
Em primeiro lugar, a tribulação produz perseverança. Sempre pensamos que a tribulação é algo improdutivo. Que não produz nada significativo. As escrituras nos advertem quanto a este equívoco. A tribulação produz, acrescenta, gera. O fruto dela é a perseverança, nos diz o texto.
Perseverança significa “permanecer sob”. Não é se livrar da tribulação, mas, sim, carregá-la. Suportar a tribulação como Cristo suportou a cruz. No dia em Paulo ousou pedir a Deus que afastasse dele a tribulação do espinho na carne, a resposta foi “a minha Graça te basta”. Quem suporta a tribulação recebe gratuitamente a suficiência da graça de Deus.
Em segundo lugar, a perseverança produz experiência. A vida cristã não é feita de palavras, mas de experiência. Não estou falando de experiência de vida, mas de experiência com Deus. Quem não é perseverante não experimenta nada!
E finalmente, a experiência gera esperança. A experiência produz esperança porque cada tribulação suportada já é um prelúdio da última vitória. Onde ainda há esperança, pode existir muita fragilidade, mas jamais haverá derrota.
Para aqueles que não têm a paz de Deus o caminho é muito diferente. Como disse Lutero: “Tribulação produz impaciência. Impaciência gera obstinação. Obstinação leva ao desespero. E o desespero confunde tudo”. Isso é o que acontece quando perdemos a Paz de Deus. Todavia, a tribulação só se transforma em esperança na vida daquele que tem a paz de Deus em seu coração. Pense nisso!
Fonte: Igreja Batista de Jequiezinho
-------------------