quarta-feira, 23 de abril de 2014

Sequestrador liberta menino que não parava de cantar música gospel

Um menino de apenas dez anos de idade foi libertado de um sequestro de uma maneira inusitada. Após cantar por três horas a música gospel “Every Praise” [Todo Louvor].

Willie Myrick estava no quintal de sua casa na região de Atlanta, nos Estados Unidos, quando foi agarrado e colocado dentro de um carro. Assustado, começou a cantar e mesmo quando o sequestrador o xingava e mandava ele parar. Ele não obedeceu.

Após cerca de três horas cantando, o sequestrador o soltou perto de casa, exigindo que o menino não contasse nada para ninguém. Willie correu até a casa de um conhecido e pediu para que ligassem para seus pais.

O ocorrido já tem quase um mês, mas esta semana tomou força na mídia após o autor da canção de louvor, Hezekiah Walker, ter viajado até Atlanta para se encontrar com Willie. “Eu só queria abraçá-lo e dizer-lhe que eu o amo”, afirmou Walker. O cantou acredita que Deus usou sua música para salvar a vida do menino.

O refrão de “Every Praise” diz: “Deus meu curador. Deus meu libertador. Sim, Ele é, sim, Ele é (x2). Todo louvor e cada louvor (x2). É para o nosso Deus”.

O pequeno Willie Myrick recontou a história na Igreja Batista Mount Carmel, onde sua família é membro. Além de compartilhar seu testemunho em diferentes templos, eles fazem um alerta para que os pais vigiem os filhos em todo o tempo. Explicam ainda não saber por que isso aconteceu com eles, pois não são ricos.

A polícia afirma não ter pistas sobre o suspeito, mas divulgou um retrato falado usando as informações dadas pelo menino.




Fonte: Gospel Prime
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Goleiro Fábio vai a prisão para "falar de Deus" com ex-goleiro Bruno

Fábio esteve no presídio Nelson Hungria, em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, para conversar com goleiro Bruno

Condenado a 22 anos e três meses de prisão pelo sequestro, cárcere, assassinato e ocultação de cadáver da modelo Eliza Samudio, o goleiro Bruno recebeu uma visita ilustre nos últimos dias. O arqueiro do Cruzeiro, Fábio, foi até o presídio Nelson Hungria, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, com o pastor Jorge Linhares para “falar de Deus” com o detento.

“Foi uma visita para falar de Deus. Uma moça que trabalha na penitenciária frequenta a mesma igreja que eu há muito tempo e eu gostaria de ter feito essa visita já. Fizemos orações e não falamos sobre futebol”, comentou o celeste em entrevista a rádio Itatiaia.

Condenado em 2013, mas preso desde 2010 quando o caso foi revelado e Bruno saiu do caderno esportivo para as folhas policiais, o ex-flamenguista agora vive a expectativa de se transferir para a cidade de Montes Claros, onde poderá voltar a treinar. O atleta firmou contrato com um clube da região e, se tiver a autorização, conseguirá trabalhar no time do norte de Minas Gerais.

Fábio, porém, ressaltou que a conversa foi apenas para falar sobre Deus para Bruno e se mostrou contente com o novo caminho adotado pelo presidiário. “Ele está tranquilo, está bem e procura a Deus”, completou. Há semanas, em entrevista a revista Placar, Bruno admitiu que tentou suicídio no presídio e pediu para voltar a jogar.

O caso Bruno

Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves.

No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães. 

No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão. 

Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado. 

No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, foi condenado a 22 anos em abril de 2013.




Fonte: Terra
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Distribuição de Bíblias cresce onde há perseguição a cristãos

A perseguição a cristãos não diminui a distribuição de Bíblias. É o que mostram algumas estatísticas da Sociedade Bíblica Internacional (USB - United Bible Societies), instituição presente em mais de 200 países. Segundo a USB, o crescimento na distribuição de Bíblias foi, no geral, 6% maior nos países que sofrem perseguição se comparados aos países com liberdade religiosa. 

Na Síria, por exemplo, foram distribuídas 19 mil Bíblias em 2012 e 163.105 em 2013: um crescimento de 758% em um ano. No Iraque o crescimento foi de 132% comparado a 2012, com 66 mil Bíblias distribuídas. Laos foi outro país com um crescimento substancial de 159%, com 21 mil Bíblias distribuídas. Outros países constam na lista de grande crescimento como: Egito, Nigéria, Irã; Arábia Saudita, etc.

Segundo o ranking 2014 de países mais opressores ao Cristianismo da Missão Portas Abertas, saiba a posição dos países citados: Síria (3º), Iraque (4º), Laos (21º), Egito (22º), Nigéria (14º), Irã (9º), Arábia Saudita (6º).

“A perseguição não tem intimidado nossos irmãos em buscar refúgio na Palavra de Deus. Glórias sejam dadas ao Autor dessa Palavra transformadora”, diz o missionário O.F., que trabalha no Oriente Médio.



Fonte: Revista Ultimato
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O medo e seus fantasmas

"E os discípulos, ao verem-no andando sobre as águas, ficaram aterrados e exclamaram: É um fantasma! E, tomados de medo, gritaram." Mateus 14:26

Eu, particularmente, acho muito interessante a postura dos discípulos nesta passagem das escrituras, devido a toda situação aterrorizante em que estavam e que o levaram a pensar que Jesus fosse um fantasma.

Sabemos que o fantasma desta história era Jesus que vinha ao encontro de seus discípulos, mas naquele momento as coisas estavam tão confusas por causa do medo que a primeira coisa que pensaram foi em fantasma "de verdade".

Lembro-me da primeira vez que assisti um filme de terror. Eu tinha uns 9 anos e era terrivelmente medroso. Nossa televisão era muito antiga, de válvula e ela fazia uns barulhos estranhos depois de desligada. Depois do filme a televisão começou a estalar como normalmente fazia, mas para mim ela não apenas estalava, mas estourava em barulhos terríveis. Com certeza aquela foi uma das noites mais longas da minha vida.

O medo gera em nós pensamentos e sentimentos confusos, quase que infantis, coloca-nos em situações constrangedoras que somente quando o medo passa é que vamos ver o quão ridículos que fomos.

Tenho medo de altura e somente a minha esposa sabe os vexames que já fiz ela passar por causa disto, graças a Deus ela é uma pessoa muito discreta.

Quando penso em Pedro e no vexame que passou, primeiro por achar que Jesus era um fantasma e depois por causa do medo de se afogar, vem a minha memória a quantidade de vezes que eu também agi assim, de forma infantil diante de Jesus.

O medo nos paralisa a tal ponto que um homem da pesca como Pedro, que sabia nadar, esquece-se disto na hora em que mais precisa.

Sentimentos de incerteza muitas vezes povoam nossos corações e nos fazem ver fantasmas no meio do caminho.

Alguém já disse que Pedro teria afundado porque não permaneceu olhando para Jesus, porque ele voltou seus olhos para as ondas e a força do vento; mas eu penso que na hora das incertezas e do medo, podemos até focar nossos olhos no Mestre, mas há tanto medo e desespero em nossa alma, que vemos fantasmas onde não existem e por isto afundamos.

Pedro estava tão amedrontado que não conseguia suportar a angústia de esperar até Jesus chegar no barco para ter certeza da situação. Ele quis ir ao encontro do Mestre por causa de sua ansiedade, melhor era ir ter com o Mestre pois assim saberia de pronto se era realmente Jesus ou não, e acabaria assim com aquele filme de terror. (Mateus 14:28)

É interessante como muitas pessoas que procuram aconselhamento chegam exatamente neste estado, vendo fantasmas onde não existem. Elas trazem figuras gigantescas em seus corações e muralhas intransponíveis pois o medo e as incertezas estão dominando seus sentimentos.

Para estas pessoas as alturas das ondas e a fúria do mar parecem ser aterrorizantes e por isto acham que o casamento desmoronou mesmo, a família está destruída totalmente, a sua vida espiritual não tem mais restauração, seu ministério naquela igreja não tem mais solução.

Fantasmas!

Quase que na maioria destes casos, no dia seguinte os fantasmas já desapareceram e as coisas parecem bem menores e mais fáceis de se resolver, reafirmando a palavra do Salmo 30:5b, "Ao anoitecer, pode vir o choro, mas a alegria vem pela manhã".

Sei muito bem que não acredito em fantasma, minha fé me ensinou isto, mas porque meu coração não aprende que; "fantasmas não existem".

Quantos fantasmas povoam nossos corações e nos tiram a visão clara de nossa fé em Jesus? Sabemos que Nele toda tempestade está sob controle, mas temos medo. Sabemos que as ondas não nos submergirão, mas temos receios.

Sinceramente, não quero aprender a andar sobre as águas, o que mais quero é aprender a esperar confiante e aquietado pelo Mestre em meu pequeno barquinho.






Fonte: Armando Altino da Silva Júnior no Instituto Jetro
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Record quer Wagner Moura como Edir Macedo em superprodução

Após inaugurar o Templo de Salomão, em junho deste ano, a Record e a Igreja Universal do Reino de Deus vão juntar esforços para levar a vida do bispo Edir Macedo para os cinemas. A Record Entretenimento, braço de licenciamento da emissora, já trabalha no projeto de um filme contando a história de Macedo, ex-bancário que fundou a igreja e se tornou dono da rede de TV e de uma fortuna estimada em US$ 1,1 bilhão.

Previsto para chegar aos cinemas em 2016, o filme será baseado principalmente nas três recentes biografias de Edir Macedo: O Bispo e Nada a Perder 1 e 2, todas escritas por Douglas Tavolaro, vice-presidente de jornalismo da Record.

O filme será uma megaprodução. Para interpretar Edir Macedo, a Record quer o ator Wagner Moura. Para dirigir o filme, já convidou José Padilha, mas o diretor de Tropa de Elite e do novo Robocop recusou, alegando falta de tempo devido a outros compromissos já assumidos.

A Record espera fazer pelo menos 5,1 milhões com o filme do bispo Macedo, o que colocaria o longa-metragem entre os dez mais vistos de toda a história do cinema nacional.




Fonte: Notícias na TV
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Pastor Marco Feliciano na Playboy! Só pode ser brincadeira

Estava eu a navegar pelo Facebook (esse local onde tudo pode acontecer) e me deparo com a seguinte manchete: “Marco Feliciano confessa ter usado drogas e diz que quem faz sexo anal não volta mais”. Essa esdrúxula notícia estava na página oficial da Folha de S. Paulo. Logicamente que acessei a página para ler na íntegra e entender o que estava se passando. Pois bem, a manchete faz referência a uma entrevista dada pelo Deputado Federal e “pastor” Marco Feliciano para a revista Playboy do mês de abril, que chega hoje às bancas (08/04).

É meus irmãos, vocês entenderam bem. A revista é a Playboy mesmo, aquela que tem fotos de mulheres nuas. Acreditem, não é pegadinha. São duas opções de capa e em ambas tem a chamada para tal entrevista com 3 tópicos elencados:

• “Sonho em ser presidente”.
• “Cherei cocaína, tentei maconha, não conseguir tragar”.
• “Marina, com aquele jeitinho de crente é um engodo”.

A declaração sobre o sexo anal, segundo a Folha de S. Paulo se deu nos seguintes termos:

“Com certeza tem homens que tem tara por ânus, sim. Eu não entendo muito dessa área porque nunca fiz, graças a Deus. E espero nunca fazer, porque parece que quem faz não volta mais (riu). Deve ser uma coisa tão estranha…”

Hã? “Espero nunca fazer”? Estranho mesmo foi esse comentário. Sinceramente meus amados: que tempos são esses os nossos? Pastor sendo entrevistado em revista de mulher pelada já é demais. O pior é que ainda tem quem defenda. Logo que postei nas redes sociais criticando o Feliciano seguido de #AcordaIgreja, um amigo postou um texto com a mesma hashtag só que criticando quem critica esses hereges. Caros leitores, vocês tem todo o direito de não se pronunciarem, mas daí a condenar quem tem coragem e peito para denunciar os falsos profetas tupiniquins não é uma postura sensata.

Incrível será ver como os cegos e ludibriados por homens como o Feliciano vão se portar para tentar defende-lo. Será que vão comprar a Playboy só para ler a entrevista do deputado evangélico? Será que vou ouvir alguém falar que foi mais uma porta que Deus abriu para que o Evangelho fosse pregado? Será que vão dizer: “Ah, o ímpio vai comprar uma revista para ver mulheres nuas e irá se deparar com uma palavra abençoada e mudará de vida”? Nenhum apóstolo na Bíblia foi pregar em “bacanais”, ignorância tem limite. Procurem entender de uma vez por todas: Esses homens não pregam o Evangelho! O que eles fazem é distorcer o ensino das Sagradas Escrituras. Entendam que defender o falso pastor é não ser contado como ovelha do rebanho de Cristo, pois o mesmo diz:

“Eu asseguro a vocês que aquele que não entra no aprisco das ovelhas pela porta, mas sobe por outro lugar, é ladrão e assaltante. Aquele que entra pela porta é o pastor das ovelhas. O porteiro abre-lhe a porta, e as ovelhas ouvem a sua voz. Ele chama as suas ovelhas pelo nome e as leva para fora.Depois de conduzir para fora todas as suas ovelhas, vai adiante delas, e estas o seguem, porque conhecem a sua voz. Mas nunca seguirão um estranho; na verdade, fugirão dele, porque não reconhecem a voz de estranhos. Jesus usou essa comparação, mas eles não compreenderam o que lhes estava falando”.João 11: 1-6 (grifo meu).

Quem pertence ao Senhor não escuta, e muito menos defende, o falso pastor. Perguntem a vós mesmos: “De quem é a voz que escutamos”? Por favor, tenham mais discernimento e filtrem as pregações. Reconheçam um homem de Deus pelo apreço e fidelidade que ele tem pelas Escrituras. Marco Feliciano não se importa com as ovelhas, ele quer apenas poder. E o sonho de um cara desses virar presidente pode acabar sendo uma realidade de um país cada vez mais evangélico, mas que não tem critério algum para diferenciar o que é alimento e o que é veneno. Certa vez ouvi um Pastor sincero falar que doutrina é igual a comida, se boa alimenta, se ruim pode até matar.

Não é a primeira vez que critico o Feliciano. A última dele foi ter dito esta pérola: “Jesus falou comigo: Meu filho, quando a igreja não se levanta e não pode, eu levanto até demônios para ser guarda costa de pastor”. Segundo o mesmo, um babalorixá do Rio de Janeiro chegou em seu gabinete e disse que o deputado o representava e que toda a sexta-feira, 600 terreiros tocariam para abençoar o Marco Feliciano. Dúvida? Então veja o vídeo se tiver estômago:


Engraçado é que a primeira frase que aparece no vídeo, proferida pelo Deputado Feliciano é: “Nunca houve tanta oração nesse país. Nunca houve tantos crentes anônimos mandando mensagens dizendo: Jesus, protege o Pr. Marcos porque ele me representa.” Ué, a Igreja nunca orou tanto para que Jesus o protegesse e a mesma não se levantou ao ponto de demônios fazerem a segurança do Deputado? Faz tempo que eu repudio homens como Feliciano, que são falsos mestres, oportunistas e gananciosos. Todavia tem quem o defenda. Com certeza alguém vai ler esse meu texto e vai dizer que eu estou julgando. Não é julgamento e sim constatação. As Escrituras dizem que qualquer outro evangelho deve ser por nós amaldiçoado (Gl 1:9). Como simpatizar com um homem que descontextualiza a Palavra para tirar vantagem? Pra mim não dá pra aturar mesmo…

Marcos 9:40: Cristo fala que “quem não é contra nós, é por nós.” Só que o contexto é muito diferente. Ali, João diz que repreendeu um homem que expulsava demônios porque este não era seguidor do Mestre. Veja bem: expulsava demônios e não era beneficiado pelo mesmo. Como se isso não bastasse, agora essa da Playboy. Que Deus tenha misericórdia de nós e nos conceda graça. Que a Igreja de Cristo se mantenha fiel às Escrituras e ouça o Bom Pastor.

Soli Deo Gloria.




Fonte: Thiago Oliveira, do Arte de Chocar no Púlpito Cristão
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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Atravessando tempestades

"Assim, tenham ânimo, senhores! Creio em Deus que acontecerá do modo como me foi dito." (Atos 27:25)

Às vezes podemos pensar que, se estamos sob a vontade de Deus, navegaremos sempre por águas tranquilas. Mas muitas vezes é exatamente o oposto. Portas batem na nossa cara, obstáculos aparecem em nossos caminhos e tempestades surgem para nos colocar fora de rumo.

É por isso que precisamos nos lembrar que há um inimigo que quer que paremos de fazer as coisas que Deus quer que façamos.

Mesmo quando o apóstolo Paulo percorria o seu caminho fazendo a vontade de Deus, ele passou por momentos difíceis. Uma incrível tempestade atingiu o barco em que ele e outras pessoas estavam, fazendo-as temer por suas vidas. Mas não havia obstáculo grande o bastante para deter Paulo. Ele sempre conseguia se sobrepor às circunstâncias.

À medida em que atrevessava a tempestade, Paulo sabia que Deus havia lhe mostrado o que fazer, e que Ele não deixaria que nada o desviasse desse objetivo.

Quando um momento difícil chega, quando uma crise aparece, quando uma tragédia acontece, frequentemente queremos sair delas. Pedimos a Deus por um alívio e solução aos nossos problemas.

Mas muitas vezes Deus quer que aprendamos enquanto estamos vivendo esses problemas. Romanos 8:35-37 diz: "Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como está escrito: 'Por amor de ti enfrentamos a morte todos os dias; somos considerados como ovelhas destinadas ao matadouro'. Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou." Observe a frase "Em todas estas coisas". Não está dizendo que não passaremos por essas coisas. Está dizendo que nessas coisas somos mais que vencedores.

Se você quer obedecer a Deus, então espere por oposição. Espere por obstáculos e por dificuldades.
Mas espere  também  pelo auxílio de Deus para passar por tudo isso.





Fonte: Devocionais Diários
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Projeto que propõe distribuição de kit bíblico em escolas gera polêmica

Autor da proposta, deputado Kennedy Nunes (PSD) não vê problema em falar de religiosidade em salas de aula

Com um longo caminho a percorrer até ser votado no plenário da Assembleia Legislativa, o projeto de lei do deputado estadual Kennedy Nunes (PSD) que prevê a distribuição de um kit bíblico aos alunos da rede estadual já causa polêmica. Na sexta-feira, a proposta gerou debate nas redes sociais. Houve quem apoiasse e criticasse a ideia.

De acordo com a proposta, a intenção é enviar aos estudantes com idades entre seis e 12 anos kits contendo uma Bíblia que, garante o parlamentar, será escolhida de acordo com a religião do aluno.

— Vamos contemplar todas as religiões, sem exceção. E as Bíblias poderão ser escolhidas, por exemplo, em versões católicas ou evangélicas — alega Kennedy.

O parlamentar não explica, no entanto, se os livros sagrados de religiões não cristãs, como o islamismo e o judaísmo, seriam distribuídos da mesma maneira.

Kennedy argumenta que a ideia é criar várias opções de kits. Ainda não está definido, no entanto, qual seria o impacto financeiro da medida aos cofres do Estado. A sugestão do deputado é criar parcerias público-privadas com entidades e organizações religiosas para patrocinar a compra e a distribuição dos materiais.

“Qual o problema?”, pergunta o deputado

Na sexta-feira, após ser criticado por internautas sobre a criação do kit, Kennedy usou o Twitter para defender sua proposta. Segundo ele, a falta de religião “faz do ser humano um androide”.

— Qual o problema em falar de religiosidade nas escolas? Querem falar de sexualidade e até de gêneros e por que a religião não? — escreveu.

Para Cássia Ferri, pró-reitora de ensino da Univali e especialista em educação, este tipo de projeto causa desconforto se não forem abordadas todas as religiões existentes.

— As escolas públicas precisam aceitar toda a diversidade religiosa. A leitura dos textos bíblicos é válida, mas não pode ser a única opção aos alunos — explica Cássia.

Além dos kits, a proposta de Kennedy prevê a realização de aulas extracurriculares sobre a Bíblia. Para ser votado no plenário da Assembleia Legislativa, o projeto ainda precisa passar pelas comissões de Legislação e Justiça e de Educação, Cultura e Desporto da casa.

Projeto semelhante em São Paulo

O projeto do kit bíblico de Kennedy Nunes não é inédito. Em São Paulo, uma proposta semelhante está em tramitação na Assembleia Legislativa e serviu de inspiração para que o parlamentar trouxesse a ideia para Santa Catarina.

Ele argumenta que o objetivo do projeto é “amenizar os conflitos nos lares, nas escolas, nas ruas e na sociedade em geral”.

Sobre a polêmica, o deputado nega a existência de um doutrinamento religioso e afirma que, com essa proposta, a ideia é promover uma discussão sobre a espiritualidade.

— Estamos em uma era em que a conectividade nos afasta uns dos outros e de Deus. Se eu conseguir levantar a bandeira da espiritualidade, já é um mérito — diz.

O secretário de Educação de Santa Catarina, Eduardo Deschamps, preferiu não se manifestar antes de analisar melhor o projeto.

O que o projeto propõe

- Kits bíblicos educativos serão distribuídos nas escolas estaduais para crianças entre seis e 12 anos.
- Os alunos receberão lições que vão acontecer durante o período letivo regulamentar.
- As aulas terão um caráter extracurricular e serão ministradas em horários fora da grade curricular.
- As escolas poderão fazer parcerias com entidades religiosas, ONGs e associações para desenvolvimento dos materiais.




Fonte: Diário Catarinense
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Vídeo de pedido de casamento feito a partir de versículos bíblicos emociona e se torna viral nas redes sociais

Um vídeo  de um pedido de casamento tem percorrido as redes sociais como exemplo de criatividade e demonstração de afeto do noivo. No entanto, o que mais se destaca, é o resumo do significado da palavra amor, que foi expresso através de versículos bíblicos.

O noivo marcou um encontro com sua amada no topo de uma montanha, onde há os escombros de uma antiga edificação e uma vista ampla da paisagem do local. No caminho para a subida, deixou Bíblias abertas nas passagens que falam sobre o amor, destacando os versículos com marcadores de texto.

Entre os versículos escolhidos, o primeiro a ser “encontrado” pela jovem foi 1 Coríntios 13: “O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca perece; [...]permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor”.

Na sequência, a mensagem passou a ser mais direta, dando a entender claramente o motivo do encontro: “Maridos, amem suas mulheres, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se a si mesmo por ela”, dizia o trecho grifado em Efésios 5:25.

Quando o casal se encontra, a passagem de 1 Pedro 4:8 mencionada: “Sobretudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados”.

O vídeo termina com o pedido de casamento de Nathan a Meagan, e o aguardado “sim” da agora, noiva. 

Assista:




Fonte: Gospel+
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Aluna evangélica é proibida de estudar por usar saia em escola

Estado defende decisão de diretor de escola pública, mas especialistas criticam restrição à liberdade religiosa

Um impasse envolvendo o uso de uniforme está causando polêmica na escola estadual Caic Euclides da Cunha, em Rio das Pedras. Com o sonho de se formar no ensino médio, a diarista Ana Cristina Silva Torres, de 37 anos, contou que, há cerca de duas semanas, foi impedida de frequentar as aulas do curso de Educação Para Jovens e Adultos (EJA), à noite, porque a direção da unidade proibiu o uso de saia para as alunas. Nos últimos dias, Ana Cristina conseguiu voltar a estudar, mas ainda não sabe como sua situação será resolvida. A Secretaria estadual de Educação informou que existe um padrão de uniforme escolar na rede pública de ensino, composto por calça, camisa e tênis, que deve ser respeitado por todos os alunos.

— Sou evangélica e a saia é a vestimenta que eu costumo utilizar no meu dia a dia. Não é nem que a religião me obrigue a só usar saia, mas é como eu me sinto bem. A direção da escola foi trocada e o novo diretor disse para mim que não podia abrir mão do (uso) do uniforme, e que iria cortar o meu nome da lista de alunos matriculados no colégio. E ele nem quis conversar, ouvir meus argumentos. Foi uma situação que me deixou muito magoada — contou a diarista.

Ana Cristina era analfabeta até seis anos atrás, quando começou a estudar, pensando principalmente em poder acompanhar os estudos das duas filhas. Depois de completar a alfabetização, a diarista resolveu fazer o curso supletivo do ensino fundamental e agora se esforça para conseguir o diploma do ensino médio.

— Essa decisão me pegou de surpresa. (O diretor) falar que iria cortar meu nome da lista (dos matriculados) foi um golpe num sonho que eu tenho desde criança, de conseguir me formar. Os meus pais não me deixaram estudar. Hoje, é um objetivo não só meu como também das minhas filhas. É como se tivessem jogado um balde de água fria na gente — acrescentou Ana Cristina.

Em nota, a secretaria argumentou que “todas as escolas, (das redes) pública ou privada, têm que possuir regras, como o uso do uniforme, para garantir a segurança de toda a comunidade escolar. Os direitos e deveres são para todos, independentemente da religião que professem”.

Sobre o caso específico da diarista, a secretaria disse ainda que “caso o diretor abra exceção, terá que liberar para todos, acabando com o uso do uniforme”. E concluiu afirmando que a estudante foi a única pessoa que se recusou a frequentar a escola com o padrão exigido de calça, camisa e tênis.

Caso é comparado à proibição do uso de burca por alunas na França

Especialistas ouvidos pelo GLOBO foram unânimes em questionar a postura da escola e da secretaria. Consideram que o exercício da manifestação religiosa, refletido na roupa, não pode ser tolhido. O coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, compara a restrição de que a aluna foi vítima à situação das estudantes muçulmanas na França, que foram proibidas de usar a burca para ter acesso às escolas:

— É uma luta entre o sistema de ensino, querendo impor regras de comportamento, versus uma opção religiosa. A restrição é equivocada, e tanto a identidade individual quanto sua cidadania estão sendo desrespeitadas.

O educador destaca que a escola é laica, o que não significa que ela tenha que obrigar um padrão de comportamento e impedir a manifestação religiosa.

O sociólogo e diretor do Iuperj, Geraldo Tadeu Monteiro, chama atenção para semelhanças entre a situação carioca e a polêmica nas escolas francesas, em que “uma norma religiosa colide com uma outra norma, secular”:

— A estudante não está pedindo nada de mais, ela não quer ficar nua, por exemplo. E a obediência às normas religiosas não traz prejuízo aos outros alunos. Pelo que temos visto em termos de decisão judicial nos últimos tempos e pela nossa cultura, é possível que a Justiça se posicione favoravelmente à aluna.

Ao ser informada pelo GLOBO sobre a polêmica, a Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ ofereceu amparo jurídico à estudante. O vice-presidente da comissão, Aderson Bussinger, defende que, frente a uma situação de convicção religiosa “profunda”, tem que haver flexibilidade. Diz que o caso deve ser tratado como algo de caráter excepcional, para que ela use a roupa que quiser.

— Considerando o preceito da liberdade religiosa como causa pétrea da nossa Constituição e uma questão internacional de direitos humanos, a escola tem que se adequar a essa realidade religiosa.

Saia e vestido rosa choque

Em fevereiro deste ano, sem ar-condicionado no local de trabalho e proibido de entrar de bermuda, o funcionário público André Amaral Silva foi trabalhar de saia no Rio e virou notícia.

Em 2009, Geisy Arruda foi hostilizada por causa de um vestido rosa choque, considerado curto demais por outros alunos de sua faculdade, em São Paulo, e tornou-se uma celebridade.



Fonte: O Globo
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Com estratégia mais profissional, igreja busca fiéis em baladas

Fiéis reunidos em balada gospel na rua Augusta 

Se, de um lado, as igrejas neopentecostais barram comportamentos seculares em suas festas, de outro é nas noitadas tradicionais que buscam eventuais fiéis.

O produtor João Rodrigues, 33, o DJ MP7, diz ter feito um levantamento numa festa tradicional na Vila Olímpia, região badalada da capital: 30% dos frequentadores eram evangélicos.

“A gente pega casos de jovens que têm problemas de família, de comportamento, metidos com drogas e bebida. A gente não cobra dessas pessoas. A gente convida. É uma estratégia de evangelização”, explica.

O bispo Felipe Corrêa, 28, responsável pela festa Sky, da Renascer, conta: “A gente diz para os jovens convidarem um colega da faculdade, um vizinho do bairro”.

Ricardo Mariano, professor de sociologia da USP, afirma que a prática de buscar fiéis fora das igrejas vem sendo profissionalizada, mas é comum desde os anos 1980, quando a Renascer fazia excursões pela galeria do Rock, em São Paulo, em busca de músicos para converter.

O cantor Roger Pontes, 23, acredita que a igreja tem poder transformador. “Muitos gays frequentam as festas gospel para tentar mudar sua situação. E, em geral, conseguem.” Ele mesmo diz ter recorrido à igreja. “Eu ia nas baladas e bebia muito. Depois acordava péssimo, não queria sair da cama. Parei.”

O bispo Christiano Guimarães afirma que a Sara Nossa Terra não exige que seus membros deixem de beber, fumar ou qualquer outra coisa. “Deus diz: ‘Vinde a mim como estás’. A gente ensina, mas a pessoa é livre.”




Fonte: Folha
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domingo, 13 de abril de 2014

Caminhando na contramão

Ser cristão é caminhar na contramão do mundo:
É buscar oportunidades para servir 
ao invés de buscar poder para ser servido; 
É aprender que dividir 
é mais importante do que multiplicar;
É não priorizar o que o mundo prioriza 
para viver o que de fato tem valor;
É enxergar a beleza do momento, seja ele qual for;
É fazer o contrário da lógica comum, 
dar a outra face ao que bate, 
dar perdão ao que ofende, 
pagar o mal sempre com bem 
e ainda se alegrar quando for perseguido por causa disto;
É estar sim disposto a MORRER por Cristo, 
mas também estar disposto a VIVER por Ele. 
Mas ser cristão, é também (muitas vezes) 
andar na contramão da própria igreja institucionalizada:
É buscar ter a fé de Jesus e não apenas ter fé em Jesus;
É dar mais valor ao espírito da reforma 
do que a doutrina dos reformadores;
É entender que o verdadeiro culto não termina ao final do culto;
É compreender que dar frutos 
significa tornar as pessoas ao seu redor mais parecidas com Jesus, 
mesmo que isto não implique que elas irão frequentar alguma igreja;
É saber que há somente UM intermediário entre nós e o Pai, 
e este não é o pastor, nem a missionária, nem o irmão de fé, 
nem a própria igreja, mas sim Jesus e somente Jesus.




Autor: Fernando Pavão
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Disk-oração evangélico 'socorre' de problemas familiares a caso clínico

Igreja do Ministério Filadélfia anuncia sistema de disk-oração em Piracicaba 

Prática conhecida em igrejas evangélicas espalhadas pelo Brasil, o sistema de disk-oração começa a crescer em Piracicaba (SP). Na cidade, há ao menos duas igrejas que adotam o atendimento de fiéis ou de pessoas buscando auxílio religioso por telefone. A intenção das ligações, segundo relatos de pastores, varia de pedidos de conforto, preocupações cotidianas, problemas familiares e até mesmo casos clínicos, que recomendariam mais a presença de uma ambulância.

Pastor do Ministério Filadélfia, no Centro de Piracicaba, Ézio Porto contou que tem o sistema há 10 meses na igreja e tem recebido retorno positivo. "O telefone que passo é o da minha casa, então estou avaliando um jeito de oferecer o serviço da melhor maneira. Na maioria das vezes são problemas familiares, com filhos, casais e pais preocupados", disse.

O pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, Paulo Henrique Paranhos Ribeiro, contou também que em casos de grande emoção ou estresse chega a contatar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). "Às vezes a pessoa está com uma carga emocional elevada. Até mesmo nos cultos na igreja a gente tem sempre um suporte para ajudar caso alguém passe mal", afirmou.

Pastor Paulo Henrique Paranhos Ribeiro atende ligações 24 horas por dia

Ribeiro disse que o serviço é 24 horas e se reveza com a esposa para poder atender a todas as ligações, mesmo em horários que o tiram da cama. "Eu atendo ligações às 2h se for preciso. É nas horas mais improváveis que se encontra pessoas que mais precisam de oração, e é preciso estar acordado e disposto a ouvir e orar por essa pessoa", falou.

Não 'substitui' igreja

Na opinião de ambos, o atendimento por telefone "vai buscar" a pessoa em situações críticas. "Na maioria das vezes, quem liga está sozinho e em desespero, precisando de ajuda. A oração por telefone serve justamente para cortar o problema naquele momento, mas não substitui a ida à igreja", contou o pastor da Universal.

Porto também tem programas de rádio e televisão e acredita atrair muitos em função do trabalho de comunicação, mas o boca-a-boca ainda é a estratégia mais bem-sucedida. "O telefone e os meios de comunicação são muito eficientes, mas a indicação de amigos evangélicos ainda é o principal caminho para a conversão", completou.




Fonte: G1
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Novo programa do humorista Marcelo Adnet na Rede Globo faz sátira com Jesus Cristo

O novo programa do humorista Marcelo Adnet, o “Tá no Ar: a TV na TV” da Rede Globo, estreou na última quinta feira e apostou na sátira como forma de humor. Entre os alvos das piadas dos humoristas que compõe o quadro do programa estão inclusos programas de outras emissoras, comerciais de TV, o sucesso da “Galinha Pintadinha” e até mesmo Jesus Cristo.

O programa foi dividido em esquetes rápidas, algumas com apenas 30 segundos, em que cada uma delas fazia piada com um tema diferente.

As sátiras religiosas começaram com o “clipe da Galinha Preta Pintadinha”, que fez trocadilhos com o personagem infantil que está fazendo um grande sucesso atualmente. Uma galinha preta, que parece ter sido agredida, aparece cantando paródias de músicas infantis com trechos como “atabaque que bate, bate, atabaque que já bateu. Acendi vela para o santo, mas o santo não desceu” ou “macumba, macumbinha, vamos todos despachar, vamos dar ebó pro santo. Ebó pro santo vamos dar”.

As piadas com Jesus Cristo apareceram ao fim do programa, quando uma moça surge aliviada por terem feito piadas com as religiões afro-brasileiras e não terem satirizado sua religião.

- Ah, nossa eles tiraram o sarro da macumba. Ainda bem que não falaram mal da minha religião – afirma a moça, segundo o Yahoo! TV.

Então, aparece o personagem JC de Nazaré, uma referência clara a Jesus Cristo, cantando rap junto a seus companheiros, representando os apóstolos, e ao lado também de algumas odaliscas.

Além das piadas com religiões, os humoristas fazem também piadas com outros programas de TV, incluindo outras emissoras, e com comerciais que ficaram famosos. Entre eles o comercial que deram o nome de “Freebofe”, uma alusão à propaganda da Friboi com Roberto Carlos. No esquete humorístico, no lugar do cantor há um deputado que assume se tornado homossexual. A piada tem sido vista como uma crítica ao pastor e deputado Marco Feliciano, por relacionar a homossexualidade, tema que envolveu o deputado em uma série de polêmicas, a frases como “vou voltar para a comissão, e quando eu voltar vai acabar aquela zona lá”.



Fonte: Gospel+
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Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal afirma que "Deus dirá" se será candidato

"Deus, Deus dirá...". Com esta frase enigmática, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) respondeu se disputará a eleição de presidente da República em 2018. Segundo ele, muita gente ainda lhe cobra, pelas ruas, que dispute o Planalto este ano. "As pessoas não sabem que o prazo já se escoou", disse, referindo-se ao prazo de desincompatibilização de seis meses antes da eleição para servidores públicos como ele.

Barbosa deu essas declarações ontem, após participar no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador, do início da implantação do Processo Judicial Eletrônico (PJe) no Tribunal de Justiça da Bahia.

Democracia e mensalão

Barbosa disse que viu com "absoluta naturalidade" o episódio que ocorreu, recentemente, quando saía do Restaurante Frederic Chopin, em Brasília, e foi hostilizado por militantes do PT. O pequeno grupo chamou o presidente do STF de "tucano" e "projeto de ditador". Barbosa disse que nem "notou" a manifestação. "Quando fui notar já estava dentro do carro. Vi que eram três, quatro pessoas. O Brasil é uma democracia. Faz parte das liberdades".

Os petistas gritaram também: "Dirceu, guerreiro do povo brasileiro". O ex-ministro José Dirceu foi condenado como mentor do mensalão petista e está cumprindo pena na Penitenciária da Papuda. Barbosa se recusou a falar sobre o julgamento do mensalão, que ele presidiu. "Por favor, vamos mudar a fita".

Funcionários, advogados e juízes se acotovelaram, no fórum para ver, cumprimentar e tirar fotos com o presidente do STF ministro. Ao passar por um corredor que dava acesso à 13ª Vara da Fazenda Pública de Salvador, onde o PJe foi implantado, ele foi aplaudido.

Justiça mais acessível

Crítico das duras condenações do STF no processo do mensalão, o governador Jaques Wagner dirigiu palavras amáveis a Barbosa.

"Vou dar mais uma vez as boas-vindas ao ministro Joaquim Barbosa, o que já tive oportunidade de fazê-lo menos formal, no Festival de Música Clássica de Trancoso (praia do extremo sul da Bahia). Para nós, é motivo de orgulho a presença do presidente do Supremo".

Barbosa elogiou a iniciativa do TJ-BA de instalar o PJe, cujo objetivo "é propiciar uma prestação jurisdicional mais célere, mais acessível e mais alinhada às necessidade do cidadão". Ele destacou, entre as vantagens da informatização sobre os antigos autos físicos, o fato de os processos ficarem agora disponíveis online em todo o país, para "todos os operadores do direito, reduzindo, assim, a necessidade de deslocamentos".

A redução de atividades "puramente burocráticas" vai diminuir a tramitação dos processos, eliminando, lembrou o ministro, "os antigos carimbos e numerações sequenciais infindáveis".

Disse que ao incentivar a instalação da PJe, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pretende ter o TJ-BA como "um parceiro e colaborador, oferecendo apoio humano e necessário para a instalação definitiva do programa".

A postura do CNJ em relação ao Tribunal de Justiça da Bahia mudou radicalmente após o afastamento, no ano passado, do presidente anterior da corte baiana, Mário Alberto Hirs, que está sendo investigado por irregularidades envolvendo precatórios. O atual presidente, Eserval Rocha, implantou uma série de medidas de austeridade e moralizadoras e tem recebido apoio do conselho.





Fonte: Portal A Tarde
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quinta-feira, 10 de abril de 2014

O homem ideal

Nesses últimos anos, tiveram tantos casais começando a namorar, noivando e casando que se perde as contas. Muitas das minhas amigas já se encaixam em um desses três status de relacionamento. É a idade chegando, os amigos casando, aquela tia perguntando onde está o “namoradinho”, a sua avó sonhando estar presente no seu casamento e você com uma vontade incessante de realizar esse sonho dela, que é, principalmente, o seu.

Cada uma de nós imagina como será conosco. Mesmo sem conhecer, pensamos como será o nosso futuro esposo e, com certeza, já temos uma ideia de como queremos que ele seja. Inteligente, que tenha caráter e bom humor são as características que a maioria das moças quer para um futuro namorado e esposo. Independente do estado civil, esse homem ideal sempre vem à mente de qualquer uma. O que nós, mulheres cristãs, devemos fazer é perguntar qual o ideal que faz a nossa cabeça. Porém, a maioria de nós nunca parou para pensar que esse ideal começa pelas próprias mulheres. O homem ideal depende do tipo de mulher que somos, dos desejos que temos e em que acreditamos. Então, listamos alguns desses ideais ligados às mulheres, são os tipos mais críticos e mais comuns.

Ideal para a mulher perfeccionista

Quando falamos de ideal, quase nos remetemos à perfeição. Já que existem mulheres (não são poucas) que buscam isso num homem, nada melhor começar falando sobre essa situação. 

Nesse ideal, será difícil encontrar uma mulher que confesse que quer a perfeição (ou quase isso) num homem. A perfeccionista busca o “pacote completo”. Quer aquele que tenha, aja, compre, sinta, fale, ame e seja tudo o que ela sempre quis e sonhou. Ela quer aquele que, além de tocar no louvor, ensinar para as crianças, pregar e ser bonito, ele seja um esportista nato, muito inteligente e ainda goste de viajar. Pode ser que exista alguém assim, mas para quem é tão rigorosa, a lista do que “ele deve ser” nunca para por aí. Ela quer o impossível. Ela sempre quer mais. E muitas das que se encaixam nesse ideal ainda não perceberam isso. Algumas das perfeccionistas também acham que, por o rapaz ser cristão, ele deve ser perfeito ou nunca decepcionar. Mas ele não é e, enquanto viver, não vai ser.  

A busca por alguém impossível de encontrar faz com que a mulher perfeccionista sempre se entristeça. Seja por ele não ser aquilo que ela sonhou ou pela constante espera de conhecer esse homem. Certamente, o principal problema é que ainda não caiu a ficha dela de que nós, homens e mulheres, somos pecadores e imperfeitos. “Todos tropeçamos de muitas maneiras.”, é assim que começa Tiago 3:2. O próprio apóstolo Paulo diz em Romanos 7 que nada de bom é encontrado nele. Existem inúmeras passagens na Bíblia mostrando a imperfeição do homem. O nosso coração é mal por natureza, nós buscamos interesses próprios, nós pecamos contra o próximo e nós pecamos, principalmente, contra o Senhor.

Então, mulher perfeccionista, o ideal não seria querer um homem que seja perfeito.

Ideal para a mulher material

Diferente da perfeccionista, a mulher material só quer uma coisa num homem ideal: que ele tenha. Ela só namora aquele que tem carro e só continua se ele der presentes bons. Ela só casa com aquele que teria condições de comprar uma bela casa, de viajar várias vezes ao ano e de sustentar os seus luxos. Ela não seria capaz de sair do conforto que tem para ir abaixo do seu padrão. O verbo preferido da mulher material é “ter”. Para ela, não importa se ele não serve na igreja, se ele não tem uma vida devocional ou se ele não trata as pessoas bem. O seu principal foco é como ele vai sustentá-la. Esse é um extremo, mas existe.

Talvez você diga que isso não há dentro da igreja ou que está distante, mas a imagem do homem como provedor foi deturpada. Hoje as pessoas não se contentam com o necessário e, com toda certeza, está mais próximo do que você imagina. A própria família faz. Muitas vezes, a primeira pergunta que os pais fazem, “com a melhor das intenções”, ao saberem do novo namorado da filha é “o que ele faz da vida?”. Os olhos deles brilham quando a resposta é: estudante de engenharia, medicina ou direito. Para completar, só querem que as filhas casem depois que se formarem, tiverem um emprego fixo ou uma estabilidade financeira. O problema não é querer viver em boas condições, mas é ter isso como foco. Muitas vezes, esse pode ser o nosso próprio pensamento e também pode ser uma extensão dessa mulher material.

“Você diz: ‘Estou rico, adquiri riquezas e não preciso de nada’. Não reconhece, porém, que é miserável, digno de compaixão, pobre, cego e que está nu.” Apocalipse 3:17 fala da pessoa ligada somente ao material e distante do Senhor. Ao invés de rica é pobre, miserável e digna de compaixão. Além disso, as riquezas vêm do Senhor, Ele nos dá a vida e nos abençoa com algo que não é nosso (Ec 5:19).

Então, mulher material, o ideal não seria um homem que tenha boas condições financeiras.

Ideal para a mulher egocêntrica

Ela também é mimada e controladora. Ela é diferente das outras por, na maioria das vezes, mostrar o ideal que quer só depois que começa o namoro ou quando se casa. Essa mulher busca alguém que satisfaça as suas vontades. Ela quer um servo (dela) ao invés de um parceiro. O homem ideal para esse tipo de mulher é aquele que faz tudo o que ela quer. Sem importar-se com quem ele é ou quer ser, ela só quer alguém submisso, alguém que possa mostrar para as amigas como prêmio, que pode fazer o que quiser com ele, que caia nas suas chantagens emocionais e que a tenha como ídolo. Ela quer ficar acima de Deus e da família. O amor da mulher controladora é condicionado pelo que ele faz por ela. Uma extensão dessa mulher é a ciumenta, que quer que o homem ideal viva só para ela e por ela. A mulher egocêntrica não admite nada disso, mas quer um homem assim.

Esse problema também está ligado à motivação da própria mulher. As humildes e submissas vão se tornando escassas e a procura de muitas é pela inversão desse papel. Os homens submissos a elas são sua prioridade. Mas isso também não está certo, a Palavra de Deus é clara em várias passagens sobre isso. Em Efésios 5, diz que quem deve ser o cabeça é o homem. Além disso, as Escrituras nos alertam sobre pessoas egocêntricas “Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos”. Mesmo que seja mínimo em nós, quando somos esse tipo de mulher, certamente buscaremos um ideal que não agrada ao Senhor.

Então, mulher egocêntrica, o ideal não seria querer um homem que satisfaça suas vontades.

Ideal para a mulher impaciente

Já essa mulher não tem ideal nenhum. Ela está desiludida com tudo e com todos. Desistiu, diz que não tem mais opções, cansou de esperar e partiu para a busca. Ouviu tantos dizerem que ela deveria baixar o padrão que ela já não quer mais padrão nenhum. O homem ideal para ela só basta que frequente a igreja e em alguns casos nem isso. Essa mulher se apaixona pelo primeiro que puxa uma conversa mais longa com ela. Ás vezes, não importa se ele já é comprometido, o que ela quer é alguém.

A mulher impaciente já não se importa com o que Deus tem para ela, quer tomar as rédeas da situação, já não se satisfaz no Senhor. O foco dela é em alguém que não é Deus. Com certeza, essa também será infeliz. Esqueceu que a prova da fé dela produz perseverança e se contentou com menos que o melhor de Deus, agindo por si. “Espere no Senhor, seja forte! Coragem! Espere no Senhor.” “Descanse no Senhor e aguarde por Ele com paciência; não se aborreça…” Os Salmos 27 e 37 encorajam! Em Romanos, a paciência é tida como riqueza. 

Então, mulher impaciente, o ideal não seria deixar de esperar. 

O verdadeiro ideal

Tantas de nós buscamos orientações para encontrar um homem ideal e até chega o momento que algumas se perguntam onde estão os homens de Deus, mas não atentamos que quem também está errando somos nós. O erro começa em cada uma que deseja um ideal longe dos padrões bíblicos. O erro aparece dependendo da inclinação do nosso coração. Ao olhar para nós, devemos enxergar se somos ou não a mulher ideal que um homem de Deus gostaria de se casar. Só seremos assim a partir do momento que nos preocuparmos menos em encontrar alguém e mais em buscar o único homem perfeito e santo que existe: Jesus Cristo. Nosso foco deve ser Jesus. Nós devemos querer ser como Ele e, consequentemente, seremos levadas a pessoas que tem o mesmo foco. De modo natural, seremos atraídas ao homem ideal: àquele que é, primeiramente, pecador, que tem o coração entregue ao Senhor, que O ama e que tem sede da Palavra.

“Se Cristo habitar em seu coração, então você será atraído pelo Cristo que é manifesto na vida dela.” Paul Washer

“O coração de uma mulher deve estar tão próximo de Deus, que um homem deve persegui-Lo para encontrá-la.”  C.S.Lewis

Esse homem e mulher ideais sabem que são imperfeitos e buscam humildemente ser semelhantes ao Pai (Mt 5:48); sabem que a maior riqueza deles está no Senhor, que a melhor herança que podem deixar para os filhos é a Palavra de Deus e que o Senhor suprirá as necessidades daquele que busca primeiro o seu Reino  (Lc 12:31, Fp 4:19); esse homem sabe que deve liderar a mulher como Cristo à Igreja, e ela, o estimula à liderança. (Ef 5:25); e cada um estimula a caminhada espiritual do outro.

Um pecador ideal para você é o que Ele tem. Somente sendo como Cristo é que os dois serão capazes de, no Senhor, amar profundamente, corretamente e pacientemente esse pecador que irá passar o resto da vida ao lado.

Então, que nós, mulheres cristãs, estejamos satisfeitas no Senhor e que Ele seja o primeiro que nos atraia, muito antes de qualquer homem ideal. 





Fonte: Larissa Nóbrega em Evangelho Urbano
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Pastor Silas Malafaia critica pais e líderes que não falam sobre masturbação com jovens e diz: “É pecado”

Masturbação é uma prática que, independentemente da religião, é adotada por muitos adolescentes, impulsionados pelos hormônios e pela falta de orientação e abordagem correta de pais e conselheiros. Sobre o assunto, o pastor Silas Malafaia publicou um artigo com o título “Masturbação é ou não uma prática pecaminosa?”.

No texto, Malafaia  – que é psicólogo – ressaltou que “abordar o tema masturbação à luz da Palavra de Deus não é algo simples”, e que por isso, muitos pais, líderes de jovens e pastores fogem da responsabilidade sobre o assunto, e isso resulta em desinformação. “A consequência disso é que alguns desses jovens, desinformados, poderão adotar tal prática, sucumbindo à culpa neurótica ou refugiando-se na educação secular e em padrões mundanos, que contrariam os princípios que Deus estabeleceu para o desenvolvimento sadio e equilibrado do ser humano. Isso traz sérios problemas à vida espiritual, psíquica e emocional”, ponderou o pastor.

“A masturbação é uma prática pecaminosa à luz da Palavra de Deus”, delineou o pastor, acrescentando que “talvez a maior dificuldade de alguns para lidar com a questão seja a inegável realidade da explosão hormonal na puberdade e o fato de a Bíblia não proibir explicitamente esta prática”.

No entanto, Malafaia ressalta que a ausência da proibição explícita “não nos impede de deliberar sobre o assunto, com base em textos mais genéricos, como os que estão em Gênesis 2.24, 38.6-8, Romanos 6.12, 1 Coríntios 6.12 e 1 Tessalonicenses 4.3-5”.

“Alguém consegue masturbar-se sem imaginar um ato sexual, sem ter fantasias eróticas e sem deixar-se dominar pela lascívia ou pela luxúria? Após ceder à masturbação, a pessoa consegue ficar isenta da vergonha e da culpa?”, questionou o pastor. Com esse raciocínio, Malafaia sugere que o estímulo a partir da imaginação do sexo com outra pessoa é tão pecado quanto a prática real fora do casamento.

“Deus criou o homem e a mulher. Eles foram criados com órgãos genitais distintos e a libido, o desejo de união sexual, a fim de saciarem os seus desejos mais íntimos de companhia, de intimidade e de afetividade — necessidades que só são plenamente satisfeitas a partir do casamento, da união legal entre um homem e uma mulher que deixaram afetiva, econômica e geograficamente os pais, ou seja, que atingiram a maturidade. Sendo assim, o ato pelo qual alguém exercita sua sexualidade solitariamente, proporcionando a si mesmo o orgasmo, é uma prática contrária ao projeto de Deus para a vida do ser humano”, conceitua o pastor.

Em sua conclusão, o pastor afirma que “Deus dotou o ser humano com um código moral, e toda vez que o infringimos há tristeza, dor, culpa, porque o salário do pecado é a morte (Romanos 6.23)”, acrescentando que “quando uma pessoa é subjugada por algo, ainda que seja um desejo legítimo, ela se torna escrava (2 Pedro 2.19)”.

“Em suma, não apenas a masturbação, mas qualquer prática sexual sem o compromisso do casamento entre um homem e uma mulher está fora do projeto de Deus, é pecaminosa e traz consequências funestas para o ser humano”, finaliza o pastor.



Fonte: Gospel+
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Em seus passos o que Jesus JAMAIS faria?

"Em seus passos o que faria Jesus?" é o título de um livro escrito por Charles Sheldon e publicado originalmente em 1896, nos Estados Unidos, com o título "In His Steps".

A obra conta a história de Henry Maxwell, pastor da Primeira Igreja da cidade de Raymond, que vive honestamente sua vida confortável e sem contratempos, até o dia em que surge em sua igreja um homem pobre e necessitado. O episódio o leva a questionar seus próprios valores, o seu modo de vida e prioridades, colocando diante de si a inquietante questão: "O que Jesus faria?".

A partir disso, decide propor aos fiéis de sua igreja que se comprometam durante um ano a não fazerem nada sem antes perguntarem o que Jesus faria na mesma situação. O desenrolar da história descreve as experiências, tanto de satisfação e realização pessoal, como também de conflito e incompreensão que vão enfrentando à medida que se empenham em levar adiante o desafio proposto.

Hoje em dia há tanta gente doente e inescrupulosa dizendo agir "em nome de Jesus", proclamando da boca para fora "seguir os passos de Jesus", mas negando-o nas atitudes, enganando, extorquindo,  manipulando e oprimindo que fica difícil encontrar Jesus, de verdade, nos passos destes. Ainda que eles gritem ou cantem nervosamente o nome de Jesus o tempo todo e façam até alguns aparentes sinais milagrosos.

Algumas vezes a imagem e referência do Jesus dos Evangelhos se apaga e se confunde com tanta demonstração tosca do que querem erroneamente fazer parecer Jesus, mas nem de longe se parece efetivamente com os passos de Jesus.

Mais do que levantar questões meramente morais ou culturais, percebo a urgência de esclarecer o que não representa e jamais se veria na vida prática do verdadeiro Jesus dos Evangelhos.

Acredito que boa parte do engano se dá pelo fato das pessoas não lerem e não conhecerem minimamente os Evangelhos, além da grande distorção que se faz com as escrituras por dinheiro ou para fazer perpetuar os domínios aprisionantes das instituições e dos rituais de poder humano.

Jesus jamais exigiu sacrifícios pessoais, esforço financeiro ou físico, presentes ou qualquer tipo de oferta para abençoar, curar, salvar, purificar e orientar as pessoas a sua volta.

Jesus jamais utilizou seu poder como estratégia de marketing pessoal. Embora os milagres fossem um sinal para que as pessoas cressem, e muitos o buscavam por causa dos prodígios e do pão que era multiplicado milagrosamente, Jesus jamais utilizou isso para segurar o povo a sua volta.

Jesus jamais distribuiu pão só para garantir plateia e ter a quem evangelizar.

Jesus jamais rejeitou qualquer pessoa por não professar a fé da mesma forma que ele a professava e a entendia. Mesmo Jesus frequentando sinagogas, tendo nascido no judaísmo, jamais deixou de andar e falar com pagãos, gentios, pecadores e toda sorte de gente considerada impura para os padrões da lei de Moisés.

Jesus jamais deixou a lei da religião ser mais importante que a vida e a misericórdia.

Jesus jamais deixou de amar. Jamais recusou a mesa e a comunhão mesmo a quem ele, de antemão, já sabia que o trairia. Até diante da angústia, do medo e do abandono, Jesus jamais se deixou ser vencido pelo rancor.

Jesus jamais usou em benefício próprio a influência que exercia sobre os discípulos.

Jesus jamais ensinou expandir o Reino através do acúmulo de bens ou da construção de templos.

Jesus jamais fez conchavos políticos, acordos com Roma ou com a religião dominante em troca de favores, cargos e liberdade para continuar pregando o que e onde bem quisesse.

Jesus jamais deixou de dizer a verdade por medo ou conveniência.

Jesus jamais disse a verdade para agredir, ofender ou provocar vaziamente.

Jesus jamais disse a verdade só para provar que estava certo.

Jesus jamais usou a verdade, ao contrário, se deixou ser usado por ela.

Jesus jamais denunciou o pecado sem amor, de forma constrangedora, ameaçadora ou sem acolher até as últimas consequências o próprio pecador envolvido.

Jesus jamais tratou os pecados particulares das pessoas de forma pública e vexatória.

Jesus jamais se deixou levar pela aparência externa. O que o fazia se desdobrar em misericórdia era a sinceridade interior e despretensiosa.

Jesus jamais ficou indiferente ao sofrimento, fosse ele de ordem psíquica, espiritual ou física.

Jesus jamais tratou com diferença pobres e ricos. Se alguma diferença ficou evidente, jamais foi contra a justiça.

Jesus jamais deixou de ser humano, mesmo sendo Deus se fez servo de todos.

Muitas outras coisas jamais se encontrariam no espírito e nos passos do Jesus dos Evangelhos, da Palavra de Deus feita carne, materializada e revelada definitivamente aos homens. Os passos de Jesus são reconciliadores,  libertadores e despertam para a vida ainda que tudo a sua volta seja caos e morte. O que não se enquadra no Deus que se entrega por amor e misericórdia não cabe nos passos de Jesus.

O Deus que jamais se deixa enganar nos ensine a discernir nossos passos e nos abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!





Fonte: Ovelha Magra
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'Corrijo erros de Deus', diz cirurgião que já fez 320 mudanças de sexo

Protestante, o médico diz que inicialmente se questionou se deveria realmente fazer esse tipo de procedimento. Seu pastor foi contra. Amigos e colegas de trabalho brincaram que ele iria para o inferno.

Conhecido como o “pai dos transgêneros sul-coreanos”, o médico Kim Seok-Kwun desafia os costumes conservadores de seu país. Ele já fez mais de 320 cirurgias de mudança de sexo em sua carreira – acredita-se que seja o maior número de operações desse tipo feitas por um único médico na Coreia do Sul. Cerca de 210 dessas cirurgias foram para transformar corpos masculinos em femininos.

Kim é cirurgião plástico no Hospital Universitário Dong-A, na cidade de Busan, no sul do país. Ele se especializou em deformidades faciais e começou a fazer cirurgias de mudança de sexo em 1986, após ser procurado por vários pacientes homens usando roupas de mulher, que pediram que ele construísse vaginas para eles.

"Decidi desafiar a vontade de Deus", diz Kim, de 61 anos, em uma entrevista logo antes de operar um monge budista que nasceu mulher, mas toma hormônios e vive como homem há muitos anos. “No início, eu pensei muito se deveria fazer essas operações porque pensava se estaria desafiando a vontade de Deus. Mas meus pacientes precisavam das cirurgias desesperadamente. Sem isso, eles se matariam”, diz. Ele acredita estar corrigindo o que ele chama de "erros de Deus".

Agora, Kim afirma ser um profissional realizado por ajudar pessoas que se sentem aprisionadas no corpo errado. A cirurgia do monge, que não quis dar entrevista, durou 11 horas.

Cantora transexual

A maioria dos pacientes de Kim tem cerca de 20 anos. As cirurgias para transformar homens em mulheres custam de US$ 10 mil (cerca de R$ 22,7 mil) a US$ 14 mil (cerca de R$ 31,8 mil). O procedimento oposto, mais complexo, custa cerca de US$ 29 mil (R$ 65,8 mil).

Sua cliente mais conhecida é a mais famosa transexual do país, a cantora, modelo e atriz Harisu. Segundo ela, a dor que sentiu após a cirurgia que a transformou em mulher em 1995 era “como se um martelo estivesse batendo em seus genitais”. Mas dias depois, ao deixar o hospital, ela se sentiu renascida.

Kim é um pioneiro na lenta mudança na visão sobre sexualidade e gênero na Coreia do Sul, onde mesmo discussões básicas sobre sexo são um tabu para muita gente.

Mas a situação vem mudando. Filmes e seriados com personagens gays se tornaram famosos. Um ator que já foi banido do show business por ser homossexual voltou a trabalhar. Um conhecido diretor de cinema fez uma cerimônia simbólica para se unir ao seu parceiro – o casamento gay não é reconhecido na Coreia do Sul.

A cantora, atriz e modelo sul-coreana Harisu, uma das pacientes do Dr. Kim Seok-Kwun 

Antes de operar seus pacientes, Kim pede que eles tenham o testemunho de ao menos dois psiquiatras afirmando que há transtorno de identidade de gênero. Eles também são orientados a viver por ao menos um ano usando roupas do gênero oposto e a conseguir a aprovação dos pais.

Muitos pacientes veem a operação como uma questão de vida ou morte. Antes da cirurgia, Harisu assinou um termo afirmando ter conhecimento de que poderia morrer durante o procedimento – apesar de Kim dizer que isso nunca aconteceu com nenhum de seus pacientes. “Se eu continuasse vivendo como um homem, eu já estaria morto, de qualquer forma”, diz Harisu. “Eu já era mulher, exceto pelos meus genitais. Eu sou uma mulher, então eu queria viver como uma.”





Fonte: G1
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Noé: licenças e diferenças entre o filme e a Bíblia

A estreia de Noé vem acompanhada de polêmica. E não é à toa. Em alguns países como Bahrein, Catar, Emirados Árabes e Indonésia, de maioria muçulmana, o longa-metragem foi proibido. Tudo por causa da visão livre e fantasiosa que o diretor e roteirista Darren Aronofsky teve sobre a trajetória do personagem bíblico.

Antes de tudo, Aronofsky foi ousado. Como o livro sagrado dá curtas pistas da história de Noé, o diretor imaginou o que teria ocorrido antes, durante e depois do dilúvio. Ele preservou algumas passagens e deu asas à criatividade para recriar à sua maneira. Listei abaixo, algumas licenças (ou liberdades) tomadas por ele.

1) Noé (Russell Crowe) não recebe um chamado de Deus, como na Bíblia, para construir a arca. Ele tem, sim, sonhos e alucinações que o levam a construir a arca.

2) O nome de Deus jamais é pronunciado. É sempre “o Criador”.

3) Na visão de Aronofsky, os guardiões, anjos caídos que Deus deixou na Terra, são criaturas de pedra, frutos de efeito digital. São eles que ajudam Noé a construir a imensa arca.

4) Não houve uma tentativa de invasão à arca, comandada por Tubalcaim (Ray Winstone), descendente de Caim, como aponta uma eletrizante sequência de ação.

5) Tubalcaim não entrou na arca nem fez conchavo com o filho do meio, Cam, como sugere o filme.

6) Além de Noé e sua mulher, embarcaram os três filhos do casal e suas respectivas esposas. No longa-metragem, apenas o primogênito, Sem, leva a mulher, um órfã adotada pela família, interpretada por Emma Watson.

7) No filme, Cam (Logan Lerman) é um rapazinho e foge dos pais para arranjar uma namorada para entrar com ele na arca. Cam já se considerava na idade de ter uma companheira. Noé, que era contrário à ideia, acabou criando uma rebeldia no filho.

8) Para não explicar como todas as espécies de animais conviveram juntas por tantos dias dentro da arca, o roteiro simplificou: os bichos dormem o tempo inteiro.

9) Na Bíblia, não há indicação de quantos anos Noé demorou para construir a Arca. Calcula-se em cem anos. No filme, ele leva uma década.




Fonte:  Miguel Barbieri Jr. na Veja
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