus perseguidores, e para a suprema alegria de seus seguidores e de todos os que nEle crêem. 

A ordinária lógica humana jamais será suficiente para compreendê-lo e nunca encontrará categorias para definí-lo. Nada nos resta a não ser cairmos diante dEle em adoração à semelhança do Apóstolo Paulo... “Oh profundidade das riquezas tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus... quem conheceu a mente do nosso Senhor?”




Fonte: Adenilson Ribeiro de Oliveira em Ultimato
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Ex-ator pornô se torna pastor e lança livro

Em ‘Luz, câmera, ação e transformação’, Giuliano Ferreira - estrela de mais de 300 filmes - revela histórias como o envolvimento com uma atriz famosa.

Quem vê o paulistano Giuliano Ferreira, de 35 anos, vestido com um terno, de bíblia embaixo do braço, palestrando sobre Deus, não faz ideia que há dez anos sua identidade era outra. O rapaz era conhecido como Júlio Vidal, ator pornô com cerca de 300 produções no currículo. Seu último trabalho foi há dez anos, atuando ao lado de Rita Cadillac no filme “A primeira vez”. E foi daquele set que ele seguiu para uma consulta médica que iria mudar sua vida  para sempre.

Giuliano conta que estava com forte dor de dente. E mesmo após ter sido medicado por um dentista teve uma séria inflamação, que se espalhou para outros órgãos do corpo e contaminou os rins e os pulmões. O paulistano foi internado e ficou cinco dias em coma.

No hospital, ele diz que teve uma experiência sobrenatural. “Tive um encontro com Deus. Ouvi uma voz falar para mim: ‘Chegou o momento de você fazer a minha vontade’. Assim que me recuperei e deixei o hospital, abandonei a carreira de ator pornô”, lembra Giuliano, que a partir dali tornou-se evangélico.

Toda esta trajetória de vida é contada no livro escrito por ele, “Luz, câmera, ação e transformação”. Na obra, Giuliano revela - sem citar nomes - o seu envolvimento com uma atriz famosa e as propostas que recebeu para subir na vida. “Muitos apresentadores famosos me ofereceram subir na vida de forma fácil, mas nunca aceitei”, garante ele.

Giuliano nasceu em uma família pobre e foi pai aos 18 anos. Depois de ser demitido do emprego de auxiliar de redação de um jornal paulistano, ele resolveu aceitar o convite para ser gogo boy. Para atuar em filmes pornôs foi um pulo. “Precisava de dinheiro para sustentar meu filho, que era criado por mim e pela minha mãe. Passei três anos me dividindo entre a Europa e o Brasil, atuando em filmes pornôs”.

Dinheiro do filme sustentou o filho

Considerado estrela nesse segmento, Giuliano conta que seu salário girava em torno de R$ 12 mil e era direcionado para a mãe e para o sustento do filho, hoje com 18 anos: “Conseguimos comprar dois terrenos e construir duas casas”.

Quando acordou do coma e resolveu abandonar a indústria pornô, o ator viu sua situação financeira sofrer uma queda vertiginosa. Casado há 12 anos com a ex-secretária da escola de seu filho, Giuliano ganha a vida como representante de livros evangélicos e as suas palestras são gratuitas.

Focado na divulgação do livro, Giuliano  garante que não tem mais o que esconder. “Por causa do meu filho e do meu enteado, hoje com 17 anos, escondi minha história de ator pornô. Para que eles não sofressem bullying na escola. Mas agora é o momento de contar tudo. Com o livro, quero mostrar que a pessoa tem direito a ter a vida que quer e que também pode escolher um novo recomeço”.

Leia um trecho do livro:

"Passei um tempo dançando em uma boate em Moema, São Paulo. Era um grupo de Gogo Boys dançando ao som do DJ Mauro Borges. Um local também daqueles elitizados, onde havia muitos artistas frequentando. Em uma das noites de apresentação, acabei conhecendo uma jovem muito linda, ex-modelo. Na época, trabalhava em uma grande emissora de TV. Um verdadeiro furacão.

Vivemos momentos muito bons de paixão e loucura. Sempre que ia ao Rio de Janeiro, ficava um tempo com ela. Uma pessoa que tinha uma história de vida muito complicada, mas que, no fundo, cativava a gente com seu jeito meigo de ser."



Fonte: EGO
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Bispo Edir Macedo encoraja boicote de fiéis à Copa do Mundo

O bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus e dono da TV Record, organiza, via YouTube, um boicote de fiéis à Copa do Mundo, que começa no próximo dia 12. Em vídeo postado no site, ele convoca seus seguidores a realizarem um "jejum de informação" durante a competição da Fifa.

"Quero dizer que a partir do dia 10 de junho vamos começar um jejum. Não o jejum de Daniel, de 21 dias, mas o jejum que Jesus fez no deserto, de 40 dias e 40 noites. Só que ele ficou em jejum de comida. Nós vamos fazer um jejum espiritual, um jejum de informações. Um jejum de rádio, televisão, de tudo o que o mundo oferece. Um jejum de jogos, distrações, diversões", diz.

Segundo Macedo, a experiência de "jejum" deixará os fiéis mais próximos de Deus. No entanto, bispo também diz que o boicote não se aplica a filmes bíblicos e conteúdo televisivo de tom religioso, como programas da própria Record.

"Sem futebol, sem diversão, sem cinema, sem televisão. Apenas você vai ter o direito de assistir à série sobre Jesus, 'Milagres de Jesus'. Vamos assistir a 'Milagres de Jesus', filmes bíblicos, que transmitam um espírito", requisita.

Assista ao vídeo postado por Edir Macedo:




Fonte: ESPN do Brasil
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A vontade de Deus e não a minha

"Indo um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto em terra e orou: 'Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas sim como tu queres'." (Mateus 26:39)

Infelizmente, há pessoas que ensinam que não devemos orar: "Seja feita a tua vontade e não a minha", porque orando assim, supostamente se estaria anulando aquilo que se acabou de pedir.

Isto é um absurdo. Se Jesus orou assim, certamente, devemos seguir o seu exemplo.

Ele nos deu o mesmo padrão quando disse: "Venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu" (Mateus 6:10). Eu nunca preciso ter medo de dizer: "Senhor, seja feita a Tua vontade."

Há ainda, alguns que dizem que só devemos orar por uma coisa de cada vez. Caso contrário, estaríamos demonstrando falta de fé.

No entanto, Jesus ensinou aos Seus discípulos: "Por isso lhes digo: Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta" (Lucas 11:9). Desistimos muito facilmente,  às vezes.

Não saberemos a vontade de Deus em todas as situações. Há momentos em que, ao conhecer a vontade de Deus, não vamos gostar. Finalmente, há momentos em que vamos conhecer a vontade de Deus e não a entenderemos.

Eu gosto muito do que o saudoso D. L. Moody disse: "Espalhe seu pedido diante de Deus, e em seguida, diga: 'Tua vontade e não a minha deve ser satisfeita.'" Moody concluiu: "A lição mais doce que eu aprendi na escola de Deus é deixar que o Senhor escolha para mim."

- E você? Já descobriu essa verdade em sua vida?
Nunca devemos ter medo de confiar um futuro desconhecido a um Deus conhecido.


Fonte: Devocionais Diários
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terça-feira, 29 de abril de 2014

Criando filhos para morrer

"Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão." Salmos 127:3

Os valores do mundo tem uma tendência inequívoca de se distanciar dos parâmetros bíblicos, e isto é um fato até mesmo esperado pois trata-se de um conflito de reinos e de cosmovisões diferentes. Alarmante mesmo é quando a própria igreja, povo de Deus comprado por um alto preço, deixa enveredar-se por caminhos que são sábios aos seus próprios olhos, ignorando os princípios eternos e imutáveis da palavra de Deus. Lamentavelmente isto tem ocorrido com bastante frequência, e, como de costume, a família é um alvo sempre almejado pelo mundanismo, principalmente a criação dos filhos.

Tendo como ponto de partida a reflexão presente no Salmo 127:3, já é possível verificar a flagrante inconsistência dos cristãos que não desejam ter filhos. Quem em sã consciência rejeitaria uma herança preciosa dada por um pai amoroso? Assim são os filhos, e aqueles que pensam como o mundo, colocando seu corpo, sua carreira, e suas finanças como prioridades de suas vidas, evitando filhos por vê-los como empecilhos aos seus projetos pessoais, demostram grande ingratidão contra Deus. Esta passagem é clara nesse sentido.

No entanto, o objetivo do texto vai além disto, e alcança até mesmo aqueles que aceitam esta bendita herança, mas não compreendem que o herdado deverá levar para sempre o nome e a memória daquele que concedeu os bens. Os filhos são herança de Deus e como tal devem levar adiante o legado e a honra daquele que nos presentou com tamanha dádiva. Não foram nos dados para nosso bel prazer e satisfação de carências afetivas. Também não estão sob nossa guarda para que possamos oferecer-lhes benesses matérias sem fim, numa plena e completa overdose de proteção e alegria irresponsável e mimada. Nós devemos esmerar-se para que honrem o legado do Senhor, ainda que isso custe suas vidas, reputações e bem estar. Filhos santos são o galardão do ventre de uma mãe santa!

Devemos refletir com sinceridade: Qual seria a nossa maior alegria como pais?

Ter um filho que teve uma vida gloriosa e próspera aos olhos do mundo, ou ter um filho que se mostrou sempre fiel à Deus ainda que isto lhe custasse caro, talvez até mesmo a vida? Nosso desejo é cevá-los com diversos cuidados e benefícios, sempre na meta de que eles devem ter tudo que não tivermos, ou nosso alvo é instrui-los ao crescimento, afastando-os das conquistas fáceis e sem luta, e dos alvos superficiais de uma sociedade consumista e materialista? Queremos filhos que sejam servidos ou que sirvam ao Senhor e ao próximo?

Vejamos o relato do Anjo que anunciou o nascimento de Zacarias e miremo-nos nos seu exemplo: 

"Mas o anjo lhe disse: "Não tenha medo, Zacarias; sua oração foi ouvida. Isabel, sua mulher, lhe dará um filho, e você lhe dará o nome de João. Ele será motivo de prazer e de alegria para você, e muitos se alegrarão por causa do nascimento dele, pois será grande aos olhos do Senhor." Lucas 1:13-15

O prazer de Zacarias tinha nome: João Batista. E este seria um mártir da fé. Não lhe aguardava um futuro fácil, um emprego estável, um concurso federal. Ele não seria aprovado numa faculdade de renome, tão pouco se casaria com uma bela e vistosa jovem de sua vizinhança. Por mais que essas coisas sejam legítimas, este não era o caminho proposto por Deus para João.

Mas nem por isso percebemos pesar em seu pai. A profecia diz exatamente o contrário: ele seria sua alegria. Como homem piedoso e temente, Zacarias tinha como satisfação perceber que o seu filho seria fiel a Deus e cumpriria a vontade do Pai Eterno. As outras coisas são secundárias diante de um futuro tão glorioso. Ele sabia o que era de fato importante, não se deixou levar-se pelas coisas lícitas, mas que podem nos afastar do caminho que glorifica ao Senhor quando entronizados como ídolos do coração. A morte de João pelo evangelho, em que pese a tristeza do luto, produzia a certeza da grande dádiva recebida por aquele pai tão temente ao Senhor. Morrer por Cristo é um privilégio dado a poucos. Teríamos nós esse mesmo sentimento?

É preciso criar filhos que desejem viver menos para si mesmos, e que anelem cada vez mais morrer pelo evangelho. E esse é o grande desafio. Pois nosso coração pode facilmente idolatrar casamento, emprego e tantas outras coisas. Não podemos priorizar as dádivas e esquecer do Deus doador. Honrá-lo, como herança sua, deve ser a prioridade em nossas vidas e nas vidas dos nossos filhos. Esse é o testemunho de Cristo para nós e para nossa futura ou atual descendência:

"E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.
Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará. Porque, que aproveita ao homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo?" Lucas 9:23-25

Que este seja nosso desejo como pais, tanto aqueles que já são como os que serão. Aos que já tem filhos, sempre há tempo para corrigir posturas, e ensiná-los a amar a Deus mais do que o presente século e seu conforto temporal. Para os outros, nos quais me inclui, que ainda não receberam esta dádiva, que tenhamos desde já a sabedoria e o temor para prepará-los desde os primeiros passos à seguir o caminhos da cruz, pois assim um dia estaremos com eles e o nosso Cristo desfrutando de sua presença gloriosa na eternidade. Não há desejo mais belo do que esse na face da terra, por isso precisamos de pais com essa disposição santa, contrariando o mundo com os olhos no eterno.




Fonte: Rodrigo Ribeiro em UMP da Quarta
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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Pastor vira vítima de extorsão com sua foto nu divulgada escandalosamente por mulher nos EUA

Charles Jenkins, pastor da igreja Fellowship Missionary Baptist Church, em Chicago (EUA), se tornou vítima de um embaraçoso escândalo depois de uma mulher divulgar sua foto nu na internet, em um suposto plano de extorsão.

De acordo com informações da revista EEW Magazine News, a mulher não identificada seria uma ex-funcionária de Jenkins pedindo 20 mil dólares para manter segredo. No entanto, o canal ObnoxiousTV conta que ela era mais do que uma mera empregada, e que teria recebido apenas metade do acordado, gerando mais ameaças.

Após a divulgação do caso, a assessora de Jenkins, Lissa Druss Christman, foi procurada pela edição em inglês do The Christian Post, contudo não pôde oferecer resposta ou prestar esclarecimentos mais detalhados a respeito.

A questão tem levado a muitas pessoas a debaterem o assunto em redes sociais, onde muitos que se identificam com o pastor tem oferecido apoio, incentivando-o a permanecer forte, e outros também apontaram algumas críticas.

"Eu vou enviar orações para o pastor Charles Jenkins, que é um líder incrível e meu amigo. Deus é real e Ele irá prevalecer", clamou Keitra no Twitter, enquanto De Andrea MBA esbravejou de outra forma no microblog: "Eu nunca confiei em Charles Jenkins, ainda mais quando o Rev. Clay Evans o anunciou como seu sucessor. Eu era totalmente contra e agora vejo o porquê", resumiu.

A polêmica maior fica por conta do apelo popular de Jenkins nos EUA, já que ele é autor de canções de adoração de grande impacto no país. O pastor inclusive já foi reconhecido através do prêmio Grammy Awards, nas categorias de compositor e cantor gospel.

Na igreja Fellowship, o pastor tem se dedicado a cerca de treze anos. Além disso, trabalha para uma organização sem fins lucrativos que se concentra no desenvolvimento e renovação de bairros no centro de Chicago, liderando até um projeto que pretende angariar cerca de 26 milhões de dólares de investimento para 400 novos postos de trabalho na região.




Fonte: The Christian Post
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6 motivos para o crescimento do ateísmo entre jovens

É fato, o ateísmo está crescendo entre os jovens. Gostaria de investigar algumas razões para isso a fim de trazer subsídios para pensarmos em um caminho de retorno e talvez de precaução. Eis o que venho pensando:

1. Cristãos e igrejas com projetos de poder e dominação. A todo o momento eu me pergunto como os ditos cristãos não conseguem perceber os delírios megalômanos dos seus líderes, e quão distantes seus projetos estão do que Cristo propôs e exemplificou nos evangelhos. Então não é de se admirar que “o Corpo de Cristo”, tão diferente dele mesmo, cause repulsa nas pessoas. Como já ouvi alguém de fora dizer: Se esses que estão falando de Jesus serão os habitantes do céu, me desculpem mas prefiro ir para o inferno!

2. Pais ausentes. Já escrevi sobre isso, mas não canso de dizer. Uma geração sem pai está vários passos atrás na jornada espiritual de encontrar o Pai. Os novos ateus que encontro poderiam mudar a frase “não acredito em Deus” para “não acredito no meu pai” sem que seu discurso perdesse o sentido, justamente porque o pai é a (me desculpem o paradoxo da declaração) razão afetiva da descrença ressentida deles.

3. A propaganda de que a tecnologia resolve todos os problemas. Segundo a cartilha pós-moderna, tudo que eu preciso está ao alcance de um clique! Aquele jovem inexperiente com as reais exigências da vida e desconectado com seus mais profundos anseios compra essa mentira e pensa que está vivendo na ilha da fantasia da deusa tecnologia. A semelhança dos povos antigos que dependiam da presença do sol para a maioria das coisas importantes que faziam e terminaram adorando-o, da mesma maneira o jovem do século XXI rodeia-se de bugigangas tecnológicas para tudo que julga fundamental e instintivamente adora no altar tecnológico.

4. Cristãos mal preparados nas universidades. Como diria C. S. Lewis, a boa filosofia deve existir, se não for por outra razão, que seja para combater a má filosofia. Poucas igrejas preparam seus jovens para o embate de ideias que enfrentarão na universidade. Sem preparo, ele acaba intimidado, e no coração começa a duvidar do que lhe foi ensinado. É uma guerra espiritual, pois uma ideia uma vez que conquiste a mente, governará o indivíduo. Está mais do que na hora das lideranças prepararem seus membros para o debate de ideias da universidade.

5. Selva de pedra. O salmo 19 diz que a criação é um livro que discursa sobre a glória e o desígnio inteligente de Deus. Um estudante de veterinária ao estudar os animais e a biologia me disse que não era possível descrer da existência de Deus diante de tamanho detalhamento no funcionamento do mundo animal. Parece que a rotina da cidade grande e suas estruturas de concreto cria uma cortina de fumaça nos olhos espirituais do homem.

6. Desobediência aberta. “Se vocês obedecerem aos meus mandamentos, permanecerão no meu amor…” Uma verdade simples e objetiva é revelada no evangelho: é na obediência que conhecemos a Deus. Esse conhecimento é experiencial. E isso se dá quando eu aprendo e coloco a Palavra em prática na minha vida. A desobediência é uma forma de ignorar a Deus, e a prática de ignorar a Deus acaba dando a mente e ao coração a falsa convicção de que Deus de fato não existe.

Que essas questões nos forneçam pistas de um caminho alternativo para alcançarmos esses corações desalentados e talvez entendermos um pouco a nós mesmos.





Fonte: Fabiano Bohi Goulart na Revista Ultimato
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Palavra "Deus" é banida de filmes da Disney, afirma dupla que ganhou Oscar

Compositores da canção "Let It Go", parte da trilha de "Frozen", dizem que religião é proibida nas produções do estúdio

A palavra "Deus" está proibida de ser dita em qualquer produção da Disney. A revelação foi feita pela dupla de compositores do hit "Let It Go", música que faz parte da trilha da animação "Frozen - Uma Aventura Congelante" e que ganhou o Oscar de canção original neste ano.

O casal Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez disse em entrevista à rede norte-americana NPR (National Public Radio) que "um dos poucos temas que são encarados com reserva na Disney são relacionados a religião, como a palavra 'Deus'". E completam: "Você pode dizê-la dentro da empresa, mas não pode colocá-la nos filmes."

Imagem do filme 'Frozen - Uma Aventura Congelante'. 

"Frozen" foi produzida pela Disney e virou um sucesso mundial - tornou-se a animação com a maior arrecadação na história do cinema, com faturamento de US$ 1,072 bilhão.

Já a música "Let It Go", além de ter ganhado o Oscar, ajudou a trilha de "Frozen" a chegar ao topo da parada dos EUA.



Fonte: Último Segundo
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domingo, 27 de abril de 2014

Dica de Música: Meu Bom Senhor - Leila Francieli

Como não amar e expressar o meu amor?
Como não amar a esse Deus tão bom Senhor?
Como não amar e expressar o meu amor?
Como não amar a esse Deus tão bom Senhor?

Antes que eu fale, Ele já sabe aquilo que vou dizer
Se o mal me cerca querendo tragar-me
Nele sei que vencerei!

Tudo posso em Jesus
Seu amor me fortalece
Nada pode me afastar
Do amor de Deus

Tudo posso em Jesus
Seu amor me fortalece
Nada pode me afastar 
Do amor de Deus

Meu bom Senhor!

Casal cristão abre loja de maconha e afirma que obedeceu a ordem divina para “cuidar dos doentes”

Enquanto no Brasil há uma séria discussão na sociedade sobre a descriminalização da maconha – incluindo mobilização contrária de lideranças evangélicas –, nos Estados Unidos um casal cristão diz ter recebido ordens diretas de Deus para abrir uma loja da erva.

Em alguns estados norte-americanos, o uso da maconha para fins medicinais a partir de prescrição médica é legalizado, o que forma um grande mercado consumidor, pois a erva pode ser usada em tratamentos diversos, como insônia ou AIDS.

“Deus me disse para abrir uma loja de cannabis”, afirma Bryan Davies, que alega usar seu comércio como uma oportunidade de evangelismo. Ele e sua esposa decoraram a loja com exemplares da Bíblia nas mesas, além de reunir seus funcionários diariamente às 18h00 para uma oração.

“Tem a ver com o cuidar do doente e estar com ele”, explica Lanette Davies. “Jesus Cristo fez uma declaração que todas as pessoas devem cuidar uns dos outros, e esta é a nossa maneira de levar isso para a nossa comunidade”, acrescenta a esposa de Bryan.

Apesar de o casal alegar vender a maconha sob ordem divina, a loja enfrenta uma investigação da Receita Federal, pois teria havido sonegação de impostos numa fatura de US$ 875 mil, que o casal não declarou.

O casal defende-se dizendo que, como a maconha é usada para fins medicinais, ela deve ser deduzida do imposto de renda, e portanto, não precisavam recolher impostos neste caso.

“Nós pagamos os nossos impostos. Estamos completamente legal neste estado”, diz o casal, que aguarda a decisão judicial vendendo maconha e compartilhando o Evangelho.




Fonte: Gospel+
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sexta-feira, 25 de abril de 2014

A incredulidade no púlpito

Crer naquilo que a Bíblia diz é um dom salvador de Deus. Aptidão para falar em público, não. Crer em Jesus Cristo como o Filho de Deus encarnado é obra salvadora da graça. Capacidade para administrar uma igreja, não. Receber os relatos bíblicos em fé e viver por eles é resultado da operação salvadora do Espírito de Deus no coração. Capacidade para liderar um culto e dirigir uma liturgia, não. Fé nos relatos bíblicos de milagres é graça especial aos eleitos. Poder intelectual e acuidade mental, não. 

É por isto que existem pastores e professores de teologia que são incrédulos. Pois para ser pastor e professor de teologia não é preciso fé. Tive um professor de teologia no mestrado que me confessou ter sido um agnóstico durante toda sua vida. Creu aos 65 anos de idade, durante uma enfermidade. Sua vida mudou. 

Pastores e professores de teologia que não têm fé têm que ter outra coisa: a habilidade de separar mentalmente o que ensinam domingo na sua igreja daquilo que realmente acreditam, quando estão a sós com seus livros. Se não tiverem isto, até o que tem lhes será tirado. Pois se ensinarem na igreja o que realmente acreditam, dificilmente manterão seu emprego. Qual é a igreja que deseja ouvir um pastor que não crê nas Escrituras? As que quiseram, fecharam ou estão morrendo. As igrejas da Europa que o digam.

Por não ter fé, o pastor incrédulo tem que direcionar seu ministério e seu culto para áreas onde sua incredulidade passe mais despercebida. Tudo deve estar voltado para ocupar os sentidos de maneira que a fé não faça falta. A mensagem deve evitar temas difíceis. O foco é em pontos morais, sociais e políticos.

O problema com pastores incrédulos não é o que eles dizem, mas o que eles deixam de dizer, os temas que evitam, os assuntos que nunca mencionam, como a ressurreição de Cristo, a infalibilidade das Escrituras, a veracidade e confiabilidade da narrativa bíblica, o poder do Espírito para regenerar a natureza humana pecaminosa, a morte vicária de Cristo, a realidade da tentação e a necessidade de resisti-la. É assim que sobrevivem, evitando matérias de fé e pregando aquilo que um rabino, um mestre espírita ou líder muçulmano também pregaria, como a honestidade e o amor ao próximo, por exemplo.

Alguém pode perguntar “Por que alguém gostaria de ser pastor se não tem fé? Não tem uma maneira mais fácil dele ganhar dinheiro?”. Pois é, pior é que não tem.





Fonte: Rev. Augustus Nicodemus Lopes em O Tempora, O Mores
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Vencedor da Maratona de Boston, cristão louva a Deus e pede benção para a cidade

O atleta cristão Meb Keflezighi (EUA) foi o vencedor da Maratona de Boston de 2014. Um ano após o atentado com bombas que matou três pessoas e deixou 170 feridos, na prova de 2013, o atleta que é conhecido por ser profundamente religioso pediu que Deus abençoasse a cidade.

Keflezighi nasceu na Eritreia e, refugiado de seu país natal, naturalizou-se americano em 1998, o atleta foi o primeiro americano a vencer a prova nos últimos 30 anos. Ganhador também da medalha de prata na prova da maratona das Olimpíadas de 2004, em Atenas, e vencedor da Maratona de Nova York de 2009, ele fez questão de manifestar sua fé, louvando a Deus por sua conquista.

- Eu sou abençoado por ser um americano, e que Deus abençoe a América, e que também abençoe Boston para este dia especial – afirmou o corredor, segundo o canal ABC.

Com a participação de mais de 35 mil corredores, a prova tem cerca de 26 quilômetros, distância que Meb Keflezighi percorreu sob o tempo de 2 horas, 8 minutos e 37 segundos.

O atleta é conhecido pela mídia esportiva norte americana por sempre manifestar sua fé cristã. Quando venceu a prova de Nova York, em 2009, ele afirmou ao The Wall Street Journal (WSJ) que uma terapia intensiva de muito trabalho e “fortes orações” o ajudou a superar uma lesão que deixou bem perto do fim de sua carreira. Em sua página no Twitter, está destacada a passagem bíblica de Filipenses 4:13, que afirma: “Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece”.

Keflezighi conta que sua programação de treinamentos não permite que ele vá à igreja todos os domingos, mas o atleta afirma que sempre encontra um tempo em seu dia a dia para suas orações, “a cada dia antes de ir dormir e todos os dias antes de levantar”.



Fonte: Gospel+
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Palco de clube de strip-tease também abriga culto religioso

The Manor, localizado em Guelph (Canadá), é conhecido pelos shows de strip-tease que oferece aos seus clientes. Só que a partir de agora, o clube também será conhecido por outra atividade, no extremo oposto: começou na Páscoa a realizar cultos religiosos no seu interior. 

A cerimônia cristã, com direito a hinos de louvor, é feita em um palco ao lado de uma barra usada pelas dançarinas no pole dancing. 

Jack e Sharon Ninaber, os reponsáveis pelo culto, disseram à emissora CTV que ter tido apoio do dono do Manor para levar à religião àqueles que não se sentem confortáveis em procurá-la em outros lugares.




Fonte: Page not found
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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Diga-me o que vestes, e eu direi quem tu és...

Nunca liguei muito pra grifes. Recentemente, num shopping outlet aqui de Orlando (Prime), enquanto degustava um café gelado no Starbucks, esperando minha esposa e filhos que faziam compras, fiquei observando as pessoas desfilarem com suas roupas e calçados de grifes famosas. De fato, neste shopping é possível comprar boas roupas por ótimo preço.

Muito antigamente, não havia etiquetas. As roupas eram feitas sob medida por costureiras e alfaiates anônimos. Mais tarde, criou-se a etiqueta para identificar o fabricante, porém esta ficava escondida do lado avesso. Ainda mais tarde, algumas calças jeans começaram a exibir sua marca discretamente, costurada do lado externo do bolso. Agora, tenho a impressão que as pessoas usam a etiqueta, e não a roupa. As pessoas fazem questão de exibi-la, porque tornou-se sinônimo de status. O que elas não percebem é que estão fazendo propaganda dessas marcas, sem receber nada por isso. 

É claro que para que uma marca se destaque no mercado, tem que satisfazer seus clientes com produtos de qualidade. Aos poucos vai conquistando credibilidade junto ao mercado, e às vezes, chega a valer mais do que seus produtos. A marca “coca-cola”, por exemplo, é uma das mais valiosas do mundo, ultrapassando em valor os seus produtos. 

Não há nada de errado em querer usar um produto de grife famosa. O problema é quando isso passa a nos definir. 

Não sou o que uso, o que como, o que visto, nem mesmo os lugares que frequento. 

Então, o que nos definiria?

Muitos dos que seguiam a Jesus, seguiram antes a João Batista. E desde que este apresentou seu primo da Galiléia como “o Cordeiro de Deus”, o número de seus seguidores caiu drasticamente. Questionado acerca disso, João respondeu: “Convém que Ele cresça, e eu diminua”. Mesmo acusado de ter cometido suicídio ministerial, João estava convicto de que cumprira sua missão, e que agora deveria sair de cena para ceder lugar ao tão esperado Messias.

Certo dia, depois de responder a alguns enviados de João acerca de Sua identidade e missão, Jesus dirigiu-se à multidão, e perguntou: “Que fostes ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento?” (Mt.11:7). Diferente de Jesus que desenvolveu um ministério urbano, João escolheu o deserto como cenário de sua missão. Seu ministério contrariava todas estratégias apontadas pelo marketing para que se alcance êxito. A começar pela localização. Quem, em sã consciência, faria de uma região inóspita seu QG? Mas o fato é que João conseguiu arrastar uma multidão para o deserto. E isso, sem apelar à perfomances miraculosas ou a sermões populescos.

Aquele profeta excêntrico não era definido pelo ambiente.

Jesus prossegue com suas perguntas à multidão:

“Sim, que fostes ver? Um homem ricamente vestido? Os que trajam ricamente estão nos palácios dos reis” (v.8).

Somos informados em outras passagens que João se vestia como um homem das cavernas. Em vez de linho, pele de camelo. Bem diferente de Jesus, que trajava uma túnica que foi disputada pelos soldados romanos que o crucificaram. Porém, nenhum dos dois era definido por aquilo que vestia. Jesus se vestia para a cidade. João, para o deserto. Nenhum estava preocupado em impressionar quem quer que fosse. Embora as portas dos palácios sempre estivessem abertas para recebê-lo, mesmo que sua mensagem fosse, às vezes, ofensiva ao rei, o Batista se sentia mais à vontade no deserto.

Jesus prossegue:

“Mas, então que fostes ver? Um profeta? Sim, vos digo eu, e muito mais do que profeta. João é aquele de quem está escrito: Adiante da tua face envio o meu anjo, que preparará diante de ti o teu caminho” (vv.9-10).

Eis o que o definia: o propósito de sua existência. Sua missão era preparar o caminho para Cristo. Ao cumpri-la, João declarou: “Agora, minha alegria está completa”. Quanta satisfação há em cumprirmos nossa missão! É isso que nos torna pessoas realizadas. Engana-se quem imagina que a sensação de realização dependa da aquisição de bens materiais. Muito mais do que a sensação que temos quando adentramos um carro zero e inalamos aquele cheiro de estofado novo, muito mais do que quando fazemos aquela tão sonhada viagem, muito mais do que quando pára aquele caminhão em frente à nossa casa pra descarregar os móveis novos, é a sensação sublime de havermos cumprindo nossa missão.

Somos, portanto, definidos pela nossa vocação. Somos aquilo para o qual fomos enviados ao mundo. Nem mais, nem menos.

Um pouco mais adiante no texto, Jesus diz:

“Mas, com quem compararei esta geração? É semelhante a meninos que se assentam nas praças e gritam aos seus companheiros: Tocamo-vos flauta, e não dançastes; cantamo-vos lamentações, e não chorastes. Pois veio João, não comendo nem bebendo, e dizem: Tem demônio. Veio o Filho do homem, comendo e bebendo, e dizem: Eis aí um homem comilão e beberrão, amigo de cobradores de impostos e pecadores” (vv.16-19a).

Definitivamente, João e Jesus tinham estilos completamente diferentes. João se alimentava de mel e gafanhotos. A dieta de Jesus era basicamente pão, peixe e vinho. João parecia um eremita, preferindo a solicitude do deserto. Jesus vivia cercado de gente, e nem sempre gente da melhor estirpe. Porém, nenhum dos dois era definido pela companhia, pelos ambientes que frequentavam, ou mesmo pelo estilo. Se o adágio popular que diz “diga-me com quem andas, e direi quem tu és” estiver certo, teremos que presumir que Jesus não era lá estas coisas…

Jesus não se deixava definir nem pela maneira como as pessoas O recebiam. Suas opiniões não O afetavam. Chegaram mesmo a acusá-lO de estar possuído de demônios. Mas Jesus não dançava conforme a música que tocavam. Seu compromisso era com a agenda do Reino de Deus, e não com as expectativas humanas. Se dependesse de alguns de Seus discípulos, Jesus teria Se aproveitado da enorme popularidade que alcançara em Jerusalém para tomar o poder, organizar um exército e banir de lá os romanos. Porém, Sua mensagem era tão subversiva que não servia a qualquer interesse político, quer das castas sacerdotais, ou das classes populares.

Que digam o que quiserem sobre nós. Que nos julguem pela embalagem, pela maneira como nos vestimos ou pelo carro que dirigimos, ou mesmo pelos amigos que temos. Não importa! Nada disso poderá distrair-nos de nossa missão. Como João, creio que fomos enviados a preparar caminho para as próximas gerações, e sobretudo, preparar o caminho para Cristo.  



Fonte: Hermes C. Fernandes em seu blog
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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Estudo associa perda da fé à expansão da internet

A curitibana Wanda Karine Santana, de 33 anos, passou praticamente a vida inteira seguindo preceitos religiosos. Na infância, foi batizada na Igreja Católica e frequentou missas. Depois, participou de grupos jovens mórmons e integrou denominações evangélicas como a Igreja Pentecostal Deus é Amor, a Igreja Internacional da Graça de Deus e a Igreja do Evangelho Quadrangular. No ano passado, incentivada por um amigo, começou a participar de uma comunidade de ateus e agnósticos no Facebook. As discussões on-line levaram a estudante de Direito a repensar suas crenças e, de forma surpreendente, tornar-se ateia.

- Primeiro me tornei agnóstica, depois abracei o ateísmo. Nunca me senti tão livre. Sou capaz de assumir os meus atos, meu comportamento é determinado pelo que eu aprendi, não por imposição religiosa – conta Wanda, que compartilhou na rede social o seu depoimento. – A internet foi fundamental nesse processo. A rede estabeleceu um espaço para as pessoas discutirem livremente.

Para o pesquisador americano Allen Downey, ex-Google e professor da Olin College of Engineering de Massachusetts (EUA), casos como o da estudante se tornaram comuns. Em um polêmico estudo, ele vê ligação entre o avanço da web e a queda da adesão religiosa. Entre 1990 e 2010, o número de americanos sem religião aumentou de 8% para 18%, enquanto o uso de internet avançou de quase zero para 80%. O pesquisador ressalta que se trata de uma correlação estatística, sem relação causal. Entretanto, sustenta, fornece evidências em favor da causalidade.

Por outro lado, adeptos e estudiosos de religião criticam esse raciocínio. Eles veem a internet muito mais como uma aliada da catequese do que uma adversária. Citam, entre outros exemplos, o estreitamento entre líderes religiosos e fieis graças às redes sociais, aplicativos que facilitam a propagação de doutrinas e até mesmo o alcance midiático do Papa Francisco, que já reúne 13 milhões de seguidores em sites como o Twitter e o Facebook.

Divulgado no fim de março, o estudo da Olin College foi feito com base numa espécie de censo bienal conduzido pela Universidade de Chicago (EUA) e segmentou a amostra por idade, grau de escolaridade, renda, local de moradia, classe social e, claro, uso de internet.

Após o cruzamento de dados, três fatores surgiram como principais contribuidores para a redução da filiação religiosa: o aumento do número de pessoas que não recebem educação religiosa na família (de 3,3% para 7,7%), o crescimento da parcela da população com 16 anos ou mais de estudo (17,4% para 27,2%) e o avanço da internet (de 0% para 78%).

Educação religiosa tem forte queda

“Sem surpresas, o fator com maior efeito é o encolhimento da educação religiosa”, diz o estudo. “A educação superior diminui as chances de filiação religiosa, assim como o uso da internet”. Downey especula que a facilitação da comunicação e o aumento da circulação de ideias podem influenciar no processo de secularização.

- É fácil imaginar ao menos duas formas em que o uso da internet pode contribuir para a desfiliação religiosa. Para as pessoas que vivem em comunidades homogêneas, a internet oferece a oportunidade de encontrar informações e interagir com pessoas de outras religiões ou nenhuma. E, para os que têm dúvidas em relação à religião, a internet provê acesso a pessoas em circunstância similar em todo o mundo – explica.

A pesquisa foi destaque na “MIT Technology Review”, revista do prestigioso Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Contudo, para Yvonne Maggie, professora do departamento de Antropologia da UFRJ, o avanço da web e o aumento da população que se declara sem religião estão, ambas, ligadas ao mundo contemporâneo, não sendo possível aferir relação direta entre os fenômenos.

- Nós vivemos o desencantamento do mundo, onde os acontecimentos não são mais vistos pela ótica religiosa – afirma Yvonne. – O consumismo, as novas tecnologias, o aumento da escolaridade, a urbanização, o avanço do ateísmo… São fenômenos do mundo contemporâneo, mas fazer relação direta entre uma coisa e outra é complicado.

A antropóloga destaca que a secularização vem avançando no mundo inteiro nos últimos 40 anos, inclusive no Brasil. O último censo demográfico, realizado pelo IBGE em 2010, mostrou que 8% dos brasileiros se declaram sem religião, o que representa cerca de 15 milhões de pessoas, sendo que 615 mil se declararam ateus. Em 1991 o percentual era de 4,8%, em 2000, de 7,3%.

- A falta de religiosidade não quer dizer que as pessoas não tenham outras crenças. Para muitos, a ciência funciona quase como uma religião – propõe a antropóloga.

O padre Jesús Hortal Sánchez, pRofessor de Teologia na PUC-Rio, concorda que a falta de educação religiosa no âmbito familiar e o avanço do nível de escolaridade são variáveis que vêm contribuindo para a diminuição da filiação religiosa, mas discorda sobre a internet, considerada por ele apenas uma ferramenta. Na opinião de Sánchez, a rede mundial de computadores pode até mesmo facilitar a catequese.

- A internet amplia o acesso à informação, mas depende do que a pessoa busca na rede. No meu Facebook, quase todos os meus 400 contatos debatem questões religiosas – diz.

Magali Cunha, professora de Comunicação na Universidade Metodista de São Paulo e colunista do GLOBO, destaca o surgimento da “religiosidade cibernética”, formato para expressão da fé surgida com o avanço da internet e das novas tecnologias. Sites permitem acender “velas virtuais”, e, inspirados no tradicional confessionário, surgiram espaços para orientação espiritual on-line. No instituto Amaivos, por exemplo, qualquer pessoa pode entrar em contato com representantes de várias religiões para tirar dúvidas ou desabafar sobre seus problemas.

- As instituições religiosas pararam no tempo – diz o economista Tony Piccolo, fundador do instituto. – As pessoas estão buscando alternativas para trabalhar a fé, sem vínculo com as religiões.

Católico praticante, Piccolo afirma que a internet horizontalizou as relações humanas, minando a hierarquia tão presente nas religiões. Ele conta ter enfrentado dificuldades para convencer os religiosos sobre a importância da tecnologia quando o site foi criado, em 2000.

Esse não é o caso do padre espanhol José María Ramírez, da Congregação Legionários de Cristo, que no mundo tech pode ser considerado um aficionado de primeira hora. Há 14 anos ele adotou um palmtop para carregar versões digitais da Bíblia e, hoje, usa um iPad e um iPhone 4 para facilitar seu trabalho de evangelização e comunicação com os fieis.

- Faço parte de uns 20 grupos no WhatsApp – diz o padre de 59 anos, com orgulho. – A fé caminha junto com a cultura, porque faz parte dela.

A missa toda no smartphone

Os fiéis se beneficiam da tecnologia. A advogada paulistana Heloísa Cardillo Weiszflog, de 31 anos, instalou há cerca de três meses o aplicativo “Católico Orante” em seu smartphone. Desde então, trocou o tradicional folheto de papel pelo celular para acompanhar as missas.

- Se a pessoa é realmente religiosa, é uma forma de aprofundar ainda mais a fé – diz.

O criador do aplicativo, Rafael Ribeiro, afirma que ele já foi baixado quase 500 mil vezes na Google Play:

- Se a tecnologia existe, por que não usá-la em prol da religião?

E por que não usá-la para propagar ideias racionais e antirreligiosas? Essa é a proposição de Daniel Sottomaior, presidente da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos, que concorda com a inexistência de nexo de causalidade entre o avanço do acesso à internet e o arrefecimento da fé, mas vê no acesso à informação, de um modo geral, a porta de saída das religiões:

- Todo mundo nasce ateu. Somente depois as pessoas se convertem, por experiência emocional ou doutrinação infantil, e algumas abandonam a religião quando começam a questionar os dogmas. A informação é libertadora.





Fonte: O Globo
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