sábado, 17 de agosto de 2013

Evangélica da Assembleia de Deus assume homossexualidade e conta como foi acolhida por igreja gay

Simone Queiroz, 46, casou-se duas vezes com homens até descobrir que era homossexual. Evangélica desde criança, foi expulsa da igreja quando se apaixonou por outra fiel. Passou 14 anos lutando contra seus sentimentos e foi a centenas de sessões religiosas para tentar “tirar o demônio do corpo”. Até entender que sua orientação sexual não era um problema e se reencontrar com Deus, junto de sua companheira, em outra igreja.

Só agora consigo ver como fui criada para seguir os padrões da sociedade. Nasci em uma família evangélica e, aos 18 anos, me casei com um homem um ano mais velho. Tivemos uma filha, Ana Carolina, hoje com 24 anos. A experiência de ser mãe foi maravilhosa, mas comecei a perceber que faltava química, a essência de tudo. O pai da minha filha foi meu primeiro homem e, conforme o tempo passou, cheguei à conclusão de que não era aquilo que eu queria – embora não soubesse bem o que era. Estar com ele nunca era legal ou gostoso. Ele era um cara bacana, mas eu fugia dos nossos momentos íntimos. Inventava dor de cabeça. Evitava-o ao máximo. Até que, com três anos de casados, nos separamos. Fui tentar a vida com outro rapaz, com quem tive meu filho Rodrigo, hoje com 19 anos. A experiência foi ainda mais traumática. A culpa não era dele. Eu não sabia exatamente o que se passava, mas já questionava minha orientação sexual. Ficar com aquele homem era tão insuportável que eu, ao sair da maternidade na qual tive o Rodrigo, já não voltei mais para a casa em que morávamos. Nos separamos e, aos 26 anos, me reaproximei da Igreja Assembleia de Deus, aonde também iam meus pais e avós, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Ali me sentia bem e vivi em comunhão com os irmãos de fé por três anos. Até que, durante um culto, conheci a Aline, hoje com 35 anos. Foi amor à primeira vista: nos conhecemos e, dias depois, ela foi à minha casa assistir a dois filmes evangélicos e comer pipoca. Ficamos conversando até tarde, rindo. Ali sentimos algo diferente e nos beijamos. Em 15 dias, assumimos o relacionamento. Com ela, eu me sentia aliviada, completa. Era como se tivesse encontrado a peça do quebra-cabeça que é a vida.

Fomos morar juntas no dia 3 de abril de 1995, e aquilo foi como a explosão de uma bomba atômica. Nossas mães queriam nos separar, temiam que a gente sofresse represálias e até agressões físicas, principalmente dentro da igreja. Sei que não faziam por maldade, mas por zelo. Ninguém podia imaginar que eu, Simone, criada com vestidos cor-de-rosa, pele de oncinha e esmalte, fosse homossexual. Por ignorância, ela temia que eu virasse uma pessoa promíscua, que mudasse de personalidade.

Contamos a duas amigas sobre nossa relação e elas procuraram a mulher do pastor para tentar fazê-la interceder por nós. A intenção foi boa, mas o resultado, horrível. No mesmo dia, no culto noturno, o pastor anunciou para todos os fiéis da igreja que havíamos “caído em pecado”. Ao final da cerimônia, na qual estavam todos os membros, pastores, presbíteros, diáconos, obreiros, ele disse ao microfone que eu (então dirigente de congregação) e a Aline (dirigente do grupo da mocidade) estávamos destituídas de todas as funções dentro da igreja e iríamos para o banco (plateia de fiéis), como um castigo por sermos homossexuais. A partir dali, só poderíamos assistir aos cultos, sem abrir a boca.

Imaginávamos que iríamos sofrer preconceito, mas nunca nesse grau, como pastor falando no púlpito para a igreja lotada. Senti-me humilhada, diminuída, exposta como se fosse uma leprosa. Ouvir aquelas palavras – “de hoje em diante, você não poderá mais adorar, louvar ou pronunciar o nome de Deus” – foi uma dor muito grande, mas não tive reação. Lembro que a Aline estava de um lado e eu de outro, e nossas mães vieram sentar conosco no banco. Nós quatro saímos da igreja e fomos para casa. Do lado de fora, havia neblina e fazia frio, então pensei: “Jesus, acabou tudo para mim. Agora posso morrer”.

Decidimos nos separar. A Aline mandou seus irmãos buscarem as coisas na minha casa e, então, estava tudo acabado.Mas bastaram alguns dias para vermos que não dava para ficar longe. Voltamos a nos encontrar menos de uma semana depois, apesar de nossas mães tentarem impedir. Na mesma semana em que fomos expulsas, nos encontramos às escondidas e assim continuamos até o fim daquele mês de abril. Ou nos víamos em um bairro mais distante ou na minha casa, às escuras. Eu dizia que não ia sair, apagava as luzes e meu filho ia dormir (nessa época, minha filha morava com a avó paterna dela e o Rodrigo, comigo). A Aline falava para a mãe que ia à casa de alguma tia e fugia para a minha. Ali no escuro, dormíamos juntas na sala.

Resolvemos, então, ficar juntas novamente. Pensamos: “Já fomos expulsas da igreja e ‘vamos para o inferno’ mesmo... não temos por que deixar de nos amar. E encaramos tudo e todos novamente. Só que a saudade de Deus batia forte. E, de vez em quando, íamos visitar alguma igreja mais distante, não aquela da qual fomos expulsas. Diziam que estávamos com demônios e, por isso, deveríamos passar por um processo de libertação. Tentamos. Mas a homossexualidade não é demônio nem doença, e por isso não fomos “libertadas”. Íamos às sessões de libertação, que servem para ajudar quem tem vícios ou se prostitui, e o pastor dizia ter expulsado o demônio da gente. Voltávamos para casa, cada uma para um lado, sem se tocar, já que “o demônio havia saído”, mas antes mesmo de dormir a gente se beijava, se abraçava, chorava e orava junto. Esse processo de lutar contra o que sentíamos durou 14 anos. Foi um tempo de muita agonia, questionamento e dúvida até vermos que não estávamos nos libertando de nada. Estávamos, na verdade, vivendo um desespero que nos fazia mal. Decidimos viver o nosso amor e continuar a criar o Rodrigo, que passou a ser filho dela também. Ana Carolina seguiu morando coma avó, mas sempre soube da minha relação e manteve proximidade comigo e com a Aline. Foi quando, há três anos e meio, minha cunhada nos contou sobre a Igreja Cristã Contemporânea, conhecida por ser mais aberta ao público gay. Quando cheguei, um fiel me deu um abraço tão especial, que me emociono até hoje ao lembrar. “Aqui podemos ficar assim, de mãos dadas, estamos na casa de Deus”, pensei. “Agora estou completa: posso adorar a Deus, trabalhar em sua obra e ser quem sou ao lado de quem amo”, disse a mim mesma.

Todas as igrejas deveriam aceitar os homossexuais como são e ler a Bíblia em sua essência. Temos de entender a palavra de Deus. Levar em conta a época em que foi escrita, e não destacar um versículo para esfregar na cara dos outros. Há muitos homossexuais vivendo uma falsa identidade, fingindo ser o que não são. Para se mostrar curado, basta não praticar a homossexualidade, ignorar seu desejo. Basta, então, viver de aparências? Vivi isso na pele: casei com pessoas do sexo oposto e me senti enojada, violentada. Isso é covardia. Por outro lado, da mesma maneira que evangélicos não aceitam gays, vejo como muitos homossexuais não se permitem ser evangélicos. Não foram poucas as vezes que ouvi: “Você acha que sua igreja vai me aceitar do jeito que sou? A Bíblia me condena”. E sempre digo: “Não, Jesus te ama do jeito que você é”. Hoje eu sou feliz porque posso continuar servindo e amando esse Deus e ser quem sou ao lado da Aline. Era o meu grande sonho.



Fonte: Marie Claire
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Quando aparecem os problemas

"Ele clamará a mim, e eu lhe darei resposta, e na adversidade estarei com ele; vou livrá-lo e cobri-lo de honra. Vida longa eu lhe darei, e lhe mostrarei a minha salvação." (Salmos 91:15-16)

- Você está passando por alguma grande adversidade no momento? Pois saiba que, mesmo na vida de cristãos, Deus pode colocar problemas. Nenhum de nós quer adversidades em nossas vidas, mas Deus pode ser glorificado através delas. Talvez você seja acometido por uma doença potencialmente fatal; e então, Deus lhe cura.

Deus pode permitir que você passe por um grande desconforto, para que Ele possa ser glorificado em meio a tudo isso.

O Salmo 91 não diz que você nunca irá morrer, mas sim que você não morrerá enquanto não for de fato a sua hora. Ele diz que, enquanto os planos de Deus para a sua vida estiverem em andamento, Seus anjos irão lhe guardar em todos os seus caminhos. Em seus altos e baixos, enquanto você estiver acordado e enquanto estiver dormindo, em dias de sol e em dias de chuva.

- E qual é a nossa parte nisso tudo? É apenas a de habitar no abrigo do Altíssimo e descansar à sombra do Todo-Poderoso. É viver em descanso e mansidão, de forma duradoura, permanente e consistente.

Seu objetivo como Cristão deve ser o de permanecer o mais próximo possível de Deus. Por causa do absoluto poder do Deus Todo-Poderoso, possuidor dos céus e da terra, que fez uma aliança com você, que lhe ama, que se oferece como protetor e provedor de tudo aquilo que você precisa, você deve ter como objetivo pessoal ficar o mais próximo possível dEle, perguntando-se: -"Como poderei andar tão perto dEle a ponto de ficar sob a Sua sombra?"

Devemos perguntar-nos constantemente se estamos atendendo o critério estabelecido nesse grande Salmo, independentemente das circunstâncias interpostas no momento nas nossas vidas.

Se a nossa resposta for positiva,  temos então a palavra de Deus de que essas promessas serão cumpridas em nossas vidas.



Fonte: Devocionais Diários
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Após dizer que havia se transformado em imortal, autointitulado “Jesus Cristo Homem” faleceu por complicações de cirrose

O líder da seita Crescendo em Graça, José Luís de Jesús Miranda, autointitulado “Jesus Cristo Homem”, faleceu na última terça-feira, 13 de agosto, de acordo com informações do site Secretos de Impacto.

Segundo fontes do site, Miranda estava internado no Hospital Metodista de Sugar Land, no estado norte-americano do Texas, para tratar de complicações de uma cirrose hepática, adquirida pelo consumo excessivo de álcool ao longo da vida.

A ex-mulher de Miranda, Josefina Torres, teria concedido uma entrevista, dizendo que nos últimos meses o estado de saúde do líder da seita era delicado, e que o tinha visto vomitar sangue algumas vezes.

José Luís de Jesús Miranda é conhecido por liderar um grupo religioso que incentiva os fiéis a tatuarem o número 666, e pregar que ele é a reencarnação de Jesus.

Em junho do ano passado, Miranda anunciou que ele seria transformado em imortal e dois terços do planeta Terra seriam destruídos numa espécie de apocalipse. Os sobreviventes seriam governados por ele, que conduziria uma espécie de reconstrução do planeta.

Como a “profecia” de Miranda não se cumpriu, a seita divulgou um vídeo na época dizendo que “a era dos imortais” estava começando, e apresentou pregações do líder já supostamente transformado.

Há alguns meses, um vídeo gravado por Miranda e sua nova esposa chamou a atenção por sua aparência debilitada, e despertou a desconfiança que ele já estava doente, e por isso, havia desaparecido da presença do público após a suposta transformação em imortal.

Confira o último vídeo divulgado por José Luís de Jesús Miranda:



Fonte: Gospel+
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Bilionários dizem que Bíblia é o segredo do seu sucesso

A Bíblia tem influenciado a ética no mundo ocidental, isso inclui o mundo empresarial.  Afinal, nossa sociedade ainda baseia os seus fundamentos morais da religião cristã. O certo e o errado estão claramente definidos nas Escrituras.

Alguns bilionários são bem conhecidos, mas alguns deles passam despercebidos da mídia pois não tem sua vida marcada por escândalos financeiros ou sexuais. No último final de semana, o conceituado jornal The New York Times dedicou uma longa matéria aos bilionários executivos cristãos.

Steven K. Scott é um dos fundadores da American Telecast Corporation. Ele atribui todo o seu sucesso empresarial pessoal aos ensinamentos da Bíblia e chegou a escrever vários livros sobre o assunto, incluindo “Jesus, o Homem Mais Sábio que Já Existiu” e “Os Segredos Dos Homens Mais Ricos do Mundo”.

S. Truitt Cathy, fundador da rede de lanchonetes Chic-Fill-A constantemente dá a Deus crédito por seu sucesso incrível em um ramo de negócios em que a competição é muito acirrada.  Recentemente, ele declarou publicamente ser contra o casamento gay e grupos LGBT lançaram contra ele um amplo boicote. Na semana seguinte, os cristãos fizeram uma campanha que o ajudou a bater o recorde de vendas em um único dia de sua empresa.

A In-N-Out Burger também opera no ramo de fast-food. Cada uma das embalagens de comida e copos da rede trazem um versículo. A ideia foi de Rich Snyder, filho do fundador, que morreu em 1993. Eles explica que o seu desejo era “expressar sua fé, sem precisar impô-la aos clientes”.

Mary Kay Ash, fundadora da marca de cosméticos Mary Kay, estampa em seu site pessoal a declaração: “A fé ajudou Mary Kay a superar obstáculos e atingir o auge do sucesso. Ela sabia que as Escrituras fornecem uma base sólida para o verdadeiro sucesso na vida”.

Steve Green, é o fundador da Hobby Lobby, uma das maiores cadeias de lojas de material de construção do mundo. Para ele, sua fé e valores afetam a maneira como ele conduz os negócios. Afirma não mentir para os fornecedores e funcionários, sempre buscando oferecer produtos a um preço justo.

Desde o início, determinou que o salários inicial de seus empregados devem ser 60% maior que o salário mínimo americano. A rede fecha aos domingos e música gospel toca em suas lojas durante o expediente. Recentemente, “comprou uma briga” com o presidente Obama por causa da distribuição das “pílulas abortivas” propostas por planos de saúde.

Menos ricos, mas nem por isso menos comprometidos, outros homens e mulheres de negócio cristãos gostam de mostrar como a fé os influencia.

Jin and Don Chang, donos das lojas de moda jovem Forever 21 imprimem “João 3:16″, na parte de baixo de todas as suas sacolas de compras. Se alguém perguntar o que significa, as funcionárias são treinadas para explicar.

A empresa de Transportes Covenant [Aliança], fundada em 1985 por David A. Parker, mostra em seus caminhões o compromisso de seu dono. A começar pelo nome, que se refere às muitas alianças feitas por Deus com os homens. Além disso, seu logotipo mostra um rolo de pergaminho que lembra o material onde os primeiros textos bíblicos foram escritos.

A empresa de alimentos Tyson Foods, foi fundada pelo evangélico John W, Tyson e, de acordo com seu site, pretende “honrar a Deus” em tudo que produz. Ele inicia o dia de trabalho com um período de oração com os funcionários na sede da empresa multinacional.

A base do sucesso

Philip J. Clements, fundador do Center de Ética Empresarial Cristã,  explica que para muitos desses empresários, o início foi difícil, mas eles permaneceram fieis. Alguns dedicaram tempo aos domingos envolvidos com atividades de suas igrejas. Para eles, a Bíblia é uma espécie de “manual de negócios”.  Mas não é uma fórmula mágica, foi preciso muito trabalho duro.

A maioria dessas empresas cujos donos se identificam como cristãos são politica e socialmente conservadoras, o que lhes rende muitas críticas no mercado de hoje. Elas tentam se manter longe dos cartéis, comuns no meio empresarial. Também levam a sério o ensinamento bíblico de pagar seus impostos.

Possivelmente, a fórmula para o sucesso deles seja resumida em alguns princípios bíblicos como:

- O sucesso exige esforço, portanto, não seja preguiçoso. (Provérbios 21:25-26)

- O dinheiro ganho de maneira desonesta não dura. (Provérbios 11:1; 13:11)

- Sua persistência e a qualidade dos seus produtos fazem a diferença (Provérbios 10:4)

- Ser generoso não irá lhe fazer ficar pobre (Provérbios 11:25)

- Não tente ficar rico rapidamente (Provérbios 21:05)




Fonte: Gospel Prime
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Conheça a capela de papelão que substituiu uma igreja destruída por um terremoto

Um terremoto de magnitude 6,3 atingiu Christchurch, na Nova Zelândia, em 2011, matou mais de 200 pessoas e danificou milhares de construções, incluindo a igreja mais antiga da cidade, uma grande cópia de pedra de uma catedral gótica de Oxford. Nesta semana, dois anos após o desastre, sua substituta foi aberta para o público. E ela é diferente de qualquer outra coisa feita em Christchurch – ou no mundo.

Após o desastre, representantes de Christchurch convidaram o arquiteto japonês Shigeru Ban para encontrar uma solução temporária para a ausência de uma catedral na cidade. Ban é especialista em estruturas de papel feitas com tubos de papelão ocos, mas fortes. Ele construiu dúzias de prédios tradicionais usando esta técnica, e ainda mais prédios temporários em zonas afetadas por desastres. Nas últimas três décadas, ele frequentemente adiou projetos de longo prazo para ajudar em lugares de emergência ao redor do mundo, que vão de abrigos no Japão a lares de papelão duráveis no Haiti.

Diferentemente desses outros projetos, no entanto, os representantes de Christchurch queriam algo que durasse mais: uma construção para cinco décadas, o tempo necessário para eles construírem uma nova catedral de pedra. Ela precisava ser grande e confortável o suficiente para uma audiência de 700 pessoas por semana, mas barata e leve o bastante para ser demolida quando chegar a hora certa. Precisaria ser uma meia-construção, um híbrido de design temporário com funcionalidade semi-permanente.

Ontem, após dois anos de design e construção, a igreja de Ban foi aberta ao público. O telhado é uma armação feita de 98 colunas enormes de papelão, posicionadas em cima de uma base de contêineres que fornecem estabilidade. A decoração principal tem janelas triangulares coloridas, cada uma revestida de pedaços de vitrais da catedral original. Os tubos são revestidos de poliuretano e retardantes de incêndio para manter mofo e chamas afastados, e foram projetados para durar até além de 2063, a data prevista para a finalização da nova catedral permanente.

Mas há um problema interessante tanto para a igreja como para o arquiteto, algo que coloca a nova construção em uma espécie de purgatório. Como já era esperado, alguns membros da congregação não estão muito animados com a estrutura incomum (“é muito temporária”, disse uma pessoa a um jornal da Nova Zelândia), e, ao mesmo tempo, os representantes da igreja não chegam a uma conclusão em relação ao design da nova versão definitiva. Por outro lado, temos muitos exemplos de estruturas “temporárias” que duram décadas, e Ban espera que o tempo ajude a convencer o pessoal a manter a igreja além dos 50 anos. “Mesmo uma construção de papelão pode ser permanente caso as pessoas gostem dela”, ele disse durante o processo de construção.

É uma situação incomum. As ideias do público sobre arquitetura não costumam influenciar a vontade do cliente, e, geralmente, acabam não importando muito – o tempo é o melhor remédio, especialmente quando falamos de opinião pública. Neste caso, os fiéis da igreja vão decidir se vão demolir a obra de Ban em algumas décadas. E poucas pessoas envolvidas nas decisões de hoje estarão vivas até lá, o que coloca a decisão na próxima geração de fiéis de Christchurch. Por enquanto, no entanto, é o suficiente que a cidade tenha uma igreja funcionando, uma que seja diferente de todas as outras. 



Fonte: Gizmodo
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Advogado quer ir ao Tribunal Internacional contra a sentença de morte de Jesus Cristo

Um advogado do Quênia pretende ir ao Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), em Haia (Holanda), para apelar contra a condenação e a sentença de morte dada a Jesus Cristo.

"É meu dever defender a dignidade de Jesus e eu tenho que ir à TIJ para buscar justiça para um homem de Nazaré. O julgamento seletivo e malicioso violou os seus direitos humanos através de uma má conduta judicial, abuso de poder e preconceito", disse o advogado Dola Indidis, segundo matéria da revista Time.

Indidis já tentou levar o caso à Alta Corte do Quênia, em 2007, mas o tribunal recusou ouví-lo, alegando que o tema não era de sua jurisdição.

O caso também não deve avançar na TIJ. O Tribunal Internacional apenas tem jurisdição sobre casos entre um Estado contra outro. A defesa de Indidis não está vinculada a um Estado e, por isso, não deve ser atendido.

Nada disso, no entanto, desanima Indidis. Em sua página no Facebook, ele pede doações em apoio à causa. Também publicou uma carta (veja abaixo), com data de dezembro de 2011, quando tentou pela primeira vez enviar o caso a Haia. "Juntos podemos vencer", escreveu. "Yes we can".

O alvo de Indidis são o governo e os líderes religiosos envolvidos na sentença a Jesus Cristo, o que inclui o imperador romano Tibério, Pôncio Pilatos, juiz que condenou Jesus, além de professores de direito da época.

Indids também estaria planejando mover ação contra os governos da Itália e de Israel que, segundo ele, teriam herdado as leis do Império Romano.



Fonte: UOL
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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Heresias em canções cristãs preocupa teólogos nos EUA

Reforma em hinário provoca debate sobre uso de `linguagem inclusiva´

Uma notícia sobre um hinário esteve entre as mais comentadas (e criticadas) por sites e blogs evangélicos nos últimos dias. O Comitê de Música da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos (PCUSA) está trabalhando em uma atualização de seu hinário. A primeira edição foi publicada em 1874, com o nome Presbyterian Hymnal. Ele sofreu várias alterações desde então, sendo a mais recente em 1990.

Mas a adaptação de alguns desses hinos incluem não apenas uma nova linguagem; também refletem uma nova teologia. A primeira disputa é pelo hino “Jesus Walked This Lonesome Valley” [Jesus andou neste vale solitário].

A canção faz parte de outras compilações de canções religiosas de diferentes denominações.  O principal argumento contrário é que ela contém declarações “teologicamente questionáveis”.  A letra diz que devemos caminhar sozinhos pelo vale, o que contraria a afirmação dos Evangelhos que Jesus estaria sempre com seus seguidores. Foram cerca de três anos e meio de debates entre os membros da comissão, que optou por deixar essa e outras músicas de fora da versão final do hinário que será publicado ainda em 2013.

Os debates teológicos foram mais incisivos quando foi sugerida a inclusão da música “In Christ Alone” [Somente em Cristo]. Composta por Keith Getty e Stuart Townend em 2001, a segunda estrofe diz “Naquela cruz onde Jesus morreu / A ira de Deus foi satisfeita”. No processo de revisão teológica, a opção foi adotar os termos “Naquela cruz onde Jesus morreu/ O amor de Deus foi magnificado”, pois a comissão liberal estava preocupada com a ideia da "Ira de Deus". Como eles não tinham autorização dos autores para mudar a letra, acabaram deixando-a de fora.

Como os hinários estão sendo vistos não como a expressão da perspectiva de um grupo, mas como uma coleção para ser usada por muitas igrejas (diferentes) da mesma denominação, está havendo uma “guerra de argumentos” de liberais para que a seleção de músicas do culto participe de forma direta na nova formação da fé dos congregados.

A comissão dos presbiterianos encontrou barreira no uso de termos como “soldados de Cristo” e “Rei dos céus” em vários hinos antigos. Optaram por investir na chamada “neutralidade de gênero”, que vai contra muitas tradições cristãs.  Uma das músicas que gerou mais conflito foi “Be Thou My Vision” [Seja minha visão], que diz “Seja meu Grande Pai e eu, Teu verdadeiro filho”.

Isso se traduz em uma dificuldade, pois segundo a comissão da PCUSA, a “linguagem expansiva mostra que o Deus que nos conhece tão graciosa e intimamente, na história da salvação é, ao mesmo tempo, totalmente outro e está além do gênero. Portanto, os textos refletem uma preferência em evitar o uso de pronomes masculinos para Deus…  O objetivo é oferecer uma coleção em que os hinos tradicionais e músicas que porventura possam se referir a Deus como “Pai”, “Rei” e “Senhor”, são contrabalançadas por outras mais neutras ou expansivas em sua referência a Deus”.

Longe de ser um problema apenas na liberal Igreja Presbiteriana dos EUA, o professor Timothy George, diretor do curso de Teologia da Universidade de Samford, assevera que tal liberalidade teológica pode abrir um perigoso precedente. George acredita que tratar a ira de Deus como um tabu, seja em sermões ou hinos, é a perpetuação de uma antiga heresia do primeiro século.  Mostraria um Deus que é apenas amor, que extingue as chamas do inferno pois não há condenação.

Contudo, a justiça de Deus só pôde ser satisfeita pelo sacrifício expiatório de Cristo, que revela ao mesmo tempo a ira e o amor divinos.

O Dr. Denny Burk, professor de estudos bíblicos da Universidade Boyce, acrescenta que o liberalismo teológico invadiu as músicas cristãs, tendo consequências teológicas profundas.

Esse tipo de mudança não é novo. O hinário da Igreja Anglicana Episcopal, modificado em 1982, eliminou o uso de termos masculinos para se referir a Deus como Pai, Filho e Espírito Santo. Eles o substituíram por termos mais “inclusivos”, como Criador e Redentor.  Termos considerados “militaristas” como soldados, batalha e exército, foram eliminados também. Não por acaso, a Igreja Anglicana vive nas últimas décadas uma grande crise, que atingiu seu ápice com o reconhecimento da ordenação de pastores homossexuais e transgêneros.


Fonte: Gospel Prime
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Lei de atenção hospitalar a vítimas da violência sexual tem apoio de teólogas e organismos cristãos

A presidente da República, Dilma Rousseff, sancionou sem vetos na quinta-feira, 1, a lei que obriga hospitais do Sistema Único de Saúde a prestar atendimento emergencial, integral e multidisciplinar às vítimas de violência sexual.

A lei tem origem no Projeto de Lei da Câmara (PLC) de autoria da deputada federal Iara Bernardi, do Partido dos Trabalhadores de São Paulo, que tramitava no Congresso desde 1999 e foi aprovada pelo Senado no início de julho. O atendimento a vítimas da violência, informa a reportagem da Revista Carta Capital, deve incluir o diagnóstico e tratamento de lesões, a realização de exames para detectar doenças sexualmente transmissíveis e gravidez.

Dias antes da sanção da presidente Dilma, um grupo de 56 biblistas, teólogos, teólogas de diferentes igrejas, e quatro entidades - Aliança de Batistas do Brasil, Centro de Estudos Bíblicos, Católicas pelo Direito de Decidir e Conselho Latino-Americano de Igrejas (Região Brasil) - divulgaram manifesto pela aprovação imediata e integral da PLC 3/2013.

" Em qualquer idade e de modo universal a violência sexual deve ser prevenida com trabalho educativo e crítico aliado a conhecimentos científicos atualizados e com todos os instrumentos de tecnologia e políticas disponíveis em todas as situações necessárias de atendimento de emergência, monitoramento e reabilitação, e o tratamento efetivo e dos impactos da violência sexual", destaca o posicionamento dos organismos e teólogos.

O texto identifica múltiplos problemas que atualizam os mecanismos de violência: a desigualdade social, econômica e política, que se expressam em estruturas que naturalizam as formas diretas e indiretas de violência. Lamenta que a Bíblia tem sido usada como imaginário cultural que legitima ou naturaliza os cenários domésticos e públicos de agressão. Mas destaca, também, que "o exercício da interpretação bíblica, quando não feito de maneira fundamentalista, nos ajuda a manter o exercício da crítica em relação às respostas sociais disponíveis."

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota, na sexta-feira, 2, lamentando que a presidente Dilma tenha sancionado a lei 12.845/2013 sem vetos. Os bispos solicitaram a exclusão de um Artigo e dois incisos da lei, o que define a violência sexual e o que garante, nesses casos, a profilaxia da gravidez.

"A nova lei foi aprovada pelo Congresso com rápida tramitação, sem o adequado e necessário debate parlamentar e público, como o exige a natureza grave e complexa da matéria. Gerou-se, desta forma, imprecisão terminológica e conceitual em diversos dispositivos do texto, com riscos de má interpretação e implementação, conforme evidenciado por importantes juristas e médicos do Brasil", argumentou a CNBB.

Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que em cinco anos os registros de estupro no Brasil aumentaram em 168%: as ocorrências subiram de 15.351 em 2005 para 41.294 em 2010. Banco de dados do Ministério da Saúde registram que de 2009 a 2012 os estupros notificados cresceram 157%. Segundo a Secretaria de Políticas para Mulheres, a estimativa é que a cada 12 segundos uma mulher é estuprada no Brasil.



Fonte: Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC)
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Arqueólogos dizem ter encontrado pedaços da cruz de Jesus

Arqueólogos, trabalhando em uma antiga igreja na Turquia, acreditam terem encontrado algo incrível.

  A relíquia foi encontrada dentro de uma caixa de pedra, descoberta entre as ruínas da Igreja Balatlar, um edifício construído no século VII, em Sinop, próximo às margens do Mar Negro.

“Nós descobrimos uma coisa santa em um baú. Ele é um pedaço de uma cruz”, declarou o arqueólogo Gülgün Köroglu, em entrevista ao portal Hurriyet Daily News. Ele mostrou um pedaço da pedra (ver foto) com uma pequena cruz esculpida, em uma coletiva de imprensa.

“Esta caixa de pedra é muito importante para nós. Ela tem uma história e é o artefato mais importante que desenterramos até agora”, declarou. De acordo com a NBC News, o achado foi levado para estudos aprofundados em laboratório.

A cruz que Jesus foi crucificado tem sido alvo de grande interesse por religiosos de todo o mundo, além de provocar muita controvérsia. Diversas igrejas, nos mais variados países, afirmam possuir pedaços de madeira que seriam da verdadeira cruz. Mas, a autenticidade é sempre questionada por críticos e especialistas.

O teólogo João Calvino, cético do século 16, fez uma vez uma declaração bastante irônica sobre isso: “Se todas as peças que foram encontradas como a ‘verdadeira cruz’ forem colocadas juntas, elas iriam construir um navio de carga”.

Outras relíquias foram encontradas dentro de um ossuário com 2.000 anos de idade em 1981, mas até hoje sua origem e significado são questionados. Chamado de “Ossuário de Jonas”, (porque os desenhos externos mostram um homem sendo engolido por uma baleia) foi inicialmente atribuído como um artefato cristão. Estudos aprofundados derrubaram essa teoria, mostrando que os desenhos eram apenas decorativos e foram mal interpretados.

  A equipe de Köroglu trabalha no local desde 2009. As escavações renderam muitas surpresas, incluindo mais de mil esqueletos humanos. A igreja, construída no ano de 660, possui afrescos em suas paredes que retratam Jesus, Maria e os Apóstolos.




Fonte: LiveScience
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Conferência L'abri Brasil discutiu sobre fé e sexualidade

A história de “Sexo, drogas e rock n’ roll” deu lugar a uma profunda reflexão sobre o sexo no pensamento moderno, pós-moderno e sob o ponto de vista cristão durante a VI Conferência L’Abri Brasil, realizada no último final de semana (2 a 4 de agosto) na Estância Palavra da Vida, em Atibaia (SP).

Com o tema “Fé e Sexo: sexualidade e afetividade no olhar cristão”, a conferência abordou diversos temas sobre a sexualidade que não poucas vezes ficam sem respostas e que apesar de não adentraram as portas das igrejas, estão gritando do lado de fora.

Sexo: divino ou pagão? Eros ou Vênus, que amor vivemos? Sexualidade humana: dádiva ou tarefa? Só sexo afeto ou casamento? São algumas das perguntas que Guilherme de Carvalho e Rodolfo Amorim, ambos do L’Abri Brasil, abordaram na perspectiva cristã e, no mínimo, trouxeram algumas respostas e novas perguntas aos 80 participantes da conferência.

Rita Lee, Los Hermanos, Nelson Cavaquinho. Do rock à MPB todos cantaram seus amores, é o que defendeu Marcos Almeida, vocalista da banda Palavrantiga, que abordou o tema do “Sexo e Sexualidade na música brasileira”. Os ouvintes riam a medida que percebiam o “estilo” de amor que costumam cantar.

A hospitalidade, uma marca registrada da equipe do L´'Abri liderada por Alessandra Carvalho, fez com que os participantes se sentissem em casa.

O desafio que fica: resgatar o sexo como divino, o amor Eros que chega ao Ágape, o casamento como modelo de viver a afetividade e a sexualidade. O desafio de pensar a sexualidade dentro de nossas igrejas e de produzir arte que para que possamos cantar, dançar, ver e ouvir sobre sexo na perspectiva de Deus.

O L’Abri é uma organização cristã criada pelo casal Francis e Edith Schaeffer na década de 50. O L’Abri Brasil existe oficialmente desde 2008, com a proposta de ver o mundo com o olhar bíblico e dar respostas a fim de convivermos bem com a razão de nossa fé e a perspectiva cristã da nossa razão.



Fonte: Editora Ultimato
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Deus exige arrependimento

Em seu discurso ateniense, Paulo disse, "Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam" (Atos 17:30). Poucas coisas são mais necessárias em nossa cultura do que uma profunda consciência da necessidade do homem se arrepender diante de Deus.

O homem moderno tende a um ponto de vista deste mundo, com pouco reconhecimento da realidade sobrenatural de Deus nos assuntos práticos desta vida. O conceito de um Deus pessoal é amplamente irrelevante para as preocupações do dia-a-dia do indivíduo médio.

Ainda menos ele admite, para qualquer propósito prático, sua responsabilidade para com a vontade real, objetiva, do seu Criador. A noção de pecado toca-o antes como curiosidade, e a ideia do arrependimento como uma velharia. O homem moderno não mais acredita em ter pecados reais, dos quais ele precise arrepender-se, do que acredita que sangria seja um procedimento médico.

Ironicamente, a cultura moderna rejeita a realidade do pecado e a necessidade de arrependimento porque ela se vê como "iluminada". Na verdade, contudo, a sociedade que não tem senso real destas coisas mostra ser relativamente menos iluminada do que outras.

Quando o apóstolo Paulo teve sua oportunidade de apresentar o evangelho de Cristo em Atenas, a sede da cultura antiga e a cidade cujo nome era sinônimo de sofisticação filosófica, ele disse que os atenienses tinham praticado sua idolatria durante "tempos de ignorância", não de "iluminismo". O homiliasta inglês W. Clarkson comenta isto com razão: "Nenhuma arte, nenhuma filosofia, nenhuma ciência, nenhuma literatura, nenhuma conquista, nenhum avanço de qualquer tipo que seja compensará a ignorância de Deus; a alma que não o conhece é um homem ignorante; o tempo que não o conhece é uma era ignorante." Como Salomão argumentou, "O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria" (Provérbios 9:10).

O evangelho é, na verdade, alegres notícias da graciosa salvação de Deus, mas é mais do que anúncio de boas novas. É somente de boas novas para aqueles que responderão obedientemente ao anúncio. E o arrependimento é uma parte importante da resposta exigida. Para aqueles do Pentecostes que perguntaram o que deveriam fazer para receber o perdão de seus pecados, Pedro respondeu que, "Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo" (Atos 2:38). Mais tarde, Paulo escreveu que Cristo voltará no dia do julgamento "em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus" (2 Tessalonicenses 1:8).

O mandamento para arrepender implica não somente em que o homem precisa mudar seus modos, mas pode fazer isso. A maioria de nós perde tempo precioso analisando, raciocinando, e rebuscando a psicologia de nosso comportamento. Conforme o psiquiatra Jacob Conn escreve, "Muitos de nós, com deficiências, estamos interessados em perguntar como isso começa? Poucos se perguntam por que continuo com isso?" Não importa de onde nossos vários maus comportamentos vieram, Deus sabe que os temos dentro de nós para mudar. E ele ordena conseqüentemente o arrependimento.

Para o homem moderno, a coisa central sobre o arrependimento que precisa ser conhecida é esta: devemos afastar-nos de nossas maldades pelo motivo essencial que elas são pecados contra Deus. Pode ser que violemos normas sociais ou acreditemos em modos que são psicologicamente doentios, mas a coisa de longe pior sobre nossos erros é a sua afronta a nosso Pai Celestial. Depois de seu pecado com Bate-Seba, Davi teve a integridade de orar a Deus, "Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos" (Salmo 51:3-4). O auto-aperfeiçoamento é bom, até onde pode ir. Mas sem a confissão honesta que temos pecado contra Deus, o auto-aperfeiçoamento não é o mesmo que o arrependimento. E é arrependimento o que Deus ordena.



Fonte: Gary Henry em Estudos da Bíblia
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Conheça o pastafarianismo e outras religiões curiosas

Lukas Novy não é o primeiro Pastafari a aparecer com uma peneira em sua licença: em 2011, um tribunal na Áustria concedeu a mesma permissão a Niko Alm

Quando um tribunal da República Tcheca deu permissão para que Lukas Novy usasse um escorredor de macarrão na cabeça nas fotografias de seus documentos oficiais, muitos perceberam ser ignorantes a respeito do motivo que ele alegava para a excentricidade: o culto conhecido como "pastafarianismo".

O culto, que recomenda o uso do escorredor ─ provavelmente em honra a seu deus, o Monstro de Espaguete Voador (Flying Spaghetti Monster, ou FSM, na sigla em inglês), uma espécie de bola gigante de espaguete com almôndegas ─, não costuma ser levado a sério pelos meios de comunicação.

Em seu site oficial, a Igreja do monstro diz que o "FSM é real, totalmente legítimo e respaldado por ciência pura".

"Qualquer coisa que pareça humor ou sátira é uma mera coincidência", afirma a página.
A nota de introdução explica ainda que "alguns pastafaris creem realmente no FSM", e faz uma ressalva: "a sátira é uma base honesta e legítima para a religião".

A Justiça tcheca parece concordar com a afirmação, já que determinou, na sexta-feira passada, que o uso do escorredor nas fotos de documentos "se ajusta às leis da República Tcheca no que corresponde ao uso permitido de acessórios na cabeça por razões médicas ou religiosas".

Mas os pastafaris não são os únicos, nem os últimos, a criarem para si um culto alternativo às religiões tradicionais, com maior ou menor grau de aceitação e credibilidade.

Conheça alguns deles:

Jedismo e outra inspiradas em filmes e TV

É uma religião baseada nas ideias da série Guerra nas Estrelas. Não há um fundador ou estrutura central, mas tem uma base relativamente grande de seguidores declarados - apareceu como a crença alternativa mais importante em censos de vários países europeus a partir de 2001.

No censo de 2001, 0,7% dos britânicos e 1,5% dos neozelandenses disseram seguir a "força", colocando o Jedismo em sexto lugar no censo desses países.

É claro que esses resultados foram precedidos por uma campanha liderada por jedistas, e acredita-se que muitos que professam a religião o fazem apenas para ofender o governo ou protestar contra a inclusão de uma questão religiosa no censo.

Existem várias "Igrejas do Jedismo" no mundo e sua base comum é o "código jedi". Alguns descrevem a crença como uma mistura de taoismo e budismo, enquanto outros dizem ser apenas um grupo de fãs radicais da história de ficção científica.

Uma outra religião inspirada em séries ou personagens de filme ou de televisão é o woodismo, em homenagem ao diretor de cinema Ed Woods.

Sociedade Etérea e outras ligadas a extraterrestres

O número de religiões e cultos ligados à existência de alienígenas ou à vida em outros planetas é relativamente alta.

Talvez a crença mais famosa seja a Cientologia, que fala de Xenu, um ditador da "Confederação Intergaláctica" que trouxe milhões de seres para a Terra e os exterminou. Alguns líderes da Cientologia dizem que a insistência em associar o culto à figura de Xenu é uma estratégia negativa de promoção da religião.

Mas há outros que não se importam de ser associados à crença de que existe vida em outros planetas. O Raelismo, por exemplo, criado pelos francês Claude Rael-Vorilhons – Rael, como é conhecido - tem sido comparado à Cientologia.

A Cientologia conta com um grupo grande de nomes famosos, como o ator Tom Cruise, para divulgar suas idéias

Rael afirma que os alienígenas o levaram para um outro planeta, onde entrou em contato com Jesus, Maomé e outras grandes figuras das religiões estabelecidas.

Segundo Rael, eles disseram que a humanidade foi criada em um laboratório 
extraterrestre há 25 mil anos atrás, que os alienígenas vão aparecer em Israel em 2025, e que ele deve transmitir uma mensagem de "meditação sensual" ao planeta.

A Cientologia também foi comparada à Sociedade Etérea. Seu criador é George King, um ex- taxista de Londres, entusiasta da ioga, que afirma que Jesus, Krishna e Buda eram extraterrestres.

King diz também que foi escolhido para ser a voz de um "parlamento interplanetário".

Happy Science (Ciência da Felicidade)

É definido como um movimento religioso, criado no Japão por Ryuho Okawa, e reconhecido oficialmente em 1991.

Okawa afirma ser a reencarnação de um supremo espiritual chamado El Cantare, suposto nome real de várias figuras-chave nas crenças cristãs, muçulmanas, budistas e confucionistas. Okawa diz também estar em conexão direta com os guardiões religiosos de grandes figuras políticas com quem detém entrevistas, que em seguida são publicadas.
Uma das mais recentes foi uma conversa que ele disse ter tido com a ex-primiê britânica, Margaret Thatcher, apenas 19 horas após sua morte.

A igreja entrou na arena política com a criação de um partido "para a realização da felicidade", mas aparentemente ainda não se afirmou nesse campo.

Mas enquanto a Igreja da Ciência da Felicidade espera aumentar a população do Japão - em parte para impedir uma invasão da Coreia do Norte - a Igreja da Eutanásia, criada pelo reverendo Chris Korda, nos Estados Unidos, quer destacar o insustentável crescimento da população global.

De acordo com seu site, que inclui um contador da população, o seu lema é "não procrearás" e seus quatro pilares são o suicídio, aborto, canibalismo e sodomia ("qualquer ato sexual não destinado à procriação"). Supostamente é uma provocação para inflamar os ativistas que defendem a vida.

O Movimento do Príncipe Felipe

É o culto de uma tribo da Oceania ao príncipe Felipe, marido da Rainha Elizabeth da Inglaterra.

Príncipe Felipe é um deus da montanha

O povo indígena Yaohnanen, das ilhas Vanuatu, acredita que o príncipe Felipe é um ser divino, a encarnação de uma figura de pele branca, filha de um espírito da montanha, que se aventura no mar para se casar com uma mulher poderosa.

Bastou uma visita de Felipe às ilhas em 1974, para que a crença fosse confirmada. Assim nasceu uma religião.

Apateísmo

O apateísmo é definido mais como uma posição filosófica ou teológica, que difere do ateísmo, pois acredita-se que um deus possa existir, mas sua existência não é a questão central e mais importante.

Existem várias correntes proeminentes, incluindo aquelas sem uma motivação religiosa, que são completamente indiferentes, e que adotam uma abordagem mais científica, se aproveitando do argumento de que não há nenhuma evidência sobre a existência de um ou vários deuses.

O escritor americano Jonathan Rauch descreveu o apateísmo como "uma aversão à importância que alguém dá a sua própria religião, e uma aversão ainda maior à importância que se dá à religião dos outros".



Fonte: BBC Brasil
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Não julgue o deprimido

É fácil julgar pessoas que estão deprimidas.

Você já teve pensamentos como estes:

Por que eles não conseguem simplesmente sair da depressão? Eles não estão confiando em Deus? Um cristão não deveria ser feliz? Eles não devem estar se esforçando o bastante. Eles não devem estar exercitando sua fé em Deus.  Eles estão encalhados na descrença.

Esses pensamentos passaram pela minha mente. Para a minha vergonha. Eu achava que eu era forte e não conseguia entender por que pessoas deprimidas não conseguiam ser fortes também.

No entanto, Deus tem me mudado lentamente nos últimos anos conforme passo um tempo com pessoas que lutam com a depressão. Eu estou lentamente aprendendo algumas coisas sobre depressão e como servir aqueles que estão lutando com isso. Aqui vão algumas coisas que tenho aprendido.

(Observação: Esse post foi lido e editado por um cristão maduro que lutou regularmente com a depressão. Muito do que aprendi veio deles).

Não os julgue

Eu nunca experimentei a depressão, mas, pelo que me disseram, é horrível. Ela suga sua vida, te debilita, esmaga seu espírito e torna muito difícil pensar com precisão. Como eu nunca experimentei isso, preciso ser muito tardio em emitir julgamentos quanto aos que estão na escuridão. Eu não sei como é isso e, até que eu passe por isso, não saberei como é.

Eu não posso falar para uma pessoa deprimida “sair dessa”, assim como eu não posso falar para uma pessoa com dor de cabeça para “sair dessa”. Simplesmente não funciona desse jeito. Então, preciso conter meu julgamento e ser cheio de misericórdia.

Seja compassivo

Para a minha vergonha, houve oportunidades em que eu não fui compassivo com aqueles que estão deprimidos. Eu realmente me arrependo disso. Depressão é algo terrível e aqueles que passam por isso precisam sentir meu cuidado e compaixão. Eu preciso transmitir o coração de cuidado paternal que Deus tem. Eles precisam saber que, mesmo que eu não entenda, eu realmente me importo com eles e que fico triste de vê-los nessa luta.

O que eu não preciso fazer é corrigi-los. Veja, não me entenda mal, há hora e lugar para gentilmente lembrá-los de confiar no caráter e nas promessas de Deus, mas minha proporção de compaixão e correção deve ser de aproximadamente vinte por  um. Eu preciso lembrá-los que Deus se importa profundamente com eles, os ama e está com eles na escuridão.

Não ofereça soluções

Pode haver a tentação de oferecer soluções como um livro ou um sermão para uma pessoa que está deprimida. Geralmente isso não é uma boa ideia. A depressão torna praticamente impossível se concentrar e destrói totalmente qualquer energia ou motivação que uma pessoa poderia ter.

Na realidade, eu preciso oferecer esperança a essa pessoa. A falta de esperança é um dos principais sintomas da depressão e o afligido frequentemente tem medo de que a escuridão nunca acabe. Eu preciso encorajá-los mostrando que Deus irá tirá-los dessa. Que isso passará e que Deus virá até eles. Eu preciso encorajá-los a apegar-se no Senhor com a pequena força que eles tiverem e lembrá-los de que Deus está apegado a eles.

Esses são passos iniciais para ajudar as pessoas, não soluções. Espero que eles o ajudem a confortar e cuidar daqueles que estão deprimidos.

Não cometa o mesmo erro que eu. Não julgue o deprimido, cuide dele.



Tradução: Natália Moreira no iPródigo
Fonte: Stephen Altrogge em The Blazing Center
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Pastor e locutor de rádio são condenados por assédio vexatório

Casal receberá indenizações por danos morais que somam R$ 20 mil 

Um pastor evangélico e um locutor de rádio de Teófilo Otoni foram condenados a indenizar D.C.C.L. e sua mulher, H.P.M.L., porque ela sofreu assédio vexatório por parte do religioso. Juntas, as duas condenações por danos morais somam a quantia de R$ 20 mil. A decisão é da 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que confirmou sentença proferida pela comarca. 

Casados desde 5 de maio de 2006 e pais de uma menina, D. e H., frequentadores da Igreja Evangélica Presbiteriana Renovada de Teófilo Otoni, relatam que, entre 2009 e 2010, a mulher começou a receber cartas do pastor da igreja, V.R.S., nas quais ele dizia que a união do casal não era aprovada por Deus e que H. jamais seria feliz, devendo separar-se do marido e juntar-se a ele. A correspondência tinha tom ameaçador. 

Sempre dizendo falar em nome de Deus, o pastor passou a incomodar o casal, agindo de diferentes formas para chamar atenção. No início de 2010, com a ajuda de E.S., locutor de uma rádio da cidade, o pastor confeccionou um CD com ameaças e ofensas ao casamento de D. e H. O conteúdo do CD foi veiculado em rádio e distribuído na igreja que a família frequentava, com a transcrição do áudio digitado e impresso. O material foi também enviado à casa da família. 

Além disso, em diferentes situações, como cultos públicos, o pastor “profetizava” sua vida em comum com H., sempre afirmando que tal futuro seria obra da vontade de Deus. 

D. e H. decidiram entrar na Justiça contra o pastor e o locutor de rádio, já que tentativas de resolver o problema de forma amigável não surtiram efeito. Em julho de 2010, chegaram a registrar um boletim de ocorrência, pedindo providências para que a perseguição parasse. 

O casal entrou com pedido de antecipação de tutela (decisão de caráter urgente e provisório, anterior ao julgamento final do processo), solicitando que o pastor se abstivesse de incomodá-los e que fosse proibido de enviar correspondência à casa da família e de utilizar qualquer meio de comunicação para enviar recados amorosos e proferir injúrias contra eles. Na Justiça, o casal pediu também indenização pelos danos morais provocados pelas condutas do pastor e do locutor. 

Em Primeira Instância, foi deferida a antecipação de tutela, confirmada posteriormente. No que se refere ao pedido de indenização, o pastor foi condenado a indenizar o casal em R$ 15 mil. O locutor, por sua vez, foi condenado a pagar a D. e H. a quantia de R$ 5 mil. 

Comportamento ultrajante 

Diante da sentença, o pastor recorreu, afirmando que as provas eram frágeis em demonstrar os danos morais. Alegou ainda, entre outros pontos, que as cartas enviadas a H. eram a expressão de seu sentimento para com ela, o que não poderia ser considerado um ato ilícito causador de dano moral. 

Ao analisar os autos, o desembargador relator, Maurílio Gabriel, observou que a Constituição Federal estabelece serem invioláveis “a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurando o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”. 

Tendo em vista as provas documentais e testemunhais, o desembargador relator verificou que V., valendo-se da condição de pastor evangélico, utilizou “meios insidiosos, ofensivos, vexatórios e inconvenientes” para assediar H., tendo enviado cartas e confeccionado CD que apelavam ao temor religioso e divulgando o material na comunidade religiosa frequentada pelas partes. “Este comportamento ultrajante, desrespeitoso e totalmente censurável do apelante [o pastor] culminou na sua exclusão da igreja onde antes ministrava”, observou. 

Estando claros os danos morais, o desembargador decidiu manter inalterada a sentença. Em seu voto, foi seguido pelos desembargadores Tibúrcio Marques e Tiago Pinto. Este discordou apenas no que se refere à incidência dos juros, contudo foi voto vencido. 



Fonte:  Âmbito Jurídico
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Bancada evangélica critica lei que dá garantia a vítima de estupro

Deputados da bancada evangélica reagiram e atacaram nesta quinta-feira a decisão da presidente Dilma Rousseff (PT) de sancionar, sem vetos, a lei que estabelece garantias à mulher vítima de violência sexual, incluindo a oferta da pílula de emergência e de informação sobre seus direitos ao aborto em caso de gravidez.

As críticas mais pesadas partiram do presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Marco Feliciano (foto). Pelo Twitter, ele afirmou que o "Palácio do Planalto está desorientado ou mal intencionado" para validar o projeto.

Ele disse que a presidente Dilma, apesar dos apelos dos religiosos, decidiu sancionar a lei porque sabe que "não será reeleita" e "está nem aí para esses religiosos retrógrados". "Convido-os a se lembrarem desse episódio em 2014, nas urnas. PT nunca mais", disse.

Feliciano afirmou que Dilma "com sua caneta rasga o documento assinado e entregue aos evangélicos e católicos prometendo que nunca aprovaria o aborto".

Como aprovado pelo Congresso Nacional, a lei estabelece garantias para que a mulher seja prontamente atendida na rede pública de saúde nos casos de violência sexual. Determina, por exemplo, a oferta da pílula de emergência (chamada no texto de "profilaxia da gravidez") à vítima e de informações sobre os direitos previstos nestes casos --uma referência à necessidade de informar à mulher o direito ao aborto legal em caso de gravidez decorrente do estupro.

Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos, a medida amplia as formas de aborto autorizado atualmente pela lei. Atualmente, o aborto é permitido no país em caso de estupro, risco de vida para a mãe ou de fetos com anencefalia.

"Não há como comprovar que o sexo foi sem consentimento... É a palavra da mulher que engravidou e pronto. Não há como provar", disse.

O deputado Roberto de Lucena (PV-SP) reforçou o discurso. Na tribuna da Câmara, ele disse que a bancada deve retomar a discussão do tema. Ele cobrou do governo uma explicação sobre o termo profilaxia da gravidez. "Haverá de ser encaminhado ao Congresso projeto esclarecendo expressamente que o termo profilaxia da gravidez não significa aborto", afirmou. "Na verdade, absolutamente, nós não estamos aqui tratando de uma discussão religiosa. A discussão que envolveu este assunto é, sobretudo, ética", completou.

Lucena disse que o texto causa preocupação porque pode "abrir uma brecha para a prática do aborto".



Fonte: Folha
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Tá na Bíblia: requisitos para ser um seguidor de Jesus

"Jesus dizia a todos: 'Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me." 

(Lucas 9:23)

Adolescente de 17 anos morre afogado em acampamento da Igreja Presbiteriana

Garoto foi nadar em uma represa e acabou se afogando no sábado (3).
Ele participava de um encontro de jovens em Londrina, no norte do estado.

Um rapaz de 17 anos morreu afogado no fim da tarde de sábado (3), em Londrina, no norte do Paraná, enquanto participava de um acampamento de jovens da Igreja Presbiteriana. De acordo com os Bombeiros, ele estava nadando em uma represa da chácara onde era realizado o encontro e acabou se afogando. O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) foi até o local prestar atendimento, mas a vítima já estava morta.

Segundo a assessoria de imprensa da igreja, jovens que estavam com o adolescente e trabalham na área da saúde tentaram reanimá-lo até a chegada do Siate, mas sem sucesso. Ainda de acordo com a assessoria da igreja, a família está recebendo todo o apoio necessário. 


Fonte: G1
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10 dicas para as mulheres não enlouquecerem seus maridos

Existem mulheres que possuem o dom de irritar seus esposos. Volta e meia eu ouço maridos reclamando de suas esposas dizendo que por não possuírem sabedoria suficiente, elas acabam jogando seus casamentos no lixo. 

Pois é,  o livro de Provérbios afirma que é melhor morar num canto de eirado do que ter como companheira em casa ampla uma mulher briguenta. (Provérbios 21:9) 

Isto posto, gostaria de dar as mulheres algumas dicas para não enlouquecer seus maridos:

1- Não reclame de tudo e todos o tempo inteiro.

2- Não cobre do seu esposo comportamento perfeito. Lembre-se: não existem homens perfeitos, simplesmente pelo fato de que não existem pessoas perfeitas.

3- Não queria discutir a relação de vocês na hora em que o time dele está jogando.

4- Não fale mal da mãe dele.

5- Evite marcar pressão o tempo todo. Deixe que ele tenha momentos de confraternização com os amigos.

6- Não o trate como filho, recriminando-o em todo tempo, corrigindo-o publicamente.

7- Não seja maníaca por limpeza colocando a casa em primeiro lugar deixando de lado o cuidado pessoal.

8- Não exija dele atenção total e ao mínimo descuido dele para com suas vontades reclame copiosamente.

9- Não faça da sua casa um inferno gritando o tempo todo com os seus filhos e marido.

10- Não encarne o espírito da chatice, murmurando, reclamando e chiando com ele pela bagunça da casa.

Pois bem, as mulheres que fizerem isso com certeza transformarão as vidas de seus maridos num verdadeiro inferno.

Pense nisso!



Fonte: Pr. Renato Vargens em seu blog
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Apresentadora tenta crucificar autor muçulmano que ousou escrever livro sobre Jesus Cristo — e transformou-o num bestseller

A Fox News, organização de mídia mais conservadora dos EUA, realizou uma entrevista que é, desde já, candidata a uma lista curta das mais estúpidas de todos os tempos.

A âncora Laura Green chamou para uma conversa o professor Reza Aslan, autor de um novo livro chamado Zealot: The Life and Times of Jesus of Nazareth (Zelote: A Vida e a Época de Jesus de Nazaré).

Laura Green mandou ver de cara. “Você é muçulmano. Então, por que escrever um livro sobre o fundador do cristianismo?”

A pergunta, sem pé nem cabeça, merecia ser interrompida pelos comerciais ou pelo câmera. Mas Aslan se dignou a responder calmamente. “Bem, para ser claro, eu sou um estudioso das religiões, com quatro especializações, uma delas no Novo Testamento. Tenho fluência em grego bíblico e venho estudando as origens do cristianismo há duas décadas. Por acaso também sou muçulmano”.

Laura não entende nada e continua sua autoimolação intelectual. “Mas por que você estaria interessado no fundador do cristianismo?” Aslan, meio incrédulo, como se estivesse explicando como funciona um sapato a uma criança de 5 anos, diz que é o trabalho dele. “É o que eu faço da vida”, conta. “Eu sou um historiador, um PhD.”

Ela volta, citando críticas negativas ao livro. A inquisição prossegue: “Eu creio que você nunca revelou que é um muçulmano.” Ao que ele retorque afirmando que “a segunda página do meu livro diz que eu sou um muçulmano.” Ui.

Além do fato evidente de que você não precisa ser a mesma coisa que o assunto de que fala, por trás da burrice de Laura Green está um antiislamismo doentio que grassa no mundo, em geral, e nos Estados Unidos, em particular. Numa das resenhas no site da Amazon, um sujeito escreveu que a obra é “uma tática que o diabo usa desde o início dos tempos — atacar o maior homem que já viveu e ver as vendas subirem. JESUS CRISTO É DONO DO MUNDO”. Outro maluco: “Um terrorista falando de Cristo. Pfffui…”. E por aí vai.

O livro, por falar nisso, trata da vida mundana de Jesus, visto por Aslan como um revolucionário numa terra convoluta. Tem 336 páginas. Não é seu típico presente de amigo secreto. Mas a Fox acabou prestando um favor a Aslan. Depois que o vídeo da entrevista tornou-se viral, Zealot subiu nas listas de mais vendidos como um foguete. A editora, Random House, foi obrigada a imprimir mais 50 mil cópias para dar conta dos pedidos. O professor deve estar até agora agradecendo por ter participado de uma das conversas mais absurdas de sua vida.

Vídeo:



Fonte: Pragmatismo Político
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Fotógrafo registra as 'megaigrejas' evangélicas dos EUA

Fenômeno em expansão nos EUA, as "megachurches" (megaigrejas) foram tema de um ensaio do fotógrafo Joe Johnson, que mostrou o gigantismo, a suntuosidade e a semelhança com arenas para espetáculos, caprichando nos elementos cenográficos. 

De acordo com a "Wired", as "megaigrejas" eram apenas 50 nos EUA em 1980. Hoje já passam de 1.800 unidades, espalhadas em vários estados. 

O interesse de Johnson surgiu ao acompanhar a mãe em um megaculto na Carolina do Norte. 

"Foi um impulso de voyeur para assistir o que acontece lá. Fiquei impressionado com o espetáculo sensorial", contou ele. 

Confira algumas imagens que o fotógrafo disponibiliza no seu site:

Cenografia para pregar o Evangelho em altar de Munster (Indiana) 

Piscina para batismo em gruta cenográfica em Munster (Indiana)

O antigo (na arquitetura) e o moderno (telas de plasma) convivendo em megaigreja em Munster (Indiana)

Equipamento para ginástica e treinamento de boxe no altar de templo em Maryland Springs (Montana)

Parece um ginásio esportivo com placar ultramoderno no teto, mas é um templo em Louisville (Kentucky)

Santuário gigante em South Barrington (Illinois)

Palco para a pregação a crianças em Loveland (Colorado)




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