
Os pesquisadores perguntaram aos pastores titulares de que forma eles pretendiam melhorar as suas igrejas no próximo ano. Os entrevistados receberam uma lista com 12 atividades possíveis e deveriam classificar que nível de prioridade dão a cada uma delas.
Entre as opções, avaliar a visão e missão da igreja ficou em primeiro lugar, com 58% dos entrevistados descrevendo-a como sua prioridade já definida. Avaliar a reputação de sua igreja na comunidade (38%) e avaliar as necessidades demográficas e espirituais de sua comunidade (31%) veio em seguida.
Na ponta de baixo da tabela ficaram trabalhar com um ministério “de fora” para ajudar a aumentar a arrecadação e usar uma empresa de RH para ajudar a contratar as pessoas certas só tiveram 6% e 2%, respectivamente.
Isso mostra que as igrejas estão mais dispostas a se concentrar em seus próprios recursos e habilidades que em buscar ajuda externa.
“Assim como outros líderes organizacionais, os pastores estão tentando dimensionar corretamente que esforços devem empregar para lidar com as novas realidades econômicas, tecnológicas e sociais. A maioria dos pastores está aberto a mudar seus ministérios, mas muitos ainda estão lutando com as questões fundamentais de missão e visão”, explicou David Kinnaman, diretor do Grupo Barna.
“Em outras palavras, eles querem ter uma direção clara para seguir, não se limitam a buscar mais escritórios, equipamentos, uso de tecnologia ou ferramentas de ministério.”
Quanto a preocupação dos pastores quanto a sua reputação na comunidade, Kinnaman explica: “Em uma época de ceticismo em relação a igreja, os líderes parecem reconhecer que as igrejas mais eficazes são as que estão cientes das necessidades de suas comunidades e fazem algo para supri-las”.
Ficou claro que a idade do pastor também modifica as prioridades das igrejas. Pastores com menos de 45 anos estavam mais interessados em tecnologia e mídias digitais, enquanto os da faixa etária entre 45 e 63 preocupam-se mais com o fluxo de ofertas. Pastores com mais de 64 diziam-se mais interessados em avaliar a transformação espiritual da igreja.
Outro aspecto do estudo centrou-se nas atitudes das igrejas, dependendo do seu tamanho. Entre as igrejas com menos de 100 membros, a maioria das prioridades são iguais a das grandes igrejas.
A diferença é que os pastores de igrejas pequenas são menos inclinados a se importar com os dados demográficos da comunidade, questões de segurança com menor preocupação em investir em tecnologia.
O Grupo Barna divulgou que a margem de erro da amostragem é de ± 4,1 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. Foram levados em conta aspectos demográficos e denominacionais.
Tradução e adaptação: Gospel Prime
Fonte: The Christian Post e Bama
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