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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Dica de Livro: A Arca de Noé - A Bíblia em bloquinhos - Brendan Powell Smith

A Arca de Noé com cenário de Lego 

 A história de Noé e sua arca, cheia de animais de todas as espécies, é adorada por todos e remonta a 3.000 antes de Cristo. E agora, pela primeira vez, a Arca de Noé é trazida à vida por meio dos bloquinhos de montar Lego.

Publicado pela Editora Nossa Cultura, o livro mostra a reunião dos casais de animais, a terra lavada pelas águas, enquanto a arca enfrenta a tempestade. Uma oportunidade para ver o mundo nascer novamente com a promessa de um arco-íris, de forma diferente e criativa.

Deus disse a Noé que construísse um grande barco, chamado de arca, para manter sua família a salvo do dilúvio. Deus disse a Noé para separar dois animais de cada espécie e colocá-los na arca para mantê-los a salvo.

“A ARCA DE NOÉ – A BÍBLIA EM BLOQUINHOS”, de BRENDAN POWELL SMITH, proporciona fantásticas ilustrações da história da Bíblia, adequadas às crianças pela forma como é retratada. Ainda auxilia os pais sobre como introduzir conversas difíceis com os filhos sem traumatizá-los.

Por meio desta passagem, torna-se mais fácil os pequenos aceitarem as alegrias e as dores da vida. Por que Deus provocou um diluvio no mundo e salvou apenas Noé, sua família e os animais?

“A ARCA DE NOÉ – A BÍBLIA EM BLOQUINHOS”, de BRENDAN POWELL SMITH, com tradução de Mariel Corrêa Martins Rubim. Editora Nossa Cultura, 32 páginas.




Fonte: Blog do Aldo em Click RBS
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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Editora negocia com bispo Edir Macedo a publicação do terceiro volume da sua biografia

A Thomas Nelson desistiu de tirar Edir Macedo da editora Planeta, onde publicou Nada a Perder I e II. Não há como competir com a editora, que paga caro pelo líder da Igreja Universal.

A propósito, a Thomas Nelson comemora a marca de 1,6 milhão de exemplares vendidos de Casamento Blindado, escrito por Cristiane Cardoso, a filha de Edir Macedo.

A editora Planeta abriu negociações com Edir Macedo para a publicação do terceiro volume da sua biografia, Nada a Perder, hoje a não-ficção mais vendida do Brasil, escrita por Douglas Tavolaro, homem forte do jornalismo da Record.

A rival Thomas Nelson está de olho no título que já vendeu 2 milhões de cópias.

A Planeta aceita aumentar o pagamento de royalties pelas vendas – hoje, ela repassa a Macedo e a Tavolaro 20% do preço de capa de cada exemplar. O adiantamento pelo contrato também deve ser mais alto – Nada a Perder 1 e 2 renderam 500 000 e 1 milhão de reais respectivamente.



Fonte: Lauro Jardim na Veja
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domingo, 23 de fevereiro de 2014

Livro revela que nos EUA cresce o número de cristãos evangélicos "sem marca"

Sete em cada dez americanos são muito ou bastante religiosos hoje. Além disso, ao estudar as tendências demográficas, Frank Newport, editor-chefe da Gallup, prevê que os americanos se tornarão mais religioso no futuro.

Em pesquisas realizadas este ano pela Gallup, 40 por cento dos americanos são classificados como "muito religiosos", que deve ser acrescentado 29 por cento como "moderadamente religioso". Antes deles, 31 por cento são declaradas como não-religiosos com clareza. O grau de religiosidade do estudo é medido pela frequência de participação em serviços religiosos e a importância da religião na vida diária dos entrevistados.

"Deus está vivo e bem" 

Newport analisa essas tendências em seu novo livro, "Deus está vivo e bem: o futuro da religião na América" ​​(God Is Alive and Well: O Futuro da Religião na América), publicada nesta terça-feira. Baseado em mais de um milhão de entrevistas Gallup, este livro mostra que não só a maioria dos americanos acredita em Deus e que a religião é importante para a nação, mas que a religião está entrelaçada com a maioria dos aspectos da vida todos os dias.

Também o livro expõe o declínio do cristianismo protestante das igrejas históricas e a ascensão dos cristãos evangélicos "sem marca". Enquanto denominações protestantes tradicionais têm perdido membros, ou igrejas não denominacionais ou agrupados em alianças ou movimentos "históricos" congregações têm aumentado.

Quanto ao número de católicos, este diminuiu entre os cidadãos americanos, mas tem-se mantido estáveis, graças à crescente imigrantes católicos latinos que foram chegado ao país.

FATOS 

Entre os destaques encontrados por Newport,  os americanos tornaram-se mais religiosos com a idade, as mulheres são mais religiosas do que os homens, a América do Sul é a área geográfica com mais religiosos, as pessoas com maior renda e educação são menos religiosos.

Quanto à relação com a filiação política, os republicanos são mais religiosos do que os democratas, mas com uma exceção notável: afro-americanos, que são os mais religiosos, são configurados como o grupo étnico que pertence ao Partido Democrata a uma taxa mais elevada.

PERSPECTIVAS 

Newport espera que o nível de religiosidade dos americanos aumente nos próximos 20 anos.

Esta perspectiva baseia-se no fato de que número de americanos com mais de 65 dobrará nos próximos 20 anos. Como a maioria das pessoas tornam-se mais religiosas quando chegar a essa idade, o nível médio de religiosidade para toda a população deve aumentar se esta tendência continuar.

Newport aponta, porém, que esta tendência também pode ser compensada pela baixa taxa de natalidade que existe hoje, e religiosidade também geralmente se correlaciona com as famílias com crianças que receberam uma educação na fé de seus pais.

Outra tendência que poderia afetar o futuro da religiosidade dos EUA é que os seus cidadãos têm tendência a emigrar a partir do menos religiosa para os estados mais religiosos ao longo da última década.




Fontes: Notícias Cristinianas
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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

'Há um abismo entre o Cristo da fé e o Jesus histórico', afirma historiador

Reza Aslan escreveu um livro sobre o Jesus histórico, que virou best-seller.
A vida de Jesus é alvo de pesquisas desde o século XIX.

O novo testamento conta a história de Jesus Cristo, mas o que dizem outras fontes sobre quem realmente foi Jesus? O Jesus histórico. Esse tema é alvo de pesquisas desde o século XIX. O historiador Reza Aslan reuniu as principais conclusões no livro ‘Zelota – A vida e o tempo de Jesus de Nazaré’, que virou best-seller nos Estados Unidos.

O livro de Aslan provocou a ira de fundamentalistas cristãos, que atacaram o historiador. Como é possível que um muçulmano fale sobre Jesus? Jovem americano de origem iraniana, Aslan vive na Califórnia. Ele só teve contato com o evangelho aos 15 anos, e ficou fascinado. "Eu nunca tinha ouvido nada parecido na vida. Foi uma experiência transformadora", conta.

O contato com a história de Jesus Cristo foi tão marcante para Aslan que ele decidiu se converter e pregar a mensagem de Deus a todos que conhecia. A religião também influenciou a vida acadêmica do historiador, que decidiu estudar o Novo Testamento. Foi quando ele se surpreendeu. "Foi nesse momento que tive a percepção de que muita coisa que eu julgava saber sobre Jesus era incompleta, se não incorreta, e que há um abismo entre o Cristo da fé, ao qual fui apresentado na igreja, e o Jesus histórico", explica.

Descobrir que suas percepções não eram tão exatas fez com que Aslan passasse a estudar mais sobre o Jesus histórico. Essa pesquisa originou o best-seller ‘Zelota – A vida e o tempo de Jesus de Nazaré’. "Jesus se tornou mais real para mim, mais acessível e até mais simpático. E o livro surgiu disso; eu quis escrever sobre esse homem”, conclui o historiador.



Fonte: G1
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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Casal de pastores lança livro que propõe 7 dias de sexo para recuperar intimidade no casamento

'7 Dias de Intimidade' propõe desafio para casal recuperar a paixão, a proximidade e melhorar a vida sexual; confira trechos

O casal mundialmente famoso de conselheiros matrimoniais Ed e Lisa Young acaba de lançar mais um livro no Brasil, chamado 7 Dias de Intimidade. Em 10 capítulos, eles dão passos práticos para que, depois de anos de casamento, as pessoas recuperem a intimidade e melhorem a vida sexual.

O livro explica como entender o sexo e suas repercussões emocionais, físicas, do relacionamento e espirituais. Por isso, eles propõe a Sexperiência, na qual o casal fará sexo todos os dias por uma semana na tentativa de recuperar a intimidade e a excitação. 

Por meio de passos práticos, os autores promovem também lições de fundo emocional, econômico, psicológico e espiritual. Confira abaixo alguns trechos do livro:

Os autores começam com alguns princípios básicos que devem ser levadas em conta desde o início da Sexperiência. São eles:

Estabeleça metas

Para chegar intencionalmente a algum lugar, você deve primeiro saber para onde está indo. Sente-se com seu cônjuge e defina metas a respeito do que vocês querem aprender sexualmente sobre um e sobre o outro. Fale sobre a frequência com que você espera ter relações sexuais e outras áreas tangíveis que estejam relacionadas à sua vida sexual um com o outro.

Aprenda a explorar

Você não sabe tanto sobre o corpo de seu cônjuge como acha que sabe. Faça perguntas sobre o que dá prazer ao parceiro.

Você não lê mentes

Felizmente, ao envelhecer com seu cônjuge, você passará a conhecê-lo profunda e verdadeiramente. Mas, por mais próxima que seja a ligação de vocês, você nunca dominará os processos mentais de seu marido. Portanto, comunique- se. Faça perguntas e esteja disposta a ter respostas.

Seu cônjuge não lê mentes

Não guarde seus sentimentos em uma vasilha frágil pensando que se ele realmente se importasse, saberia como você se sente. Divida seus sentimentos, desejos e até mesmo preocupações de um modo simpático e apropriado.

Com estes princípios já estabelecidos, é hora de praticar! O livro lista situações reais e caminhos práticos para que seja possível ter sucesso no fim da Sexperiência e qual o melhor caminho para isso. Veja alguns destes passos:

1) Sente-se com seu cônjuge para definir a hora de começar sua Sexperiência, tendo em mente que nunca haverá um momento perfeito.

2) Faça preparativos antes de começar para que você possa eliminar a maior quantidade possível de obstáculos à intimidade (por exemplo, contratar babás, fazer reservas para jantar, reagendar compromissos etc.).

3) Discuta o resultado que você está esperando depois de completar sua primeira Sexperiência.

4) Tome as medidas necessárias para esclarecer qualquer atrito persistente entre você e seu cônjuge antes de começar a Sexperiência ou, pelo menos, entre em acordo com ele no sentido de que os problemas do passado não terão permissão para interferir.

5) Faça uma lista das sexculpas que impedem a intimidade em seu casamento. Discuta seus sentimentos com relação a elas e assuma o firme compromisso de que nenhuma delas será motivo para não concluir a Sexperiência.

6) Faça planos e preparativos para vencer suas sexculpas durante a Sexperiência. Escolha uma semana em que você terá menos chances de estar sobrecarregado de trabalho. Veja se as crianças têm roupa limpa o suficiente para passar a semana. Prepare as refeições e congele-as para a semana. Use seu horário de almoço para tirar uma soneca no trabalho, para que você não esteja tão cansado quando chegar em casa. Estabeleça limites para seus filhos para que eles não sejam empecilhos ao seu tempo particular com seu cônjuge. Faça tudo o que puder para demonstrar que a Sexperiência será uma prioridade e um esforço sério para manter ou restabelecer a intimidade em seu casamento.

7) Se as muitas sexculpas impedem o bom andamento da sua intimidade conjugal, adquira o hábito de observar os problemas reais que estão por trás delas e lide com isso. Pergunte para si mesmo: estou dando uma sexculpa? O que realmente está acontecendo comigo? Com nós dois? Por que estou procurando um motivo para não ter relação sexual?




Fonte: Terra
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Livro da escritora evangélica Sarah Young vende mais que "Cinquenta Tons de Cinza"

Sarah Young pode ser difícil de encontrar, mas seus livros estão por toda parte.

"O Chamado de Jesus", de Young, é uma coletânea de 365 textos curtos de devoção entrelaçados com trechos da Bíblia.

Desde que foi lançado, em 2004, o livro já vendeu 9 milhões de exemplares em 26 línguas. No primeiro semestre de 2013, vendeu mais exemplares que "Cinquenta Tons de Cinza". Young já escreveu outros dois livros de devoção desde então, além de livros voltados para crianças e adolescentes e uma Bíblia com o tema "Jesus está chamando".

O que mais impressiona é que Sarah Young virou uma marca rentável apesar de praticamente não conceder entrevistas nem comparecer em público como autora. Prejudicada pela doença de Lyme e outros problemas de saúde, ela geralmente sai pouco de casa. Quase não há fotos públicas da autora, que se nega a falar ao telefone.

Assim, se um repórter quiser lhe perguntar sobre seu trabalho --que vem provocando polêmica por ser escrito em primeira pessoa na voz de Jesus, como se Cristo tivesse feito novas revelações diretamente a Young--, as perguntas devem ser enviadas por e-mail, e a autora as responderá por escrito.

Uma edição recente da "Christianity Today" trouxe um longo artigo sobre Sarah Young, citando vários teólogos que expressaram preocupações com seu trabalho. "Os leitores críticos querem saber: será que Young pensa realmente que Jesus está falando diretamente com ela?", escreve Melissa Stefan, autora do texto.

Kriss Bearss, responsável pelos livros de Young na editora Thomas Nelson, disse que os críticos da autora não entendem as nuances do projeto dela. "Young não diz que Jesus fala com ela", explicou Bearss.

"Acho que ela foi bastante clara a esse respeito nos prefácios de seus livros. Ela não pensa, de modo algum, que seus textos sejam sagrados ou que ela tenha recebido novas revelações."

Na introdução de "O Chamado de Jesus", Young escreve: "Decidi ouvir Deus com a caneta na mão, escrevendo o que acreditava ser o que Ele estava dizendo".

Sarah Young se formou no Wellesley College, no Massachusetts, em 1968, é casada com um missionário presbiteriano e tem dois filhos e dois netos. Está no processo de se mudar da Austrália para o Tennessee.

Na teologia protestante tradicional, as revelações de Deus cessaram desde os tempos bíblicos. Pessoas que alegassem receber ensinamentos novos diretamente de Deus estariam se declarando profetas. Para uma presbiteriana como Sarah Young, isso é proibido. Mas Young disse que está fazendo algo diferente.

"Concordo que a revelação parou, na medida em que a Bíblia está completa", escreveu Young. "Mas o que eu faço é escrever textos de devoção. Para isso, peço a Jesus que guie minha mente quando passo tempo com Ele --para me ajudar a pensar os pensamentos d'Ele."

Em certo sentido, o que ela faz não é nada de novo. Existe uma longa tradição de cristãos que interpretam a presença de Deus na vida das pessoas. "Os textos de devoção são um gênero fundamental na categoria de escritos religiosos do setor editorial cristão", disse Lynn Garrett, que cobre livros de religião para a "Publishers Weekley".

O trabalho de Young é incomum por usar a voz de Jesus na primeira pessoa, e é fácil perceber como isso pode incomodar alguns cristãos tradicionalistas. Mas, quando se lê um número suficiente dos textos da série, o argumento da autora de que Jesus não está falando se torna mais plausível.

Aparecem metáforas bizarras, que não soam como algo que poderia ser dito por Jesus: "Seus pensamentos cercam o problema como lobos famintos", diz um texto devocional em "O Chamado de Jesus". E há o jargão contemporâneo de textos sobre bem-estar: "Sua capacidade de concentração pode ser prejudicada por estresse e fadiga", lemos em "Jesus Today".

Esse livro, posterior a "O Chamado de Jesus", foi escolhido o Livro Cristão do Ano de 2013. Há um app "Jesus chamando" para smartphones e há audiolivros, agendas e outros produtos.

Quer Sarah Young esteja falando como Jesus, sobre Jesus ou com Jesus, sua voz está sendo ouvida. Se não literalmente, em telas e páginas --milhões delas.



Fonte: Folha
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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Escritor lança livro com histórias envolvendo os papas da igreja católica

Para escrever Papis Et Circenses, Torero juntou as gafes hilárias cometidas pelos papas

Que os papas são homens “divinamente humanos”, José Roberto Torero havia percebido na adolescência. Aos 15 anos, o escritor, roteirista e jornalista desconfiou da história de divindade apregoada pelas religiões. Não conseguia decidir se quem estava errado eram os ressurreicionistas ou reencarnacionistas. Confuso, apelou para a lógica e para a leitura. Acabou por concluir que todos estavam errados. Certo mesmo era ser ateu. Aos 50 anos, Torero está contente com a escolha. Se não sucumbiu à fé, se rendeu ao humor. E nos assuntos de batina, o riso cai bem à pena do escritor, que acaba de lançar Papis et circenses, um inventário de histórias hilárias e desavergonhadamente humanas sobre 85 dos 266 papas que subiram ao altar máximo da igreja católica ao longo de seus dois séculos de existência.


Vencedor do Prêmio Paraná 2012 na categoria contos e publicado em uma edição de pequena tiragem destinada às bibliotecas públicas do estado, somente agora o livro chega às prateleiras das grandes livrarias. Torero é econômico na escrita e cirúrgico no humor. Não faz piadas baratas e, muitas vezes, nem precisa se desdobrar muito: a história real já é quase uma ficção de tão preparada para o riso. Veja o papa Aniceto, que proibiu os sacerdotes de deixarem o cabelo crescer para não se tornarem vítimas da vaidade. Aniceto era calvo. E Melquíades, o papa rechonchudo que aboliu os jejuns? Agatão teve uma incrível visão de marketing (e um luminoso insight): substituiu o cordeiro, “logomarca” da igreja até então, por Jesus “himself”. Na cruz. Em 680. E Gregório I, quando foi eleger os oito males do corpo, lembrou que na Igreja os números precisavam ser três, sete, dez ou doze e suprimiu um mal. A tristeza, então, deixou de ser pecado.



Fonte: Correio Braziliense
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domingo, 15 de setembro de 2013

Padre Beto diz que Igreja trata com hipocrisia a sexualidade

Roberto Francisco Daniel lança em Maceió livro que mostra ideias avançadas que o levaram à expulsão

Excomungado da Igreja Católica pelas ideias que defende e pelos seus escritos no blog que criou na internet e no Facebook, o escritor Roberto Francisco Daniel, ou simplesmente padre Beto, natural de Bauru (SP), espera por uma decisão do papa Francisco sobre seu processo para saber se continuará sendo sacerdote.

A publicação de suas opiniões em textos na internet fez com que ele fosse convidado pelo bispo de Bauru a apagar o que tinha escrito e a pedir perdão. Como não aceitou as exigências da Igreja, ele foi demitido do cargo e o processo agora está no Vaticano.

A história do padre Beto e seus pensamentos avançados - para a Igreja - estão no livro ‘Verdades Proibidas - Ideias do padre que a Igreja não conseguiu calar’, que será lançado hoje, na Revistaria Centenário, na Praça do Centenário, no Farol, em Maceió.

Em entrevista à Tribuna Independente na tarde de ontem, ele contou como tudo aconteceu. Segundo padre Beto, a primeira conversa que teve com o bispo de Bauru foi com relação à questão política, local e estadual, porque sempre tentou conciliar teologia e questões sociais. Padre Beto destaca que começou a fazer críticas à crise na saúde de Bauru e bateu de frente com as administrações locais.

Sexualidade

Temas considerados tabus pela Igreja Católica como homossexualidade, masturbação, sexo antes do casamento e métodos anticoncepcionais, entre outros, são abordados no livro do padre Beto. Ele também conta sobre sua militância política na Pastoral da Juventude, em Bauru, quando era adolescente, até os 27 anos, quando decidiu ser padre.

Formado em Filosofia e Direito, padre Beto fala abertamente sobre a hipocrisia existente na Igreja Católica a respeito de temas como sexo. “É incabível uma Igreja que se preocupe tanto de uma forma negativa com um garoto que se masturba e uma Igreja que não se importa com a educação em uma escola pública. Isso é totalmente absurdo. Eu disse isso para um repórter de um jornal do Japão. Em que mundo eu estou, onde a Igreja prega que não se deve usar camisinha, anticoncepcional, não fazer uso de laqueadura ou vasectomia? Isso é um absurdo”, pontua.

O padre argumenta que veio de uma Igreja no Brasil que era muito arejada, onde aprendeu cidadania, “onde a reflexão era possível. Fui para a Alemanha e volto em 2001, onde encontro uma Igreja extremamente dogmatizada, neopentencostal, totalmente com uma teologia intimista”, observa. Ele pontua que celebrava missas em Bauru que chegavam a ter cerca de 1.200 fiéis e disse que o que falava levava as pessoas a refletirem. “Ainda hoje me convidam para celebrar casamentos e eu explico que não tem valor religioso. A minha intenção como teólogo não é fazer com que as pessoas engulam o que eu digo, mas que pensem teologicamente a respeito. Pensar o que Deus faria aqui se estivesse em meu lugar”, pontua.

Padre Beto diz que o Brasil louva a Deus demasiadamente, mas que não é um país cristão, apesar de ter muitas igrejas. Sobre a homossexualidade, ele afirma que a postura da Igreja Católica é homofóbica, porque diz que aceita o homossexual, mas não aceita a homossexualidade. “Se eu digo isso, eu estou criando um preconceito com relação ao que o homossexual tem dentro de si. A sexualidade você tem, você nasce com ela. Se eu vejo uma menina na rua e eu tenho tesão por ela, isso não é uma opção. Eu não sou homossexual, sou heterossexual e tive experiências antes de ser padre. Eu não fui para a Igreja virgem, tive relacionamentos com mulheres”, revela.



Fonte: Tribuna Hoje
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domingo, 7 de julho de 2013

Livro sobre Cientologia revela segredos da seita das celebridades

Das religiões surgidas nas últimas décadas, poucas angariaram a riqueza e o poder da Igreja da Cientologia. Conhecida como a “religião das celebridades”, a cientologia diz contar com milhões de membros ao redor do globo, e seus praticantes mais graduados às vezes são descritos como pessoas com poderes sobre-humanos. O criador da seita, L. Ron Hubbard, fez planos para viver por duzentos anos e certa vez afirmou ter visitado uma lua de Vênus. Assim, cada passo da igreja foi também acompanhado de escândalos, polêmicas e guerras judiciais.

Para trazer à tona os bastidores do enigmático culto que atraiu atores como John Travolta e Tom Cruise, Lawrence Wright, vencedor do prêmio Pulitzer pelo livro-reportagem O vulto das torres - A Al-Qaeda e o caminho até 11/9, realizou mais de duzentas entrevistas com cientologistas e ex-membros da igreja, a maioria deles falando pela primeira vez com um jornalista. Wright combinou ao trabalho de campo anos de pesquisa em arquivos, traçando, assim, o mais completo panorama que se tem do funcionamento interno da Igreja da Cientologia. 

No centro do livro estão os dois pilares da igreja: o fundador e escritor de ficção científica L. Ron Hubbard - um misto de líder espiritual, aventureiro, cientista e curandeiro que, mesmo sem propriamente ter sido qualquer uma dessas coisas, escreveu as centenas de livros que são a base da fé e do império da cientologia - e David Miscavige, o violento e explosivo sucessor de Hubbard, a quem coube a difícil tarefa de preservar a igreja após a morte de seu criador.

Wright também revela as crenças e os sistemas de fé da igreja, que envolvem uma guerra intergaláctica de milhões de anos e um ditador alienígena chamado Xenu. Com imparcialidade e sem cair num sensacionalismo fácil, mostra como a igreja persegue celebridades e como elas são usadas para promover os objetivos do Sea Org, o clero da organização, cujos membros assinam um contrato de 1 bilhão de anos com a igreja. Mostra ainda as perseguições e humilhações que recaem sobre muitos que se pronunciaram contra a cientologia, ou que às vezes apenas tentavam escapar dela. O resultado é uma reportagem corajosa sobre a igreja e seus líderes, mas também uma reflexão profunda sobre a natureza da fé.

“Poderoso. Uma leitura essencial.” - The New York Times Book Review

“Um feito jornalístico. A história da cientologia é a grande baleia branca das reportagens sobre religião.” - The Wall Street Journal

“Impossível de parar, tão empolgante quanto um thriller policial. Eu poderia passar horas falando sobre as excentricidades, paranoias e lorotas de Hubbard, bem como as brutalidades de Miscavige e as nada científicas crenças da cientologia.” - Laura Miller, Salon.com

“Para quem gosta dos escândalos das celebridades de Hollywood, os capítulos sobre Tom Cruise e John Travolta serão um prato cheio.” - The Los Angeles Times

“Lawrence Wright trata a cientologia - sua história, teologia e hierarquia - com lucidez e coragem investigativa. O resultado é a prova de que a verdade pode ser mais estranha que a ficção científica.” - The Washington Post

“Uma investigação hipnotizante, completa e incrivelmente imparcial sobre a religião que todos amam odiar.” - Newsday

“Um vislumbre fascinante dos bastidores de uma organização que é tão ambiciosa e influente quanto misteriosa. Os que conhecem a cientologia apenas pelo envolvimento de celebridades como Tom Cruise e John Travolta vão ficar de queixo caído.” - Booklist



Fonte: Companhia das Letras
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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Pesquisador lança segundo volume do livro “Jesus, a Trilogia – A Semente, a Árvore e o Fruto”

O pesquisador português naturalizado francês, Soham Jñana, vai lançar, em São Luís, neste mês, o segundo volume da obra “Jesus, a Trilogia – A Semente, a Árvore e o Fruto”. O escritor já fez o mesmo em relação ao primeiro volume, “A Semente”, o que aconteceu em janeiro e, desde então, permanece na capital maranhense, trabalhando no lançamento da outra edição.

Ele diz que a obra tem grandes revelações, em torno de 150, sobre o Jesus Cristo histórico e que o cristianismo nada tem a ver com o próprio Jesus.

“Mais de 150 revelações nunca antes afloradas, com uma tão grande acuidade e comprovação. Muitas dessas revelações virão demonstrar que o cristianismo nada tem a ver com Jesus, mas tão só com Paulo, e que a mensagem de Jesus continua ainda hoje ignorada, senão mesmo desconhecida, devido aos paradigmas de abordagem com que a lemos, influenciados pelos dogmas cristãos”, afirma.

A seguir a entrevista, na qual o escritor revela o que o levou a escolher São Luís para o lançamento dos livros.

Jornal Pequeno – Por favor, para os maranhenses que não conhecem Soham Jñana, quem vem a ser Soham, com local de nascimento, formação e outras informações pessoais?

Soham Jñana – Tenho 53 anos de idade, nasci em Portugal. Mas foi na França onde cresci e estudei. Muito cedo me dediquei à filosofia. Viajei por 22 países e vivi na Suíça, França, Holanda, Espanha, Portugal e Brasil. Até 2005 realizei, na Europa, inúmeras palestras filosóficas. Nos últimos sete anos, mergulhei numa profunda pesquisa sobre o Jesus histórico, dentro do contexto do judaísmo no século I, baseada nos evangelhos canônicos e apócrifos, documentos históricos e pesquisas arqueológicas. Reorganizei o quebra-cabeça e repus as peças que faltavam, revelando um novo desenho da vida de Jesus e uma surpreendente interpretação de sua mensagem à luz do messianismo apocalíptico do século I. Reconstitui ainda toda a história do cristianismo até os dias atuais, tendo em conta novas descobertas sobre sua real origem. O surpreendente resultado deste trabalho ímpar está compilado nos sete volumes que compõem a obra “Jesus, a Trilogia – A Semente, a Árvore e o Fruto”.

JP – Quais os principais livros lançados?

SJ – A obra “Jesus, a Trilogia – A Semente, a Árvore e o Fruto” que traz revelações surpreendentes sobre o Jesus histórico é composta de sete livros. A primeira parte da trilogia, “A Semente”, é composta dos livros “De Eva a Maria” e “O contexto social e espiritual”. A segunda parte da trilogia, “A Árvore”, é composta dos livros “Da concepção ao batismo” e “Do deserto à cruz”. A terceira parte da trilogia, “O Fruto”, é composta dos livros “De uma cruz à outra”, “Da Era do Filho à Era do Espírito Santo” e “O tempo daquele que volta”. Em janeiro passado lançamos, no Palácio Cristo Rei, em São Luís o livro “Da concepção ao batismo” que relata os verdadeiros acontecimentos em torno da vida de Jesus nesse seu período de vida tão pouco conhecido. Agora lançaremos o livro “O contexto social e espiritual”, e ainda antes do fim deste ano o livro “Do deserto à cruz”; com certeza, um dos mais polêmicos desta série, pelas revelações que trará a público.

JP – O que tem de novidade na obra “Jesus, A Trilogia – A Semente, a Árvore e o Fruto”?

SJ – Mais de 150 revelações nunca antes afloradas com uma tão grande acuidade e comprovação. Muitas dessas revelações virão demonstrar que o cristianismo nada tem a ver com Jesus, mas tão só com Paulo, e que a mensagem de Jesus continua ainda hoje ignorada, senão mesmo desconhecida, devido aos paradigmas de abordagem com que a lemos, influenciados pelos dogmas cristãos.

Pela primeira vez, reconstituí os trechos semanais de leitura da Torá nos tempos de Jesus (três anos e meio) a fim de poder restituir a sequência de ditos de Jesus, semana a semana, quando esses mesmos ditos se encontram descontextualizados de um evangelho para outro.

Entre as novidades da obra encontra-se ainda a revelação de quem foi o verdadeiro delator de Jesus às autoridades romanas, quais foram seus motivos, suas oportunidades e o proveito que mais tarde retirou desse crime e de outros mais que somou a esse. Uma personagem acima de qualquer suspeita, até hoje.

No livro, já disponível, encontra-se a revelação e comprovação de onde realmente nasceu Jesus (que não foi nem em Nazaré nem em Belém), em que ano, mês e semana ele nasceu, quem foi seu pai biológico (não tendo sido, este, José), quem foi o pai dos irmãos e irmãs de Jesus (não tendo sido nem o pai biológico de Jesus nem sequer José), quem foram os mestres de Jesus, em que escolas ele estudou, como e onde viveu sua juventude…

JP – É verdade que a obra apresenta indícios claros e fortes do local de sepultamento do corpo de Jesus após ter sido transferido de Jerusalém, conforme o próprio Jesus solicitara antes de sua morte?

SJ – Sim esse lugar, nos montes da Galileia, é do conhecimento de alguns rabinos cabalistas. No entanto, o lugar por eles apontado não corresponde ao lugar exato, por motivos óbvios. No livro “Do deserto à cruz” o verdadeiro local é descrito com todos os pormenores.

Nesse livro também comprovo que seu corpo foi trasladado e demonstro como isso é corroborado até nos próprios textos dos evangelhos canônicos.

A maioria dos elementos de prova que uso está na Bíblia. Por isso, posso afirmar que aqueles que lerem esta obra nunca mais conseguirão ler a Bíblia debaixo da influência dos seus paradigmas atuais, e passarão a enxergar o que sempre esteve bem diante de seus olhos.

JP – A obra já vendeu muito?

SJ – A obra, como expliquei, é composta de sete livros, dos quais apenas o primeiro já foi publicado. Por enquanto esse primeiro livro tem, sobretudo, chamado a atenção de um público de livres-pensadores e pessoas que desejam aceder às informações sobre o Jesus histórico nunca antes apresentadas e outras recolocadas em seu verdadeiro contexto. Creio que o grande público terá sua atenção chamada para esta obra principalmente a partir da saída do terceiro volume, “Do deserto à cruz”, devido ao impacto que as revelações contidas nele irão ter nas mídias, e, através delas, perante os questionamentos a que não deixarão de serem submetidos alguns historiadores e teólogos ligados à defesa das doutrinas das instituições cristãs.

JP – O site diz que a obra tem tudo o que você sempre quis saber sobre o Jesus histórico e nunca lhe contaram. Há ainda muito a contar sobre o Jesus Cristo histórico?

SJ – Cento e cinquenta novas revelações vêm, com certeza, contar muito, mas principalmente virão desfazer muitos mais paradigmas.

Importa realçar que estou totalmente convicto da validade dos elementos de prova que trago, de tal forma que não tenho nenhum problema em me confrontar em debate público com qualquer grupo de historiadores e teólogos. Posso até acrescentar que alguns pastores e padres, que me têm contatado para ouvir mais sobre aquilo que a obra se apronta para sair a público para além deste primeiro livro sobre sua infância e juventude, me têm encorajado e congratulado por trazer a público algo que muitos deles já intuíam, mas não ousavam questionar perante os credos de fé de suas instituições. Isso, para mim, comprova que o fosso entre o Jesus histórico e o Jesus da fé que durante séculos foi crescendo de forma exponencial, está prestes a ser reduzido a zero, já que o cristianismo deveria, se fosse coerente com seus dogmas, se rebatizar de paulinismo. Em breve, creio que surgirá uma terceira via espiritual, não religiosa nem dogmática, em torno da verdadeira mensagem espiritual do Jesus histórico.

JP – Como foi a viagem do escritor ao Maranhão, para lançamento do livro?

SJ – A viagem continua, pois pretendo permanecer por cá até ao lançamento do último livro desta obra, o que deverá ocorrer até ao final de 2014, considerando que haverá três a quatro lançamentos por ano.

A escolha de São Luís e do Maranhão para o lançamento desta obra não é fruto do acaso humano. Quem sabe o seja dos acasos de Deus, que não os são?

A esse propósito lembro que meu ilustre conterrâneo, Padre Antônio Viera, o primeiro profeta do Quinto Império, profetizou que seria na Terra da Mentira (que ele dizia ser o Maranhão, a terra onde até o Sol mente) que surgiria a verdade. E por que aqui em primeiro? Porque foi no maranhão que em último chegou o evangelho (da mentira), no Brasil.

JP – Como é a recepção a seu canal no YouTube com entrevistas em TVs, rádios e jornais; e a importância da internet para divulgação do seu trabalho?

SJ – A internet tem sua importância, mas continuo a acreditar que a mídia da imprensa é não só um instrumento bem mais poderoso como ainda assim tem um papel preponderante em alguns momentos históricos de revolução de pensar.

Nossa aposta está em, para o momento da saída do terceiro livro, levar a polêmica para programas de TV de âmbito nacional, sem nunca esquecer os meios regionais que nos apoiaram desde a primeira hora nesta divulgação.

JP – O senhor tem o sentimento de que hoje há redução do fervor religioso no Ocidente e menor importância ao Cristianismo?

SJ – O fervor religioso sempre existirá já que ele se alimenta da fé e não da razão.

A fé dispensa pensar, questionar, interrogar. É como uma forma de “pronto a comer” (fast food) espiritual, para o qual existem muitas franquias. Para mim, religião é negócio espiritual, homens que manipulam homens através de credos, de medos, de um certo obscurantismo até.

Se Jesus (o histórico) voltasse ao mundo hoje, não se reconheceria em nenhuma religião, nem sequer as cristãs, até a judaica como hoje é praticada lhe soaria como algo bem distante. Creio que voltaria a explicar sua mensagem espiritual que tinha por base o misticismo messiânico escatológico (do fim, do retorno) e apocalíptico (da revelação) da subseita farisaica dos nazireus; uma mensagem que colocava a mulher no centro da espiritualidade, que explicava que não haveria salvação nem retorno se não fosse por e através do papel espiritual da mulher. Claro seja, uma mensagem que incomoda o pensamento dominante dos homens que sempre procuraram avalizar e inferiorizar a mulher. Quando lerem esta obra, perceberão por que Jesus amava e era tão amado das mulheres, por que ele tinha discípulas e ensinava as mulheres como os homens ao contrário dos demais mestres de seu tempo como os de hoje, que ele chamava de hipócritas por terem as chaves do Reino, não entrarem nem deixarem entrar aqueles que queriam.

JP – Algo mais a acrescentar?

SJ – Quero agradecer a todos os que já adquiriram o primeiro livro disponibilizado. Peço desculpas pelo atraso (por motivos de otimização de meio gráficos de edição) na saída do segundo, pois muitos leitores têm manifestado sua impaciência em adquirir os demais livros. Também devo reconhecer minha surpresa por não ter tido, até hoje, nenhum retorno negativo ou crítico por parte dos leitores, muito pelo contrário. Isso me dá ânimo para persistir e é a maior recompensa, saber que valeu a pena, não por mim, mas pela verdade que merece esse homem de cujo nome tanto se abusou e ainda se abusa.



Fonte: Waldemar Terr no Jornal Pequeno
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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Escritor brasileiro nos EUA lança livro cristão “Ao Redor da Igreja”

Formado em Teologia pela Shalom International Theological School of Boston, Massachusetts, o escritor paulista Edison Terci, residente em Nova Jersey, lançará no sábado (18), das 7:00 pm às 10:00 pm, o seu mais recente livro “Ao Redor da Igreja”, no Mantena Global Care, na 109 Monroe St., sala 203, no bairro do Ironbound, em Newark (NJ). A obra aborda a questão da “proximidade a Deus” vista através da ótica cristã, independente da denominação, e questiona: “Estamos ao redor da Igreja ou dentro da Igreja? O que nos faz bons cristãos? Somos salvos pela fé ou pelas obras? A salvação é conquistada uma vez ou deve ser buscada continuamente? Somos algozes de nós mesmos e de quem precisa de nossa ajuda e compreensão? O que é estar próximo a Deus?”

“(O livro) vem muito direcionado a todos aqueles que buscam ou querem estar mais perto de Deus. É um livro que procura mostrar o que podemos fazer para se aproximar de Deus; quais são as nossas falhas ou deficiências e o que temos para atingir esse caminho rumo aos céus”, explicou Terci.

“É um livro que procura mostrar que podemos ter uma vida espiritual sadia, sem fanatismo, uma vida dentro do Evangelho sadio. Cristo não é ‘turbulência’ e sim paz e harmonia entre as pessoas, independente de religião. O livro mostra que não é placa de igreja que nos vai levar para o céu, para Deus; mas sim uma conversão genuína em Jesus Cristo, uma conversão de dentro da pessoa”, acrescentou.

Abordando a história do Rei Davi, Edison constrói bases para questionar a responsabilidade cristã de estar engajado nas obras de Deus diariamente e não simplesmente nos rituais das igrejas. “Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas nas igrejas. Eu sou a raiz e geração de Davi; a resplandecente estrela da manhã” -  Apocalipse 22:16.

“O livro aborda também que têm muita gente com vergonha de falar que é cristão; vergonha de falar o nome de Jesus. (Nós) encontramos muitas pessoas com dificuldades sobre o assunto. O livro vem para isso, ou seja, mostrar que não é tão complicado ser cristão; só precisa obediência e disciplina”, disse Terci. “O livro pergunta muito sobre aqueles que estão ‘ao redor da Igreja’, quem são esses que estão ao redor da igreja? Será que são pastores, bispos, evangelistas, missionários, apóstolos e etc.; muitos deles nem se falam. É um livro que falará muito com as pessoas que o lerem”.

Edison também é autor das seguintes obras: “Grandes Biografias dos Profetas, Reis e Servos de Deus”; “Detalhes de Deus”, “Crentes na Mediocridade” e “Legendários do Diabo”, que estarão disponíveis ou poderão ser encomendadas durante a noite de autógrafo.

“Ao Redor da Igreja; um livro para você e eu meditarmos, profundamente, em nossa vida espiritual e vermos como está a nossa caminhada com Deus”, concluiu.



Fonte: Brazilian Voice
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terça-feira, 23 de abril de 2013

Com livros e pregações, pastor pretende fazer nova reforma protestante

"A igreja não tem suplemento para ensinar", afirma Wesley

"Pastores que mentem, pastores que roubam, pastores que traem suas esposas, pastores com problemas de bebida... Houve uma época que o título de pastor levava com ele um certo peso, um respeito. Mas, hoje em dia, o termo pastor está mais ligado com escândalos". Essas palavras, por incrível que pareça, estão registradas em um livro escrito por um pastor, que resolveu colocar a boca no trombone e tenta fazer uma nova "reforma protestante".

Wesley Festa, 39 anos, é colaborador na liderança do Ministério Resgate há 7 anos e está revoltado com a postura dos que se dizem crentes no evangelho. Sem papas na língua, ele acusa, mas sem citar nomes, que 99% dos pastores trabalham contra Deus, e acrescenta que "toda desgraça do mundo é da igreja".

"A igreja não tem suplemento para ensinar, estão todos corrompidos, os pastores se utilizam da palavra de Deus para ganhar dinheiro, manipulam para se beneficiar", julga Wesley. Na opinião dele, nos dias de hoje é melhor ser pastor do que bandido com arma nas mãos. "Bandido rouba e vai preso, enquanto os pastores, vestidos de terno, tiram dinheiro dos fieis na moral, e nada acontece", aponta.

No livro "Onde está a Igreja?", lançado nesta semana, Wesley Festa trata sobre o assunto com bastante severidade. "A igreja protestante está levantando dinheiro para enriquecer pastores, mas nenhum deles quer saber de sair de dentro do templo e ir ajudar os irmãos que precisar, os drogados, as prostitutas, os carentes", critica.

Segundo Wesley, o livro foi bastante criticado no meio evangélico, principalmente por pastores, que se sentiram ofendidos com as acusações. "Não citei nome de ninguém, mas quem não gostou foi porque a carapuça serviu", comenta.

Questionado se acredita em uma mudança de postura, já que enxerga tantos erros dentro da própria igreja que frequenta, Wesley dá uma resposta positiva. "A salvação é muito individual, se salva aquele que crê em Jesus e caminha com Ele, mas aposto que o cenário pode ser outro, só é preciso mudança de postura dos pastores, daqueles que são designados a cuidar do rebanho", afirma.

Na manga, Wesley Festa já tem outra publicação pronta, intitulada "Templo é Dinheiro. Pequenas Igrejas, Grandes Negócios", no qual ele também fala da postura de pastores que que assumem o ministério apenas para ganhar dinheiro. "Quem são os líderes que estão dentro da igreja? O Diabo é mais crê mais em Deus do que todo mundo, mas ele se discipulou e levou multidões junto", pontua.

Porém, ele ainda não tem previsão para lançá-lo. "Sofri muita provação enquanto tentava publicar o primeiro livro,  foi uma batalha árdua, o inferno fica agitado com as grandiosidades que podem converter pessoas", explica.

A crítica vem junto com a afirmação de que é exceção em meio aos corruptos. Wesley se orgulha em dizer que desenvolve um trabalho no Esquadrão da Vida, no qual ajuda homens e mulheres em situação de risco na sociedade. "Deus não quer igreja enfeitada, Ele quer é que a gente saia de dentro dos templos e vá para as ruas evangelizar, é lá que estão os que precisam da palavra", afirma. Segundo pastor Wesley, todo o dinheiro arrecado na venda do livro será revertido para o projeto social.




Fonte: Campo Grande News
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sábado, 9 de março de 2013

Em livro polêmico, historiador diz que primeiros cristãos eram vegetarianos

“Em toda História, nenhum outro deus jamais exigiu tanto sangue” afirma Leandro Cruz, autor de “Capitalismo: Religião Global” (disponível para download gratuito no blog Viagem no Tempo). Em seu livro, Cruz compara o sistema econômico e seus mecanismos de produção de ideologia às religiões e ao papel que elas desempenharam em outros momentos da História da humanidade. Para ele, a indústria de carne e outras formas de exploração animal pelo capital são exemplos claros da deterioração de valores, inclusive de sentimentos básicos de compaixão e respeito à vida. O livro é fruto de um projeto independente do autor, que decidiu compartilhar suas inquietudes frente ao tempo em que vivemos hoje, onde o culto ao “Deus Dinheiro” parece se sobrepor à qualquer outro deus inventado pelo ser humano. E, claro, a todos os seus valores. Em uma série de ensaios ele nos apresenta no livro a tese do capitalismo enquanto religião.

“Se por um lado a morte de animais em rituais religiosos no mundo antigo possa nos parecer uma ideia macabra, por outro demonstra o quanto o ato de tirar a vida de outro ser era encarado como algo sério. Tanto entre os judeus do Antigo Testamento, quanto entre a maioria da população do mundo greco-romano, comer carne de animais terrestres era algo que se fazia raramente, apenas em celebrações religiosas. Hoje o consumo de carne se tornou algo extremamente banal. Isso se tornou possível não apenas pelo aumento da tecnologia envolvida no processo produtivo, nem pelo devastador aumento das áreas ocupadas pela pecuária. Foi preciso fabricar a demanda, dessacralizar a vida e promover um estilo de vida antinatural e extremamente violento, impiedoso e nocivo, inclusive do ponto de vista nutricional. No nosso tempo de capitalismo industrial globalizado, em que os publicitários ocuparam o lugar dos sacerdotes, a morte foi banalizada, mata-se ‘sem cerimônia’”, disse o historiador à ANDA.

Na interpretação de Cruz, as religiões são sistemas de pensamento, de interpretação do universo, que acabam por definir o mundo construído pelos homens que vivem sob esses sistemas. A ideologia que rege o Capitalismo seria, portanto, uma religião, mas uma religião que desconhece limites e freios morais, pois seu único parâmetro são os lucros.

Cruz, que em diversas passagens do livro menciona temas referentes à questão animal, destaca que muitas comunidades de cristãos primitivos entre os séculos I e III eram vegetarianas. No terceiro capítulo de Capitalismo: Religião Global, o pesquisador, que há quatro anos tornou-se vegetariano por questões éticas, escreveu: “Os pobres, sobretudo, só comiam carne sacrificada aos deuses em grandes festivais públicos. Os cristãos dos primeiros séculos debatiam e divergiam entre si se seria correto ou não que eles aproveitassem essas carnes oferecidas aos deuses romanos para se alimentar de graça ou a preços mais baratos. Uns achavam que sim, outros que a carne estava cheia de demônios, outros ainda que era melhor não participar dos festivais justamente para não colaborar com a manutenção e popularidade desses cultos. Muitas seitas de comunidades cristãs eram estritamente vegetarianas”. Esse debate era uma das principais polêmicas discutidas pelos cristãos de Corinto no século I quando Paulo escreve sua primeira carta àquela comunidade.

No seu livro lançado durante o último carnaval, o historiador analisa as injustiças socioambientais do capitalismo e os complexos mecanismos simbólicos que mantém esse sistema funcionando mesmo com tantos impactos negativos sobre a vida na Terra. “O capitalismo é uma doença de percepção de mundo que só atinge os humanos”, lembra Cruz. E ainda que estejam alheios, essa “doença” humana afeta a vida dos animais da pior forma possível. Um exemplo é a questão do habitat. Se o planeta se converte em propriedade humana dentro da lógica capitalista, onde ficam os direitos ao habitat dos animais? Dessa forma, milhares de espécies são extintas, pois a exploração indiscriminada de suas casas (rios, mares, florestas, etc) impedem sua sobrevivência.

A formação de historiador do autor contribui para o entendimento da atualidade por meio de um olhar sobre o passado e profundas reflexões sobre o presente. Soma-se a isso sua experiência com o jornalismo diário como editor do noticiário internacional e economia e, ainda, com a coluna semanal “Viagem no Tempo” publicada durante quatro anos no diário gaúcho Jornal do Povo.  O texto jornalístico, histórico, literário e por vezes poético de Leandro Cruz convida o leitor de Capitalismo: Religião Global a parar e pensar seriamente sobre o nosso tempo histórico e nossa interação com todas as formas de vida do planeta.



Fonte: ANDA
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Bíblia Freestyle: uma versão bíblica como você nunca leu

Ariovaldo Carlos Junior é pastor de uma Igreja chamada Manifesto Missões Urbanas (Ministério Sal da Terra) em Uberlândia-MG, onde reside desde 1990.

Em um trabalho na mesma linha do antigo Jesus me chicoteia!, ele está preparando uma versão bem-humorada do Novo Testamento no site Bíblia Freestyle.

Confiram que legal o resultado nos 2 primeiros capítulos do Evangelho de Mateus.

Mateus 1

Livro da geração de Jesus, o cara. Da descendência de Davi e também de Abraão. Depois de Abraão, muito sexo foi feito e muitas crianças nasceram por conta disso. Essas crianças cresceram, tornaram-se adultos e também fizeram mais sexo ainda. Até que quarenta e uma gerações se passaram e nasceu um cara muito jóia chamado José.

Esse tal de José era especial por que quando a dona Maria (sua noiva) apareceu dizendo que tava grávida do Espírito Santo, ele obviamente sentiu que isso cheirava a chifre. Mas sendo um cara legal pra caramba, resolveu terminar o noivado discretamente. Mas naquela noite um anjo apareceu no meio de um sonho e de maneira bem convincente o persuadiu a aceitar a missão de ser pai do filho de Deus, que se chamaria Jesus. Eita homem santo esse tal de José!

O moleque que se chamaria Jesus, além de nascer de uma virgem (pra não desmentir a profecia), também viria pra salvar o povo das cagadas deles.

José, cabra macho e obediente, não transou com a dona Maria até que nascesse o menino que o ultrassom celestial havia prometido.

Mateus 2

Tendo nascido Jesus em Belém, enquanto Herodes era governador, vieram a Jerusalém uns mágicos do oriente. Seus nomes eram David Copperfield, David Blaine e Criss Angel. Tá, não sabemos o nome deles. Mas que foi legal a piada, foi!

Os mágicos foram perguntar pro Herodes onde que ia nascer o rei dos judeus, por que eles eram melhores que os horóscopos de hoje em dia, e foram capazes de perceber nas estrelas que o salvador do mundo ia nascer por ali. Herodes e a cidade toda ficaram perturbados, pois se um rei já é treta, imagina dois. Por isso pediram explicações mais detalhadas sobre onde e quando esse nascimento havia acontecido, com a intenção de cortar a sua cabeça e ficar governando sozinho (Who want’s to live foreverrrrrr???). Penso que o nome completo desse Herodes era Herodes Connor Macleod.

Os mágicos mostraram nas escrituras a profecia que ninguém no mundo além deles havia entendido, e Herodes jogou um migué de que queria saber onde estaria o tal menino, com o fim de também ir adorá-lo.

Correndo novamente atrás da estrela, acharam um casebre bem safado, cheio da galinhas, cabras e outros animais fedidos. E lá dentro encontraram dona Maria com o menino Jesus. Imediatamente os caras desembalaram os presentes que trouxeram. Ouro (pra pagar as despesas), incenso (por que aquele lugar devia ser bem fedido) e mirra (que era um tipo de hipoglós da época).

Enquanto os mágicos vazavam de volta pros lados do Japão, foram avisados em sonhos pra dar o tomé em Herodes, por que o cara era safado e queria matar o menino Jesus. Obedientes que eram, vazaram na surdina.

José, enquanto dormia, também recebeu um aviso pra picar a mula, por que Herodes tava procurando Jesus pra o matar. E no meio da noite, montou no burrinho e acelerou até dar KM, contrariando todas as orientações dadas por pediatras modernos. Até que chegou ao Egito e ficou por lá até Herodes morrer.

Herodes tinha mandado matar todos os recém nascidos naquele tempo, por isso os anjos X9 que orientaram José, foram de grande préstimo.

E José, em outro sonho (putz, como ele dormia, né?), foi avisado que podia voltar pra Israel. E acabou parando na Galiléia, numa cidade chamada Nazaré. E isso acabou servindo pra não desmentir a profecia que dizia que o Cristo seria conhecido por Nazareno.

Já estão disponíveis os capítulos 1 a 12. Leia + aqui.



Fonte: Pavablog
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Dica de Livro: Proverbios do Diabo - Álvaro César Pestana

O Diabo fala muito, mas não diz tudo. Este é o grande perigo de entrar em um diálogo com ele. Seus provérbios têm, como toda boa armadilha, a medida certa de revelação e ocultamento. O Diabo fala para não dizer.

Se existe alguém que sabe usar as palavras, este é o Diabo. A Bíblia o retrata, já no Jardim do Éden, falando e usando palavras agradáveis para tentar Eva. Ele também se atreve a ir ao céu para discutir com Deus sobre a pessoa de Jó. Ele volta à terra para “conversar” e tentar o Filho de Deus. Ele acompanha cuidadosamente todo o ministério de Jesus, entrando até mesmo em seus discípulos para falar ou para finalmente entregá-lo à morte. Eis um ser falante e comunicativo! 

Nos poucos registros que temos do nascimento da Retórica, a luta entre duas tendências sempre esteve presente. Assim, enquanto um busca a verdade, o outro busca aquilo que convence.

É justamente esta última retórica que está por trás dos chamados provérbios do Diabo. Ele utilizará e cunhará frases que “soarão” como palavras de bom senso; afinal, sua retórica busca a aparência e não a verdade em si. Como dizia C. S. Lewis, o que importa ao Diabo é o jargão e não a razão!


Fonte: Erdos
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Tulipas não nascem no deserto

Tulipas são flores que nascem em algu­mas regiões,
 onde o clima e a umidade são adequados, onde há estações regulares. 

Quando o conjunto de fatores se completa e se ajusta, há então o ambiente necessário para que essa planta floresça. 

Da mesma forma, vivemos em ambientes que podem contribuir ou prejudicar a obten­ção dos resultados es­perados para nossas vidas. 

Entender a existên­cia e o funcionamento dos ambientes certa­mente é uma chave para que se viva a ple­nitude e abundância do Reino de DEUS na terra.

Tulipas não nascem no deserto. Esta é uma afirmação que parece óbvia à primeira vista. 

Podemos deixar pelo óbvio ou podemos olhar mais de perto e perceber a grandeza desta afirmação, e o que ela tem a ver com nossas vida.

Precisamos aprender  o caminho para a construção de um ambiente propício para que as Tulipas de nossas vidas floresçam. 

Pelo estabelecimento de novos pensamentos, podemos adquirir novo entendimento, o qual será a base para fazermos escolhas por uma nova vida, com novas ações que certamente resultarão em um novo ambiente o qual será propício para viver a plenitude do Reino de Deus. 



Fonte: Wesley Bandeira no livro Tulipas não nascem no deserto
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Dica de Livro: As 25 leis bíblicas do sucesso - William Douglas e Rubens Teixeira

“Este livro é uma alternativa e um exemplo para ajudar mais e mais pessoas a evoluir e a crescer.”  (Eike Batista)

A Bíblia é o melhor manual sobre o sucesso já escrito até hoje. Ao contrário do que se imagina, ela não trata apenas de religião, mas também de valores fundamentais para se construir uma base sólida para a vida profissional.

E foi nessa fonte de sabedoria milenar que William Douglas e Rubens Teixeira garimparam as orientações para consolidar as 25 leis que compõem este livro.

São lições sobre a importância do esforço e da dedicação ao trabalho, da incansável busca de conhecimento e evolução pessoal, do respeito aos outros e, acima de tudo, de um forte senso de honestidade.

Para comprovar a eficácia dessas leis, os autores mostram que os princípios de sucesso de grandes empresários e pensadores da administração, como Warren Buffett, Eike Batista, Napoleon Hill e Jim Collins, são calcados em passagens das escrituras.

Também dão exemplos de pessoas que venceram na vida seguindo os preceitos bíblicos, as vezes sem motivação religiosa ou até mesmo sem saber a origem dos ensinamentos pelos quais se pautavam.

Não importa sua orientação espiritual nem se você é dono de empresa, gerente ou trabalhador, este livro pode transformar sua vida. Você aprenderá:

• Os antídotos contra os sete pecados capitais na busca do sucesso
• O que Salomão ensina no livro de Provérbios sobre êxito profissional
• Os erros da “teologia da prosperidade” e da “teologia da miséria” e a importância de uma mentalidade que favoreça o desenvolvimento pessoal e profissional
• As dez virtudes recomendadas pela Bíblia e cobiçadas pelo mercado de trabalho
• Como ter uma relação harmoniosa com o dinheiro
• 200 citações bíblicas para alcançar a excelência, a credibilidade e o sucesso
Há quem acredite que é errado enriquecer ou melhorar de vida. No Brasil, por fatores históricos e culturais, somados a erros de interpretação da Bíblia, existe certo preconceito contra a riqueza. Está na hora de mudar essa mentalidade.

A partir de um estudo profundo da Bíblia, William Douglas e Rubens Teixeira mostram que as escrituras estão repletas de lições para quem deseja crescer profissionalmente e as consolidam nas 25 leis bíblicas do sucesso. Conheça algumas delas:

• A Lei da Semeadura diz que você colhe aquilo que planta. Tudo o que você faz volta para você. Todas as fontes da sabedoria humana afirmam isso. Você é livre para semear ou não, e para escolher o que semeará, mas é escravo de suas escolhas.
• A Lei do Trabalho é clara: sucesso decorre do trabalho. E o trabalho começa com a busca de conhecimento. Uma das armadilhas profissionais é tentar fugir do trabalho ou executar as tarefas sem habilidade e inteligência.
• A Lei do Amor diz que devemos fazer o bem a todos, até mesmo a quem nos faz mal. Jesus pregava: “Amai os vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem.” Pode parecer impossível pôr isso em prática, mas quem age de acordo com essa lei se destaca no mercado de trabalho.
• A Lei do Farelo, que trata da importância das boas companhias, ganhou esse nome por causa de um ditado: “Quem com porcos anda, farelo come.” Ela deve ser aplicada na vida pessoal e profissional, como adverte Warren Buffett: “Não se pode fazer bons negócios com pessoas ruins.”
• A Lei da Oportunidade diz que todos terão, em sua trajetória, oportunidades para melhorar de vida. Apesar de sermos afetados pela nossa origem social e econômica, pelo acesso à educação, pela cultura e formação, podemos mudar nossa história.


Fonte: Editora Sextante
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Dica de Livro: Nem Monge, Nem Executivo - Paul Freston

Por que alguém abriria mão de transformar pedras em pães? Ou, numa versão moderna, por que alguém abriria mão de ser bem-sucedido, de ter um pouco mais de dinheiro ou todas as vontades realizadas?

A referência ao ‘clássico’ O Monge e o Executivo, de James Hunter, é óbvia. No entanto, Nem Monge, Nem Executivo é um livro de meditações bíblicas sobre a vida e o ensino de Jesus Cristo. E, claro, Jesus não era um monge nem, muito menos, um executivo, mas um modelo de espiritualidade a ser seguido. 

Uma espiritualidade invertida, de ponta-cabeça. Invertida porque sua ética, escolhas e valores são contrários ao estilo de vida que desejamos e àquilo que a sociedade nos oferece. Uma leitura tocante e ao mesmo tempo profundamente aplicada à realidade que nos cerca.



Fonte: Editora Ultimato
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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Dica de Livro: 12 maneiras para expulsar seu filho da igreja - Pr. Renato Vargens

Quando comecei a ler os princípios que Renato compartilha neste livro, fui tomado pela certeza de que muitos pais e famílias poderão ser significativamente abençoados, se NÃO observarem nem seguirem rigorosamente estas doze dicas. Afinal, estas doze dicas são exatamente tudo aquilo que NÃO se deve fazer, se desejarmos, de fato, ver nossos filhos vivendo e crescendo na casa de Deus.

No entanto, as doze dicas que Renato nos apresenta são para nos chamar a atenção de coisas que muitas vezes passam por nós, despercebidas, mas, que redundam em consequências, muitas vezes, lastimáveis.  

Na verdade, Renato usa essas doze dicas como pretexto para nos ensinar exatamente o contrário daquilo que tais dicas propõem. A cada dica, ele apresenta suas contrarrazões, dissertando de forma objetiva, porem, abrangentes, sobre princípios e procedimentos, que se forem observados, poderão nos auxiliar nessa difícil, porém, compensadora, responsabilidade de criar e educar os nossos filhos nos caminhos do Senhor.

Vale a pena ler!
Extraído do Prefácio 

Preço ESPECIAL de Lançamento, incluindo despesas postais: R$ 20,00

Para adquirir esta obra, basta depositar o valor referente a quantidade desejada em um dos bancos abaixo e enviar o endereço de correspondência para entrega do material, além é claro da cópia digitalizada do depósito para o email: editora.scrittura@gmail.com 

Renato Vargens
Banco do Brasil - AG. 4343-5 c/c 5116-0
Bradesco - AG. 0436 c/c 211386-4 
Itau - AG 1518 - c/c 05939-7



Fonte: Blog do Pr. Renato Vargens
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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Autobiografia do Bispo Edir Macedo é o livro mais vendido no Brasil e bate recordes no exterior

LIDERANÇA - Estudiosos afirmam que os mesmos fiéis que Macedo consegue atrair em cultos como o realizado no Maracanã (acima) são potenciais compradores de seus livros

Acusações de charlatanismo, curandeirismo e enriquecimento com a exploração da fé dos mais humildes não impediram a Igreja Universal do Reino de Deus de se transformar em um dos maiores fenômenos religiosos das últimas décadas. Nem mesmo a prisão de seu principal líder interrompeu o crescimento da denominação evangélica criada por Edir Macedo há 35 anos e hoje presente em 182 países. Certamente o contingente de fiéis conquistados pela IURD é que levou seu fundador a ser o principal protagonista de outro fenômeno que vem ocorrendo no Brasil desde 30 de agosto e na semana passada começou a ecoar também no Exterior. Trata-se de um fenômeno editorial. “Nada a Perder”, primeiro livro da trilogia autobiográfica de Edir Macedo, lançado pela Editora Planeta há menos de três meses, já vendeu mais de 350 mil exemplares e ostenta o título de livro mais vendido no Brasil em 2012, de acordo com o portal Publishnews, referência para o mercado editorial. A biografia do bispo superou o best-seller mundial “50 Tons de Cinza” e deixou para trás as biografias de Eike Batista, Danuza Leão e Steve Jobs.

Com uma eficiente estratégia de divulgação, os lançamentos feitos em diversas cidades atraem milhares de pessoas. No sábado 10, por exemplo, mais de 25 mil exemplares de “Nada a Perder” foram vendidos apenas na livraria Nobel do Shopping Metrô Tatuapé, em São Paulo (leia quadro à pág. 71). Na última semana, Edir Macedo começou a fazer os lançamentos internacionais, com eventos na Argentina, Colômbia e Venezuela. O resultado surpreendeu até os discípulos mais próximos. No sábado 17, em dez horas foram vendidos 56,3 mil exemplares na centenária livraria El Ateneo, em Buenos Aires, um recorde na história do mercado editorial argentino, segundo Antônio Dalto, gerente-comercial da rede de livrarias El Ateneo. “Um líder carismático tende a agregar pessoas e qualquer coisa que ele lançar será disputada por seus admiradores”, diz o professor de pós-graduação em ciências da religião da Universidade Metodista de São Paulo, Leonildo Silveira Campos. “Vivemos em uma sociedade que gera tristeza e depressão. Com isso, as pessoas buscam falas confortantes como as que são feitas por Edir Macedo”, avalia João Batista Libanio, da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia de Belo Horizonte (MG).

NA CADEIA - O bispo responsabiliza os líderes católicos pelos 11 dias que passou na prisão acusado de charlatanismo, curandeirismo e estelionato

Com a publicação de sua autobiografia, Macedo provavelmente provocará algumas polêmicas. Ele afirma, por exemplo, que “a sina da Universal é barrar a Igreja Católica”. O bispo conta que ainda jovem ocupava um emprego público na Loteria do Rio de Janeiro, obtido com o auxílio do ex-governador Carlos Lacerda, com quem a família tinha alguma proximidade. Era uma mistura de contínuo com auxiliar de escritório, que determinado dia, levando ao pé da letra uma ordem interna, impediu a entrada de um monsenhor, enviado pelo arcebispo para recolher dinheiro que na época algumas sociedades católicas recebiam das loterias. “Eu barrei a Igreja Católica naquele dia”, diz Macedo. “E, simbolicamente, seria um prenúncio do que se tornaria a sina da Igreja Universal ao longo dos anos.”

No livro, o bispo detalha os questionamentos sobre si mesmo desde a infância até a vida adulta. “Nada a Perder”, no entanto, é mais do que uma leitura sobre o interior de Edir Macedo. Ele não poupa as demais religiões, inclusive evangélicas, e dispara forte contra os católicos, cujos líderes são apontados como os principais responsáveis por seus infortúnios. No capítulo em que narra os 11 dias em que passou na prisão acusado de charlatanismo, curandeirismo e estelionato, em 1992, Macedo assegura ter sido alvo de perseguição do “Clero Romano”. “Eram políticos de prestígio, empresários da elite econômica e social, intelectuais, juízes, desembargadores e outras autoridades do Poder Judiciário que tomavam decisões sob a influência do alto comando católico.”

EM FAMÍLIA - Com a mulher, Ester, as filhas, Viviane e Cristiane, e o filho adotivo, Moyses: reunião cada vez mais rara 

Edir Macedo nasceu em um lar católico e durante anos foi devoto de São José. Fez seus primeiros contatos com espíritas e evangélicos a partir do sofrimento vivido por uma irmã asmática e, no livro, relaciona uma série de frustrações com o Vaticano. Lembra o dia em que, com 15 anos, foi levado pelos pais para cultuar a imagem de Jesus morto em uma Sexta-Feira Santa e saiu assustado com a violência expressa naquela imagem. Macedo também se recorda que, depois de frequentar alguns cultos evangélicos em uma igreja chamada Nova Vida, destruiu as imagens e medalhinhas religiosas que carregara consigo. “Botei todos aqueles objetos no chão, fitei os olhos deles e, apontando o dedo com desdém, desabafei: ‘Desgraçados! Vocês me enganaram!’, gritava, pisando com raiva naqueles pedaços de papel e na gargantilha.”

“A história do bispo Edir Macedo é um relato que pode ajudar a explicar um dos maiores fenômenos sociológicos da história recente do País”, diz o jornalista Douglas Tavolaro, vice-presidente de Jornalismo da Rede Record e coautor do livro, produzido a partir de mais de 100 horas de conversas gravadas e intensa pesquisa jornalística. Em 237 páginas, o fundador da Universal transcreve e interpreta de forma bem popular uma infinidade de passagens bíblicas. Mas, àqueles que buscam explicações mais racionais para a liderança de um pastor que em 35 anos construiu uma das maiores igrejas do mundo, não são raras as passagens compostas por argumentos absolutamente terrenos para falar sobre a multiplicação de templos e de fiéis. Macedo deixa claro, por exemplo, que um dos segredos da Universal é a sua inserção social, principalmente no que diz respeito à recuperação de criminosos e no atendimento à saúde. “A Igreja Universal permite ao Estado economizar bilhões em tratamento hospitalar e na ressocialização de presos”, descreve o bispo, que reafirma a ocorrência de milagres em seus templos. Duas passagens chamam a atenção. Na primeira, Macedo conta a história de duas mulheres adornadas usando roupas de grife que passeavam em uma rua conhecida pelo comércio de luxo em São Paulo. Na conversa, ambas se referiam a ele como um charlatão. Durante o diálogo, narra o pastor, teriam sido interrompidas por um homem que escutara o bate-papo e não se fez de rogado ao abordá-las. “Me desculpe, mas as madames não sabem o que dizem sobre esse homem”, afirmara o rapaz. “Não fosse por ele, as senhoras estariam sendo assaltadas agora. Sou ex-bandido. E fui recuperado por Deus na Igreja Universal.”

Em outra passagem, Macedo conta que um taxista atendeu um senhor no Rio de Janeiro. Durante o trajeto, o motorista começou a falar mal das igrejas evangélicas. O passageiro, segundo narrado no livro, pediu que o taxista parasse onde estavam, pagou a corrida até aquele ponto e ao descer do carro teria dito ao motorista: “O senhor está com Deus. Até bem pouco tempo eu era assaltante de táxi e se não fosse o trabalho da Universal o senhor seria assaltado por mim e quem sabe não seria até assassinado.” A ênfase dada ao trabalho com a população carcerária, segundo o próprio bispo, veio após a sua experiência. No livro, Macedo revela que, apesar de permanecer 11 dias em uma cela especial, teve que dormir no chão em um colchonete fino e diz que não sucumbiu graças às manifestações dos fiéis na porta da delegacia. “Na cadeia o ar pesava. O cheiro forte incomodava. Foi possível entender a revolta da população carcerária no Brasil”, afirma o bispo.

Sem nenhum compromisso com a cronologia dos fatos, o bispo conta pela primeira vez que sofreu bullying na infância em razão de um problema físico nas mãos. Seus dedos indicadores são tortos, os polegares finos e todos se movem pouco. “Muitas vezes senti um certo complexo de inferioridade, me considerava o patinho feio da escola e até da família. Sempre fui motivo de zombaria. Muitos adultos e meninos da minha idade me chamavam de dedinho.” O bispo lembra ainda que adolescente chegava a ironizar os evangélicos da Assembleia de Deus que se reuniam para orar no campo do São Cristóvão. “Aleluia, aleluia! Como no prato e bebo na cuia”, gritava o garoto Edir Macedo, enquanto corria de bicicleta ao redor do culto evangélico e ainda carregava uma medalhinha no pescoço.

No mês que vem, “Nada a Perder” será lançado na Espanha e em Portugal. Em janeiro, será a vez de França, Estados Unidos, México, Angola, Moçambique, África do Sul e Inglaterra. Os outros dois livros autobiográficos serão lançados em 2013 e 2014. No segundo, Edir Macedo diz que irá revelar as suas relações com os políticos e empresários e, no último, detalhar a compra da Rede Record.


Fonte: Istoé
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