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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Ex-travesti, pastor que hoje é casado diz já ter recebido ameaças de morte

As ameaças via internet, segundo ele, partiram de supostos ativistas gays.
Joide Miranda afirma ter vivido ‘estado de homossexualidade’.

O pastor evangélico Joide Miranda, de 47 anos, que até os 26 era travesti, alega que ainda sofre preconceito por defender uma “restauração sexual”. Casado, ele e a mulher ajudam pessoas que decidem deixar o que chamam de ‘estado de homossexualidade’. Entre as ofensas recebidas, uma ameaça de morte já foi direcionada aos missionários na internet.

Entre os relatos da hostilidade que sofreu, o pastor contou que dois homens chegaram a persegui-lo nas igrejas durante as pregações. Pela internet, ativistas da causa gay chegaram a ameaçá-lo de morte, segundo o pastor, que hoje dá palestras pelo país.

“A mensagem dizia que meus dias estavam contados e que eu seria destruído”, lembrou. As ofensas nunca partiram para algo mais sério. Porém, as mensagens ficaram arquivadas, caso eles precisassem registrar um boletim de ocorrências.

“Os homossexuais são pessoas maravilhosas, profissionais excelentes e não gostam de parada gay e exposição. Os ativistas gays e que agridem e nos chamam de homofóbicos e fundamentalistas”, declarou.

Para Joide, as ofensas não têm fundamento, já que ele prega a igualdade. “Não maltrato ninguém. O meu discurso é para mostrar que os homossexuais são pessoas iguais a todas as outras”, afirmou o pastor.

Ainda assim, ele disse saber do preconceito dentro e fora das igrejas. Para ele, a maioria das pessoas fica desconfortável perto de homossexuais. “Sei que, se um travesti sentar ao lado de uma pessoa na igreja, ela vai se incomodar. E não só ali. Se você vir um gay bem ‘pintoso’ no shopping, as pessoas não acham normal”, pontuou.

Joide é casado e tem um filho

A partir da experiência pessoal, Joide decidiu ajudar outras pessoas. Junto com a mulher, a missionária Édna Miranda, orienta e aconselha quem quer 'deixar de ser gay'. De acordo com o pastor, o trabalho é sempre de receber e dialogar com as pessoas. “Se eles quiserem sair dessa vida, mostramos que tem uma luz. Porém, que não quiser não podemos fazer nada”, explicou.

Édna contou que os ‘pedidos de socorro’ são tantos, que nem sempre eles conseguem atender todas as pessoas. “Existe uma multidão, mas elas não são mostradas”, disse, completando, que os gays que saem do ‘estado de homossexualidade’ são recriminados. “Se você quiser continuar sendo gay tudo bem. Caso contrário, você está fora”, afirmou.

Livro conta detalhes da época em que pastor era travesti (Foto: Reprodução)

‘A intimidade de um ex-travesti’

Joide lançou, em 2013, o livro ‘A intimidade de um ex-travesti’, em que conta sua trajetória desde a infância até se tornar evangélico. Na obra, ele revela segredos nunca revelados.

É no livro que o pastor relata a preferência desde pequeno por brincar com as meninas e isso causava estranhamento nos garotos da mesma idade. “Lembro-me que nessa fase, passei a gostar muito de boneca e de casinha com minha irmã Rita”, diz um trecho.

Também no livro, Joide revela ter sido abusado sexualmente por um vizinho ao seis anos de idade.  “As iscas para me atrair eram balas, chocolates e algum trocados [...] Nosso encontros se repetiram outras vezes, sempre de maneira muito discreta e sutil”, conta, em outro trecho do livro.

Em outras páginas ele narra toda a história dele. A saída de Cuiabá, a temporada no Rio de Janeiro e em São Paulo, os implantes de silicone, a prostituição, a chegada na Europa, o diagnóstico de HIV, o encontro com Deus e o casamento são contados no livro.
“Comecei a ganhar dinheiro e desejei fazer umas 'experiências' na minha aparência. Fiquei sabendo que em Curitiba havia um travesti que realizava excelentes aplicações de silicone que delineavam o corpo das 'monas'. Foram 4,5 litros de silicone industrial”, relatou. Depois de se tornar religioso, ele retirou as próteses de silicone dos seios e o silicone industrializado dos quadris.

Joide morou em vários países, entre eles na França
(Foto: Arquivo pessoal)

Em outro momento, conta como descobriu que era soropositivo. “Fui denunciado por traficar pessoas para a prostituição por um travesti que veio do Brasil. Levaram-nos para o Presídio de Segurança Máxima San Vitorio. Chegando lá, cumprimos todos os procedimentos. Um deles era o teste de HIV. O resultado do meu teste foi positivo”, diz.

‘Pedidos de socorro’

Os missionários dizem receber incontáveis pedidos de ajuda. Joide e Édna já chegaram a receber e-mails e telefonemas de pessoas da Alemanha, Japão e França. Segundo eles, os contatos mais frequentes são de pessoas que querem voltar a serem heterossexuais. No entanto, grande parte dos pedidos também e feita por pais e mães que não concordam com a sexualidade dos filhos.

Entre os contatos recentes foi de uma mãe que havia descoberto a bissexualidade da filha e que não imaginava ouvir a afirmação da própria filha. “Ela me disse: 'Ela é boa filha, estudante de direito e tem futuro promissor. Meu mundo caiu. Creio num Deus todo poderoso, pois afirmo que ela está sob possessão maligna'”.

Segundo o pastor é aí que começa seu trabalho. “São pais e mães inexperientes. Assim eu explico que atitudes assim só vão gerar ódio e revolta”, disse Joide.

Joide se casou, mas diz que casamento não pode servir de fuga (Foto: Arquivo pessoal)

Casamento

Casado há 17 anos, e pai de Pedro, de quatro anos, Joide diz que hoje vive em paz e que se sente realizado. “Amo minha casa, meu filho. Tenho prazer no que faço e me dedico fielmente à pregação”, afirmou.

Os dois se conheceram em 1992 durante um depoimento de Joide na igreja. Convidada por uma amiga, mesmo com receio, ela foi ouvir as histórias “do ex-travesti recém-convertido”. Na época, ela diz que pedia a Deus que um bom homem entrasse em sua. Porém, nunca imaginou que iria se casar com um ex-gay.

“Se Deus me perguntasse naquela época se queria ter um ex-travesti como marido, é claro que eu diria não, mas fui surpreendida e acreditei. Hoje, não sou casada com um gay, nem com um travesti, mas com um heterossexual restaurado por Deus”, declarou.
A mãe de Joide, Odete Miranda, foi a primeira a acreditar no filho e disse ter orado muito para a restauração sexual dele. “Deus não faz nada que não seja perfeito. E Ele fez meu filho homem e ele tinha que virar homem”, afirmou.



Fonte: G1
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Adolescente cristã se mata por medo de contar aos pais que é lésbica

Com medo de se assumir gay, Elizabeth Lowe, de 14 anos, se suicida na Inglaterra 

Uma adolescente britânica se enforcou porque temia dizer a seus pais, cristãos devotados, que achava que era gay, segundo um inquérito da polícia.

Elizabeth Lowe, de 14 anos, tinha contado aos amigos mais íntimos que poderia ser lésbica e que estava lutando para conciliar seus sentimentos com a sua própria fé. Ela também estava preocupada com ter que contar a seus pais sobre sua orientação sexual. O pai, porém, disse que o receio da filha era completamente infundado e que a notícia teria sido recebida pela família com “amor e aceitação”.

A preocupação com o estado mental da estudante de Manchester começou quando ela enviou uma mensagem a um amigo, na noite de 10 de setembro, que terminava com as palavras: “Mantenha-se forte. Sinto muito”.

O amigo então alertou a mãe de Elizabeth, que, por sua vez, chamou a polícia. Infelizmente, os oficiais não chegaram a tempo e Lizzie foi encontrada enforcada em um parque da cidade. A autópsia concluiu que a menina não tinha drogas ou álcool em seu corpo no momento de sua morte. Ela também não tinha qualquer doença mental diagnosticada.

Um dos colegas de Lizzie contou à polícia que a amiga tinha dúvidas se seus pais aceitariam bem sua orientação sexual. A adolescente também havia falado sobre suicídio com os amigos e já tinha se automutilado no passado, o que chamava de “mecanismo de defesa”. Outro conhecido disse que ela estava “encontrando dificuldade para se conectar com Deus, porque achava que estava mentindo para ele”.

Lizzie era uma das melhores alunas da escola Parrs Wood High School, integrante do grupo de escoteiros e também tocava em uma orquestra cristã.

Após a investigação, o médico-legista Nigel Meadows disse que, claramente, Lizzie era uma menina muito inteligente e amorosa.

“Ela era uma ótima estudante que estava enfrentando questões complicadas com a chegada da maturidade e a descoberta da sua sexualidade, e também estava encontrando dificuldade para conciliar isso com sua fé. Ficou claro que ela estava sofrendo e que vinha falando sobre isso com outras pessoas”, comentou Meadows. “Ela nunca teve a oportunidade de conversar sobre suas preocupações com seus pais, mas tenho certeza de que eles teriam apoiado a filha”.

O legista também fez um apelo para que todos os adolescentes falem com um adulto sobre quaisquer questões ou preocupações.



Fonte: O Globo
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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

"Os gays que inventem outro nome para a união deles", diz pastor Silas Malafaia

Silas Malafaia concede a entrevista aos gritos. Pivô da mudança no programa de governo de Marina Silva (PSB), o pastor da Assembleia de Deus ataca o ativismo gay e se irrita com as perguntas do La Urna. No fim da conversa, adianta que votará justamente em Marina no segundo turno – no primeiro, seu voto é do Pastor Everaldo (PSC).

La Urna – Por que os homossexuais o incomodam tanto?
Silas Malafaia – Em uma sociedade livre, as pessoas têm o direito de basear suas convicções políticas em qualquer tipo de raciocínio. Seja em Karl Marx, seja em Platão ou em Jesus Cristo. Não tenho problema com os homossexuais, e sim com o ativismo gay. É o grupo mais intolerante da pós-modernidade. Eles querem criminalizar a opinião.

Querem criminalizar a homofobia, não?
Não, não, vamos devagar, amigo. Homofobia é uma doença classificada pela psiquiatria na qual o indivíduo quer matar e destruir o homossexual. Eles querem criminalizar a opinião, não suportam o contraditório. Homossexualismo é comportamento, ninguém nasce gay. Então, vamos legalizar tudo que é comportamento! O ser humano que tem relação com cachorro, vamos legalizar! A prática do homossexualismo é pecado. A Bíblia é clara.

Mas a Bíblia deve ser interpretada literalmente? Porque o livro também prega, por exemplo, que um escravo “será castigado com muitos açoites” (Lucas, 12:47) sempre que desobedecer o seu senhor. Só que a escravidão…
(Interrompendo) Que que você tá citando a Bíblia, querido? Ah, você agora vai me ensinar a Bíblia? Ah, não, não, não! Querido, deixa eu te ensinar. Você não pode isolar um trecho da Bíblia, não faça essa estupidez, amigo! Quer falar da Bíblia? Quer falar da Bíblia? A Bíblia condena de ponta a ponta a prática homossexual, no Antigo e no Novo Testamento. Você quer dizer que Karl Marx vale mais do que Jesus?

Não estou me posicionando politicamente…
O senhor está defendendo o que os gays dizem! O senhor está questionando as minhas crenças e favorecendo, no seu discurso, a posição deles. Vocês são fundamentalistas, não querem aceitar a nossa opinião. Se é para todo mundo ter uma única opinião, então estamos na ditadura da opinião, e não na liberdade da expressão. Imagine alguém perseguindo você para calar a sua voz!

Os homossexuais não se sentem perseguidos também?
O Supremo Tribunal Federal já garantiu a união deles no canetaço, não houve nem discussão democrática. Vocês, jornalistas, que brigam pela democracia, não falaram nada. Foi na caneta! Vergonha! Na caneta! Agora, eles que inventem outro nome para a união deles – casamento, é homem e mulher. Queridão, a espécie humana provém da família tradicional. Esse negócio de união civil é papo, rapaz! Eles querem é o casamento.

Por que Marina Silva cedeu à pressão do senhor?
Ela fez alterações por causa do povo cristão, que é maioria no Brasil. Eu apenas interpreto o pensamento de grande parte do povo cristão. E agora, na maior das hipocrisias, Dilma vem dizer que é a favor da criminalização da homofobia. Teve quatro anos para dizer isso, o PT teve 12. A mulher está me perseguindo, quer me destruir com a Receita Federal, e diz agora que apoia a igreja? Vai ver se eu tô na esquina!

O senhor apoia o Pastor Everaldo. Mas votará em quem no segundo turno?
Se a Marina for, vou entrar de cabeça para ajudá-la. Porque o PSDB já teve uma bela oportunidade de governar. E chega de PT. Se Marina não tivesse voltado atrás, eu teria arregaçado em cima dela! Agora, anota aí, irmãozão: se ela for para o segundo turno, 95% dos evangélicos vão votar nela.





Fonte: ClicRBS
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segunda-feira, 9 de junho de 2014

Pastor travesti gera polêmica ao ser entrevistado por Danilo Gentili no "The Noite"

Ele falou que a Igreja Cristã Metropolitana o aceitou como homossexual e o escolheu como pastor mesmo ele sendo drag queen

Evangélicos que assistiam ao programa “The Noite”, no SBT, na última segunda-feira (2) ficaram indignados com as declarações dadas pelo pastor Marcos Lord, que é travesti.

Vestido de mulher Marcos, se apresentou como Luandha Perón e relatou que as igrejas evangélicas por onde ele passou não aceitaram sua homossexualidade até que ele se encontrou na Igreja Comunidade Metropolitana (ICM), onde hoje atua como pastor.

“Conheci [a igreja] em 2008, quando eu estava afastado por ter assumido homossexual. Comecei na Restauração, Batista, Deus é Amor até chegar na Assembleia. Hoje atuo como pastor na Comunidade”, disse ele ao apresentador Danilo Gentili.

Antes mesmo de se tornar pastor ele já se vestia de mulher e mesmo assim a denominação o escolheu para ser pastor. “Eu não escolhi ser pastor e a igreja me elegeu para isso. Eu já era drag queen e eu nunca imaginava [que seria eleito]. A igreja abraçou a plenitude da minha personalidade. Na igreja, normalmente, estou de pastor Marcos Lord. Mas já preguei de Luandha”, afirmou.

Quem assistia ao programa não aceitou a postura de Marcos e nem a unção que lhe deram. “Não é pastor. Palavra [Bíblia] fala sobre falsos profetas”, escreveu um internauta.

Pelo Twitter outro internauta questionou a unção. “Pastor travesti? Esse é o fim do mundo uma blasfêmia contra o Espírito Santo”.

Os telespectadores também comentaram sobre a ICM que é uma igreja inclusiva, isto é que aceita homossexuais sem pregar o que a Bíblia diz sobre tais relações. Para os internautas, pregar apenas uma parte da Palavra de Deus é blasfêmia.

“Igreja Gay ?! Sério Isso ?! To achando deboche com o nome de Deus! #TheNoite”, escreveu uma mulher. “Pastor Travesti esse é o fim do mundo uma blasfêmia contra o Espírito Santo…. #TheNoite”, disse outra internauta.




Fonte: Gospel Prime
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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Pastor revolta moradores em Nova York com placa homofóbica e anti-Obama

Pastor James David Manning instalou uma placa homofóbica e anti-Obama em sua igreja

Uma placa homofóbica e antigoverno instalada por um pastor sobre uma igreja no bairro do Harlem, em Nova York, chocou e revoltou moradores da região.

"Obama soltou os demônios homossexuais no homem negro. Cuidado, mulher negra. Um homossexual branco pode roubar seu homem", diz o luminoso colocado no último domingo (23) na igreja Atlah World Missionary Church pelo pastor James David Manning.

O religioso, que faz campanha contra o governo Obama há três anos, afirmou ao jornal "New York Daily News" que a homossexualidade mudou os valores do Harlem e, por isso, decidiu instalar a placa.

"É uma tentativa de salvar a família negra. Existe um grande problema nas famílias negras que é a ausência de um pai negro ou de um marido negro", declarou.

A placa revoltou vários moradores da região. Rochelle Hill, que vive a um quarteirão da igreja, afirmou que vai fazer um protesto para forçar a retirada da placa.

"É uma péssima representação da comunidade. É puro ódio", disse.

Outro morador, Ronald Flagg, afirmou ao "New York Daily News" não entender como uma igreja, "local suposto a ser de inclusão", é capaz de fazer uma demonstração tão absurda de preconceito.

"E, também não entendo o que o Obama tem a ver com o fato de algumas pessoas serem homossexuais", disse.




Fonte: UOL
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Mudança de sexo: Uma análise científica e teológica

“Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos … Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si … E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm” (Romanos 1:21,22,24,28)

Encontramos no sistema público de saúde brasileiro um verdadeiro caos e descaso absurdo com a população brasileira. Em uma pesquisa publicada pelo IBGE, constatou-se que seis cidades brasileiras não possuem nem um posto de saúde, sequer. Nenhum estabelecimento de saúde! Menos de 30% dos aparelhos de raio x está na rede pública, cerca de, apenas, 4,5% das instituições que não fazem internações possuem esses aparelhos. Enquanto deveria haver cerca de 3 leitos para cada 1000 habitantes no Brasil, existem apenas 2,4. Um portador de AIDS tem dificuldades até para fazer um exame de sangue.

Todavia, na quinta-feira, dia 5 de junho de 2008, o então ministro da saúde, José Gomes Temporão, anunciou que o sistema público de saúde no Brasil irá realizar, gratuitamente, as chamadas cirurgias para mudança de sexo:

“MUDANÇA DE SEXO: O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, decidiu dar mais atenção à população GLBT (Gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros). Ele definiu que, ainda, neste ano, o Sistema Único de Saúde (SUS) passará a fazer gratuitamente cirurgias para mudança de sexo. Outra novidade: os médicos terão de tratar os pacientes pelo nome que eles preferirem, independentemente do que constar na carteira de identidade. Com isso, homens poderão ser chamados por nomes femininos, e vive-versa”. (Revista Veja. 05 mar 08, edição 2050)

A finalidade da Igreja de Jesus Cristo não é realizar mudanças sociais. Para isso Deus instituiu as autoridades seculares. Porém, não acredito que a Igreja deva se calar diante de tal aprovação de pecado em nosso meio, já que o texto de 1 timóteo 3:15 nos diz que a igreja é a coluna e firmeza da verdade.

“Mas, se tardar, para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade”

Não podemos compactuar com tal grau de insensatez e pecado. O texto de Romanos é claro ao afirmar que tal atitude é fruto de se dar as costas para Deus, e por isso tais homens se tornaram indesculpáveis.

A rebeldia humana é tão grande que chega ao ponto de apresentar o pecado de maneira tal, que aqueles que lhe dão crédito passam a defendê-lo como se fosse o caminho correto para uma sociedade desenvolvida e moderna, contudo, não passa de vã filosofia, fruto de mentes vazias e alienadas de Deus. Até as nomenclaturas utilizadas são erradas.

Não há como mudar de sexo!

Os homens e as mulheres são diferentes em sua anatomia, em sua sexualidade, na sua área psicológica, no seu campo emocional e na sua estrutura bioquímica.

Pode-se até mudar a genitália, mas não se muda o sexo, a sexualidade!

Charles Colson afirmou, acertadamente, que todas as vezes que a ciência é utilizada para finalidades bizarras e antiéticas como essa, está prestando um desserviço à sociedade e, acima de tudo, à vida.

Homens e mulheres são seres distintos e diferentes. Mesmo que se realize uma cirurgia de “mudança de sexo”, vaginoplastia, ainda assim, o sujeito continuará com o DNA masculino. Mesmo que faça a “Cirurgia de Redesignação Sexual” (SRS) de Homem para Mulher (MtF), continuará com a programação genética masculina. Ele está tentando lutar contra aquilo que o seu criador, Deus, estabeleceu.

Tal indivíduo jamais terá tpm (tensão pré-menstrual)! Jamais terá picos hormonais que influenciam o temperamento! Jamais irá menstruar! Jamais irá sofrer com cólicas menstruais. Jamais irá ovular! Jamais irá engravidar! Jamais irá amamentar! Jamais saberá o que é ser mãe!

O indivíduo continuará com a sua psicologia masculina.

Podemos observar as diferenças psicológicas entre homens e mulheres:

Os homens são mais rápidos no raciocínio matemático e espacial, já as mulheres são melhores com as palavras.Os homens são mais frios, já as mulheres são mais emotivas. Os homens são mais objetivos, já as mulheres preferem o mais complexo. Os homens não gostam de se prender a um relacionamento, já as mulheres buscam uma relação duradoura. Os homens procuram não se ligar sentimentalmente, já as mulheres procuram estabelecer laços sentimentais. Os homens buscam passar mais tempo com os amigos, já as mulheres buscam passar mais tempo com o companheiro. Os homens não demonstram afetividade em público, já as mulheres procuram mostrar o que sentem.

Se isso não for suficiente, podemos observar as diferenças biológicas:

Homens e mulheres possuem hormônios sexuais específicos, e genes responsáveis especificamente por diferenças de comportamento, afirma uma nova pesquisa realizada na universidade Yale, nos EUA, pela Dra. Jennifer Quinn.

Segundo o Instituto de Anatomia da Faculdade de Medicina do Porto: 1. No lobo temporal masculino existem algumas áreas do cortex que são maiores nos homens do que nas mulheres, possuindo mais neurônios. 2. Existem diferenças acentuadas nas características neuroquímicas dos dois sexos. 3. O cérebro do homem é mais assimétrico (dando-lhes maior aptidão musical), e as mulheres têm os hemisférios mais ligados (dando-lhes a capacidade de realizar tarefas diferentes simultaneamente). 4. O cérebro masculino é mais pesado que o feminino. 5. o corpo do homem é mais pesado.

Faça-se o que fizer, diga-se o que quiser, argumente-se o que desejar. A verdade nunca mudará! Deus sempre condenou tal prática. E mais, a condenação não veio apenas para aqueles que praticam tal ato, mas também para aqueles não praticam mas apóiam.

“Os quais, conhecendo a justiça de Deus, não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem” Romanos 1:32



Fonte: Robson Tavares Fernandes em CACP
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domingo, 23 de fevereiro de 2014

Pastor, ex-travesti, Júlio Santana testemunha conversão na República Dominicana

Júlio César Santana hoje pastor evangélico da Igreja Ministério Internacional Transformados por Cristo, na República Dominicana, em reportagem testemunha a sua transformação de vida, afirmando que é possível através da ajuda de Deus em Cristo Jesus abandonar a vida de travesti. 

Um jovem de 37 anos da cidade de San Pedro de Macoris, na República Dominicana vem chamando a atenção da imprensa após dar testemunho em um canal do país, testificando que é possível abandonar a vida de travesti e mudar de vida com a ajuda de Deus.

Em reportagem a um programa do canal Zona 5, Júlio César Santana conta sua conversão, antes conhecido como “Nicole”, para um novo homem. Santana disse que havia se envolvido em drogas, prostituição, foi vitima de maus-tratos e abusos sexuais a ponto de quase ser morto por um de seus agressores.

Júlio César abandonou a vida de homossexual, como relata no vídeo (editado há pelo menos 5 anos) e hoje como pastor e pregador da Palavra de Deus, vem através do seu testemunho fazendo com que o Espírito Santo do Senhor toque na vida de alguns amigos homossexuais que levam a mesma vida que ele tinha e façam a escolha como Júlio de mudar de vida, com a orientação do Evangelho do Senhor Jesus. Hoje pelo testemunho de Júlio cerca de 60 jovens estão sendo evangelizados e muitos já abandonaram a vida que levavam para seguir os ensinos do Evangelho do Senhor Jesus e se tornarem novas criaturas, afirma o pastor Isaac Pimente (foto)do Ministério Internacional Transformados por Cristo.

Hoje o pastor Júlio é casado com Belkis Jiménez que compartilhou a sua dificuldade no começo da sua relação com um ex-travesti, mas pela graça de Deus estão casados. Apesar de muitas pessoas não acreditarem na transformação de vida, questionando a vida íntima do casal, Belkis testifica da virilidade do marido, acrescentando que Jesus transforma a vida de um ser humano.

A renúncia da vida homossexual segue sendo um tema polêmico e muito debatido, pois segundo o psiquiatra César Mella, “ser gay não é uma doença, mas uma preferência sexual e embora alguns decidam abandonar, pode não desaparecer sua condição de homossexualismo”.

Júlio Santana, agora pastor no Ministério Internacional Transformados por Cristo, disse que o início de sua conversão, deu-se quando procurou um hospital para ser atendido e foi descriminado pela sua condição sexual. Uma mulher com o nome de Cristiana se compadeceu da condição de Julio e disse “aqui tem um jovem homossexual que necessita de Deus e disse: Cristo te ama!”.

As palavras impactaram no coração do ex-travesti que decidiu a partir daquele momento entregar sua vida a Jesus e servir a obra como pastor evangélico.

O vídeo divulgado pelo Canal 5 apresenta declarações da mudança na vida de Júlio. Assista:




Fonte: Inforgospel
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Ex-gay, agora cristão, causa controvérsia com comunidade LGBT por outdoor em prol da cura gay

Opositores apontam que tratamento só faz aumentar a ansiedade e a depressão

Um ex-homossexual, convertido ao cristianismo, gerou polêmica com a comunidade LGBT dos Estados Unidos, por conta da publicação de um outdoor que trazia um discurso para promover a terapia de cura aos indivíduos gays que querem mudar seu comportamento.
"Nem todo mundo que é está feliz. Você tem opções", destaca o outdoor do ministério Abba's Delight, coordenado pelo diretor-executivo Daniel Mingo (foto), com a meta de tratar pessoas que não querem mais sentir atração por outras do mesmo sexo.

A peça gráfica permanecerá exposta na cidade de Louisville, Kentucky (sudeste dos EUA), por cerca de noventa dias, mas grupos em prol dos gays já começaram a protestar, sob o discurso de que "os cidadãos de Louisville não vão tolerar isso", conforme afirmou o ativista gay Chris Hartman, líder de uma ONG local.

Segundo Hartman, não há espaço na cidade para contrariar seu orgulho de diversidade. Além disso, argumenta que este tipo de terapia de cura gay apenas "aumenta a ansiedade, a depressão e o comportamento auto-destrutivo.

Em contrapartida, Mingo ressalta que caso a cidade não respeitasse ou aceitasse o tratamento, não haveriam dezenas de interessados. Assim, segundo ele, enquanto houver pessoas buscando orientação e mudança, "não terá como "negar-lhes a expressão do amor verdadeiro".

O ministro cristão ainda relata que o grupo só tem a intenção de ensinar o verdadeiro amor de Cristo, apontando outras alternativas de viver relações que não sejam firmadas na sexualidade com um caminho desvirtuado.

"Como seguidores de Cristo, queremos alcançar amor verdadeiro em todas as situações, como Ele fez. Quando Ele encontrava pessoas, Ele transmitia amor a eles, mostrando uma outra maneira de viver além da situação em que se encontravam", conclui Mingo.




Fonte: The Christian Post
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domingo, 9 de fevereiro de 2014

Pastor move ação contra Globo por exibir beijo gay

O deputado estadual Pastor Sargento Isidório (PSC) anunciou na tarde desta terça-feira, 4, que pretende entrar na Justiça contra a Rede Globo. Segundo os argumentos do deputado, as novelas veiculadas pela emissora "de maneira tendenciosa, atentam contra os bons costumes, com a finalidade de promiscuir e assim destruir as famílias tradicionais cristãs (católicos, evangélicos e demais segmentos da sociedade)".

Segundo informações da assessoria de comunicação do deputado, no documento que Isidório deu entrada nesta manhã, na Assembleia Legislativa da Bahia, estão pontuadas "as insistentes cenas de sexo, beijos entre homossexuais, traições conjugais, homicídios, tentativas de homicídios, assédio moral, humilhação, dentre muitas outras", que segundo o deputado "são exibidas de forma imprópria em rede aberta de televisão".

"Venho demonstrar, em nome das Famílias Cristãs do nosso Estado e de nossa Nação, meu repúdio a cenas que estimulam, de maneira acintosa, a violência, e buscam destruir conceitos éticos, morais e religiosos das famílias brasileiras e da sociedade", destacou Isidório em um comentário na sua página de uma rede social.

Com uma reunião marcada com a assessoria jurídica, ainda na tarde desta terça, o pastor busca meios de acionar a emissora judicialmente.

"O que me motivou a mover a ação contra a Globo é a mesma razão que levará a todos os homens e mulheres desta nação, que não estão contidos nessa nova família promíscua que a emissora está propagando, devem protestar. A TV se tornou uma escola de prostituição e incitação a violencia", explicou o pastor em entrevista ao A Tarde.

"É um estímulo a violência. A mídia não respeita ninguém e não tem controle. Não falo em censura mas está na hora dos governantes protegerem a família. Podem passar durante a madrugada, mas não em um horário nobre, como na novela das 21h", completou Isidório.

Entre os seus seguidores, as opiniões são contraditórias. Enquanto alguns postaram frases como "Estamos juntos em nome da família" e "Pr Isodorio me representa", outros acreditam que o deputado deveria "usar esse seu tempo para fiscalizar os desmando do Governador Jaques Wagner, para fiscalizar a super faturação das obras públicas, buscar soluções para os problemas da saúde, segurança pública e a educação".

O suposto ápice que motivou a ação foi o beijo gay entre Niko (Thiago Fragoso) e Félix (Matheus Solano) no último capítulo da novela Amor à Vida. Autoproclamado "ex-gay e ex-drogado" e pastor evangélico, Isidório já chegou a receber uma "carta de repúdio" de seu antigo partido PSB, no início do ano passado, por declarações consideradas homofóbicas.




Fonte: Portal A Tarde
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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Autor gay revela que desvendará a Bíblia para provar que a Igreja deve aceitar o homossexualismo

O escritor gay revela que foi criado dentro das tradições cristãs

Um escritor homossexual declarou recentemente que irá apresentar argumentos em seu próximo livro capazes de mudar radicalmente o modo da Igreja Cristã enxergar o estilo de vida gay, com base em passagens da Bíblia.

Com o nome de God and the Gay Christian (Deus e o Cristão Gay), a obra do americano Matthew Vines se fundamenta na Bíblia, para avaliar crenças tradicionais sobre relacionamentos, a prática do celibato, casamento, entre outras questões.

Vines foi criado como cristão tradicional, com preceitos que se opõem ao homossexualismo, e hoje é ativista de uma mobilização com a proposta de mudar a forma da Igreja encarar as diferentes orientações sexuais, sustentado pelo grupo Projeto da Reforma, ong que visa reformar os ensinamentos da Igreja sobre as relações carnais.

Quando frequentava uma igreja cristã tradicional no estado do Kansas (EUA), Vines vivia um conflito que o estimulou a ir à Harvard estudar trabalhos acadêmicos e o fato da Bíblia não trazer ensinamentos mais diretos sobre orientação sexual. Após anos de estudo, ele acredita que agora será capaz de fazer prevalecer a verdade dos cristãos gays.

Segundo o autor, ele acredita que como a visão preconceituosa em torno dos gays tem se diluído dentro de vários contextos, não será difícil fazer os cristãos mudarem seu pensamento para expandir a aceitação.

No entanto, teólogos evangélicos têm questionado o trabalho de Vines ao alegarem que não há nada de original em suas argumentações e por conta disso não haverá como oferecer um impacto significativo para abrir um debate sobre uma transformação na mentalidade dos cristãos.

"Cada um destes argumentos do autor são repetidos. Já vi trabalhos anteriores como o dele que já foram negados, e aparentemente Vines não tem a menor consciência disso", afirma Dr. Robert Gagnon, professor de Novo Testamento no Seminário Teológico de Pittsburgh, considerado um dos maiores especialistas sobre as formas que a Bíblia interpreta a homossexualidade.




Fonte: The Christian Post
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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Lei da Nigéria proíbe casamento gay e criminaliza instituições homossexuais

O presidente da Nigéria assinou uma lei que proíbe o casamento gay e criminaliza associações, sociedades e encontros homossexuais, com penas de até 14 anos de prisão.

A Associated Press obteve uma cópia da Lei de Proibição do Casamento entre Pessoas do Mesmo Sexo nesta segunda-feira, que foi assinada pelo presidente Goodluck Jonathan em 7 de janeiro.

Não está claro por que a aprovação da lei foi mantida em segredo. A cópia obtida pela Casa dos Representantes em Abuja, capital nigeriana, mostrou que foi assinada pelos deputados e senadores em 17 de dezembro, embora nenhum anúncio tenha sido feito.

O secretário de Estado americano, John Kerry, disse nesta segunda-feira que os EUA estavam "profundamente preocupados" com a lei que "perigosamente restringe a liberdade de reunião, associação e expressão de todos os nigerianos".

É agora um crime ter agora um encontro de gays ou operar um clube, uma sociedade ou uma organização gay.

A nova lei diz: "Uma pessoa que se registra, opera ou participa em clubes, sociedades ou organizações gays ou que direta ou indiretamente faça uma mostra pública de relação amorosa homossexual na Nigéria comete um crime e está passível de ser sentenciada a dez anos."

Qualquer um que seja condenado por um casamento ou união civil gay enfrentará uma sentença de até 14 anos.

A Nigéria, nação na África Ocidental, já tem uma lei herdada dos colonizadores britânicos que torna ilegal as relações sexuais homossexuais.




Fonte: Último Segundo
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Padre argentino apoia famílias gays e gera debate na Igreja

O respaldo de um clérigo da cidade argentina de Rosário a famílias homossexuais criou polêmica no país

Alguns meses antes de um evento religioso convocado pelo papa Francisco em sua terra natal, Argentina, o respaldo de um padre às famílias homossexuais em um programa de televisão gerou debate na Igreja Católica argentina.

Daniel Siñeriz, padre na cidade argentina de Rosário, defendeu nesta segunda-feira (13/01) a "atitude muito aberta" demonstrada pelo também padre Ignacio Peries ao convidar três casais homossexuais para um programa de televisão sobre famílias.

"Nas relações com pessoas que vivem estas situações, sempre a compreensão será o primeiro e o mais importante, além do acompanhamento. Nunca o julgamento nem a condenação", declarou Siñeriz sobre a postura que deveria ser adotada pela igreja sobre os casamentos de gays, legalizados na Argentina desde 2010 pela Lei de Casamento Igualitário.

Já o padre rosariano Joaquín Núñez destacou que "a legislação igualitária colocou o mundo e à igreja diante um desafio muito profundo", e afirmou que "a Igreja não deve nem pode menosprezar ninguém".

As declarações dos sacerdotes contrastam com a dura denúncia da alta hierarquia eclesiástica de Rosário, que acusou o padre Peries de "desorientar os fiéis".

"O conteúdo do referido programa, dedicado às formas de família, que é de autoria do mencionado sacerdote, não conta com o aval do Secretariado Arquidiocesano da Família nem deste arcebispado", disse o bispo de Rosário José Luis Mollaghan, através de um comunicado divulgado.

Os comentários do padre Peries se "afastaram do ensino da Igreja e da Pastoral da Família", ressaltou o bispo desta cidade, a terceira em importância da Argentina, situada a 300 quilômetros ao oeste de Buenos Aires.

Hoje, a comunidade homossexual criticou o comunicado de Mollaghan. A declaração foi tachada de "retrocesso" pelo presidente da Falgbt (Federação Argentina de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Trans), Esteban Paulón.

Em entrevista à Agência Efe, Paulón afirmou que a condenação do bispo evidência "as tensões existentes na Igreja Católica sobre como tratar às famílias homoafetivas".

Mesmo assim, o presidente da Falgbt afirmou que não vê vontade de mudança na cúpula eclesiástica, e questionou se a nova posição é marcada no sínodo convocado pelo Papa para outubro sobre os desafios pastorais da família no contexto da evangelização.

Oscar Marvich, um dos entrevistados no programa "Pegadas de Natal" exibido em 25 de dezembro, também lamentou a postura do arcebispado, e desejou que "a igreja faça uma profunda revisão de sua doutrina para se aproximar da realidade e das pessoas" em declarações ao jornal La Capital.

Os sacerdotes de Rosário, inclusive os que respaldam o padre Peries, como Siñeriz, acreditam que essa revisão está distante, e acham que o religioso acabará por pedir desculpas públicas.




Fonte: Opera Mundi
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Igreja Anglicana causa polêmica ao estudar cerimônia de casamento gay

Grupo de estudos formado por bispos na Inglaterra quer inovar e permitir bênção a casais homossexuais numa celebração religiosa.

Na Inglaterra, a Igreja Anglicana levantou um debate polêmico e estuda permitir uma cerimônia religiosa para celebrar a união de casais homossexuais. 

"Eu os declaro casados" é algo que homossexuais ouvem cada vez com mais frequência. O casamento entre pessoas do mesmo sexo, no civil, já é oficial em vários estados americanos, em países como a França e, na Inglaterra, entra em vigor no ano que vem.

A Igreja Anglicana, porém, quer inovar e permitir que a benção seja dada também numa cerimônia religiosa. A proposta é de um grupo de estudos formado por bispos. Ainda não é um casamento. Os bispos mantêm essa palavra apenas para a união entre homem e mulher, mas eles querem autorizar os párocos a fazerem uma cerimônia especial para marcar a formação de um casal do mesmo sexo.

A Igreja Anglicana, que se separou da católica há quase 500 anos, tem 80 milhões de seguidores no mundo. O líder, Justin Welby, é um exemplo da mudança de atitude em relação aos gays. Ele foi abertamente contra a legalização da união entre homossexuais. Mas, depois que foi aprovada, alertou que a igreja precisava fazer uma revolução nas suas ideias sobre sexualidade.

A recomendação dos bispos enfrenta muita resistência. Um dos integrantes do grupo de estudos se recusou a assinar o documento final. A igreja é acusada de mudar o que prega há séculos. E muitos temem que a novidade provoque uma cisão na igreja anglicana.

A maioria dos integrantes do grupo de estudos, porém, defendeu a mudança dizendo que a Bíblia é inconclusiva em relação à homossexualidade.

O líder da Igreja Anglicana, Justin Welby, – assim como o Papa Francisco – é um crítico ferrenho do sistema econômico, que gera um abismo entre ricos e pobres. Sendo que Welby, Arcebispo de Cantuária, é um ex-executivo do mercado financeiro.

Na manhã de sexta-feira (29/11), a autoridade bancária europeia informou que banqueiros aumentaram seus ganhos em 11% em 2012.



Fonte: Bom Dia Brasil
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Ex-jogador de futebol Müller, hoje pastor evangélico diz que “Deus não gosta dos aboiolados e bichonas”

Müller já foi seleção brasileira, mas agora é pastor. O ex-jogador de futebol nasceu em Campo Grande, vive hoje em São Paulo, mas nesta semana voltou à cidade e deixou a comunidade gay indignada. Durante sermão na Igreja Evangélica da rua 14 de Julho, ele atacou os homossexuais com frases do tipo "Deus não gosta dos aboiolados”.

Um dia depois da Parada da Cidadania (novo nome da “Parada Gay”), Müller fez sermão surpresa para os evangélicos, a convite, com teor considerado bastante ofensivo.

Foi mais uma manhã de domingo de igreja lotada, com cerca de 750 pessoas, entre gente em pé e muitos sentados também no chão. O pastor falou por mais de uma hora e, no meio do sermão, resolveu atacar os homossexuais, dizendo que tem muito homem afeminado na Igreja.

Além de “aboiolados” também usou o termo “bichona”, como quem quer “descontrair” a conversa e arrancar apoios da platéia. "Deus retirou a costela de Adão justamente para retirar toda a feminilidade do homem. Isso prova que o homem não pode ser bichona”, comentou.

Para finalizar, ao que parece, já prevendo a polêmica, garantiu: "Tô nem aí para a homofobia".

Ao Lado B, Müller diz não se arrepender do que tem pregado em igrejas pelo País, nem dos termos usados. “Bichona, afeminado, boiola é tudo sinônimo de gay”, justifica.

Em defesa própria, recorre à Bíblia. “Não sou eu quem diz, é a Bíblia. A igreja aceita qualquer um. Eu amo os gays, mas não o que eles fazem”, argumenta.

O ex-atleta tem os títulos de bicampeão mundial pelo São Paulo e campeão da Copa do Mundo de 94. Ficou rico, mas perdeu tudo com “diversão”, como ele mesmo sempre alegou. Teve até de viver de favor na casa de outro ex-jogador e desde então combate o que chama de “deslumbramento” e vida fútil.

Nos tempos de glória, lembra que conviveu com muitos homossexuais e jura que nunca foi homofóbico. “Convivia numa boa, mas cada um no seu quadrado. Minha esposa também tem parentes gays e eu convivo bem com eles”.

Ex-gays - Aqui, o gerente de comunicação da Igreja Evangélica de Campo Grande, pastor Admar Alves Bueno, fala sobre o episódio com aparente tranquilidade e repete: “A Igreja ama os gays, mas não a pratica da homossexualidade”, mesmo sem a frase fazer muito sentido.

Ele tenta explicar melhor, novamente citando a Bíblia. “Devemos amar ao próximo, amamos, independente do que a pessoa é ou deixa de ser, mas alguns comportamentos a gente entende pela Bíblia que não são corretos”.

Para o pastor, Müller tem o direito de falar o que pensa. “Os ativistas, que são grupo pequeno, querem exigir da sociedade e das igrejas que aceitem. Mas temos liberdade para falar o contrário”.

Ele admite que as palavras “podem ter soado como pejorativas”, mas no contexto, defende que fizeram efeito. “Foi mais de uma hora de sermão e apenas 1 minuto falando disso. Você não imagina a quantidade de pessoas que aceitaram Jesus naquele dia.”

Sobre a presença de homossexuais nos cultos, o pastor garante “que a igreja aceita qualquer um”, mas comenta que com o tempo, quem não se “adapta”, deixa a comunidade.

Admar diz não levantar a bandeira da “cura gay”, mas assegura que já viu muita gente “transformada”. “Eu mesmo já fiz o casamento de dois ex-gays, que agora têm filhos e estão super felizes com as esposas”.




Fonte: Campo Grande News
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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Estudo afirma que aumentou o número de igrejas que aceitam abertamente membros homossexuais

Um estudo realizado recentemente entre mais de mil congregações cristãs norte americanas revelou que quase metade das igrejas nos Estados Unidos já permitem abertamente como membros gays e lésbicas que estão em relacionamentos de longo prazo. O estudo mostra também que cerca de uma em cada três permitem também a gays e lésbicas o exercício de cargos de liderança voluntária.

As estatísticas são do “Estudo Nacional de Congregações de 2012”, realizado pela Duke University, e mostram um aumento na aceitação de gays e lésbicas em congregações religiosas.

- Comparado ao nosso estudo em 2006-2007, houve um aumento de dez por cento entre as congregações que dizem que gays e lésbicas em relações estáveis podem ser membros de pleno direito. A última vez que fizemos estas perguntas, 38 por cento das congregações afirmavam permitir gays e lésbicas como membros de pleno direito – resumiu Mark Chaves, professor de sociologia na Duke University, que liderou o estudo.

Um padrão semelhante foi observado em relação a congregações que permitem que membros homossexuais assumam cargos de liderança. O estudo mostrou ainda que a presença de membros gays e lésbicas foi mais prevalente em congregações maiores; e que, no geral, 31 por cento dos entrevistados faziam parte de comunidades com pessoas abertamente gays e lésbicas.

egundo o Huffington Post, o estudo recém-publicado mostra ainda uma maior integração racial nas igrejas norte americanas, com menos congregações que se definem como tendo apenas membros “não hispânicos” e “não negros”.



Fonte: Gospel+
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Pastor metodista enfrenta julgamento da igreja para oficializar casamento do filho gay

Três dos quatro filhos do pastor são homossexuais

Pai de um rapaz homossexual, o pastor Frank Schaefer, da Igreja Metodista Unida de Iona (Estados Unidos), resolveu contrariar sua congregação e realizar o casamento do filho com uma pessoa do mesmo sexo.

O pastor de 51 anos contou para a agência The Associated Press (AP) sobre a mudança de suas prioridades e como concluiu que "ama muito seu filho e não poderia negar esta alegria", acrescentando que está preparado para ministrar todas as pessoas, "independente de quem eles são".

Schaefer recebeu o apoio de outros ministros metodistas, também afastados da posição oficial da igreja, sobre a homossexualidade ser incompatível com o Cristianismo.

"Se nós estamos operando sob o cargo de corações abertos, mentes abertas e portas abertas, não podemos fechar as portas para algumas pessoas", afirmou o Rev. David Brown, da Igreja Metodista Unida de Arch Street.

Mas apesar do apoio ao casamento, outros membros da igreja firmam sua posição contrária e argumentam que Schaefer e outros clérigos não devem ser autorizados a representar a igreja metodista, enquanto estiverem abertamente em desacordo com o que é ensinado.

"Eles [em defesa do casamento gay] estão em um sentido de renúncia ao processo que usamos, para determinar o que a igreja acredita sobre as coisas. Esta não é a forma adequada de lidar com divergências", afirmou Rev. Thomas A. Lambrecht, gerente de um grupo metodista norte-americano.

Ao se defender, Schaefer revela ter pensado na opção de evitar o julgamento ao discordar do casamento. Todavia, ele explica que não poderia tomar esta posição por conta do restante de sua família, onde três de seus quatro filhos são gays.

Por fim, ele destaca que tem ciência da importância do ministério em sua vida, mas não pode abrir mão de estar do lado do filho. "Eu me preocupo em perder minha credencial como pastor, mas eu estou disposto a perdê-la para um ato de amor", conclui Schaefer.




Fonte: The Christian Post
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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Líder evangélico compara casais gays que querem adotar um filho com crianças de 5 anos que querem dirigir carros

A adoção de crianças por casais homossexuais foi tema de um discurso polêmico do apóstolo Paul David Rodgers durante um protesto que pede o arquivamento da lei que estabelece o casamento gay no estado norte-americano de Illinois.

Na opinião de Rodgers, homossexuais que querem adotar crianças não são capazes da cumprir a tarefa de educar uma pessoa: “Bem, nós temos crianças de cinco anos de idade que pensam que podem dirigir carros, mas a realidade é que há uma certa maneira que as coisas estão estruturadas e há certas coisas que estão em ordem”, opinou, ilustrando com o fato de serem necessários alguns requisitos para determinadas coisas.

“O nosso país não é construído sobre a força do seu exército ou de suas finanças, mas sim sobre o que se passa nas nossas salas de estar. As famílias. Sempre foi e sempre serão a fundação e alicerce da sociedade e por isso vamos defender o que Deus ordenou”, argumentou o líder evangélico.

A tramitação da lei que estabelece o casamento gay em Illinois está travada no Poder Legislativo do estado, devido a falta de consenso entre os políticos locais, informou o Huffington Post.



Fonte: Gospel+
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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Direitos Humanos aprova projeto que permite igreja proibir presença de gays

Projeto é de autoria do deputado Washington Reis (PMDB-RJ), foi relatado pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e foi aprovada nesta quarta na comissão presidida pelo pastor Marco Feliciano; proposta quer evitar que os religiosos sejam criminalizados caso se recusem a realizar casamentos homossexuais, batizados ou outras cerimônias de filhos de casais gays ou mesmo aceitar a presença dessas pessoas em templos religiosos

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias, presidida pelo deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC) aprovou nesta quarta-feira (16) o Projeto de Lei 1411/11, que desobriga qualquer organização religiosa a aceitar a presença de casais homossexuais em seus templos. A proposta quer evitar que os religiosos sejam criminalizados caso se recusem a realizar casamentos homossexuais, batizados ou outras cerimônias de filhos de casais gays ou mesmo aceitar a presença dessas pessoas em templos religiosos.

De autoria do deputado Washington Reis (PMDB-RJ), a proposta acrescenta artigo à Lei 7.716/89, que define os crimes resultantes de preconceito. Atualmente, a lei estabelece que praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional é crime, sujeito à pena de reclusão de um a três anos e multa.

A proposta, que foi relatada pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), também deixa claro que não cometem crime as organizações religiosas que não aceitarem, em cultos, a permanência de cidadãos que violem seus valores, doutrinas, crenças e liturgias.

Segundo Washington Reis, essa norma tem sido usada em ações judiciais de homossexuais que se sentem discriminados por entidades religiosas. "Deve-se a devida atenção ao fato da prática homossexual ser descrita em muitas doutrinas religiosas como uma conduta em desacordo com suas crenças. Em razão disso, deve-se assistir a tais organizações religiosas o direito de liberdade de manifestação", afirma o deputado na justificativa da proposta.

O relator do projeto na Comissão de Direitos Humanos, deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), defendeu que igrejas possam rejeitar pessoas que não seguem os valores da religião. "As organizações religiosas têm reconhecido direito de definir regras próprias de funcionamento e inclusive elencar condutas morais e sociais que devem ser seguidas por seus membros. A filiação a uma instituição religiosa constitui opção individual que implica respeito às regras próprias de cada entidade", argumentou.

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será avaliado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, inclusive no mérito.



Fonte: Brasil 247
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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

"Transexual se submete à eutanásia devido à "dor psíquica" "

Quarenta e quatro anos atrás nasceu na Bélgica Nancy Verhelst, uma menina que nunca se adequou psiquicamente ao corpo que tinha – quando se olhava no espelho não se identificava com seu reflexo. 

Nancy cresceu, decidiu se tornar cirurgicamente homem e submeteu-se a três procedimentos – terapia hormonal, mastectomia e operações plásticas para a “construção de um pênis”. Nada deu certo. “Não me transformei em homem nem me mantive mulher. Virei um monstro”, declarou Nancy recentemente. 

Na semana passada ela submeteu-se à eutanásia – e morreu. Embora não fosse portadora de enfermidade terminal e irreversível, os médicos intervieram para que morresse evocando a lei que lhes permite fazer isso quando “o sofrimento físico e psíquico se tornou insuportável”. 

A eutanásia foi legalizada na Bélgica em 2002 e, desde então, foi aplicada 52 vezes em virtude de sofrimento psicológico. 



Fonte: Istoé
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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Ex-homossexual, vítima de abusos sexuais na infância hoje palestrante evangélico alerta igrejas a se prepararem para “combater o imperialismo gay”

As discussões no meio cristão sobre a homossexualidade e a militância gay tem acontecido sob tom de alarme, e cada vez mais frequente. Questões como o casamento gay, ou a criticada PLC 122, são fonte de preocupação para as lideranças evangélicas, que tem ser amordaçadas pela Justiça na pregação bíblica contra a prática homossexual.

O palestrante evangélico Saulo Navarro, ex-homossexual e vítima de abusos sexuais na infância, concedeu entrevista sobre o assunto ao blogueiro e ativista Julio Severo, falando sobre seu testemunho e atividades contra ao que chama de “propaganda gay” imposta pela mídia aos brasileiros.

“Passei por situações de traumas e abusos na minha infância e pré-adolescência que me deixaram totalmente inseguro para desempenhar minha masculinidade. Chamo esta fase de ‘pré-homossexualidade’, ou seja, houve uma construção que favoreceu minha entrada na prática da homossexualidade. Durante minha juventude, fiz algumas tentativas frustradas de namorar garotas. Uma namorada, ao perceber que eu não iniciava alguns ‘contatos’ físicos falou ao meu ouvido que às vezes achava que eu não era homem. Estas palavras feriram profundamente minha alma. Ocorreu mais tarde, com esta mesma namorada, uma situação de abuso sexual. Este abuso gerou em mim pensamentos de incompetência, medo, angústia, frustração. A partir deste momento decidi nunca mais namorar garotas. Só que não disse que iria ser homossexual. Porém, tive contato com o meio homossexual através de um amigo que estava nesta prática há anos. Então, depois de toda esta construção, acabei por me declarar homossexual. Ainda mais convivendo com amigos(as) que praticavam a homossexualidade de forma tão aberta”, relatou Navarro.

Para ele, a proibição explícita imposta pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) aos profissionais do ramo, de atenderem homossexuais insatisfeitos com o comportamento e/ou a atração por pessoas do mesmo sexo é uma declaração de apoio à militância gay.

“Conselho Federal de Psicologia se dobrou ao movimento LGBT. Tenho acompanhado as tomadas de decisões deste Conselho com relação à censura que os psicólogos sofrem ao demonstrar que podem ajudar a resignificar a sexualidade de uma pessoa que esteja insatisfeita com a atração que sente pelo mesmo sexo. Se todas as pessoas que sofrem por sentirem atração pelo mesmo sexo falassem que não querem estar homossexuais é bem provável que este Conselho, que trabalha em favor do movimento LGBT, avalie estas limitações impostas aos profissionais da psicologia. Estas pessoas merecem ter esta ajuda sem que tenham que perambular pelas vielas das clínicas para achar alguém que possa atendê-los sem receio e medo de ser punido pelo CFP. Pessoas que deixaram a prática homossexual fazem parte de uma diversidade que é rejeitada e odiada pelo movimento gay e agora pelo CFP. É uma tremenda vergonha o que este Conselho tem feito ao limitar seus profissionais por pura manipulação do movimento gay. Na verdade quando o CFP age desta forma está demonstrando para a sociedade que a ferramenta psicologia não serve para algumas áreas da vida de uma pessoa, está dizendo que não serve para ajudar um indivíduo que está em sofrimento psíquico e deseja abandonar a homossexualidade. Vou mais além, as faculdades de psicologia de nosso país estão formando psicólogos totalmente favoráveis ao movimento LGBT. Esta geração de psicólogos já está aí, nas clínicas, propagando ideologias como a do movimento gay e de gênero. Ou seja, vivemos um momento em que a psicologia trabalha em favor da Nova Era”, lamentou.

Questionado por Severo se ele cria que Deus pode libertar um homossexual sem a ajuda da psicologia, Saulo Navarro foi enfático: “Creio. Deus é soberano. A psicologia é uma ciência e Deus excede a toda ciência. Vejo a psicologia como mais uma ferramenta que pode ser utilizada por Deus para levar saúde emocional ao ser humano”, afirmou.

Como parte de seu testemunho pessoal, afirmou que a psicologia foi uma das ferramentas que o ajudaram a abandonar a homossexualidade: “Após 12 anos de prática homossexual percebi que as instabilidades do meio gay estavam me levando a um estado emocional deplorável. Recebi um convite de um amigo para ir numa reunião da igreja em que participava. Aceitei Jesus como meu único Senhor e Salvador e passei a segui-lo aceitando todo conteúdo bíblico como verdade para minha vida, inclusive as passagens que tratam da homossexualidade como pecado e comportamento fora da vontade de Deus para o ser humano. Ao chegar em casa, após aceitar Jesus em minha vida, percebi que o desejo pelo mesmo sexo ainda estava lá, era real. Durante 4 anos caminhei dentro da igreja sentindo atração pelo mesmo sexo. Ficou claro para mim que deixar de sentir atração pelo mesmo sexo levaria tempo, não se mudaria de um dia para o outro. Entendi que Deus estava proporcionando ferramentas para me ajudar na caminhada. Pessoas foram usadas por Deus para me levar ao crescimento e amadurecimento. Em um determinado momento precisei da ajuda de uma psicóloga que tratou as consequências dos abusos que sofri durante minha vida, inclusive o abuso sexual sofrido por uma namorada. Acredito que um psicólogo sério (cristão ou não), que não tenha se dobrado às imposições do CFP, pode ajudar um indivíduo a abandonar o comportamento homossexual. Esta pessoa que busca ajuda para abandonar o comportamento homossexual precisa estar inserida numa relação de ajuda. Sozinho é praticamente impossível vencer”, pontuou Navarro.

Sobre a influência de espíritos malignos na adesão ao comportamento homossexual, Navarro afirmou que é importante que os cristãos olhem para esse ponto da questão com atenção, e entendam que nem tudo é possessão, pois a homossexualidade é uma questão complexa.

“O mundo em que vivemos jaz no maligno. Homens e mulheres, homossexuais ou não, sofrem opressões demoníacas e alguns chegam a ser possessos de demônios. Estive na prática da homossexualidade por 12 anos, passei por momentos de libertação na igreja em que congregava e não tive manifestação de demônios por conta deste envolvimento com a homossexualidade. Conheci pessoas no meio homossexual que se envolveram com situações que permitiram demônios entrarem em suas vidas. Um amigo foi possesso de demônios e houve libertação durante um momento de expulsão dos mesmos. A expulsão destes demônios não anulou a atração que ele sentia pelo mesmo sexo. Ele entendeu que o comportamento homossexual foi aprendido e poderia ser desaprendido dentro de um processo de ajuda”, explicou o palestrante.

Saulo Navarro manifestou o mesmo temor de outros líderes cristãos brasileiros quanto ao projeto de lei 122, em tramitação na Câmara dos Deputados: “A intenção de todas estas leis é não somente tratar da legalização da imoralidade como também eliminar todo pensamento que trata do pecado. A imoralidade está aprovada e amparada por lei, então, por que tratar a homossexualidade como pecado? O pecado deixando de ser considerado pecado elimina os feitos de Jesus e, logicamente, acontece uma verdadeira caça às bruxas, uma caça aos cristãos que verdadeiramente dão nome ao pecado. Cala-se a boca dos cristãos e elimina valores embasados no que Deus projetou para o ser humano. O PLC 122 não só criminaliza a opinião cristã como gera novos valores na sociedade, exemplo: o casamento entre um homem e uma mulher sempre teve um valor, hoje uma dupla do mesmo sexo recebeu um valor através da PLC122, e posteriormente um homem com três mulheres também terá um valor dentro da sociedade”, observou.

O papel da igreja cristã frente a essas questões é mais abrangente e importante do que a maioria dos líderes enxerga, segundo Saulo Navarro: “Primeiramente a igreja precisa urgentemente entender o que acontece no mundo. Entender como os grupos gays, feministas e de gênero estão agindo na sociedade. As igrejas precisam de homens e mulheres sarados em sua feminilidade e masculinidade para conseguir proporcionar apoio ao que sofre com sua sexualidade. É preciso voltar ao discipulado, ao caminhar junto, dentro de uma relação de ajuda. É preciso estar a par do que há por trás da pessoa que chega pedindo ajuda. Se a igreja entender que a homossexualidade na vida de uma pessoa não é o foco e sim o que sustenta esta pessoa na homossexualidade então alguns passos já foram dados. A omissão da igreja foi grande e agora é apagar incêndio. A igreja tem de sair da omissão e partir para a compaixão, para a ação. É preciso compreender os infinitos fatores que podem levar um indivíduo à prática da homossexualidade. O meio homossexual é instável, e haverá um tempo em que esta pessoa poderá ir até uma igreja em busca de apoio. As igrejas podem oferecer um local seguro e confiável, oferecer um ambiente caloroso que mostre a diferença de uma vida de pecado com uma vida em Cristo”, disse, antes de ressaltar: “A militância gay é cruel e sem escrúpulos. A igreja não deve ser ingênua a ponto de desconsiderar este fato. A igreja deve ser firme em seu posicionamento e estar sempre contrária a esta agenda gay e se preciso for se defender juridicamente dos ataques da militância gay”.

O palestrante fez uma crítica direta e pontual à igreja como um todo: “Os cristãos brasileiros devem estar atentos a todo movimento contrário à verdadeira palavra de Deus. Para isto é preciso se voltar à Palavra de Deus pura e limpa. A teologia gay ganha espaço na mente de uma parte dos cristãos justamente pelo desconhecimento que estes tem da Palavra de Deus. A manipulação da teologia gay é grande, tem convencido cristãos de que Deus aceita toda forma de amor. O povo cristão brasileiro precisa parar de ver novela. As novelas brasileiras vêm há décadas mostrando mentiras como verdades, o povo cristão brasileiro tem dado atenção a essas porcarias que passam na TV. Com isto temos uma geração que tem um olhar totalmente normal quanto à homossexualidade e bissexualidade. Escrevo sobre este assunto por justamente ouvir jovens que receberam esta lavagem cerebral durante toda uma infância e adolescência. E infelizmente pais cristãos assistem a toda esta porcaria na TV ao lado de seus filhos. Enquanto isto a teologia gay caminha em passos largos. É hora de se levantar e se posicionar contra estas mentiras pregadas pela teologia gay, que tenta a todo custo convencer cristãos de que o amor entre duas pessoas do mesmo sexo são aceitas por Deus desde que estejam numa relação estável. Uma mentira contada mil vezes se torna uma verdade”, alertou.

Saulo Navarro aconselha que as pessoas encarregadas de interceder e liderar os fiéis devem buscar capacitação para enfrentar o que o entrevistador, Julio Severo, classificou como “imperialismo homossexual”, e não fugir do embate: “[A igreja deve] agir urgentemente, ir para a prática e criar ferramentas que possam combater este imperialismo gay. Tenho visto muita teoria e pouca prática dentro de nossas igrejas. As crianças aqui no Brasil em breve serão preparadas para o ‘gênero neutro’, e os pais não estão percebendo a manipulação destes movimentos. Se você é um intercessor então parta para a ação. Interceda para que os líderes cristãos possam preparar uma nova geração de homens e mulheres sarados em sua masculinidade e feminilidade, para que possam ser instrumentos de bênçãos na vida de seus filhos”.

Em resumo, Saulo orienta as igrejas: “Estejam preparadas para defender sua crença. Agora veremos quem é o verdadeiro cristão. A ditadura gay está com o terreno preparado e os líderes das igrejas terão que ser firmes em seu posicionamento. Atualmente não tenho ouvido pregações que falam do pecado, já existe um medo instalado. A igreja será o único local que poderá se opor a ditadura gay. Igrejas, estejam atentas a tudo o que acontece no mundo. Estejam a par das leis que favorecem a ditadura gay. Orar é bíblico, e agir também é”.

Assista a uma das palestras de Saulo Navarro na Igreja Batista do Prado:




Fonte: Gospel+
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