
De acordo com os agentes, o pastor teria tentado entrar na casa de custódia sem documento que comprovasse sua identidade, dizendo que queria visitar seu sobrinho chamado Bruno Candal, apesar não existir nenhum preso no local com esse nome. Assim que entregou o dinheiro aos funcionários, ele foi preso.
De acordo com informações do TJ-RJ, o Ministério Público opinou contra a concessão da liberdade provisória. O juiz Milton Delgado Soares afirmou na decisão que o pedido foi negado para garantir o andamento das investigações sem a interferência do acusado, e porque a "conduta do indiciado foi grave e os motivos ainda estão sendo apurados".
Fonte: Terra
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