quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Na Rússia kit para o fim do mundo é colocado à venda

Lojas da cidade siberiana de Tomsk puseram à venda um kit de artigos de primeira necessidade munido com uma etiqueta dizendo "Para o Fim do Mundo".

O conjunto inclui uma ficha de identificação com campos vazios por preencher indicando os dados pessoais, alguns medicamentos de primeiro socorro, um pequeno pacote de trigo sarraceno, uma lata de conservas de peixe e uma garrafinha de vodca, além de um bloco de notas, um lápis, duas velas, uma caixa de fósforos, uma corda e um sabonete.


Fonte: Voz da Rússia
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Pensamento sobre planos de Deus


“Quando Deus fecha 
e aferrolha uma porta, 
não tente entrar 
pela janela.”
                                                                                 
 (Eleanor L. Doan)

Igreja Católica angolana declara guerra contra feitiçaria

Leigos e religiosos podem ser impedidos de comungar. O problema vai ao ponto de “perturbar a ordem pública, devido à prática de justiça privada”, denunciam bispos. 

 A Igreja Católica angolana está em guerra contra a feitiçaria. Os fiéis, religiosos e sacerdotes que a ela recorram, ou a fomentem, podem ser suspensos e ser-lhes vedada a comunhão.

A decisão foi tomada na semana passada e pretende responder ao “incremento” da crença na feitiçaria, um fenômeno que está  alarmandodeclara a hierarquia católica e foi apresentado como uma “praga cultural” pelo arcebispo José Manuel Imbamda, porta-voz da Conferência Episcopal de Angola e S. Tomé.

O comunicado final da assembleia geral da conferência episcopal, que terminou na semana passada em Luanda, e em que foi aprovada uma nota pastoral sobre feitiçaria, fala em “penas de interdição e suspensão temporárias”.

Numa entrevista à Rádio Renascença, José Queirós Alves, arcebispo do Huambo, foi mais longe e disse que está também previsto suspender os envolvidos de “participar na comunhão”.

É conhecida a posição da hierarquia católica, que há muito chama a atenção para a incompatibilidade entre cristianismo e práticas de feitiçaria. A novidade é que às palavras se somam agora “sanções corretivas”, como lhes chamou José Manuel Imbamda, em declarações divulgadas pela estação católica angolana Rádio Ecclesia.

O problema vem de longe – e existe em diferentes países africanos – mas “ganhou proporções tão graves que perturba a vida dos cristãos, destrói os laços familiares e afeta as relações entre as pessoas”. Vai ao ponto de “perturbar a ordem pública, devido à prática de justiça privada”, diz a nota dos bispos.

O porta-voz da Conferência Episcopal anunciou disponibilidade da Igreja para trabalhar com entidades como as governamentais e estudiosos para ajudar a compreender que “a crença na feitiçaria é um atraso, é uma paralisia social”. “Ficamos todos emaranhados nesta teia de crendices que não nos ajudam a evoluir”, considerou.

Crença aliada à pobreza

As represálias contra pessoas acusadas de feitiçaria também são comuns. Em 2010, os bispos pediram proteção especial para o número crescente de crianças que sofrem abusos e são abandonadas – já houve casos de morte – por familiares e pessoas próximas que vêem nelas o motivo dos seus infortúnios.


Na altura, o bispo de Mbanza Congo, Serafim Xingo ya Hombo, referiu-se à feitiçaria como terrorismo cultural, em que a crença aliada à pobreza leva pessoas a cometerem atos desumanos contra idosos e menores, principalmente no Leste e Norte do país.

“A doença é sempre justificação para a ida ao feiticeiro e a ignorância leva as pessoas a acatarem conselhos absurdos que atentam contra os direitos humanos, daí a necessidade de garantir mais acesso aos hospitais e às escolas em todos os pontos do país”, disse Xingo ya Hombo, citado pela agência noticiosa Angop.

Quando visitou Angola, em 2009, o Papa Bento XVI pediu que fossem combatidas a bruxaria e os rituais com sacrifícios humanos. “Chegam a condenar crianças de rua e até idosos, porque, dizem, são bruxos”, afirmou, numa homilia, citado pela AFP.  

No ano passado, o chefe da Igreja voltou ao assunto. “Aflitos com os problemas da vida, não hesitamos em recorrer a práticas que são incompatíveis com os caminhos de Cristo. Os abomináveis efeitos são a marginalização e mesmo a morte de crianças e de idosos condenados pelas falsas percepções da feitiçaria”, disse aos bispos do país, no Vaticano.

Estatísticas oficiais divulgadas quando o Papa visitou o país indicavam que 55% da população angolana é católica e que 25% acreditava em religiões tradicionais.



Fonte: Público Pt
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Alunas de balé do Projeto Novos Sonhos da Cristolândia participam de musical

"Fábrica dos Sonhos" é o nome da apresentação das meninas do Projeto Novos Sonhos da Cristolândia SP. Elas têm se apresentado em congressos e igrejas, emocionando a todos que veem nelas a prova de que vale a pena investir em vidas. A missionária Joana Machado, que atua no projeto, explicou que sempre sonhou em montar um espetáculo musical de teatro ou dança e, um dia, mostrar a todos os parceiros do projeto o que é feito com as ofertas enviadas, além de revelar também aos pais a importância do projeto. "A maioria dessas crianças nunca assistiu ou participou de um espetáculo em toda a sua vida", disse. O musical tem sido apresentado em vários lugares, e é válido ressaltar que balé é apenas uma das muitas atividades oferecidas pelo projeto Novos Sonhos.

Atualmente, 60 crianças são atendidas diretamente pelo projeto. A faixa etária varia de 4 a 15 anos. Fora as aulas de balé (em parceria com o estúdio Ana Esmeralda), entre as demais atividades disponíveis estão o jiu-jitsu (por meio da parceria com a academia Bom Retiro "Abu Brothers"), futebol, aulas de música e reforço escolar, além do lanche que é sempre oferecido para as crianças. O desafio é grande, pois foram mapeadas 300 crianças da Comunidade do Moinho e cerca de 200 na região da cracolândia.

Mas a ajuda também chega a essas crianças que não fazem parte do projeto, por meio de cestas básicas, entre outras ações que visam o acompanhamento e a aproximação com as famílias a fim de que recebam também a Cristo e possam mudar de vida. 

"A maioria dessas crianças tem os pais usuários de drogas, e essa é a triste realidade que enfrentamos. Algumas delas chegam a ficar sozinhas em casa enquanto os pais estão nas ruas da cracolândia. Desde 2009, temos visto muitos pais que abandonam suas crianças, mas Deus tem nos abençoado de forma grandiosa e nos dado a capacidade de fazer com que essas crianças tenham a oportunidade de voltar a sonhar", relatou Joana. Com as estratégias necessárias para trabalhar com os pequeninos que clamam por socorro, a equipe do projeto tem realizado cultos nas ruas e atividades que estão levando vida e esperança para corações antes partidos. É válido destacar a participação de voluntários de todo o país que apóiam o projeto porque acreditam que o Senhor pode mudar a triste realidade dessas crianças. 

Joana também ressaltou que devido ao fato do projeto Novos Sonhos ser parte da Missão Batista Cristolândia, o objetivo é expandir e passar a atender crianças também de outras cidades onde foram plantadas Cristolândias. "mas esse sonho só se tornará realidade quando você sonhar conosco", desafia a missionária. Para se tornar parceiro deste projeto e ajudar a levar esperança para as crianças que carecem de socorro e, acima de tudo, de um encontro com Jesus, basta fazer contato pelo pambrasil@missoesnacionaisor.br ou entrar em contato com a Central de Atendimento de Missões Nacionais: Do Rio de Janeiro - (21) 2107-1818


Outras capitais e regiões metropolitanas - 4007-1075
Demais localidades - 0800-707-1818



Fonte: Junta de Missões Nacionais de Convenção Batista Brasileira
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Do outro lado da cerca

Há quanto tempo você está esperando a resposta de Deus para alguma coisa? E Ele ainda não respondeu e você se diz que é só ter paciência? Ou então você já perdeu a mesma, se dizendo que Deus te abandonou?

Ah, Deus nunca nos abandona!!!

Ele nos deu uma vida, uma personalidade, uma alma e deseja que sejamos pessoas ricas em possibilidades.

Habite numa casa que te foi oferecida e em uma que você constuiu, tijolo por tijolo, com suas próprias mãos e você vai sentir uma grande diferença.

Cada vitória que você alcança na história da sua vida, sua família, seus amigos, levará para sempre um pouco de você.

Você se orgulha quando seu filho começa a dar os primeiros passos, a dizer as primeiras palavras ou quando faz algo interessante pela primeira vez? E depois, quando grande, torna-se uma pessoa boa, madura e com condições de tocar o barco da vida? Assim é Deus conosco.

Faça, por favor, um resumo da sua vida, veja o que fez, por onde andou e o que viu, as oportunidades que teve, as que aproveitou e as que deixou passar.

Muitas e muitas vezes quando pensamos que Deus não nos respondeu, a resposta veio há muito, mas como não era a que esperávamos, preferimos ignorá-la, fechar os olhos e continuar esperando.

Há uma casa perto daqui que deve estar lá há muitos anos. Mas nunca tinha visto e um dia me surpreendi, como se ela tivesse aparecido de uma hora para outra. Certamente ela não foi plantada lá da noite para o dia, o que acontecia era que tinha uma grande cerca na frente que encobria completamente a visão.

Talvez com um pouquinho de tempo e olhos mais atentos, eu pudesse tê-la percebido antes. Mas a cerca estava lá e eu só via a cerca...

Assim é com Deus, com as coisas que pedimos, com as respostas que esperamos. Vemos o que está bem mais próximo e deixamos de olhar além, nos esquecemos dos detalhes, porque não foi colocado à nossa frente, de maneira clara e visível o que queríamos.

Vemos os tijolos, mas nos esquecemos de colocá-los um em cima do outro, sempre esperando e esperando que nossos sonhos se construam...

Deus não trabalha à nossa maneira, nem ao nosso ritmo e nem sob nosso querer.

Ele possui também seus detalhes e deseja que aprendamos a trabalhar com nossas mãos, que aprendamos a tirar a venda dos olhos, que abramos nosso coração. Ele nos ajuda, mas com nossa ajuda, nosso esforço, nossa parte de responsabilidade.

Dobrar os joelhos num quarto fechado é muito bom, mas laborar um campo que precisa de cultura é igualmente precioso.

Se Deus não mandou a chuva que você pediu, te deu forças nos braços para trabalhar e se alegrará por você que verá o fruto do próprio trabalho.

Trabalhe a terre, semeie, plante, espere a chuva... mas se ela não vier, regue você mesmo. E regue quantas vezes for necessário.

Há certamente do outro lado da cerca uma bela casa, com um lindo jardim, mas você nunca vai saber se não chegar perto o bastante, se a cerca não for tirada, se não aprender a olhar a vida com os olhos do coração.



Autor: Letícia Thompson
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'Não éramos considerados músicos', diz cantor gospel Carlinhos Félix

Com canções consagradas no meio gospel como “Basta querer (É como um sonho)” e “Poderoso Deus”, o cantor carioca Carlinhos Félix esteve em Montes Claros (MG) para o lançamento do CD da banda D’passagem.

Félix tem 13 álbuns gravados, o último lançado pela Som Livre. Em mais de 25 anos de carreira é conhecido por ter inovado a música cristã no Brasil. Ele inseriu o rock no repertório gospel com a Rebanhão, banda criada nos anos 80, e conquistou o público jovem.

O cantor gospel prepara um novo disco que será lançado ainda neste ano. Em entrevista ao G1, o cantor fala sobre trabalho e o cenário gospel no Brasil.

G1 - Como você observa o crescimento da música gospel no país e a grande exposição fora dos veículos gospel?
Carlinhos Félix - Acho maravilhoso porque a gente lutou muito por isso desde a época do Rebanhão. Nós fomos os primeiros [cantores gospel] a entrar no Canecão com recorde de público. Isso foi uma conquista. Vejo que é o início de um tempo muito legal para nós da música.
Há um tempo atrás, a gente não era considerado músico. Eu nunca consegui entender o que o povo pensava. Hoje, a gente faz parte da cultura do nosso país. Eu fico feliz porque eu estudei, me formei pelo instituto Vila Lobos e hoje tenho o trabalho reconhecido. Foi uma batalha que a gente conseguiu vencer.

G1 - Estilos como pagode, axé e até funk gospel também tem crescido. Há algum preconceito no meio gospel com esses ritmos?
Carlinhos Félix - Música é música. Na verdade, o povo evangélico não aceitava esse tipo de som. Achavam que era “música do mundo”, mas não existe isso. Nosso conceito é que a música foi criada por Deus, seja rock, baião, xote, balada ou funk. A única diferença está no que a gente transmite: a mensagem que a gente acredita.
A banda Oficina G3, por exemplo, é rock’n roll puro e da melhor qualidade. A própria Bíblia diz que devemos acompanhas ar mudanças. As coisas se renovam, assim como a Palavra de Deus se renova a cada dia. Quem fica estagnado morre.

G1 – E tem mais novidade vindo por aí: um novo CD. Quando deve ser lançado?
Carlinhos Félix - Na primeira semana de dezembro sai meu novo disco, o “Lindo Senhor”, pela Sony Music. As redes sociais estão ‘bombando’ sobre o assunto e eu estou muito contente pela expectativa que está sendo criada. Estou muito contente com isso tudo.


Fonte: G1
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terça-feira, 27 de novembro de 2012

A grande mentira: todos os pecados são iguais

Tenho certeza que você já deve ter ouvido a frase que diz: “não existem pecadinho e pecadão”. Essa é uma daquelas informações que ouvimos na igreja, mas não da Bíblia. Acredito, claro, que a maioria dos pastores ou líderes que falam isso tem como intuito dizer a cada cristão que eles devem levar a sério qualquer pecado, seja ele qual for. No entanto, precisamos afirmar o que a Bíblia diz e rejeitar tudo o que qualquer pessoa fale contrária a ela.

Não concordo com essa frase, porque ela não tem suporte quando leio a minha Bíblia e nem na vida real, quando olho ao meu redor. Aceitar esse “dizer” como verdade absoluta é um erro como uma pessoa que diz que os computadores de 5 anos atrás são iguais aos de hoje. Por um lado, ela está certa. Por outro, completamente errada.

Analisando por um lado, existem graus de seriedade nos pecados. Por que digo isso? Por um motivo simples: é o que a bíblia ensina. Jesus disse a Pilatos: “aquele que me entregou a ti é culpado de um pecado maior” ( Jo 19:11). A Bíblia fala de pecados que levam para morte ( 1 Jo 5:16-18), fala sobre julgamento mais severo que o outro ( Lc 12:47,48), maior rigor no julgamento daqueles que ensinam ( Tg 3:1, cuidado com o que vocês escrevem no blog! Eu me incluo nisso, só para deixar claro!), maior punição ( Mt 11:20-24), maior conseqüências negativas para aqueles que pecam intencionalmente do que os que pecam de forma não intencional (Lv 4:1-35; 5:15-19; Nm 15:22-30; Ez 45:20; Lc 12:48), grande punição para os abusadores de crianças ( Mt 18:6) e um julgamento duplo para as pessoas religiosas e que tem justiça própria do que para os “pecadores” ( Mt 10:15; 23:15).

Como a Bíblia é real e verdadeira, esse ensino faz todo sentido na vida real. Como podemos dizer que uma pessoa que estupra uma criança e depois a mata tem a mesma gravidade do que um adolescente que mente para seu pai para não ficar de castigo? Como podemos achar que é a mesma coisa bater em uma mulher e roubar um pirulito? Não! Existem sim níveis de gravidade de pecado. Um pecado pode ser mais grave que o outro. É assim que devemos entender. É assim que a justiça entende, quando cria leis mais severas para determinadas coisas ou aplica penas mais graves em alguns casos e menos graves em outros. É assim que entendem os pais, os policiais e nós. Vemos isso na vida real.

No entanto, preciso equilibrar essa verdade com outra afirmação: todo pecado deve ser levado muito a sério por cada um de nós, porque para Deus existem apenas duas categorias de pessoas: pecadores que não foram alcançados ainda pela graça e pecadores que já foram alcançados pela graça. Sem a graça de Deus, sem o seu agir, estamos mortos em pecados e em transgressões ( Ef 2:1). Ou seja, totalmente separados de Deus. A gravidade do pecado aumenta pelo fato de Jesus ter morrido na cruz para nos livrar dele. Logo, devemos levar a sério qualquer pecado, porque ele gera morte, alienação, a ira de Deus, destrói a nossa vida e, principalmente, porque levou Jesus a morrer numa cruz para nos salvar de nós mesmos, do diabo, do mundo. Jesus ensina isso no sermão do monte, parafraseando suas palavras: “não pense que pelo fato de você apenas cobiçar uma mulher em sua mente é menos sério do que o adultério. Não! Todo pecado deve ser levado muito a sério”. Há diferença? Claro, já vimos isso. No entanto, se ficarmos comparando os nossos pecados com os dos outros, pecaremos ainda mais e não vai haver muita transformação. Na verdade, pode acontecer a famosa justificação: “até que não sou tão ruim assim”. Amigo, você deve sempre olhar para o seu pecado e depois olhar para santidade de Deus, porque assim você dirá acertadamente: “caramba, eu sou um desgraçado! Como Deus pode me amar assim?”. Você pode não ser tão mal como um homem que matou uma criança depois de tê-la estuprado. Isso coloca ele no fundo vale. E coloca você em cima da montanha. Mas ambos têm as mesmas chances de conseguir pegar uma estrela no céu.

Então, leva a sério o seu pecado. Não brinque com ele. E se quiser um parâmetro, use a santidade de Deus, sempre. Não só às vezes.

E fuja da tentação de achar que todos os pecados são iguais para Deus, porque não são. E fuja da tentação de achar que nem todos os pecados são tão sérios assim, porque para Deus todos são.



Fonte: F. P. Mastrillo  em Evangelho Urbano
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Diretor de filme que satiriza o islã diz não guardar arrependimento

O autor do vídeo de sátira ao islã que foi apontado como estopim de uma onda de protestos anti-EUA em países muçulmanos, em setembro passado, disse que não se arrepende do filme. Nakoula Basseley Nakoula, cristão copta nascido no Egito que mora no Estado americano da Califórnia, afirmou, em entrevista publicada nesta segunda pelo jornal "New York Times", que queria levar à tona "a verdade" sobre Maomé.

O filme, intitulado "Inocência dos Muçulmanos", teve o trailer, de 14 minutos de duração, publicado no site YouTube. Nele, o profeta Maomé aparece como mulherengo e ambicioso, enquanto o islã é retratado como violento. Os protestos, detonados em 11 de setembro, atingiram representações diplomáticas dos EUA em diversos países muçulmanos, provocando mortes.

"Eu pensei, antes de escrever o roteiro", disse ao "NYT", "que eu me incendiaria em praça pública para fazer com que o povo americano e o mundo conhecessem a mensagem em que acredito".

Na reportagem, o jornal afirma que os relatos das mais de 12 pessoas que trabalharam no filme, além de autoridades da igreja e da polícia, indicam que, ao produzi-lo, Nakoula, 55, era um homem "financeiramente em desespero". Parte dos contratados, afirma o "NYT", foram enganados e acreditavam estar participando da filmagem de uma obra chamada "Guerreiros do Deserto" ("Desert Warriors", em inglês).

Pelo menos uma atriz move um processo contra o diretor.

O cinegrafista foi condenado a um ano de prisão, no começo de novembro, por violar os termos da liberdade condicional que lhe foi concedida em 2009, sobre uma condenação por fraude bancária. Ele teria infringido a regra ao usar um documento falso e mentir para seu agente de condicional.

Os trabalhos para o filme, então chamado "O Primeiro Terrorista", teriam começado em 2008. Depois de fazer cinco versões para roteiro, ele teria arrecadado US$ 80 mil, aparentemente por meio da família egípcia da sua segunda ex-mulher e de doações de outros coptas. As filmagens teriam levado 15 dias. A versão completa do filme duraria uma hora e 40 minutos.

Nakoula respondeu às perguntas do jornal por meio de uma carta enviada por seu advogado. Um pedido para entrevistá-lo pessoalmente foi negado pelas autoridades.



Fonte: Folha
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Angus T. Jones, o Jake de Two And a Half Men, grava vídeo com testemunho cristão e pede para que as pessoas parem de assistir à série

“Deus é ótimo”, diz Angus T. Jones. E ele repete isso mais algumas vezes. “Deus é ótimo. Deus é ótimo.” O ator, conhecido por interpretar o garoto Jake no seriado Two And a Half Men desde 2003, gravou um vídeo com um testemunho cristão, encorajando as pessoas a pararem de assistir ao seriado.

O ator, que já era conhecidamente religioso, detonou a própria série em um vídeo publicado nesta segunda-feira, 26, pelo site The Forerunner. O vídeo, dividido em duas partes (assista abaixo), mostra o ator de cabelos raspados, contando como descobriu a religião e de que forma seu estilo de vida, hoje, é contrário àquilo que ele mostra da TV.

No oitavo minuto do segundo vídeo, Angus diz: “Jake, de Two And a Half Men, não significa nada. Ele é um personagem inexistente. É um nada. Se você assiste...”, ele dá uma pausa. “Por favor, pare de assistir”, diz o ator. “Eu não quero estar no show. Parem de assistir, parem de encher a cabeça de vocês com isso. Dizem que é entretenimento, mas façam uma pesquisa para entender o que a televisão faz na cabeça de vocês. Aí, sim, vocês poderão decidir o que fazer com a TV e, principalmente, escolher o que assistir.”

O ator ainda dá pistas de que deseja deixar o programa; “Ninguém pode ser temente a Deus e estar em um programa de televisão. Eu não posso. Eu não estou OK em fazer parte daquilo”, disse o rapaz de 19 anos.

Até o momento, ninguém do canal CBS, ou responsável por Two And a Half Men, se pronunciou a respeito do depoimento de Angus. O seriado ganhará a 10ª temporada e, segundo o site do Los Angeles Times, o ator ganha US$ 350 mil (cerca de R$ 720 mil) por episódio.




Fonte: Rolling Stone Brasil
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“Crentes” teóricos? Essa não!!!!

É notório o grande crescimento dos interessados no estudo da teologia em nossos dias. Os seminários e faculdades teológicas têm se proliferado; na rede mundial de computadores, com uma rápida pesquisa, percebemos que o número de “debatedores” da doutrina é cada vez maior. São arminianos, calvinistas, liberais, dispensacionalistas, carismáticos, pentecostais, cada um defendendo o seu ponto de vista com veemência.

Em princípio, esse quadro deveria nos causar alegria, afinal de contas é muito bom ver pessoas interessadas nas Escrituras e debatendo sobre a Palavra. Mas uma pergunta tem de ser feita: os que têm discutido com tanta paixão têm experimentado um crescimento em santidade decorrente do conhecimento bíblico que professam?

Há um perigo muito grande em tornar a doutrina um fim em sim mesmo. Há na Palavra de Deus advertências sérias quanto a isso. Na epístola de Tiago a ordem é para que os crentes sejam praticantes da Palavra e não somente ouvintes, pois os que são simplesmente ouvintes enganam-se a si mesmos (Tg 1.22). 

Em seu ministério o Senhor Jesus repreendeu incontáveis vezes os escribas e fariseus, chamando-os de hipócritas, justamente por falarem e não fazerem. Ele chegou a ensinar a multidão, com respeito aos fariseus, da seguinte maneira: “Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem” (Mt 23.3).


Eis aí o retrato de um “crente” teórico. É aquele que tem a doutrina na ponta da língua, muitas vezes decora vários versículos bíblicos, é capaz de discorrer com propriedade sobre as doutrinas mais complexas, mas não a vive no seu dia-a-dia. Esse tipo de pessoa, como afirma Tiago, engana-se a si mesmo, pois, como bem afirma John Blanchard, “o crescimento cristão requer mais do que conhecimento da Bíblia; ninguém jamais se alimentou decorando cardápios”.

Há no Novo Testamento uma igreja que foi elogiada pelo Senhor Jesus pelo seu conhecimento doutrinário. O Senhor chega a afirmar que aqueles crentes colocaram à prova os falsos mestres que se declaravam apóstolos e os acharam mentirosos (Ap 2.2-4). Pelo visto, aqueles irmãos eram bastante preparados no que diz respeito ao conhecimento doutrinário, contudo, Jesus os repreende dizendo que haviam abandonado o primeiro amor.

Infelizmente, isso é mais comum do que se imagina. Mesmo dentro de nossas igrejas, temos membros que foram doutrinados desde a tenra idade, que frequentam regularmente os cultos, mas por mero costume. A doutrina não tem efeito prático em suas vidas e eles demonstram que, à semelhança dos crentes de Éfeso, deixaram o primeiro amor.

Devemos ter muito cuidado para não ser meramente religiosos e também para não cair na cilada de colocar o amor à doutrina à frente do amor ao Senhor, pois fazer isso é incorrer na quebra do primeiro mandamento (Êx 20.3).

É claro que só se pode amar o Senhor tendo um conhecimento correto de sua Palavra, mas nem sempre conhecimento teológico é sinônimo de piedade e amor ao Senhor.

Fujamos, portanto, do farisaísmo procurando conhecer profundamente as Escrituras, mas com a finalidade de amar e honrar, pela sua prática, o Salvador.



Fonte: Milton Jr em E a Bíblia com isso?
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Pastor evangélico é suspeito de ter abusado de seis meninas, uma delas é portadora de síndrome de down

A encarregada de lavanderia, mãe de duas vítimas, e a técnica de enfermagem mãe de duas meninas vítimas do pastor, entre elas uma com síndrome de down

Quatro mães denunciam pastor evangélico por ter abusado sexualmente das filhas delas, em Ariquemes (RO). Devido às denúncias registradas na Polícia Civil, o pastor Sérgio Galvão ficou preso durante 14 dias, mas obteve liberdade provisória. Segundo o Ministério Público, seis crianças entre sete e 11 anos de idade foram vítimas do pastor.
A mãe de duas vítimas conta que o primeiro caso foi descoberto no fim de agosto, quando uma criança de 10 anos revelou abusos sexuais por parte do pastor da Igreja de Deus Pentecostal do Brasil, localizada no Bairro União I.

A técnica em enfermagem, que prefere não ter o nome divulgado, conta que frequentava a igreja há quatro anos e que o pastor também abusou sexualmente de suas duas filhas, uma de oito e outra de 10 anos, portadora de síndrome de down.

Na primeira situação, a criança de oito anos teria contado à mãe que o pastor teria a molestado. “Minha filha chorava muito, até que contou que o pastor a beijou na boca com língua e passou a mão nos peitos, bumbum, pernas e vagina. E, ainda disse a ela que não podia contar a ninguém, pois aquilo era um segredo deles”, relata.

Depois do relato da filha, a mãe conta que entrou em contato com a esposa do pastor, que levantou a possibilidade da criança estar mentindo. Depois disso, uma comissão da coordenação da igreja marcou para falar com a mãe da menina, a esposa e o pastor na igreja.

“Eles começaram a conversar conosco e disseram que tínhamos que perdoá-lo [pastor Sergio]. Depois ele [o pastor] chegou e confessou que havia beijado a menina e passado a mão no corpo dela e disse que este era o lado podre do evangelho”, lembra.
Conforme a mãe, na reunião, o pastor teria dito que iria se entregar à polícia, enquanto a esposa Raimunda chorava e pedia para ela não registrar boletim de ocorrência.

“Saímos da reunião direto para delegacia para registrar ocorrência. Até então eu nem imaginava que ele [pastor Sérgio] tinha feito isso com minha outra filha com síndrome de down. Mas levei as duas na Delegacia da Mulher e a psicopedagoga conversou com a menor, que revelou que o pastor também tinha passado a mão em seu corpo. É uma dor imensa, saber que a pessoa que se dizia nosso pastor, que pregava o evangelho fez uma coisa dessas. Ele confessou na igreja e hoje ele mente. Minha filha ficou traumatizada, ela chora o tempo todo”, conta a técnica em enfermagem.

Menina de 11 anos conta que pastor a atacou durante carona para a escola

A mãe de outra menina se diz revoltada com a soltura do pastor. Ela conta que ficou preocupada quando soube dos outros casos de abusos e começou a questionar as filhas, de 11 e sete anos para saber se algo tinha acontecido com elas.

Conforme a encarregada de lavanderia, que também não quis divulgar o nome, o primeiro abuso teria acontecido com a filha de 11 anos. “Após o batismo, as pessoas foram tomar banho no rio. Minha filha disse que o pastor mergulhou e ficou passando a mão em sua vagina embaixo da água e na outra vez foi a caminho da escola”, conta.

A mãe ainda afirma que o pastor teria abusado de sua outra filha, de sete anos, também dentro do carro. “O pastor foi buscar ela [filha] para o encontro de crianças e dentro do carro também passou a mão em seu corpo”, afirma.

Uma menina de nove anos também foi vítima de abuso do pastor Sérgio, segundo a mãe da criança. De acordo com a dona de casa, a menina ensaiava coreografia na igreja e com isso costumava frequentar a casa do pastor, que tem uma enteada de 15 anos. “Depois de saber dos outros casos, perguntava para minha filha se ele [pastor Sérgio] tinha feito algo com ela, mas ela só chorava, até que um dia revelou que o pastor tinha passado a mão no peito dela e na genitália. Este pastor é um falso profeta, pois está usando o nome de Deus para fazer uma coisa dessas. Eu quero justiça e que ele volte para cadeia”, diz.

Relato

A filha da encarregada de lavanderia ainda brinca de boneca e gosta de desenhos animados. A menina, que tem 11 anos, conta que estava a caminho da escola, quando o pastor ofereceu uma carona, mas ressalta que ele teria parado no meio do caminho. “Ele [pastor Sérgio] começou a passar a mão no meu peito e vagina e me deu um beijo na boca com língua. Ele disse que se eu contasse para alguém, ele ira matar toda a minha família e que quando tivesse 13 anos, iria me roubar”, lembra.

Além disso, a menina revela que neste dia, o pastor teria mostrado o órgão sexual e pedido para ela fazer sexo oral, mas conseguiu abrir a porta do carro e fugir. “Eu fiquei com medo dele fazer alguma coisa de ruim comigo, ou com a minha família. Quando ele ia à escola atrás de mim, eu pedia para dizer que não estava”, lembra.

Justiça

O pastor foi preso dia 31 de outubro e solto dia 14 de novembro. O promotor de Justiça Elias Chaquian, da 2ª Promotoria de Justiça de Ariquemes, afirma que o pastor está respondendo por estupro de vulnerável, conforme o artigo 217-A, e a pena pode ser de oito a 15 anos de reclusão.

Chaquian conta que as mães procuraram o MP pedindo o retorno do pastor à cadeia. “O pastor está respondendo pelo crime cinco vezes em Ariquemes e uma vez em Porto Velho. Fomos procurados pelas mães, estamos acompanhando o caso e ouvimos relatos revoltantes. Um novo inquérito irá ser criado e o MP irá pedir a prisão do pastor”, enfatiza.

Conforme o promotor, Galvão teve liberdade provisória, mediante a medida protetiva, que proíbe o pastor de ficar distância menor de 500 metros das vítimas. “Se estes abusos tiverem acontecido com outras crianças, as mães devem denunciar na Delegacia da Mulher ou no MP”, alerta o promotor.

O G1 procurou a juíza 1ª Vara Criminal Fabíola Cristina Inocêncio, que emitiu parecer favorável ao pedido de liberdade provisória de Galvão, mas ela disse que não poderia falar nada sobre o caso, pois o processo corre em segredo de Justiça.

Defesa

A advogada Corina Fernandes Pereira diz que seu cliente é inocente e que uma das mães estaria manipulando as outras para culpar Galvão. “Temos registros de mensagens de celular, onde mães pedem desculpas à esposa do pastor Sergio, pelas declarações e diz que uma mãe estaria influenciando a situação”, afirma.

Com as denúncias, o pastor se mudou para Candeias do Jamari, a 20 quilômetros de Porto Velho, e as mães alegam que ele estaria fugindo da cidade. No entanto, a advogada justifica a mudança. “Ele se mudou para proteção dele, pois estava recebendo ameaças. Mas ele informou à delegada, através de documento, que iria mudar de endereço”, enfatiza.

Corina destaca que em momento algum o pastor quis fugir dos supostos crimes, e que ele trabalha há anos com crianças e nunca teve problemas desta natureza. A advogada ainda destaca que os laudos físicos e psicológicos não concluíram abusos sexuais.
“O pedido de liberdade foi deferido, porque a Justiça viu a boa fé do pastor Sérgio, que em momento nenhum tentou fugir. Ele foi preso em casa, em Candeias. Ele tem uma enteada, hoje com 15 anos; então se ele fosse uma pessoa dessa índole, ele não teria primeiro molestado esta criança”, argumenta.


Fonte: G1
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Dica de Música: Tua Graça me Basta - Rachel Novaes

Nas noites mais sombrias
Na escuridão da alma
Tua graça me basta

Nas madrugadas frias
Na solidão da estrada
Tua graça me basta

No vento incessante
Toda hora e a cada instante
Tua graça me basta

Na imensidão do mundo
No abismo mais profundo
Tua graça me basta

Aperfeiçoa-me
Molda meu coração
Ouça o som que flui
Da minha adoração

Suba perante Ti
Este sincero amor
Seja a expressão
De todo o meu louvor


Ex-Bispo Rodrigues da Igreja Universal é condenado a prisão por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro

O ex-deputado federal pelo PL (atual PR) do Rio de Janeiro Carlos Rodrigues, foi condenado a seis anos e três meses de prisão, além de 290 dias-multa no valor de 10 salários-mínimo pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A pena foi definida nesta segunda-feira na 48ª sessão do julgamento do mensalão. Como a punição ficou abaixo de oito anos, será cumprida em regime semiaberto.

Durante o seu voto, o relator do processo, Joaquim Barbosa, disse que o ex-deputado empregou o seu mandato parlamentar para obter soma elevada em espécie. "A corrupção de um parlamentar tem por consequência uma lesão à democracia", ressaltou.

Pelo crime de corrupção passiva, Bispo Rodrigues foi condenado a três anos de reclusão, além de 150 dias-multa. Quanto a lavagem de dinheiro, a pena ficou em três anos e três meses, mais 140 dias-multa.

Conhecido na época como Bispo Rodrigues, renunciou ao mandato em 2005 para escapar da cassação, após ser flagrado transportando R$ 150 mil sacados na agência do Banco Rural em Brasília. O relator do processo rechaçou os argumentos da defesa sobre a existência de caixa dois de campanha e disse que ficou comprovado que o réu teve participação na compra de votos em troca de apoio aos projetos do governo federal.

O mensalão do PT

Em 2007, o STF aceitou denúncia contra os 40 suspeitos de envolvimento no suposto esquema denunciado em 2005 pelo então deputado federal Roberto Jefferson (PTB) e que ficou conhecido como mensalão. Segundo ele, parlamentares da base aliada recebiam pagamentos periódicos para votar de acordo com os interesses do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Após o escândalo, o deputado federal José Dirceu deixou o cargo de chefe da Casa Civil e retornou à Câmara. Acabou sendo cassado pelos colegas e perdeu o direito de concorrer a cargos públicos até 2015.

No relatório da denúncia, a Procuradoria-Geral da República apontou como operadores do núcleo central do esquema José Dirceu, o ex-deputado e ex-presidente do PT José Genoino, o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares e o ex- secretário-geral Silvio Pereira. Todos foram denunciados por formação de quadrilha. Dirceu, Genoino e Delúbio respondem ainda por corrupção ativa.

Em 2008, Sílvio Pereira assinou acordo com a Procuradoria-Geral da República para não ser mais processado no inquérito sobre o caso. Com isso, ele teria que fazer 750 horas de serviço comunitário em até três anos e deixou de ser um dos 40 réus. José Janene, ex-deputado do PP, morreu em 2010 e também deixou de figurar na denúncia.

O relator apontou também que o núcleo publicitário-financeiro do suposto esquema era composto pelo empresário Marcos Valério e seus sócios (Ramon Cardoso, Cristiano Paz e Rogério Tolentino), além das funcionárias da agência SMP&B Simone Vasconcelos e Geiza Dias. Eles respondem por pelo menos três crimes: formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

A então presidente do Banco Rural, Kátia Rabello, e os diretores José Roberto Salgado, Vinícius Samarane e Ayanna Tenório foram denunciados por formação de quadrilha, gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro. O publicitário Duda Mendonça e sua sócia, Zilmar Fernandes, respondem a ações penais por lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O ex-ministro da Secretaria de Comunicação (Secom) Luiz Gushiken é processado por peculato. O ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato foi denunciado por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP) responde a processo por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A denúncia inclui ainda parlamentares do PP, PR (ex-PL), PTB e PMDB. Entre eles o próprio delator, Roberto Jefferson.

Em julho de 2011, a Procuradoria-Geral da República, nas alegações finais do processo, pediu que o STF condenasse 36 dos 38 réus restantes. Ficaram de fora o ex-ministro da Comunicação Social Luiz Gushiken e o irmão do ex-tesoureiro do Partido Liberal (PL) Jacinto Lamas, Antônio Lamas, ambos por falta de provas.

A ação penal começou a ser julgada em 2 de agosto de 2012. A primeira decisão tomada pelos ministros foi anular o processo contra o ex-empresário argentino Carlos Alberto Quaglia, acusado de utilizar a corretora Natimar para lavar dinheiro do mensalão. Durante três anos, o Supremo notificou os advogados errados de Quaglia e, por isso, o defensor público que representou o réu pediu a nulidade por cerceamento de defesa. Agora, ele vai responder na Justiça Federal de Santa Catarina, Estado onde mora. Assim, restaram 37 réus no processo.


Fonte: Terra
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Como se desintoxicar do neopentecostalismo

Tenho recebido inúmeros relatos de pessoas que se dizem sobreviventes de igrejas neopentecostais e suas práticas equivocadas e até mesmo perigosas do ponto de vista bíblico. Uma frase em especial me chamou a atenção: “Estou tentando me desintoxicar, após anos no neopentecostalismo”, compartilhou comigo um internauta. Com isso em mente, permita que eu ofereça conselhos práticos de como fazer essa “desintoxicação”:

Ache uma igreja tradicional e que tenha uma Escola Bíblica Dominical para adultos.

Por que fazer isso? Sempre defendi que o que os tradicionais precisavam era se abrir mais para a atualidade dos dons espirituais. Continuo a defender essa causa. A igreja que mais abusou dos dons no mundo antigo, a de Corinto, foi a que recebeu de Paulo a seguinte admoestação: “Entretanto, busquem com dedicação os melhores dons” (1 Co 12.31). Isso quer dizer que a cura para o abuso de dons espirituais não é abandoná-los, mas buscar o seu emprego com equilíbrio e afinco.

Não estou falando de abandonar o sobrenatural de Deus, mas de procurar quem o ensine com mais equilíbrio. Aqui temos de dar honra a quem honra é merecida. Os tradicionais, na sua grande maioria, são mais dedicados ao estudo das Escrituras. Batistas, presbiterianos, metodistas e congregacionais são os mais indicados. Há igrejas dessas denominações que não ensinam? Claro. Há igrejas dessas denominações sendo muito mal pastoreadas? Sim, muitas. Há igrejas de orientação liberal ou política entre elas? Tragicamente, sim. Mas há algumas que continuam a ensinar a sã doutrina. Ache uma. Digo isso não porque seja necessariamente a igreja que você vai frequentar pelo resto da vida. Mas encare isso como parte da sua “desintoxicação”.

Você precisa estudar a Bíblia a fundo. Um dos pecados da ala neopentecostal é o abuso ou o abandono das Sagradas Letras. Para quem quer se desintoxicar, tem que ser um “obreiro aprovado” (“Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar, que maneja corretamente a palavra da verdade” – 2 Tm 2.15).

Alguns talvez estranhem que eu não esteja recomendando a própria igreja que lidero, nem tampouco uma igreja pentecostal clássica. É claro que recomendo qualquer uma das Igrejas Cristãs Nova Vida (ICNV). São ótimas. Mas, quando se faz uma desintoxicação, é necessário se afastar de tudo o que pode te levar de volta ao vício. Toda e qualquer igreja pentecostal, inclusive a nossa, usa termos, jargões e conceitos que trazem ligeira semelhança com os do neopentecostalismo, mesmo que não sejamos neopentecostais. Como um Presbitério, reconhecemos que em tempos passados andamos perto de um neopentecostalismo tácito, só que há um bom tempo esse não é mais o caso.

Leia dois livros importantíssimos: O Fim de Uma Era (de minha autoria) e A Verdadeira Vitória do Cristão (de Maurício Zágari).  

Antes que alguém proteste que este artigo não passa de autopromoção, permita que eu diga que não recebo um centavo das vendas do meu livro, embora fosse absolutamente legítimo fazê-lo. Todos os direitos autorais são revertidos para fins missionais. Então promovo meu livro com a consciência absolutamente livre de qualquer consideração mercadológica. Acontece que esses dois livros ajudam a entender exatamente onde estão alguns dos problemas mais graves da cosmovisão da igreja atual. Quem os ler entenderá mais sobre o enorme engano que mora no seio da nação neopentecostal. As duas obras estão disponíveis em livrarias pelo país, como também no site www.editoraanoodomini.com.br

Aumente seu interesse por teologia.

O argumento “não preciso de teologia, só de Jesus”, é um apelo à ignorância e não acrescenta nada a nossa vida espiritual. Pelo contrário: teologia é a formação de conceitos corretos e bíblicos. É a maneira pela qual os pensadores organizaram o conhecimento bíblico e o traduziram à prática e ao culto cristão. Há muitas disciplinas de teologia: teologia bíblica, cristologia (sobre Cristo), pneumatologia (sobre o Espírito Santo), eclesiologia (sobre a Igreja), soteriologia (sobre a salvação) e outras mais. Uma boa Teologia Sistemática seria um santo remédio para quem quer botar os pés de volta no chão. Recomendo a da editora Vida Nova, escrita por Franklin Ferreira e Alan Myatt. Entre no site deles. É um livro grande e vai levar tempo para ler. Mas estamos falando de uma desintoxicação e isso não é feito sem um pouco de esforço.

Teologia é a linguagem da Igreja. Mesmo negando fazer teologia, os neopentecostais endoutrinam com a sua própria teologia. Só que não usam livros. Usam frases feitas, adesivos, chavões e uma cultura interna massacrante de autoajuda e pensamento positivo. A única maneira de renovar a sua mente (Rm 12.1,2) será por meio de um esforço mental consciente e excelente.

Desligue-se da televisão evangélica e das mesas redondas.

Neopentecostalismo se perpetua nas conversas do dia a dia. É nas frases feitas e afirmações positivas que ele cresce. É só mais um vigoroso “em nome de Jesus” pronunciado na hora certa que a intoxicação volta a acontecer. É só pelo “eu determino” sacado na hora “H” e seus brios neopentecostais vão deixar você arrepiado e “cheio de poder”. Lembre-se: os Alcoólicos Anônimos sempre dizem que o segredo é evitar o primeiro gole. Triunfalismo é um verdadeiro tóxico. Faz com que nos sintamos “poderosos”. É um engodo. Só com temor a Deus, pé no chão e o nariz nos livros é que você vai conseguir se libertar.

Vivemos dias de enorme corrupção nos quadros cristãos e evangélicos. Sob essa rubrica há de tudo: liberalismo, neopentecostalismo, ativismo político e uma série de males que estão desfigurando a face da Igreja de Jesus Cristo. Para quem está despertando para esta realidade, conte com a minha pequena contribuição neste blog, nos vídeos e nos livros.



Fonte: Walter McAlister em seu blog
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Presidente 'mais pobre do mundo' dirige um fusca e doa 90% do salário

Aos 77 anos, o uruguaio José Mujica, presidente do Uruguai, é um ex-guerrilheiro tupamaro que passou 14 anos preso, a maioria durante a ditadura uruguaia (1973-1985). Ele vive em uma pequena chácara nos arredores de Montevidéu junto com sua esposa, a senadora Lucía Topolansky. Ali cultiva flores e hortaliças que vende nos mercados locais.

Quando não está realizando trabalhos oficiais, o chefe de Estado faz questão de dirigir o seu próprio carro, um fusca azul, de 1987, avaliado em pouco mais de US$ 1.000. Mujica dispensa empregados. Faz suas próprias compras no bairro onde vive e frequentemente é visto em restaurantes populares com seus colaboradores no entorno da sede do Governo, no centro de da capital uruguaia.

Seu salário, de US$ 12,5 mil mensais, não fica todo com ele. O presidente uruguaio fica com US$ 1.250 e doa 90% para a construção de casas populares. Segundo sua última declaração de renda, de abril passado, seu patrimônio e o de sua esposa somam cerca de US$ 212 mil. Eles possuem três terrenos, três tratores e dois carros de 1987."Se tenho poucas coisas, preciso de pouco para sustentá-las", disse recentemente em uma à BBC.

Por conta dessa vida frugal, Mujica é considerado 'o presidente mais pobre do mundo'. E agora é inspiração para um novo perfume. Martín Sastre pretende criar uma fragância com as flores que Mujica cultiva em sua chácara. Segundo o artista, as flores do presidente uruguaio guardam "a essência do autêntico luxo".

A ideia ainda não recebeu o sinal verde do presidente. Mas já tem até nome, "U from Uruguay", e anúncio publicitário. Sastre, artista audiovisual e diretor de cinema nascido em Montevidéu em 1976 e que mora em Madri, disse reconhecer Mujica como "ícone global por causa de sua filosofia de vida", por isso a intenção de criar o perfume.

Se o projeto for concretizado, a fragrância de "Pepe" (como o presidente é popularmente conhecido) seria vendida através de fundações públicas para arrecadar dinheiro e criar um fundo de fomento da produção artística.



Fonte: Época Negócios
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Se Deus nos ama, por que sofremos?

Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação (2Co 4.17)

O problema do sofrimento não é uma questão apenas filosófica, mas, sobretudo teológica. Temos dificuldade de conciliar o amor de Deus com o sofrimento humano. Os judeus questionaram o amor de Jesus por Lázaro, por este ter passado pela morte sem a intervenção de Jesus. Ao longo dos séculos reverbera sempre a inquietante pergunta: Por que sofremos? Por que a nossa dor não cessa?

Chamo sua atenção para alguns pontos importantes no trato dessa matéria:

1. O sofrimento não é fruto do desamor de Deus, mas do pecado humano – O sofrimento é filho do pecado. Não tivesse existido a queda não haveria sofrimento. Somos concebidos em pecado e nascemos com uma natureza corrompida num mundo que está gemendo açoitado por muitas agruras. O sofrimento é a consequência inevitável do pecado. O pecado é como uma fonte poluída de onde flui copiosamente o sofrimento. O pecado é o solo onde crescem os espinheiros do sofrimento. O pecado é como um anzol que por trás da isca do prazer esconde a carranca do sofrimento e da morte.

2. O sofrimento é um aviso solene e altissonante aos ouvidos humanos – Se não houvesse a dor nós sucumbiríamos subitamente sem a mínima chance de buscarmos socorro. A dor é uma trombeta; o sofrimento, um aviso solene de que é impossível transgredir os preceitos de Deus sem sofrer as devidas consequências. Se a violação de uma lei física desencadeia uma consequência inevitável, assim também, a violação dos preceitos morais e espirituais deságua em sofrimento atroz. Muitos tentam abafar a voz da consciência e outros tentam negar a dor, mas mesmo aqueles que amortecem os efeitos da dor nesta vida, jamais poderão ficar incólumes do sofrimento eterno.

3. O sofrimento precisa ser nosso pedagogo e não nosso coveiro - Muitas pessoas se desesperam a ponto de dar cabo da própria vida ao passarem pelo vale do sofrimento. Há sofrimentos físicos, mentais, emocionais e espirituais. Há dores na alma que doem mais do que ter a carne fustigada pela doença. Não poucas pessoas revoltam-se contra Deus como a mulher de Jó, ao passarem pelas tempestades da vida. Em vez de serem como a cêra que se derrete ao sol, são como o barro que endurece ainda mais quando exposto ao seu calor. O sofrimento deve nos ensinar em vez de nos destruir. Ele deve nos tomar pela mão e nos ensinar a viver com mais sensibilidade e sabedoria em vez de nos enclausurar na cova existencial da morte. O rei Davi disse: “Foi-me bom passar pelo sofrimento, para que eu aprendesse os teus decretos” (Sl 119.71). É preciso deixar claro que nem todo sofrimento é fruto de um pecado específico ou de um castigo. O homem que nasceu cego estava sofrendo não por causa do seu pecado ou do pecado de seus pais, mas para que nele se manifestasse a glória de Deus (Jo 9.1-9). Nesse mundo passamos por aflição e importa que entremos no Reino de Deus por meio de muitas tribulações.

4. O sofrimento presente pode ser prelúdio da consolação eterna – O sofrimento deve ser visto à luz da eternidade. O sofrimento do justo é passageiro e suave quando comparado com as glórias por vir a serem reveladas nele. Nós temos uma boa esperança e uma consolação eterna. Aqui pisamos estradas crivadas de espinhos, mas, então, pisaremos ruas de ouro e cristal. Aqui nossos olhos ficam inchados de tanto chorar, mas, então, Deus enxugará dos nossos olhos toda a lágrima. Aqui, nós sofremos pela escassez, pela fraqueza, pela enfermidade e pelo luto, mas, então, receberemos um corpo de glória, semelhante ao corpo de Cristo. Aqui, vivemos como estranhos e peregrinos, mas em breve, mudaremos de endereço e viveremos na Casa do Pai, no Paraíso, na Nova Jerusalém, na Cidade Santa, onde a dor, a morte e o luto jamais entrarão. O sofrimento é um cálice amargo, mas ele findará; então, beberemos das fontes da água da vida, que jorram sem cessar do trono de Deus. Diante da carranca do sofrimento presente, podemos erguer a nossa voz e dizer como o apóstolo Paulo: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação” (2Co 4.17).



Fonte: PC do Amaral
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