
“Sou um molequinho. Fiquei mais vaidosa pela necessidade da profissão, mas estou sempre toda roxa, ralada. Tenho muito mais amigos homens. Menina é sempre muito fresca, muito sensível”, diz a jovem.
Sobre posar nua Stéphannie conta que encara esse trabalho com naturalidade. “Acho que é preciso separar a nudez de algo sexual. Não faria nada vulgar”, explica.
Apesar de ser algo condenável pela igreja evangélica, ela diz que consegue separar o que é trabalho da vida pessoal e que não sede às reclamações do pastor. “Às vezes, o pastor reclama, mas é trabalho, sei separar”, garante.
Fonte: EGO
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