quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Médico cristão é demitido por se preocupar com a homossexualidade

Um médico cristão que foi nomeado para um conselho consultivo de drogas do governo inglês foi demitido depois de queixas vindas de ativistas homossexuais e outros que fizeram objeções aos comentários dele conectando o estilo de vida homossexual ao vício de drogas e abuso sexual de meninos.

O Dr. Hans-Christian Raabe havia sido nomeado para o Conselho Consultivo sobre Uso Indevido de Drogas (CCUID). Ele sofreu a ira dos ativistas gays quando disse que o vício de drogas é uma das razões por que o estilo de vida homossexual é destrutivo. Ele é membro e consultor da Comunidade Maranata, um movimento cristão que oferece aconselhamento para homossexuais que desejam deixar o estilo de vida gay.

Autoridades do Ministério do Interior também disseram que Raabe não havia revelado o fato de que ele é autor de um estudo que indica que há uma ligação entre a homossexualidade e a pedofilia. Durante o processo de entrevistas para o conselho, pediu-se que o Dr. Raabe revelasse qualquer coisa sobre sua vida pessoal ou profissional que poderia trazer vergonha para ele, para o governo ou para o CCUID.

Um porta-voz do Ministério do Interior disse: “A nomeação do Dr. Raabe para o CCUID foi revogada e estaremos iniciando uma campanha para recrutar um médico clínico que possa substitui-lo logo”.

O estudo dele em questão, um depoimento intitulado “Casamento Gay e Homossexualidade, Alguns Comentários Médicos”, foi apresentado para os parlamentares do Canadá que estavam considerando um projeto de lei que criaria o “casamento gay”.

O estudo alertou que a normalização da atividade homossexual já tem trazido como consequência graves riscos à saúde pública e aumentaria as despesas na saúde pública para tratar pessoas afetadas pela perigosa conduta sexual dos homossexuais.

“Mais de 70 por cento de todos os diagnósticos de AIDS no Canadá em adultos acima da idade de 15 anos até junho de 2004 estavam entre homens homossexuais (13.019 dos 19.238),” disse o estudo.

O comentário no estudo que de modo especial deixou furiosos os ativistas homossexuais ingleses e seus defensores nos meios de comunicação alertava acerca da conexão entre homossexualidade e abuso sexual de meninos.

“Embora a maioria dos homossexuais não esteja envolvida em pedofilia… há um número desproporcionalmente maior de homossexuais entre pedófilos e há algo em comum entre o movimento gay e o movimento que quer tornar a pedofilia aceitável”.

Apesar da impopularidade política, essa conclusão teve apoio de um documento de 1998 do Ministério do Interior, o ministério responsável pela remoção do Dr. Raabe do conselho sobre drogas, que disse, “aproximadamente de 20 a 33 por cento dos abusos sexuais de crianças são de natureza homossexual”, apesar do fato de que os homossexuais compõem no máximo uma pequena percentagem da população geral.

Numa declaração, o Dr. Raabe disse: “Minha nomeação foi revogada com base na percepção errada de que eu poderia potencialmente discriminar pessoas gays — algo que nunca fiz, nem na minha vida particular nem na minha vida profissional”.

Foi revogada, disse ele, “como consequência de minhas opiniões em assuntos sem relação nenhuma com as políticas de drogas”.

Colin Hart, diretor do Instituto Cristão, comentou: “Parece que a ideologia politicamente correta está sã e salva no Ministério do Interior”.


Fonte: Julio Severo em Noticias Pro Família
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