
“Ser evangélico é respeitar e promover a tolerância”, afirmou o deputado, que é pastor. Ele defende o direito de as crianças “serem educadas pelo seus pais”, sem que isso signifique promover a violência contra os homossexuais.
“E quem educa as famílias?”, questionou a deputada Erika Kokay (PT-DF). Ela criticou a lógica de que “o diferente não é igual em direitos”.
Fonte: Agência Câmara
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