
Após receber a notificação, o Banco Central criou uma comissão interna para analisar o caso e só respondeu ao procurador na semana passada. O banco afirmou em poucas linhas que até a Constituição foi promulgada "sob a proteção de Deus". O BC afirma que "a República Federativa do Brasil não é anti-religiosa ou anti-clerical, sendo-lhe vedada apenas a associação a uma específica doutrina religiosa ou a um certo e determinado credo".
Segundo o Banco Central, a representação do procurador também sofre de vício de origem, já que o Conselho Monetário Nacional é responsável pelas características gerais da moeda nacional. O Ministério Público analisa que medidas tomar em relação ao assunto.
Fonte: O Dia
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